Amanhã, dia 16, quinta-feira, acontece em Cuiabá e em Várzea Grande a audiência pública convocada pelo governo para debater o famoso modal de transporte público para a Copa. Como todos sabem, Mato Grosso já tinha tudo pronto para implantar o BRT, mas através de um parecer fraudado no ministério da Cidades (fraude que derrubou dois executivos e o ministro), o modal foi mudado e o governo de Mato Grosso implantará o VLT – veículo leve sobre trilhos, com orçamento de um bilhão de reais a mais que o BRT.
O único estudo feito até hoje em Mato Grosso, o plano de mobilidade urbana para a grande Cuiabá, apontou que o melhor seria o BRT, mas isso não tem mais importância agora. O importante é saber se vai ficar pronto pra Copa.
Ainda não temos nem cheiro de obras, será que fica pronta mesmo? Éder Moraes, o dono da Copa ou secretário Extraordinário da Copa garante que sim. Porém, sempre tem um enrosco de um porém, um detalhe chama a atenção. Em conversas com técnicos e com servidores do próprio governo soube que, além das
desapropriações que já deveriam ter sido feitas, há dois grandes obstáculos para que o VLT saia de Cuiabá (terminal do CPA – veja a imagem) e chegue ao aeroporto Marechal Rondon, na cidade de Várzea Grande.
O primeiro obstáculo é o córrego da Prainha, coberto há pelo menos 35 anos e que desde então não entra uma viva alma para inspecionar. Como disse um engenheiro: “Não temos idéia do que vamos encontrar lá”. Quando chove muito, aquilo vira um rio.
Será que o VLT bóia?
No ano passado a Secretaria da Copa andou consultando umas empresas especializadas em perfuração para orçar uma passarela suspensa por onde passaria o VLT. Mas a opção será por fazer um rebaixamento na Avenida Tenente Coronel Duarte – Prainha. Esse rebaixamento não sana o problema com as chuvas. Portanto, ou o VLT de Cuiabá será anfíbio, ou os passageiros terão que usar equipamentos de mergulho em dias de chuva. Os construtores serão responsabilizados por eventuais defeitos?
Bem, mas esse é um problema que só vai aparecer quando chover pela primeira vez depois de implantado o sistema. Talvez para a próxima administração resolver a um custo equivalente ou maior ao que será usado pra implantar.
O outro obstáculo: no meio do caminho do VLT tem um rio. Tem um rio no meio do caminho do VLT. Os idealizadores tinham se esquecido do rio, juropordeus!
A ponte que liga Cuiabá a Várzea Grande não suporta o trilho e os trens, nem em espaço – tem duas mini-pistas pra ir, duas pra voltar-; nem em peso. Se o estado não tivesse já quebrado, de certo o secretário da copa, o grande e inigualável Éder Moraes, haveria de encomendar um estudo ‘público e transparente’, mas que só ele teria acesso, para desviar o curso do rio. Duvidam? Vocês não conhecem a capacidade empreendedora desse homem.
Mas, voltando ao rio Cuiabá, para construir uma ponte como deveria ser, pois a atual já está com capacidade saturada, levaria em média dois anos, disse um engenheiro.
E agora, José?
E agora, Éder?
A opção foi fazer uma ponte bem fininha por onde passará apenas o trilho. Será como uma meia-sola para atender a urgência, a falta de recursos e o enrosco do rio Cuiabá no meio do caminho.
Mas, como nada está decidido e não se tem idéia de quando as obras terão início, o Prosa solicitou ao departamento de consultores em desatar enroscos, e estes listaram algumas sugestões.
Prestenção Éder, nossa equipe do Prosa não vai cobrar por essa consultoria:
1 – O VLT para na Avenida Quinze de Novembro, às margens do Rio Cuiabá. Lá os passageiros desembarcam e pegam uma balsa, que poderá ser explorada pelo expert no assunto, deputado Dorner – atravessam o rio e embarcam em outro VLT na Avenida da FEB.
2 – O VLT passa pela Avenida Quinze de Novembro e às margens do Rio Cuiabá adentra no Cuiatúnel, passagem subterrânea até a Avenida da FEB. Dica: Maluf, o ex-prefeito de São Paulo, poderia ser contratado como consultor, ele tem muita experiência em túneis alagáveis além de ser craque em superfaturamento de obras, e pode trazer algum know how, embora creio que aprenderá muito com os filhos desta terra.
3 – O VLT para na Avenida Quinze de Novembro, às margens do Rio Cuiabá. Lá os passageiros desembarcam e atravessam a ponte a pé. Para agilizar esse momento, teríamos bicicletas previamente preparadas para serem utilizadas no sistema de integração. Será o primeiro sistema integrado Ônibus-VLT-Bicicleta no mundo.
4 – Tem também a opção a nado. Lá o deputado Sérgio Ricardo pode montar sua campanha que em vez de ser “abrace o rio Cuiabá”, será “nade no rio Cuiabá”, com aluguéis de sungas, biquínis e maiôs para os cidadãos atravessarem o rio e praticar um saudável esporte no início e final do dia.
5 – E última sugestão é pedir que a Bombardier desenvolva um sistema que faça o VLT voar por cima do rio. Que tal?
Cá prá nós: se está tão caro chegar o VLT ao aeroporto, porque não trazemos o aeroporto prá cá? Talvez saia até mais barato.
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Isso comprova a facilidade de instalação do BRT e como a obra ainda não começou, há tempo de mudar e com urgencia pra ver se fica pronto!!!!!!!!!!
Sinceramente, se essas obras (tuneis, trincheiras, viadutos, avenidas, vlt etc etc.) saírem, nem q seja nas coxas, vou começar a acreditar em milagres…
“Nas coxas” vai sair. Olha o Porto de Manaus. O primeiro afundou na água e o segundo, recém-inaugurado, está afundando também. Para tirar a fotografia e ganhar um caminhão de votos, vai sair. Depois…
Esse tal “Metrô bocaiúva” , ou “Metrô Xás criança” ainda vai virar piada nacional ridicularizando Cuiabá . Esperem para ver.
Não vai virar, já é.
“EDER: VLT não é pra Copa e sim para bem estar da população “, NO TURMA DO EPA…..
GÜENTA CORAÇÃO!
Pessoal,
Não se preocupem. Esse governo sabe exatamente o que faz!. O objetivo é enrolar mesmo e deixar tudo para ultima hora, assim, na bagunça geral (a qual já começou), todos ganham; exceto os maiores interessados, é claro e, que seriam nós mesmos, o Zé Povão!.
De qualquer forma, enquanto permitirmos que esses “incompetentes” se elegam, a novela continuará e vai terminar em tragédia!.
Sds
Aceita sugestã ?
Em vez de mandar a Iriny pra Vitória, leve o Prefeito Coser pra Cuiabá.
Ela mata uns trocentos coelhos com meia cajadada, vai chegar metendo o porrete, coloca um aquaviário de hovercraft, aeroporto novo, túnel por baixo do Rio Cuiabá, metrô de superfície, de profundidade e semi-aéreo com monotrilho de imantação eletromagnética.
O único pobrema vai ser as muié feia que ele vai levar junto para espantar gavião, e uma renca de barbudinhos com bolsinhas de pano ensebadas à tiracolo.
Dona Adriana, também seu jogar praga, ehehhehhehhe
Coloca de assesor o Pimentel! hehehehehe
Não adianta querer repassar. Iriny é de vcs. hahahaha Oolha q envio Éder Moraes – o fabuloso. hahahaha