Prazo para contribuições ao Plano Diretor segue até 10 de maio

Por MRNews

A Prefeitura de Bonito informa à população que foi prorrogado até o dia 10 de maio o prazo para envio de manifestações, sugestões e contribuições referentes às propostas e diretrizes do Plano Diretor Municipal.

A medida amplia a participação popular e abre mais espaço para que cidadãos, entidades, instituições e representantes da sociedade civil integrem esse processo de planejamento urbano. O Plano Diretor é um instrumento essencial para orientar o crescimento do município de forma organizada, sustentável e alinhada aos interesses coletivos.

As contribuições podem ser enviadas por meio de formulário online, disponível no link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScWxOlnO9Qj2tdGXiLD45PqqWhVUN3scjsPNAPlCLAM5NUYLA/viewform?usp=header, ou pelo e-mail oficial: [email protected].

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A Prefeitura destaca que a participação da população é fundamental para garantir um planejamento eficiente, transparente e alinhado aos interesses coletivos.

Participe e contribua com o futuro do município.

CMN regulamenta programa de renovação de ônibus e de caminhões

Por MRNews

O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou novas regras para ampliar o acesso a crédito destinado à renovação de veículos de transporte no país. A medida regulamenta a segunda etapa do Move Brasil, lançada na semana passada, que busca facilitar a compra de caminhões, ônibus e outros veículos por profissionais e empresas do setor.

O programa funciona como uma linha de financiamento com juros reduzidos e condições especiais para quem precisa trocar ou modernizar a frota de veículos profissionais.

Quem pode participar

O programa atende diferentes perfis do setor de transporte:

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  • Transportadores autônomos (motoristas de carga ou passageiros);
  • Profissionais ligados a cooperativas;
  • Pequenos empresários individuais;
  • Empresas de transporte rodoviário e urbano.

Como funciona o crédito

O financiamento será oferecido por bancos e instituições financeiras autorizadas pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que também coordena o programa. Essas instituições são responsáveis por conceder o crédito e avaliar cada operação.

O objetivo é permitir que os profissionais adquiram veículos novos ou seminovos com condições mais acessíveis.

Juros mais baixos

O CMN regulamentou os juros cobrados pelos os fundos que fornecem recursos para o Move Brasil. As taxas variam conforme o tipo de comprador e o impacto ambiental da operação. Quanto mais sustentável for a troca do veículo, menor tende a ser o juro.

Veja como funciona:

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  • 1% ao ano: autônomos que trocarem veículo antigo por novo/seminovo com sucateamento;
  • 2% ao ano: autônomos sem contrapartida ambiental;
  • 3% ao ano: empresas com troca de veículo antigo por novo;
  • 5,5% ao ano: empresas sem exigência ambiental.

Além disso, os agentes operadores aplicam suas taxas, que podem chegar a:

  • Até 8,8% ao ano para autônomos;
  • Até 3% ao ano para empresas;
  • Até 1,25% ao ano para o BNDES.

No lançamento do programa, na semana passada, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, informou que os juros médios para os tomadores do Move Brasil caíram de 14% para 11,3% ao ano.

Prazo para pagar

Outro ponto importante é o tempo para quitar o financiamento:

  • Até 120 meses (10 anos) para autônomos, com até 12 meses de carência;
  • Até 60 meses (5 anos) para empresas, com até 6 meses de carência.

O valor máximo por financiamento é de até R$ 50 milhões por cliente.

Incentivo à sustentabilidade

O programa também busca reduzir a poluição. Para ter acesso às melhores condições, será necessário comprovar a retirada de veículos antigos de circulação, além de atender a regras de emissão de poluentes.

Os veículos financiados também deverão seguir padrões ambientais definidos pelo Programa de Controle de Emissões Veiculares (Proconve).

Impacto esperado

A expectativa do governo é que a medida ajude a:

  • Modernizar a frota de transporte no Brasil;
  • Reduzir custos operacionais para motoristas e empresas;
  • Diminuir a emissão de poluentes;
  • Melhorar a eficiência logística no país.

O Move Brasil integra a estratégia federal de fortalecer o setor de transporte, considerado essencial para a economia, e ampliar o acesso ao crédito para trabalhadores e empresas.

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Estudo revela que 53% das famílias raramente leem para criança

Por MRNews

Estudo internacional desenvolvido pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e divulgado nesta terça-feira (5) aponta que 53% das famílias brasileiras nunca ou raramente leem livros para suas crianças de 5 anos matriculadas na pré-escola de três estados: Ceará, Pará e São Paulo.

Nestas localidades, apenas 14% dos responsáveis fazem a leitura compartilhada entre três e sete vezes por semana. Enquanto que a média internacional para essa atividade é de 54%.

Os dados são da publicação Aprendizagem, bem-estar e desigualdades na primeira infância em 3 estados brasileiros: Evidências do International Early Learning and Child Well-being Study (IELS)..

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O coordenador do levantamento e pesquisador do Laboratório de Pesquisa em Oportunidades Educacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (LaPOpE/UFRJ), Tiago Bartholo, diz que a situação é crítica inclusive nas camadas mais ricas da sociedade, onde o índice de leitura frequente não atinge sequer 25%.

O pesquisador entende que o ponto central é que a importância da leitura compartilhada ainda não está clara para a população como parte importante do processo de alfabetização de uma criança. Além disso, a falta deste vínculo traz impactos negativos ao desenvolvimento infantil.

 “Essa informação ainda não está devidamente disseminada. São momentos muito importantes para o bem-estar e para o desenvolvimento das crianças.”

O resultado indica oportunidades para ampliar políticas intersetoriais e programas de apoio à parentalidade e para fortalecer a relação entre os parentes e as escolas de educação infantil.

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“Nossa perspectiva é sempre pensar em família e escolas de forma conjunta, potencializando o bem-estar e o desenvolvimento das crianças”, diz Tiago Bartholo.

Radiografia do estudo

O estudo internacional coletou dados somente nestes três estados brasileiros – Ceará, Pará e São Paulo – devido a questões orçamentárias.

O levantamento está organizado em três grandes áreas do desenvolvimento de crianças de 5 anos, nas quais foram avaliados dez domínios. As áreas são:

  1. Aprendizagens fundamentais (conhecimentos básicos em linguagem e raciocínio matemático)
  2. Funções executivas (processos de autorregulação que permitem o controle da atenção, de impulsos e a adaptação a demandas e regras, e avaliação da memória de trabalho, flexibilidade mental)
  3. Habilidades socioemocionais relacionadas à compreensão de si e dos outros, à construção de relações sociais, como empatia, confiança e comportamento pró-social

Ao todo, foi registrada a participação de 2.598 crianças, distribuídas em 210 escolas, sendo 80% delas públicas e 20% privadas das três unidades da federação.

A metodologia do estudo IELS-2025 coletou individualmente dados das crianças, por meio de atividades interativas e lúdicas, organizadas em jogos e histórias adequadas à faixa etária.

O estudo também trouxe a percepção das famílias e dos professores sobre o sobre as aprendizagens, o desenvolvimento e o comportamento das crianças. As informações são coletadas por meio de questionários específicos para cada um dos públicos.

Os resultados inéditos – projetados em larga escala – podem servir como apoio para o Brasil criar políticas públicas efetivas para a primeira infância e, ainda, ajustar as estratégias nas áreas da saúde, educação e proteção social.

Habilidades iniciais: literacia e numeracia

No IELS, a denominação de literacia emergente corresponde ao desenvolvimento de habilidades iniciais de linguagem (oral e de vocabulário) antes mesmo do processo formal de alfabetização.

Sobre este aspecto de domínio das aprendizagens fundamentais, o estudo registra que a pontuação em literacia foi a mais alta dentro da amostra brasileira e apresentou uma pontuação média de 502 pontos, ficando ligeiramente acima da média internacional, 500 pontos.

Neste domínio, houve pouca variação de resultados entre níveis socioeconômicos diferentes, e se concentraram em torno de um nível médio mais elevado.

Outra coordenadora da pesquisa do mesmo laboratório da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mariane Koslinski, explica que uma das hipóteses para esse resultado positivo está no desenvolvimento de políticas públicas mais recentes.

“Na literacia emergente, o Brasil foi bem porque teve várias políticas que apoiaram a alfabetização, a formação de professores e isso contribuiu, muito provavelmente, para esse resultado”, estima a pesquisadora.

O estudo aborda também o domínio da numeracia emergente, conceito que envolve as primeiras noções de matemática desenvolvidas pelas crianças, incluindo habilidades como contagem básica, comparação de quantidades, reconhecimento e compreensão de relações espaciais e de tempo.

Neste ponto, diferentemente das habilidades de linguagem, o desempenho do Brasil em habilidades matemáticas iniciais (numeracia emergente) alcançou de 456 e ficou 44 pontos abaixo da média internacional de 500 pontos.

Além disso, os resultados foram muito distintos entre as crianças da análise. Os resultados evidenciam desigualdades já presentes ao final da pré-escola e diferenças relevantes em numeracia.

Enquanto 80% das crianças de nível socioeconômico alto dominam o reconhecimento de numerais, esse índice cai para 68% entre as de grupos de baixo índice de desenvolvimento socioeconômico.

Recorte racial e de gênero

No estudo da OCDE, o Brasil foi o único país que fez o recorte racial dos resultados e analisou seu impacto na aprendizagem e no bem-estar das crianças.

Os resultados evidenciam as desigualdades que se acumulam e estão relacionadas ao gênero, raça e nível socioeconômico.

Meninos, pretos, pardos e indígenas e de menor nível socioeconômico enfrentam maiores dificuldades nas aprendizagens desde o fim da educação infantil.

Crianças pretas, de famílias beneficiárias do programa Bolsa Família e de nível socioeconômico mais baixo são as que tiveram menor pontuação em quase todas as dimensões pesquisadas, em especial no domínio da memória de trabalho e noções de matemática.

As desigualdades no Brasil ficam mais nítidas na comparação entre crianças brancas e pretas. Crianças brancas apresentam uma vantagem de 17 pontos no domínio da linguagem e uma diferença ainda mais alarmante de 40 pontos em numeracia.

Telas e aprendizado

O uso de tecnologias digitais está amplamente disseminado entre as crianças pequenas nos estados pesquisados no Brasil, concluiu pela primeira vez o estudo IELS-2025.

Apesar do levantamento não detalhar o número de horas diárias de exposição às telas, os pais ou responsáveis pelas crianças responderam que 50,4% das crianças usam dispositivos digitais todos os dias, como computador, notebook, tablet ou celular, com exceção de televisão.

O percentual do Brasil – pela primeira vez divulgado – é superior ao observado na média dos países participantes do IELS, onde 46% das famílias reportaram a frequência diária no uso de telas de dispositivos digitais.

No Brasil, apenas 11,4% das crianças participantes do estudo nunca ou quase nunca usam “telas”.

Os dados do estudo reforçam a importância do uso mediado e equilibrado.

O pesquisador da UFRJ, Tiago Bartholo, descreve que crianças que fazem um uso diário de telas apresentam um desenvolvimento e um aprendizado médio menor em relação à compreensão de leitura, escrita e noções de matemática.

“Uma coisa é uma criança fazer um uso diário de 30 minutos, uma coisa muito diferente fazer um uso diário de três a quatro horas. E a gente sabe que esse tipo de comportamento existe.”

Outro aspecto destacado pelo estudo internacional sobre o uso de dispositivos digitais indica a baixa frequência no desenvolvimento de atividades educativas, no Brasil.

Cerca de 62% das crianças raramente ou nunca realizam atividades educativas em computadores, tablets ou celulares, enquanto apenas 19% os usam entre três a sete vezes por semana com este foco educativo.

Crianças saem menos de casa

A realização de atividades ao ar livre – como caminhadas, brincadeiras livres e outras opções de lazer – é frequente para apenas 37% das famílias, abaixo da média de 46% nos países participantes do IELS.

Já 29% afirmam nunca realizar esse tipo de atividade ou fazê-la menos de uma vez por semana.

No entanto, o estudo destaca que o acesso das crianças a atividades fora de casa, como brincadeiras ao ar livre, visitas a bibliotecas, cursos, oficinas e aulas de música, dança ou esportes, “são experiências importantes para a exploração do ambiente e para o desenvolvimento físico, cognitivo e socioemocional, além de contribuírem para a criatividade, a resolução de problemas e a socialização”.

A explicação observada no IELS pode refletir barreiras como “custo, tempo, disponibilidade local de equipamentos culturais, esportivos ou de áreas verdes e hábitos familiares.”

Por isso, o pesquisador da UFRJ, Tiago Bartholo, defende que a prática de atividades físicas seja oferecida primeiramente no espaço da escola e deve ser considerada importante para o desenvolvimento infantil.

“A prática regular de atividade física está associada com melhores indicadores de saúde física e mental e está associada com mais cognição e tem impacto brutal na memória de trabalho.”

No Brasil, as famílias relatam menor frequência de outras atividades e interações que estimulam o desenvolvimento das crianças, como cantar, recitar poemas ou rimas infantis, desenhar ou pintar com criança, brincar com a imaginação ou de faz de conta e contar uma história que não esteja no livro.

Ouvir a criança

Mais da metade das famílias (56%) relata que conversa com as crianças sobre como elas se sentem entre três e sete dias por semana.

Porém, esse bate-papo entre crianças e adultos brasileiros sobre emoções ocorrem com menor frequência do que na média internacional, que chega a 76%.

O estudo explica que, ao longo da primeira infância, conversar sobre sentimentos, compartilhar materiais ou resolver pequenos conflitos “são oportunidades importantes para que as crianças aprendam a compreender as emoções e a construir relações sociais positivas. são relevantes porque fortalecem vínculos afetivos.”

Os domínios relacionados à empatia apresentaram as pontuações mais elevadas em relação à média internacional, com 501 pontos em atribuição de emoções e 491 pontos em identificação de emoções.

Funções executivas

As funções executivas avaliadas no estudo são as habilidades cognitivas das crianças da educação infantil que lhes permitem planejar, focar a atenção, lembrar instruções e lidar com múltiplas tarefas ao mesmo tempo.

A memória de trabalho (capacidade de armazenar e manipular informações) destaca-se como a mais afetada pelo nível socioeconômico, com diferença de 39 pontos entre crianças de nível alto e baixo, considerada uma diferença alta.

As médias brasileiras nos três domínios (memória de trabalho, controle inibitório e flexibilidade mental) estão abaixo da média internacional, com diferenças classificadas como moderadas a grandes e estatisticamente significativas.

OCDE

Atualmente, o Estudo Internacional das Aprendizagens e Bem-estar na Primeira Infância está no segundo ciclo e inclui o Brasil, Azerbaijão, Bélgica, China, Coreia do Sul, Emirados Árabes Unidos, Holanda e Malta e Inglaterra.

O Brasil foi o único país da América Latina a participar da pesquisa da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico.

No Brasil, o levantamento foi realizado com o apoio de um consórcio de instituições liderado pela Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal.

BOLETIM – Governador consolida maior investimento da história na assistência social no estado em evento com cerca de 600 gestores

https://estado.sc.gov.br/noticias/wp-content/uploads/sites/3/2026/05/SECOM-Evento-SAS.mp3

O governador Jorginho Mello participou, nesta terça-feira, 5, da 2ª edição do “Você Mais Perto da SAS: Financiamento”.

O evento foi promovido pelo Governo do Estado por meio da Secretaria de Estado da Assistência Social, Mulher e Família (SAS), no Teatro Pedro Ivo, em Florianópolis. 

Durante o encontro, o governador destacou o maior investimento da história de Santa Catarina na área da assistência social, com recursos que somam R$ 136 milhões destinados ao fortalecimento dos serviços nos municípios. 

O valor representa um aumento de 109% em comparação aos anos anteriores, que foram de R$ 65 milhões. 

A vice-governadora, Marilisa Boehm, também acompanhou a solenidade.

Com foco na capacitação de gestores e técnicos municipais, o evento reúne cerca de 600 participantes, entre secretários municipais de Assistência Social, servidores e conselheiros da área.

A programação desta terça-feira foi dedicada ao financiamento da assistência social, abordando temas como execução de recursos estaduais e federais, prestação de contas, emendas parlamentares e o diagnóstico atualizado da área no estado.

A secretária de Estado da Assistência Social, Mulher e Família, Adeliana Dal Pont, destacou a importância do investimento, que fortalece o atendimento em cada município.

SONORA

Durante o evento, também foi realizada a entrega da segunda edição do Prêmio SC que Cuida, que reconhece municípios que se destacaram na execução da Política de Assistência Social. 

Foram homenageados Concórdia, Descanso, Gaspar, Imaruí, Ipumirim, Lages, Major Vieira, Mondaí, São Miguel do Oeste e Tubarão.

Além disso, o Prêmio Boas Práticas destacou iniciativas inovadoras desenvolvidas nos municípios de Angelina, Barra Velha, Blumenau, Brusque, Ipuaçu, Ilhota, Irineópolis, São Carlos, Timbé do Sul e Treviso.

Repórter: Eduardo Melo

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Fazenda realiza Audiência Pública do 1º quadrimestre no dia 25 – Prefeitura Municipal de Ubatuba

A Secretaria da Fazenda da Prefeitura de Ubatuba convida a população para participar da Audiência Pública de Prestação de Contas referente ao 1º Quadrimestre de 2026, que acontece no dia 25 de maio, às 18h, no Teatro Municipal Pedro Paulo Teixeira Pinto, com transmissão ao vivo pelas redes oficiais da Prefeitura.

A audiência atende às determinações da Lei de Responsabilidade Fiscal e tem como objetivo apresentar à população os dados da execução orçamentária e financeira do município nos quatro primeiros meses do ano, com detalhamento das receitas, despesas, investimentos e cumprimento das metas fiscais.

A prestação de contas dá continuidade ao acompanhamento periódico das finanças municipais, após a última audiência pública realizada em fevereiro deste ano, quando foram apresentados os resultados do terceiro quadrimestre de 2025. Na ocasião, a administração municipal destacou o desempenho da arrecadação ao longo do exercício anterior, que manteve trajetória de crescimento durante o ano, com aumento da receita e ampliação dos investimentos em áreas prioritárias do município.

“Para o exercício de 2026, a expectativa é de manutenção do equilíbrio fiscal e continuidade do acompanhamento técnico da arrecadação e da execução orçamentária, permitindo ao município planejar investimentos e assegurar a prestação dos serviços públicos de forma responsável e transparente”, comentou o secretário adjunto de Fazenda, Benedito Altair dos Santos.

Aberta ao público, a audiência é um instrumento de transparência da administração municipal e de controle social, possibilitando que os cidadãos acompanhem a aplicação dos recursos públicos e a gestão financeira do município.

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Santa Catarina avança na rota global dos games e fortalece conexão com investidores internacionais durante o Side Quest

Fotos: Divulgação/SCTI

A Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI) participou, nos dias 4 e 5 de maio, do Side Quest, evento realizado no Sapiens Park, em Florianópolis, que reforçou o posicionamento de Santa Catarina como um dos principais polos emergentes da indústria de games no Brasil.

Mais do que um encontro do setor, o Side Quest faz parte de uma estratégia de internacionalização, promovendo a aproximação entre o ecossistema catarinense e investidores globais do universo dos games, além de abrir novas oportunidades de negócios e parcerias. A iniciativa foi promovida pela ASC Jogos e ApexBrasil, em parceria com a SCTI, Sebrae/SC, Sapiens Park, ACATE e Impact Hub.  “O evento reforça um movimento já em curso: Santa Catarina está se consolidando como um ambiente fértil para o desenvolvimento da indústria de games, com políticas estruturadas, formação de talentos e incentivo à inovação por meio do programa SC Games. Estamos criando as condições para que Santa Catarina não apenas participe, mas lidere esse movimento, conectando inovação, tecnologia e desenvolvimento econômico com oportunidades reais no mercado global de games”, destacou o coordenador do programa SC Games da SCTI, Heleno Martins Junior.

A programação reuniu empresas, estúdios, instituições e especialistas para discutir caminhos de crescimento, atração de investimentos e inserção competitiva no mercado internacional de jogos digitais. Entre os destaques estiveram painéis estratégicos, rodadas de negócios e debates sobre políticas públicas e tendências globais do setor.

Para Kristian Roberts, CEO da canadense Nordicity, o estado reúne condições sólidas para competir globalmente. “Santa Catarina tem muitos desenvolvedores talentosos, um ambiente excelente e um governo bastante engajado no desenvolvimento do setor. Esses são ingredientes fundamentais para o sucesso. Com o suporte e a orientação adequados, a indústria tem uma oportunidade real de se destacar no cenário global”, afirmou.

O secretário-adjunto de Ciência, Tecnologia e Inovação, Nicola Martins, e o diretor do Sapiens, Fernando Bez, falaram em nome das instituições do governo no evento.

O setor dos games se apresenta como um gigante

Para desenhar o peso do mundo dos games, Heleno Martins explica que a indústria do segmento já se consolidou como uma das maiores do mundo, movimentando atualmente entre US$ 180 e 200 bilhões por ano, valor que supera, com folga, setores tradicionais como cinema e música somados. Com mais de 3 bilhões de jogadores globalmente, o mercado segue em expansão, impulsionado principalmente pelos jogos mobile, que representam cerca de metade da receita total. As projeções indicam que esse volume pode ultrapassar os US$ 250 bilhões até o fim da década, reforçando o caráter estratégico do setor na economia digital

Santa Catarina é destaque nacional no setor de games e fortalece ecossistema com políticas públicas estruturadas

Santa Catarina ocupa a segunda posição no ranking nacional de desenvolvimento do setor de jogos eletrônicos, de acordo com o Stun Game Index 2025, primeiro índice científico voltado ao mapeamento das 100 cidades mais gamers do Brasil. No recorte estadual, o levantamento aponta o estado atrás apenas de São Paulo, com avaliação superior a 60 pontos, indicando um alto nível de maturidade do ecossistema.

O desempenho é sustentado por políticas públicas voltadas à inovação e à economia criativa, como o programa SC Games e o edital Start SC Games, iniciativa conjunta da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc) e da Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI), que já destinou recursos ao desenvolvimento do setor.

O levantamento também destaca a presença de oito municípios catarinenses entre os 100 mais relevantes do país no segmento: Florianópolis, Joinville, Blumenau, Chapecó, Criciúma, Itajaí, São José e Balneário Camboriú. A capital catarinense aparece na terceira colocação nacional e lidera em desempenho proporcional à população.

Leonardo Ferreira Barbosa – Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Inovação
(48) 9 9696-6270

Pesquisadores alertam para impacto da poluição do oceano por mercúrio

Por MRNews

O aquecimento global está intensificando o processo de transformação do mercúrio em metilmercúrio, um tipo mais tóxico que se acumula na cadeia alimentar e pode atingir humanos por meio do consumo de peixes.

Atualmente, cerca de 230 mil toneladas de mercúrio estão espalhadas pelos oceanos e costumam permanecer no ambiente marinho por cerca de 300 anos. 

Pesquisador Lars-Eric Heimbürger-Boavida, do Instituto Mediterrâneo do Oceanografia, na Conferência Oceano do Amanhã. Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Os dados foram apresentados nesta terça-feira (5) pelo químico Lars-Eric Heimburger-Boavida, pesquisador do Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS), da França. Ele participou das discussões sobre poluição marinha no primeiro dia da Reunião Magna de 2026 da Academia Brasileira de Ciências (ABC), no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

Segundo ele, a boa notícia é que esses números foram revisados para baixo: antes se falava em concentração de até 100 milhões de toneladas e tempo de permanência de mais de 100 mil anos.

Uma parte do mercúrio chega aos oceanos por fontes naturais, como atividade vulcânica e erosão de rochas compostas pelo metal. A ação humana, porém, é a via principal, por meio da queima de combustíveis fósseis, mineração, produção industrial e desmatamento.

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“Temos bastante embasamento científico e influência suficiente para tomar uma decisão política sobre este quadro. Temos em vigor a Convenção de Minamata sobre Mercúrio, cujo objetivo é reduzir nossa exposição ao mercúrio”, diz Lars-Eric.

“Não podemos reduzir ou impedir que as bactérias produzam mercúrio. A única coisa que podemos fazer é diminuir nossas emissões e esperarmos que, no futuro, haja menos mercúrio no meio ambiente. Porque temperaturas mais altas favorecem as bactérias. No Ártico, por exemplo, o aquecimento promove liberação de mercúrio glacial, e as bactérias ficam mais ativas para produzir o metilmercúrio”, complementa.

Poluente global

Professor da UENF Carlos Eduardo de Rezende . Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

A poluição marinha por mercúrio também foi tema central na apresentação do biólogo Carlos Eduardo de Rezende, professor da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF). Ele abordou o papel do metal como poluente global e sua interação com a matéria orgânica em ecossistemas terrestres e costeiros.

Rezende explicou que o mercúrio circula pela atmosfera e pode se redistribuir pelo planeta independentemente da origem das emissões. A matéria orgânica exerce papel central nesse processo, funcionando como um suporte geoquímico que retém o mercúrio e influencia sua mobilidade.

Em lugares como a bacia do Rio Paraíba do Sul – que abrange os estados de São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro – alterações no uso do solo modificam a dinâmica do mercúrio. A atividade mineradora ilegal persiste na região, mesmo após a Convenção de Minamata.

“Ainda temos muito o que estudar sobre o ciclo global do mercúrio e os fatores relacionados a ele. Principalmente, quando pensamos no Antropoceno, nos impactos dos seres humanos sobre a Terra. Nesse ambiente de transição energética e de mudanças climáticas, é importante que os governos estejam envolvidos na questão também”, analisa o pesquisador.

O encontro da ABC, que este ano tem como eixo central a ciência oceânica, continua até 7 de maio e reúne pesquisadores do Brasil e do exterior. A edição é coordenada pelo acadêmico Luiz Drude de Lacerda, doutor em biologia pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e professor titular do Instituto de Ciências do Mar da Universidade Federal do Ceará (Labomar-UFC).

“O oceano tem um papel central no funcionamento do planeta, não apenas do ponto de vista ambiental, mas também para o sustento e o bem-estar de milhões de pessoas. No entanto, esse sistema vem sendo submetido a pressões crescentes, como a poluição, a exploração intensiva de recursos e os efeitos das mudanças climáticas, o que coloca em risco suas condições naturais”, diz Luiz Drude de Lacerda. 

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Saae/Sorocaba conclui limpeza e manutenção preventiva nas Bacias de Contenção do Campolim – Agência de Notícias



5 de maio de 2026

15:19

Por: Eduardo Santinon (esantinon@sorocaba.sp.gov.br)

Fotos: Saae/Sorocaba

O Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae) de Sorocaba concluiu, nesta terça-feira (5), a limpeza e a manutenção preventiva das Bacias de Contenção do bairro Campolim, na Zona Sul da cidade. O objetivo é que o sistema permaneça preservado e em plenas condições de funcionamento nos períodos de chuvas intensas, além de evitar a proliferação das plantas que podem prejudicar a vida aquática e retomar o seu visual de origem.

O serviço foi efetuado por equipes de servidores da autarquia. Na ação, foram mobilizadas duas equipes, escavadeira hidráulica e caminhão para a retirada dos resíduos em uma das três bacias no Parque “Carlos Alberto de Souza”, ao longo da Avenida Domingos Júlio.

Paralelamente, equipes no solo e em embarcação, de forma manual, utilizaram cabo preso a um vergalhão de ganchos, para arrastar a vegetação a um ponto do lago ao alcance da retroescavadeira. O material removido do lago foi descartado no Aterro de Inertes pela Secretaria de Serviços Públicos e Obras (Serpo), em caminhões também utilizados na operação.

Antes, durante os meses de agosto, setembro, novembro e dezembro do ano passado, equipes do Saae/Sorocaba realizaram, também nas outras bacias do parque, os trabalhos de escavação, retirada dos resíduos e bancos de areia, com uso de escavadeira hidráulica, além da roçagem do entorno e troca das grades da caixa despejo.

Implantado pela autarquia no final dos anos 1990, o sistema de contenção e drenagem de águas de chuva visa eliminar os alagamentos que, até então, eram registrados na região do Campolim.

Os serviços no Campolim seguem programação pré-definida pelo Saae/Sorocaba, que engloba a manutenção preventiva de todos os córregos e Bacias de Contenção do município.

A autarquia já executou manutenções preventivas desse tipo, por exemplo, em córregos nos bairros Brigadeiro Tobias, Jardim Brasilândia, Jardim Europa, Jardim Itapemirim, Jardim Leocádia, Jardim Marli, Jardim Piratininga, Jardim Prestes de Barros (Lavapés), Jardim Santo André, Mineirão, Parque das Laranjeiras, Vila Barão, além das Bacias de Contenção do Abaeté, Campolim, Jardim Maria do Carmo, Parque dos Italianos, Parque Kasato Maru, Norcross e Rua Panamá (Barcelona), bem como nos lagos no Jardim Santa Catarina e nos Parques João Pellegrini (Central Parque) e Vila Formosa.

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BNDES anuncia R$ 500 milhões para obras contra enchentes em BH

Por MRNews

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta terça-feira (5) o financiamento de R$ 500 milhões para a prefeitura de Belo Horizonte realizar obras contra enchentes e adaptação climática.

As intervenções fazem parte do Plano de Investimentos em Resiliência e Adaptação Climática do município e do programa BH Resiliente (Projeto Transformador Cidade Jardim).

Segundo o BNDES, as obras têm o objetivo de reduzir riscos de alagamentos e deslizamentos, ampliar áreas verdes, recuperar recursos hídricos e fortalecer a capacidade de adaptação da capital mineira a eventos climáticos extremos. 

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De acordo com o governo do Brasil, do total do financiamento, R$ 480 milhões virão do Fundo Clima e R$ 20 milhões do BNDES Invest Impacto, programa voltado a investimentos públicos com foco na redução de vulnerabilidades socioeconômicas e na adaptação e mitigação das mudanças climáticas.

“São R$ 500 milhões que estamos financiando só para o BH Resiliente, que é um projeto muito bem concebido: é uma mudança de percepção da cidade que dialoga com o aquecimento global e com os extremos climáticos”, disse o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. 

Entre as ações previstas estão a implantação da bacia de detenção do Parque Calafate, voltada ao controle de cheias; a implantação de parques; a desimpermeabilização de áreas concretadas e implantação de jardins de chuva na região central da cidade; a contenção de encostas em áreas de risco; a revegetação de encostas; a criação de unidades de conservação; e a recuperação ambiental de rios, nascentes e brejos. 

Com cerca de 2,3 milhões de habitantes, a capital mineira tem 389 mil moradores em áreas de risco e cerca de 307 mil, em favelas.

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Sala do Empreendedor de João Pessoa conquista Selo Diamante no Prêmio Sebrae

A Sala do Empreendedor de João Pessoa conquistou o Selo Diamante no Prêmio Sebrae, que reconhece as empresas que atingiram o nível máximo de excelência (100% dos requisitos) no apoio aos micro e pequenos negócios. A Sala do Empreendedor é administrada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedest) e, mais uma vez, se consolida como referência no fortalecimento do empreendedorismo local.

Somente no ano passado, as duas unidades da Sala do Empreendedor realizaram cerca de 14 mil atendimentos, impactando diretamente mais de 40 mil pessoas com orientações, suporte técnico e incentivo à formalização de negócios. O reconhecimento nacional reforça o compromisso da gestão municipal em criar um ambiente favorável para quem deseja empreender e gerar renda.

Para o secretário executivo de Desenvolvimento Econômico e Trabalho de João Pessoa, João Bosco, a conquista simboliza o avanço da Capital no incentivo ao empreendedorismo e na valorização dos pequenos negócios. “Hoje, João Pessoa brilha com o Selo Diamante. Ser reconhecido nacionalmente pela primeira vez com essa honraria mostra que nossa capital não apenas atrai investimentos, mas cuida de quem gera emprego e renda na ponta. Esse diamante pertence a cada microempreendedor da nossa cidade e à nossa equipe, que trabalha incansavelmente para humanizar o atendimento público e tornar o sonho do negócio próprio uma realidade cada vez mais ágil e segura”, destacou.

A premiação do Sebrae reconhece iniciativas que oferecem atendimento de qualidade, inovação e eficiência aos empreendedores, fortalecendo o desenvolvimento econômico e estimulando a geração de oportunidades nos municípios brasileiros.

Com a conquista do Selo Diamante, João Pessoa reafirma seu protagonismo no cenário do empreendedorismo regional, consolidando políticas públicas voltadas para o crescimento sustentável, a inclusão produtiva e o fortalecimento dos pequenos negócios.

Serviço – A Prefeitura de João Pessoa mantém em funcionamento duas unidades da Sala do Empreendedor, com atendimento das 9h às 13h. A unidade I funciona na Rua Diogo Velho, 150, Centro. A unidade II está instalada no Centro Cultural Tenente Lucena, localizado na Avenida Josefa Taveira, 860, Mangabeira.

O espaço estimula a criação de novos negócios na cidade de João Pessoa entre micro e pequenos empreendedores e disponibiliza diversos serviços, a exemplo de abertura e baixa de empresas, emissão de boletos, parcelamentos de dívidas e esclarecimentos diversos sobre formalização. A Sala do Empreendedor também oferece consultoria gratuita com especialistas do Sebrae Paraíba.

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