Comlurb lança Operação Feira Limpa, no Méier, para coleta e gestão de resíduos – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

A Companhia manterá uma base no local, com uma caixa compactadora para servir como estação de transbordo dos resíduos. Foto: Divulgação/Comlurb

A Comlurb lançou, na terça-feira (02/06), na feira livre da Rua Galdino Pimentel, no Méier, mais uma etapa do projeto Feira Limpa, uma megaoperação para coleta e gestão dos resíduos gerados no local. O programa Feira Limpa é uma iniciativa da Comlurb que vem transformando a dinâmica de limpeza das feiras livres da cidade, promovendo mais organização, higiene e qualidade para feirantes, moradores e frequentadores. Essa é a terceira feira livre da cidade a receber o projeto e a primeira da Zona Norte. As outras duas são a da Glória e a da Nossa Senhora da Paz, em Ipanema, Zona Sul do Rio.

A Companhia manterá uma base no local, com uma caixa compactadora para servir como estação de transbordo dos resíduos gerados, agilizando o serviço de remoção. Serão implantados em diferentes pontos do evento, 43 contêineres de 240l e quatro de grande porte, de 1200l, para que os expositores e frequentadores façam o descarte correto do lixo.

– Mais do que uma ação operacional, o Feira Limpa representa uma mudança de cultura, incentivando conscientização, colaboração e cuidado com o espaço público. O resultado é uma feira mais organizada, com redução significativa de resíduos espalhados nas vias, melhoria das condições sanitárias e maior conforto para a população – afirma o presidente da Comlurb, Renato Rodrigues.

O projeto tem como principal objetivo manter as feiras limpas durante todo o período de funcionamento, por meio de um modelo de limpeza compartilhada e de responsabilidade coletiva. A Comlurb disponibiliza contêineres estrategicamente posicionados para que os próprios feirantes realizem o descarte correto e imediato dos resíduos gerados durante a atividade. Paralelamente, equipes de garis atuam continuamente na manutenção das áreas comuns, garantindo a limpeza permanente dos espaços. As ações incluem varrição em toda extensão e no entorno, além de lavagem hidráulica com água de reuso.

– A reorganização da Feira da Galdino atende a uma demanda antiga dos moradores, que têm um grande carinho por esse espaço tão tradicional do bairro. Assim, a Prefeitura do Rio proporciona uma feira mais organizada, limpa e consciente, não só para feirantes, que movimentam a economia local, mas para moradores e frequentadores do Grande Méier -, reforça o subprefeito da Zona Norte II, Douglas Araújo, que acompanhou o lançamento junto com o Superintendente Regional da Zona Norte Central, Robson Coutinho.

O lançamento contou com a participação do Chegando de Surpresa, grupo de garis que usam a música e a dança em campanhas de conscientização, orientando feirantes e frequentadores para o descarte correto dos resíduos. A Companhia pede a colaboração dos feirantes para que os resíduos sejam acondicionados corretamente nos contêineres ou em sacos plásticos para facilitar o trabalho dos garis e agilizar ainda mais o serviço de limpeza e a entrega dos locais para moradores da área.

O programa já apresenta resultados positivos nas feiras da Glória e da Nossa Senhora da Paz, onde a integração entre feirantes e equipes da Comlurb vem contribuindo diretamente para um ambiente urbano mais limpo, sustentável e acolhedor. Com iniciativas como essa, a Companhia reforça seu compromisso com a modernização da limpeza urbana e com a construção de uma cidade cada vez mais consciente, organizada e preparada para oferecer mais qualidade de vida aos cariocas.

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  • 2 de junho de 2026
  • Marcações: chegando de surpresa feira limpa Feira livre Méier

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    Marreco Futsal apresenta o ala Douglas Silva para a sequência da temporada – LNF

    Foto – Assessoria Marreco

    O Marreco Futsal anunciou oficialmente a contratação do ala direito Douglas Silva, de 24 anos, como mais um reforço para a temporada. O atleta retorna ao futsal brasileiro após quatro anos atuando na Espanha, onde defendeu o Noia Futsal, e chega para fortalecer o elenco beltronense nos desafios do ano.

    Natural de Fortaleza (CE), Douglas iniciou sua trajetória no futsal nacional passando por equipes como Mafra (SC), Sorriso (MT), Acel Chopinzinho (PR) e Uruguaianense (RS). O desempenho nas quadras também lhe garantiu oportunidades de representar a Seleção Brasileira antes de seguir para o futsal europeu.

    Segundo o jogador, o projeto apresentado pelo Marreco foi decisivo para seu retorno ao país. “O clube mostrou um planejamento sólido e de longo prazo. O Marreco é uma das grandes equipes do futsal brasileiro, tem uma torcida apaixonada e uma cidade que vive intensamente o esporte. Quero contribuir para que o clube alcance as conquistas que busca”, destacou.

    Características dentro de quadra

    Douglas é reconhecido pela velocidade, intensidade e participação constante em todas as fases do jogo. Com perfil ofensivo, também se destaca pela dedicação na marcação e pela capacidade de criar desequilíbrios nas partidas.

    A experiência adquirida no futsal espanhol contribuiu para sua evolução tática e técnica, especialmente na leitura de jogo e nas ações ofensivas, características que pretende colocar em prática com a camisa do Marreco.

    Momento especial na carreira

    O novo reforço acredita estar vivendo uma das melhores fases da carreira. Aos 24 anos, ele reúne a experiência conquistada no exterior com a disposição física da juventude, encarando a chegada ao Marreco como um passo importante em sua trajetória profissional.

    “A expectativa é muito positiva. Estou em um momento especial, tanto fisicamente quanto mentalmente, e quero aproveitar essa fase para ajudar o Marreco da melhor maneira possível”, afirmou.

    Primeira experiência na Liga Nacional

    Apesar do currículo vitorioso, Douglas ainda não teve a oportunidade de disputar a Liga Nacional de Futsal (LNF). Como deixou o Brasil ainda jovem para atuar na Europa, a competição será uma novidade em sua carreira.

    O atleta chega motivado para disputar pela primeira vez a principal competição do futsal brasileiro e contribuir com o projeto da equipe beltronense.

    Reforço alinhado ao planejamento do clube

    Para a diretoria do Marreco, a contratação representa mais do que um reforço pontual. O vice-presidente de futsal, Luciano Spessatto, destacou que a chegada de Douglas está alinhada ao planejamento de longo prazo do clube.

    “A contratação de atletas com o perfil do Douglas faz parte da nossa estratégia. Buscamos jogadores jovens, com experiência internacional e mentalidade competitiva para fortalecer o projeto do Marreco”, ressaltou.

    Trajetória profissional

    • Mafra (SC)
    • Sorriso (MT)
    • Acel Chopinzinho (PR)
    • Uruguaianense (RS)
    • Noia Futsal (Espanha)
    • Convocações para a Seleção Brasileira

    Principais conquistas

    • Campeão Mato-Grossense Sub-20
    • Campeão da MT Cup 2019
    • Campeão Paranaense Sub-20 e artilheiro da competição (2021)
    • Campeão Paranaense Série Ouro e eleito melhor jogador (2022)
    • Campeão Mundial Universitário (2022)
    • Tricampeão da Copa Galícia, na Espanha
    • Vice-campeão Gaúcho (2023)
    • Bicampeão Sul-Americano (2023 e 2024)

    Perfil do atleta

    Nome: Francisco Douglas Santiago da Silva
    Naturalidade: Fortaleza (CE)
    Data de nascimento: 24 de agosto de 2001
    Idade: 24 anos
    Posição: Ala direito
    Último clube: Noia Futsal (Espanha)

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    Coordenadoria de Políticas para a Diversidade Sexual divulga datas das reuniões do GADS e do GPH deste mês de junho – Agência de Notícias

    A Coordenadoria de Políticas para a Diversidade Sexual, ligada à Secretaria da Cidadania (Secid) da Prefeitura de Sorocaba, divulga as datas das reuniões do mês de junho, com o GPH (Grupo de Apoio a Pais de LGBTs de Sorocaba) e o GADS (Grupo de Apoio à Diversidade Sexual). O intuito é promover a troca de experiências e informações entre a população interessada.

    O GPH, voltado aos pais e responsáveis dos adolescentes, tem reunião agendada para o dia 16 de junho, uma terça-feira, das 19h30 às 21h, no auditório da Secid. Já o GADS, dirigido aos jovens, terá encontro no dia 20 de junho, um sábado, das 16h às 18h, também na Secid.

    A Secretaria da Cidadania está localizada na Rua Santa Cruz, 116, no Centro. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (15) 3212-6900.

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    Com histórias de superação e cuidado, HR de Três Lagoas fica entre os 10 melhores hospitais públicos do Brasil

    Eleito pelos usuários do SUS, Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé é o único representante de Mato Grosso do Sul e da região Centro-Oeste entre os premiados

    Por trás de cada indicador, certificação ou premiação na área da saúde existem histórias reais. Histórias de pessoas que chegaram ao hospital em busca de ajuda, enfrentaram momentos difíceis e encontraram acolhimento, cuidado e esperança. Foi justamente a avaliação desses usuários que colocou o Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé, em Três Lagoas, entre os 10 melhores hospitais públicos do Brasil na premiação “Melhores Hospitais Públicos do Brasil 2026”, categoria Avaliação dos Usuários, na décima posição.

    Administrada pelo Instituto Acqua, em parceria com a SES (Secretaria de Estado de Saúde), a unidade foi a única representante de Mato Grosso do Sul e de toda a região Centro-Oeste a conquistar espaço entre os hospitais mais bem avaliados pelos usuários do SUS (Sistema Único de Saúde).

    Mais do que um reconhecimento institucional, a premiação reflete a percepção de quem vivenciou de perto o atendimento prestado pela unidade. É o caso do caminhoneiro Jerônimo Ravagnani Despato, de 61 anos, morador de Três Lagoas, que precisou ser submetido com urgência a vários procedimentos cirúrgicos após complicações causadas por uma apendicite.

    Até então, ele nunca havia sido atendido no Hospital Regional. Ao procurar o Pronto-Socorro com fortes dores, foi surpreendido pela rapidez do atendimento e pela assistência recebida.

    “Passei pelo médico, fiz os exames, logo conversei com o médico que me explicou detalhadamente o meu caso e que precisaria de cirurgia. No outro dia já estava operado. Fiquei surpreso com a qualidade do atendimento, com a atenção dos profissionais e com a organização. É tudo isso e muito mais do que as pessoas falavam”, relata.

    A experiência foi tão positiva que mudou sua visão sobre a saúde pública.

    “Comentei com a minha esposa que isso aqui é coisa de primeiro mundo. O atendimento é excelente para todos, independentemente da condição social. Como caminhoneiro, viajo por muitas cidades e posso afirmar que aqui é diferenciado. É um orgulho para nós, três-lagoenses, saber que temos um hospital desse nível”, afirma.

    Outro paciente que teve sua percepção transformada foi Márcio Aurélio Ananias, de 52 anos, técnico em eletrônica. Morador da cidade de São Paulo, ele estava em Três Lagoas visitando familiares quando passou mal e precisou de atendimento de urgência para uma cirurgia de hérnia umbilical.

    Inicialmente, o receio era inevitável. “Quando precisei ser internado, confesso que fiquei preocupado por estar longe de casa. Pensei que, se pudesse escolher, teria ido para São Paulo. Mas hoje vejo que foi uma bênção ter sido atendido aqui”, conta.

    O paciente relembra ainda uma experiência vivida em São Paulo, que tornou sua passagem pelo Hospital Regional ainda mais marcante.

    “Em 2011, fui atendido no Hospital das Clínicas após detectarem o rompimento da parede abdominal, que deu origem à hérnia. Na época, não deram continuidade ao tratamento e fui orientado a procurar uma unidade básica de saúde para iniciar todo o processo.

    Anos se passaram até que o problema se agravou quando vim visitar minha filha, que mora em Três Lagoas. Quando cheguei ao Hospital Regional, fui acolhido, bem atendido e tive meu problema realmente resolvido. Sou eternamente grato”.

    Segundo Márcio, a experiência superou qualquer expectativa e mudou sua visão sobre a assistência prestada fora dos grandes centros.

    “A medicina em Mato Grosso do Sul me surpreendeu. Sempre pensamos que os melhores hospitais estão nas grandes capitais, mas percebi que não é assim. Aqui recebi um atendimento nota mil. Tudo aqui foi maravilhoso, do início ao fim”.

    O crescimento de quem cresceu com o hospital

    A história do Hospital Regional também se mistura à trajetória de muitos profissionais que ajudaram a construir essa conquista ao longo dos últimos anos. Um deles é Wellington Dutra da Silva, de 47 anos, atual supervisor administrativo da unidade. Ele chegou ao hospital em setembro de 2022, apenas três meses após a abertura da instituição. Na época, assumiu o cargo de assistente administrativo no Centro Cirúrgico. Desde então, viu a unidade crescer, ampliar serviços e se consolidar como referência regional.

    Ao longo da trajetória, foi promovido para coordenar uma equipe composta por 15 colaboradores responsáveis pela organização dos prontuários hospitalares, atuando em conjunto com os setores de auditoria e faturamento. Em janeiro deste ano, assumiu a supervisão administrativa da unidade.

    “A minha história é muito parecida com a do hospital. Crescemos juntos. Quando cheguei aqui, atendíamos apenas pediatria. Hoje somos uma unidade muito mais complexa, com diversas especialidades e uma responsabilidade enorme perante a população. Ver essa evolução é motivo de orgulho”, destaca.

    Wellington afirma que encontrou no Hospital Regional oportunidades que transformaram sua carreira. Antes da saúde, atuava como analista de custos em uma indústria e nunca havia trabalhado em um hospital.

    “Foi minha primeira experiência na área da saúde. Eu não imaginava o quanto esse trabalho poderia impactar a vida das pessoas. Mesmo sem estar diretamente na assistência, percebo que cada atividade administrativa contribui para o paciente receber um atendimento mais humanizado e eficiente”.

    Entre as lembranças mais marcantes da trajetória, ele recorda um episódio que reforçou o significado do trabalho desenvolvido na unidade. Durante uma visita a um conhecido internado, percebeu uma acompanhante desesperada ao lado de um homem que apresentava uma intercorrência grave. Rapidamente, buscou auxílio médico, contribuindo para a equipe realizar o atendimento emergencial que salvou a vida do paciente.

    “Foi um momento que me marcou profundamente. Entendi ainda mais a importância de cada pessoa no hospital. Todos fazem parte do cuidado”.

    Para Wellington, o reconhecimento nacional tem um significado especial justamente por vir da avaliação dos usuários.

    “Estar entre os 10 melhores hospitais públicos do Brasil já é algo extraordinário. Mas saber que esse reconhecimento veio dos próprios pacientes torna tudo ainda mais importante. Tudo o que fazemos aqui é para eles. Quando conseguimos acolher, cuidar e transformar vidas, nosso trabalho faz sentido”.

    Uma conquista construída por milhares de histórias

    A premiação “Melhores Hospitais Públicos do Brasil 2026”, promovida pelo Ibross (Instituto Brasileiro das Organizações Sociais de Saúde) em parceria com instituições como OPAS/OMS (Organização Pan-Americana da Saúde / Organização Mundial da Saúde), Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), Conasems (Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde), IES (Instituto Ética Saúde) e ONA (Organização Nacional de Acreditação), reconheceu hospitais 100% SUS que se destacam pela qualidade, eficiência, segurança assistencial e satisfação dos usuários. A cerimônia aconteceu na sexta-feira, dia 29 de maio, em Brasília.

    Realizada em duas fases, a seleção ocorreu da seguinte forma: inicialmente, mais de 5 mil hospitais públicos de todo o país foram avaliados com base em critérios técnicos e indicadores de desempenho, elegendo os 100 melhores; posteriormente, os classificados foram ranqueados a partir de uma pesquisa independente de satisfação conduzida pelo Instituto DataSenado, que ouviu pacientes e acompanhantes sobre a qualidade do atendimento recebido, além da análise de informações de compliance e de um estudo de eficiência desenvolvido em parceria com a UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais).

    Para a diretora-geral do Hospital Regional da Costa Leste Magid Thomé, Letícia Carneiro, o reconhecimento representa muito mais do que uma posição em um ranking nacional. “Significa a confirmação de que o cuidado humanizado, o comprometimento das equipes e a busca constante pela excelência têm gerado resultados concretos para a população”, disse.

    São histórias como as de Jerônimo, Márcio e de tantos outros pacientes que ajudam a explicar por que um hospital do interior de Mato Grosso do Sul conquistou o reconhecimento nacional e se tornou referência para o Brasil.

    Uma conquista que pertence não apenas à instituição, mas também a toda a população da Costa Leste, que hoje conta com um serviço público de saúde reconhecido entre os melhores do país.

    Comunicação SES
    *com informações do HRCLMT
    Fotos: Divulgação SES

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    Immerse Pantanal é lançado em MS com foco em bioeconomia, inovação e sustentabilidade – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

    O secretário de Estado de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Artur Falcette, realizou nesta segunda-feira (1º) a abertura oficial do programa internacional IMMERSE Pantanal: Interdisciplinary Transnational Education for Sustainable Bioeconomy, em evento realizado no auditório da Cotin/Sefaz, em Campo Grande. A cerimônia contou também com a presença do secretário-adjunto de Ciência, Tecnologia e Inovação da Semadesc, Ricardo Senna, além de pesquisadores, estudantes e representantes de instituições parceiras do Brasil e do exterior.

    Desenvolvido pela Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), em parceria com a University of Birmingham e o Brazil Institute, o IMMERSE Pantanal é um programa internacional de imersão acadêmica e territorial que promoverá atividades em diferentes cenários do Pantanal sul-mato-grossense. A iniciativa reúne pesquisadores, estudantes e especialistas para fomentar o intercâmbio científico, o diálogo intercultural e a construção de soluções inovadoras voltadas ao desenvolvimento sustentável da região.

    Durante a palestra magna de abertura, o secretário Artur Falcette apresentou um panorama da economia de Mato Grosso do Sul e destacou as principais políticas públicas desenvolvidas pelo Governo do Estado nas áreas de sustentabilidade ambiental, desenvolvimento econômico e inovação. Entre os temas abordados estiveram a Lei do Pantanal, as estratégias de preservação dos recursos naturais, os avanços da Rota Bioceânica, os investimentos em bioeconomia e os desafios para que Mato Grosso do Sul alcance a meta de se tornar um Estado carbono neutro até 2030.

    O secretário Artur Falcette destacou que a iniciativa também fortalece a imagem de Mato Grosso do Sul como referência em desenvolvimento sustentável e amplia o intercâmbio de conhecimento entre pesquisadores internacionais e instituições locais.

    “É sempre uma oportunidade importante para a gente receber pesquisadores de fora, apresentar um pouco do Estado e do nosso projeto de conciliação do desenvolvimento com a agenda ambiental. Faz parte do nosso papel promover a imagem de Mato Grosso do Sul. No caso específico deste programa, estamos falando de uma universidade de renome, com um grupo focado em pesquisas para o Pantanal. Além disso, há uma grande capacidade de troca de conhecimento e aprendizado. Não apenas deles, que vêm aqui entender o território, mas também nossa, ao ouvir esses pesquisadores e estudantes e captar suas percepções. Isso nos possibilita ter um olhar externo sobre os principais desafios e potencialidades do bioma Pantanal”, afirmou.

    Ao longo da programação, os participantes terão contato direto com experiências desenvolvidas no Pantanal, envolvendo comunidades locais, instituições de pesquisa, setor produtivo e gestores públicos. O objetivo é promover uma compreensão integrada dos desafios e oportunidades relacionados à conservação ambiental, à bioeconomia e ao desenvolvimento regional.

    Como resultado final, o programa prevê a produção de um documentário que servirá como uma vitrine global das experiências realizadas no Pantanal, evidenciando a cooperação entre Governo do Estado, academia e setor produtivo na construção de um modelo de desenvolvimento sustentável baseado na bioeconomia, com potencial para se tornar referência internacional.

    O secretário executivo de Ciência, Tecnologia e Inovação da Semadesc, Ricardo Senna, demonstrou confiança no sucesso da iniciativa. “Estamos ansiosos para mostrar o nosso sistema de inovação e projetos de desenvolvimento sustentável, de internacionalização entre as nossas comunidades indígenas, além de reforçar um papel da nossa política pública. O governo do Estado tem feito inúmeros projetos na área de sustentabilidade. O quanto nós avançamos. Porque independentemente dos nossos tamanhos nós podemos fazer grandes coisas, podemos fazer grandes transformações”, afirmou.

    A iniciativa também contempla a realização do Pantanal Day, previsto para 2027, na Inglaterra, com apoio da Embaixada do Brasil no Reino Unido. O evento terá como objetivo apresentar os resultados do programa e ampliar a visibilidade internacional das ações desenvolvidas em Mato Grosso do Sul.

    Além da troca de experiências acadêmicas, o projeto fortalece parcerias institucionais entre a UEMS, a Semadesc, a Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul (Fundect) e instituições internacionais, contribuindo para a implementação e o fortalecimento de agendas estratégicas nas áreas de educação, saúde, desenvolvimento humano e social, meio ambiente, desenvolvimento econômico, cultura, ciência, tecnologia e inovação.

    O IMMERSE Pantanal reúne cerca de 30 pesquisadores e estudantes do Brasil e da Inglaterra, além de representantes institucionais e parceiros nacionais e internacionais comprometidos com a valorização dos territórios, dos saberes tradicionais e da construção de soluções sustentáveis para o futuro do Pantanal sul-mato-grossense.

    Rosana Siqueira, Comunicação Semadesc
    Fotos: Ana Christina/Semadesc

    Tragédia em Goiás; cinco estudantes de colégio militar morrem após acidente entre van escolar e carreta

    Tragédia em Goiás: cinco estudantes de colégio militar morrem após acidente entre van escolar e carreta

    Uma grave tragédia abalou o estado de Goiás na noite desta segunda-feira (1º). Cinco estudantes do Colégio Estadual da Polícia Militar 5 de Janeiro perderam a vida após um acidente envolvendo uma van escolar e uma carreta na rodovia GO-518, entre os municípios de Buriti de Goiás e Córrego do Ouro. (CNN Brasil)

    Segundo informações das autoridades, os alunos retornavam para casa após as aulas quando a van em que viajavam se envolveu na colisão. Equipes do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e da Polícia Militar foram mobilizadas para atender a ocorrência. (CNN Brasil)

    Vítimas tinham entre 10 e 14 anos

    As vítimas fatais eram estudantes do colégio militar localizado em Sanclerlândia. As informações iniciais apontam que os jovens tinham entre 10 e 14 anos de idade. O acidente causou forte comoção entre familiares, colegas de escola e moradores da região. (Folha de S.Paulo)

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    Além dos cinco óbitos confirmados, outros ocupantes da van ficaram feridos e foram encaminhados para unidades de saúde da região para atendimento médico. (CNN Brasil)

    Dinâmica do acidente será investigada

    As circunstâncias da colisão ainda estão sendo apuradas pelas autoridades. Informações preliminares indicam que a batida envolveu uma carreta carregada com gado. A Polícia Civil e os órgãos de trânsito deverão conduzir a investigação para determinar as causas exatas do acidente. (CNN Brasil)

    Imagens divulgadas pelas equipes de resgate mostram que a van sofreu danos severos após o impacto, exigindo um trabalho complexo para a retirada das vítimas e dos sobreviventes. (CNN Brasil)

    Comunidade escolar está em luto

    A tragédia provocou grande repercussão em Goiás e gerou manifestações de solidariedade por parte de autoridades, profissionais da educação e moradores da região.

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    O Colégio Estadual da Polícia Militar 5 de Janeiro é uma das principais instituições de ensino de Sanclerlândia e atende centenas de estudantes. A perda dos jovens causou profunda comoção entre alunos, professores e familiares. (CNN Brasil)

    Nas redes sociais, mensagens de apoio às famílias das vítimas e aos estudantes feridos se multiplicaram ao longo desta terça-feira. Diversas autoridades também lamentaram o ocorrido e prestaram homenagens aos jovens que perderam a vida.

    Segurança no transporte escolar volta ao debate

    O acidente reacende as discussões sobre a segurança no transporte escolar e as condições das rodovias utilizadas diariamente por estudantes em diversas regiões do país.

    Especialistas apontam que a manutenção adequada das estradas, a fiscalização dos veículos e o cumprimento rigoroso das normas de segurança são fatores fundamentais para reduzir o risco de tragédias envolvendo estudantes e trabalhadores do transporte coletivo.

    As investigações deverão esclarecer nos próximos dias as responsabilidades e os fatores que contribuíram para o acidente que interrompeu de forma trágica a vida de cinco jovens estudantes goianos.

    Importante: As informações sobre o acidente ainda estão sendo atualizadas pelas autoridades competentes. Novos detalhes poderão ser divulgados conforme o avanço das investigações.

    Tags: Goiás, acidente em Goiás, van escolar, carreta, estudantes, colégio militar, Colégio Estadual da Polícia Militar 5 de Janeiro, Sanclerlândia, GO-518, tragédia, transporte escolar, acidente rodoviário, Corpo de Bombeiros, SAMU, Polícia Militar, Buriti de Goiás, Córrego do Ouro, notícia de Goiás, estudantes mortos, acidente com van escolar.

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    Seleçao brasileira desembarca nos EUA e faz primeiro treino à tarde

    Por MRNews

    A seleção brasileira masculina de futebol desembarcou na manhã deste terça-feira (2) no aeroporto de Newark, na cidade de Nova Jersey, nos Estados Unidos, onde disputará a primeira fase da Copa do Mundo. A comitiva seguiu direto para o Hotel The Ridge, na própria cidade. Ao descer do avião o técnico italiano Carlo Ancelotti assegurou a jornalistas que a Amarelinha está apta a enfrentar as melhores seleções do mundo.

    “Essa Copa do Mundo não tem um favorito. [Há] equipes muito fortes”, disse o treinador italiano de 66 anos. “O Brasil vai competir com todas as outras equipes [em igualdade]”, assegurou o treinador, motivado após a goleada sobre o Panamá (6 a 2) no último domingo (31) no Maracanã.

    Apesar da viagem de 10 horas e dos possíveis sintomas de jet lag –um deles é cansaço, devido à mudança brusca do fuso horário que afeta o metabolismo – a seleção fará o primeiro treino na tarde de hoje (2), a partir das 17h (horário de Brasília), no Centro de Treinamento (CT) do New York Red Bulls. O local fica na cidade de Morris, a 18 quilômetros de Nova Jersey.

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    No próximo sábado (6), o Brasil enfrenta o Egito, no último compromisso antes da estreia na Copa. O amistoso começará às 19h, no estádio Huntington Bank Field, na cidade de Cleveland, em Ohio.

    Faltam nove dias para a abertura da Copa do Mundo. A estreia do Brasil será contra Marrocos, em 13 de junho (um sábado), em Nova Jersey. A Amarelinha está no Grupo C, que tem ainda Haiti e Escócia.

    * Com informações da Reuters.

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    Monique diz em depoimento que ‘suspeita ter sido dopada’

    Por MRNews

    A professora Monique Medeiros, mãe de Henry Borel, afirmou nesta terça-feira (2) que suspeita ter sido dopada no dia do assassinato do menino, em março de 2021. Ré no processo em que o crime é julgado, ela prestou depoimento no nono dia do júri, no Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ).

    Monique e o então vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho, são acusados pela morte da criança. De acordo com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ), Jairinho torturava o enteado, e Monique foi omissa em proteger o filho.  

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    No depoimento, a ré afirmou que não acreditava que o padrasto da criança seria capaz de realizar agressões contra o menino. Para ela, atualmente, há elementos para acreditar que Jairinho pode ter sido o responsável da morte.   

    “Pode ser muita burrice, mas em nenhum momento pensei que ele pudesse fazer qualquer tipo de agressão ao meu filho”, declarou Monique, ao ser questionada pela juíza Elizabeth Machado Louro, presidente da sessão no 2º Tribunal do Júri.  

    No início do depoimento, Monique descreveu que a relação de Jairinho com ela e o menino era boa. No entanto, ela admitiu que o então namorado era uma pessoa ciumenta e que, cerca de um mês após o início de relacionamento, sofreu uma tentativa de enforcamento por parte de Jairinho, em uma “crise de ciúme mais grave”.  

    O relacionamento começou em outubro e, em janeiro, ela foi morar com Jairinho. A ré contou que, no fim de janeiro, Henry se queixou com o pai, Leniel Borel, de ter recebido “um abraço forte do tio”.  

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    Episódio levou Leniel a conversar com o padrasto e pedir para ele não repetir o gesto. Monique contou que, a pedido de Leniel, passou a evitar que a criança ficasse sozinha com Jairo.   

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    Banda e moca 

    Monique Medeiros mencionou que, um dia, mesmo com ela em casa, Henry a procurou e comentou que Jairinho tinha dado uma banda (rasteira) e uma moca (soco na cabeça) nele.

    Ao cobrar explicações de Jairo, ela disse que o então vereador negou e que era apenas uma brincadeira e segurou o menino para que ele não caísse. Segundo Monique, o padrasto disse ainda que a mãe mimava o menino e que ele “viraria veadinho”.  

    Segundo Monique, Jairinho prometeu que esse comportamento não se repetiria. De acordo com a mãe, esse episódio marcou um distanciamento da criança com Jairo. 

    Por vários momentos, Monique chorou no depoimento. Ela rebateu a informação da babá de Henry, Thayná de Oliveira Ferreira, de que tinha sido avisada de uma agressão de Jairinho a Henry no dia 2 de fevereiro. No último domingo (31), a babá prestou depoimento no júri. 

    “Ela falou que contou no mesmo dia, é mentira! Se tivesse contato, eu nunca deixaria os dois juntos”, afirmou no júri.  

     

    FOTO DE ARQUIVO – Jairo Souza Santos Junior, conhecido como Dr. Jairinho, e Monique Medeiros são acusados pela morte de Henry Borel. Foto: PCRJ/Divulgação

    Conversa com babá 

    Monique contou sua versão sobre a troca de mensagens de 12 de fevereiro com a babá a respeito da suspeita de novas agressões de Jairinho. Ela relatou ter sido surpreendida ao saber que o namorado chegou em casa antes do horário e afirmou ter evitado que ele ficasse sozinho com Henry.

    Ao receber mensagens da babá de que o menino estava no quarto com Jairinho, disse que ficou “apavorada”, achando que Jairinho poderia ter sido rígido com a criança. 

    “Em nenhum momento achei que meu filho tinha sido agredido. Não queria que ele se comunicasse da forma rígida que ele era”.  

    Durante uma troca de mensagens, ela insistiu para que o babá interrompesse os dois e levasse Henry para a brinquedoteca ou para o shopping onde ela estava.  

    Em uma das mensagens, a babá contou que o garoto tinha saído do quarto e que “estava bem”. Em mensagens seguintes, recebeu a informação de que o menino reclamava de dor no joelho e na cabeça. Monique chegou a receber um vídeo do menino, mas afirmou que não percebeu que ele mancava.

    “Hoje acredito que houve, sim, alguma coisa com o meu filho dentro do quarto”.

    Em outra mensagem, a babá conta que o menino relatou que tinha levado uma banda e um chute e que foi avisado para não contar à mãe, se não Jairinho “iria pegá-lo”.  

    Pouco depois, o próprio menino participou de uma ligação de vídeo com a mãe, na qual contou que “o tio tinha brigado com ele” e que ele atrapalhava o relacionamento do casal. 

    Monique relatou que antes de sair do shopping, chegou a comprar câmeras de vigilância, com intenção de instalá-las no apartamento. 

    A professora acrescentou que, no dia seguinte, ela e o padrasto levaram o garoto em um hospital, onde foi feito um raio-x e constatado que não havia nada no joelho.  

    Apagamento de mensagens  

    Em outro momento do depoimento, Monique Medeiros garantiu que não ordenou que a babá Thayná apagasse as mensagens de celular entre as duas.   

    “Eu tenho prova de que não mandei ela apagar as mensagens. Por que eu mandaria apagar, se eu tinha os prints no meu telefone?”, declarou no júri.   

    Segundo Monique, foi a família de Jairinho que deu a ordem. Ela contextualizou que várias pessoas da família da babá eram empregadas da família de Jairinho. Um exemplo é um tio, que seria motorista do Coronel Jairo, pai do então vereador.   

    Dia da morte

    No dia do crime, madrugada de 8 de março de 2021, Monique Medeiros contou que Henry estava dormindo no quarto do casal, e ela e Jairinho foram para outro quarto. Ela suspeita que o então namorado havia dado remédio para ela dormir, prática que alega já ter flagrado em outras ocasiões. 

    Segundo ela, Jairinho fazia isso “para que ela não conversasse com outros homens enquanto ele estava dormindo”. 

    Monique narrou ter sido acordada por Jairinho volta das 3h40. Ele teria contado para ela que tinha ouvido um barulho e, ao entrar no quarto, encontrou o menino no chão e o recolocou na cama. Jairinho repetia que Henry não estava respirando direito.

    O casal seguiu para o hospital. Lá, o então vereador dizia que tinha ouvido um barulho. No hospital, ela endossou a versão do namorado, mas, em depoimento, admitiu à juíza que não tinha ouvido.  

    Sem marcas 

    Monique disse que, no hospital, começou “um pesadelo”, se referindo a duas horas e meia de manobras de ressuscitação. Ela descreveu que o menino chegou no hospital com o corpo “branquinho”, sem marcas e lesão.  

    “Na minha cabeça, como não tinha nenhum sinal, então, só podia ser uma queda da cama”.  

    Durante o depoimento, a mãe de Henry Borel afirmou que não havia, na época, conhecimento público de outras denúncias de agressão de crianças por parte de Jairinho.  

    Na última quinta-feira, duas ex-namoradas de Jairinho prestaram depoimento e confirmaram as denúncias de agressão contra duas crianças.  

    Monique Medeiros afirmou que, poucos dias antes da prisão dela e de Jairinho, que aconteceria em 7 de abril de 2021, confrontou o ex-companheiro. 

    “Eu realmente dei alguns tapas no rosto dele e falei ‘você matou meu filho’”. Em resposta, ele teria pegado uma bíblia e jurado nunca ter encostado um dedo no filho dela.

    Ela atribuiu a Jairinho o fato de os telefones celulares dos dois terem sido arremessados pela janela, quando investigadores foram ao apartamento deles. “Eu estava dormindo”.  

    Questionada pela juíza Elizabeth Machado Louro se Jairinho é responsável pela morte de Henry Borel, Monique Medeiros respondeu “acho que pode ter sido”.  

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    Com apoio da FCMS, Programa (re)Conexões abre debates em Campo Grande sobre o futuro dos museus brasileiros

    Projeto itinerante do Ibram reúne gestores, trabalhadores e sociedade civil para discutir participação social e fortalecimento do setor museal

    Foi aberto na tarde desta segunda-feira (1º), na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), o Programa (re)Conexões, iniciativa itinerante do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) voltada ao fortalecimento do Sistema Nacional de Museus, à implantação do Sistema de Participação Social e à normatização do Fórum Nacional de Museus, previsto para novembro deste ano.

    A proposta do encontro é consolidar o diálogo entre Estado e sociedade civil para definir os rumos dos museus brasileiros e das políticas de memória. Os participantes foram divididos em três grupos de trabalho, que seguem uma metodologia estruturada pelo Ibram para identificar pontos de melhoria e processos que podem ser ampliados.

    Entre os temas debatidos está a reestruturação do Sistema Nacional de Museus, que busca ampliar a participação de instituições e profissionais do setor, além de simplificar os processos de adesão e atuação. Outro eixo de discussão é o Sistema de Participação Social, que pretende construir modelos de governança capazes de integrar sociedade civil, trabalhadores de museus e poder público. Já a normatização do Fórum Nacional de Museus aborda critérios de participação e a dinâmica das plenárias.

    A coordenadora de Participação Social do Ibram, Vera Lúcia Mangas da Silva, destacou que as contribuições dos grupos serão sistematizadas em cadernos de pautas. Eles vão subsidiar as próximas etapas do processo: o debate a oficialização das propostas. “As discussões vão acontecendo e a gente vai registrando os pontos-chave para que, a partir de toda essa colaboração, possamos desenvolver uma sistematização das contribuições apresentadas pelos grupos”, explicou.

    Criado em 2012, o Programa (re)Conexões tem como objetivo promover uma escuta democrática do campo museológico brasileiro para subsidiar a construção de políticas públicas para o setor. O programa se consolidou como um espaço permanente de diálogo entre Estado e sociedade civil, estimulando articulação, mediação, qualificação e cooperação entre instituições, entidades e coletivos.

    Uma das características do projeto é sua itinerância por diferentes estados e regiões do país, buscando superar um dos principais desafios da participação social nas políticas museais: a descentralização e a regionalização dos debates. A proposta é garantir que representantes de diferentes territórios contribuam para a construção de uma museologia mais plural e inclusiva.

    De acordo com a presidenta do Ibram, Fernanda Santana Rabello de Castro, esta é a primeira vez que o Programa (re)Conexões é realizado em Mato Grosso do Sul, recebendo orientações e opiniões de agentes de cultura que atuam no setor museológico regional.

    “Estamos sempre prontas a defender essa política pública de participação, a fazer com que ela se implemente, a avaliar, a monitorar, a cobrar do poder público e também da sociedade que se mobilize quando necessário. Esse espaço é o Fórum Nacional dos Museus e precisamos discutir qual é a sua realidade e de quanto em quanto tempo ele deve acontecer. Os encontros do (re)Conexões em 2025 e 2026 servem para essa construção coletiva. Nossas atividades e entregas não encerram por aqui. Estamos construindo essa transformação de mãos dadas, com perseverança e contando com a continuidade das políticas públicas”, afirmou.

    Para o diretor-presidente da Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Eduardo Mendes, a participação de gestores e da sociedade é fundamental para a construção de políticas públicas duradouras para os espaços de memória.

    “Nossos colaboradores não pouparam esforços para ajudar nessa reconstrução dos (re)Conexões. Estamos vivendo um momento importante para a cultura, com a preocupação de deixar legados, projetos e sistemas estruturados. O mais importante é construir uma linha forte e resistente, que não possa ser quebrada. Essa união entre o poder público e a participação popular é fundamental para que isso aconteça”, destacou.

    O evento segue até esta terça-feira (2). A programação inclui, das 9h às 11h, a oficina “Plano Museológico”, no Teatro de Bolso, no bloco da FAENG. Às 11h, ocorre o encerramento oficial, no Auditório da Casa da Ciência da UFMS. Já no período da tarde, das 13h30 às 16h, será realizada a atividade “Campo Grande de Portas Abertas”, com roteiro de visitação a museus da capital.

    Comunicação Setesc

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    Juventude AG viaja até SC para mais um jogo da LNF Silver – LNF

    Juventude AG viaja até SC para mais um jogo da LNF Silver -Crédito: Marcelo Berton/@berton_shots_jpn/Juventude AG

    O Juventude AG está mais uma vez na estrada, agora para o Sul do país para mais um jogo pela LNF Silver. Depois de três viagens para o Nordeste, o time de Dourados está em deslocamento para o interior de Santa Catarina onde, nesta terça-feira (2), às 18h (MS), enfrenta o Lages Futsal pela oitava rodada da competição.

    A delegação deixou Dourados na madrugada desta segunda-feira (1º) para Campo Grande, de onde embarcam para Florianópolis, com escala em São Paulo. Da capital catarinense, viajam aproximadamente 250 km, subindo a serra. Uma viagem de cerca de cinco horas, com previsão de chegada no início da noite. 

    Na programação, o técnico Sérgio Benatti comanda um treino tático de reconhecimento na manhã desta terça, no Ginásio Jones Minosso, local da partida. 

    Em relação ao time que venceu o Sport Recife-PE na última rodada, Benatti não deve contar com Ryan. O fixo sofreu uma pancada no tornozelo e, apesar de ter viajado, seu aproveitamento é improvável. Já o goleiro Jackson, ainda com dores no joelho, deve seguir no banco, já que Dantas, foi muito bem na partida contra os pernambucanos. 

    Jogos

    A oitava rodada começou no sábado (30), com a derrota do Blumenau Futsal-SC para a Liga São Caetano Futsal-SP por 3 a 0. Neste domingo (31), Futsal São Lourenço-SC e São Miguel Futsal-PR empataram em 1 a 1. Na terça, além de Lages e JAG, o Dracena Futsal-SP recebe o Vélez Camaquã-RS.

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