Capital adere a programa de combate ao racismo – CGNotícias

A Prefeitura de Campo Grande aderiu nesta quarta-feira (10) ao Programa Estadual MS Sem Racismo, uma iniciativa voltada à promoção da igualdade racial. Com a adesão, o município passa a integrar a política estadual de enfrentamento ao racismo e assume o compromisso de elaborar um Plano Municipal de Metas Antirracistas para fortalecer ações de inclusão e garantia de direitos.

A iniciativa foi oficializada durante ato simbólico com a participação da prefeita Adriane Lopes, da secretária municipal de Assistência Social e Cidadania (SAS), Camilla Nascimento, da superintendente de Política de Direitos Humanos (SDHU), Priscila Justi, e do subsecretário estadual de Políticas Públicas para a Promoção da Igualdade Racial, Deividson Deus da Silva.

A parceria fortalece o trabalho já realizado pela Prefeitura por meio do Programa Campo Grande Sem Racismo e amplia a integração entre Estado e município na construção de políticas públicas permanentes de combate à discriminação.

Para a prefeita Adriane Lopes, a Capital tem papel importante na mobilização de outros municípios. “Como Capital do estado, o posicionamento de Campo Grande reflete diretamente no interior. Aderir ao programa MS Sem Racismo é consolidar o respeito que nossa gestão tem pelas pautas de diversidade e direitos humanos. Sabemos que o preconceito infelizmente ainda é uma realidade para muitos, e por isso nos dedicamos a essa pauta, servindo de exemplo para que outros municípios também avancem no combate à discriminação”, destacou a prefeita.

O subsecretário estadual Deividson Deus da Silva ressaltou a importância da participação de Campo Grande na iniciativa. “A adesão da Capital a este processo é fundamental, pois ela serve de referência para os demais municípios do Estado. Quando mostramos que Campo Grande aderiu, os outros se movimentam. Mas precisamos ir além porque o combate ao racismo e a promoção da igualdade racial não são responsabilidades exclusivas da população negra, mas de toda a sociedade”, afirmou.

Segundo a superintendente de Política de Direitos Humanos, Priscila Justi, a assinatura marca o início da construção do Plano Municipal de Metas Antirracistas, organizado em quatro eixos estratégicos. “O plano engloba a governança antirracista e o fortalecimento institucional, traçando caminhos claros para a aplicação prática dessas diretrizes na estrutura municipal”, pontuou.

Na prática, o plano prevê a capacitação de servidores públicos, ações educativas, campanhas de conscientização e mecanismos de monitoramento para ampliar o acesso a direitos fundamentais da população negra, indígena, povos tradicionais, comunidades quilombolas e outros grupos étnico-raciais historicamente afetados pelas desigualdades.

União entre setores

O planejamento está estruturado nos eixos de educação; formação e qualificação da rede de atendimento; equidade, inclusão e garantia de direitos; além de monitoramento, avaliação e comunicação estratégica.

A coordenação e o acompanhamento das metas ficarão sob responsabilidade da Superintendência de Política de Direitos Humanos, por meio do Núcleo de Promoção da Identidade Racial.

Priscila Justi explicou que o trabalho será desenvolvido em parceria com os demais órgãos da administração municipal e instituições parceiras. “Com a adesão, a gestão reafirma seu compromisso com os direitos humanos e o combate a todas as formas de discriminação, consolidando a estrutura das políticas públicas locais e abrindo caminho para novas oportunidades de formação e desenvolvimento social inclusivo na cidade”, concluiu a secretária Camilla Nascimento.

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Agência Minas Gerais | Casal deixa a capital do país e retoma tradição familiar na produção de queijo em Minas Gerais

Há cerca de um século, o queijo produzido na Fazenda Saudade, no município mineiro de Ibertioga, no Campo das Vertentes, percorria quilômetros a cavalo até chegar ao Rio de Janeiro. Era o tempo em que João Miranda, avô da jornalista Tereza Rodrigues, transformava leite cru, pingo, coalho e sal em um dos alimentos mais simbólicos de Minas Gerais: o Queijo Minas Artesanal. Em 2018, a jornalista e seu marido, o videomaker Matheus Brandão, que residiam em Brasília, retornaram a Ibertioga para manter viva a tradição centenária da família.

Emater / Divulgação

Em 2017, vivendo na capital do país, Tereza Rodrigues e Matheus Brandão planejavam um futuro distante da rotina rural. Porém, a descoberta da gravidez da primeira filha mudou os rumos do casal. “Em 2018, quando eu fiquei grávida, a gente resolveu vir para cá, voltar às raízes e começar a fazer Queijo Minas Artesanal também”, lembra Tereza.

A decisão representava mais do que um reencontro afetivo com a terra. Era também o desafio de atualizar uma tradição centenária sem perder sua essência. Hoje, a propriedade conta com 230 vacas em lactação e uma nova queijaria, construída para atender às exigências sanitárias e garantir melhores condições de produção. Maturados por mais de 22 dias em tábuas de cedro, os queijos desenvolvem massa macia e notas (aromas e sabores sutis) que remetem ao amendoim, características que carregam não apenas técnica, mas também identidade.

Assistência Técnica

O apoio técnico da Emater-MG foi determinante para a evolução da qualidade dos produtos. O acompanhamento da equipe orientou a implantação de Boas Práticas de Ordenha e Boas Práticas de Fabricação, fortalecendo a segurança alimentar e o controle dos processos produtivos. A combinação entre conhecimento técnico e tradição familiar contribuiu diretamente para o reconhecimento conquistado pela Fazenda Saudade em concursos nacionais e em diversas outras premiações importantes.

“A Fazenda Saudade produz um Queijo Minas Artesanal premiado em concursos de qualidade. O casal é preocupado com a qualidade final do produto, mantendo os cuidados em cada detalhe”, destaca Mayara Jarochinski, extensionista de Bem-estar Social da empresa. Segundo ela, a Emater-MG acompanhou todo o processo de implantação e legalização da queijaria, além de atuar no incentivo à comercialização por meio da participação em feiras, eventos, capacitações e concursos de qualidade.

Venda on-line

Se produzir um queijo artesanal exige cuidado diário, fazê-lo chegar ao consumidor também se tornou parte fundamental do negócio. Para superar as dificuldades de comercialização e aproximar o campo da cidade, a Fazenda Saudade passou a integrar o site ÉdoCampo, uma plataforma de vendas on-line da Emater-MG, com ampla variedade de produtos do meio rural.

“Eu acho que a plataforma veio para diminuir esse espaço entre o produtor e o consumidor. Uma das grandes dificuldades hoje é você chegar até o consumidor final. A plataforma ajuda a encurtar esse espaço”, afirma Matheus.

Entre a memória dos queijos transportados a cavalo e as novas possibilidades do mercado digital, a trajetória da Fazenda Saudade mostra como a sucessão familiar, o apoio técnico e a inovação podem caminhar juntos para preservar tradições e garantir futuro à produção artesanal mineira.

Brasil estreia contra Marrocos, que surpreendeu o mundo em 2022

Por MRNews

O Marrocos será o primeiro adversário do Brasil na Copa do Mundo de 2026, no próximo sábado (13), às às 19h (horário de Brasília), em Nova Jersey. Atual campeã da Copa Africana de Nações —  o campeonato mais importante do continente —  a seleção marroquina é um dos destaques desta edição do Mundial.  Apelidado de Leões do Atlas, o time surpreendeu o mundo na Copa do Catar (2022), quando ficou em quarto lugar, à frente inclusive do Brasil, que terminou em sétimo, após eliminação para Croácia nos pênaltis.

Ao se tornar a primeira seleção do continente africano a chegar a uma semifinal de Mundiais, Marrocos ganhou a torcida de várias partes do mundo. Na Copa do Catar, os Leões do Atlas foram eliminados pela França, que depois seria vice-campeã, após derrota para a Argentina nos pênaltis.

“O Marrocos fez uma campanha histórica em 2022″, lembrou a historiadora e comentarista esportiva da TV Brasil, Rachel Motta. Na avaliação dela, Marrocos será um adversário desafiador para o Brasil. “É um time que tem um dos melhores laterais da história, o [Achraf] Hakimi, enquanto a seleção brasileira tem muitos problemas do lado esquerdo”, pontuou a historiador, referindo-se ao jogador do Paris Saint-Germain (PSG).

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Para a historiadora, Hakimi será bastante acionado no jogo, pressionando o ataque brasileiro, principalmente Vinicius Júnior que atua pela esquerda. A vitória é importante, uma vez que a posição de liderança na chave pode ser vantajosa no cruzamento do mata-mata (fase anterior às oitavas de final). Brasil e Marrocos estão no Grupo C, que inclui também Escócia e Haiti.

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Além de Marrocos, outras nove seleções africanas disputam a taça do Mundial deste ano, com sede no Canadá, México e Estados Unidos. O número de delegações é inédito na competição, que pela primeira vez reúne 48 seleções, 16 a mais que na última edição no Catar. 

Abertura da Copa do Mundo

O Mundial começa nesta quinta-feira (11), com o jogo de abertura entre México e África do Sul, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Azteca, na Cidade do México, capital do país. Os sul-africanos retornam ao Mundial após hiato de 16 anos.  A última participação foi quando a própria África do Sul sediou a Copa, em 2010. A edição foi a primeira realizada no continente africano. 

Outros destaques 

Além da África do Sul e do Marrocos, a historiadora Rachel Motta destaca outras seleções relevantes do continente africano, como Senegal, Gana e Egito.  Ela lembra do amistoso entre brasileiros e egípcios no último sábado (6) para destacar o potencial dos Faraós, como são chamados.

“Eles têm jogadores de ponta, como [o atacante Mohamed] Salah e o [ponta-direita Mahmoud] Trezeguet, e chances sim de ir para a próxima fase”, projetou a comentarista. 

O Egito retorna à Copa após ficar de fora da última edição. O país, pioneiro na matemática, foi a primeira nação africana e árabe a disputar o Mundial, em 1934, na Itália. 

O Senegal também disputa o Mundial pela quarta vez e terá no elenco a estrela e referência do esporte no país, o atacante Sadio Mané, atualmente no clube saudita Al-Nassr. O time chega com bagagem de três Copas consecutivas e a memória do sucesso da campanha na Copa do Japão (2002), quando chegou às quartas de final. 

“O Senegal é uma seleção de ótimo nível, porém, enfrenta uma das chaves mais difíceis disputando contra França e Noruega”, ponderou a comentarista esportiva. 

Já Gana, pela vez consecutiva da Copa, busca um resultado igual ou superior ao do Mundial da África do Sul (2010), quando chegou às quartas de final. A seleção, conhecida pelo apelido de Estrelas Negra, foi eliminada pelo Uruguai, após um episódio controverso. Após empate em 1 a 1 no fim da prorrogação, o uruguaio Luis Suárez usou as mãos para evitar um gol. Na cobrança do pênalti, o jogador Gyan acertou o travessão e não marcou.

“São jogadores muito habilidosos, raçudos, com um futebol bonito de ver”, ressaltou Motta. Ela  disse que o país se espelha no futebol brasileiro e lembrou que Gana já foi comandada pelo técnico Carlos Alberto Parreira, no final da década de 1960.

A Argélia, apelidada de Raposa do Deserto, disputou o último Mundial no Brasil, em 2014. A seleção protagonizou uma partida épica nas oitavas de final, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, contra a Alemanha — o mesmo time que marcou sete gols contra o Brasil na semifinal, no Mineirão. A seleção argelina acabou perdendo por 2 a 1, mas exigiu esforço do goleiro adversário, com várias chances de gol.

Seleções estreantes 

Esta edição da Copa do Mundo também é marcada pela presença de seleções estreantes ou com menos experiência no torneio. De Cabo Verde, um país insular no Oceano Atlântico, a seleção apelidada de Tubarões Azuis chegam com auto-estima alta, formado por um time de jogadores oriundos da diáspora. Uma boa parte deles, atuando na Europa.

A República Democrática do Congo retorna ao Mundial depois de mais de 50 anos, contornando a epidemia de ebola no país. A classificação se deu depois da vitória contra a Jamaica, na repescagem.  Antes, o país ainda competia como Zaire.

 

Para Rachel Motta, a diversidade é um dos pontos positivos desta edição do torneio e marca a valorização dos jogadores africanos. Segundo a comentarista, esses atletas ganham cada vez mais espaço no futebol europeu, com “nível técnico mais refinado”. Além disso, muitas seleções africanas recorreram aos descendentes que nasceram ou moram fora dos próprios países e, por isso, passaram a ser chamadas de “seleções da diáspora”, termo que se refere à dispersão de pessoas africanas pelo mundo em função do contexto político e social.

Riscos

Apesar do bom momento, Rachel Motta chama atenção para as adversidades que delegações e profissionais do ramo podem encontrar no Mundial. No início desta semana, o árbitro somali Omar Abdulkadir Artan teve negada a entrada nos Estados Unidos. Ele é considerado um dos principais nomes da arbitragem africana.

“Os Estados Unidos estão em guerra com outro país, o Irã, então, se a gente for pegar pelos artigos que tratam de ética, os regulamentos da Fifa e a própria Carta da ONU [Organização das Nações Unidas], que dizem promover direitos humanos e a paz através do futebol, os Estados Unidos não poderiam sediar uma Copa do Mundo”, argumentou a historiadora.

Seleções africanas no Mundial 2026

África do Sul 

Argélia 

Cabo Verde 

Costa do Marfim

Egito 

Gana 

Marrocos

República Democrática do Congo o

Senegal 

Tunísia

Prefeitura realiza operação de ordenamento no Leblon e aplica mais de R$ 31 mil em multas – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

Ação conjunta na Rua Dias Ferreira fiscalizou 11 estabelecimentos. Foto: Divulgação/Seop

A Prefeitura do Rio, através de uma ação conjunta da Subprefeitura da Zona Sul com a Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop), realizou na noite de ontem e madrugada desta quarta-feira (10/06) uma operação de ordenamento urbano na Rua Dias Ferreira, no Leblon. A ação resultou na aplicação de R$ 31.544,15 em multas a bares e restaurantes por ocupação irregular das calçadas.

Ao todo, 11 estabelecimentos foram vistoriados, resultando na emissão de 13 autuações por utilizarem mesas e cadeiras sem autorização ou em desacordo com as normas, e materiais guardados em área pública. Além das multas, os responsáveis foram obrigados a retirar imediatamente os equipamentos irregulares, liberando o passeio para circulação de pedestres.

Segundo o subprefeito da Zona Sul, Pedro Angelito, a ação teve como objetivo coibir a ocupação indevida das calçadas, prática que compromete a acessibilidade e o direito de ir e vir das pessoas.

-Estamos consolidando uma cultura de ordenamento na região, em que cada um faz a sua parte para manter a cidade organizada. A atividade econômica é importante, mas deve conviver com o direito de ir e vir da população. Nosso objetivo é garantir calçadas acessíveis e seguras para todos. Esse trabalho seguirá sendo realizado de forma permanente -, afirmou o subprefeito.

A Subprefeitura da Zona Sul reforça que as ações de ordenamento para desobstrução do passeio público estão sendo intensificadas na região, com foco na organização urbana e convivência adequada entre atividade econômica e uso do espaço público.

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  • 10 de junho de 2026
  • Marcações: Leblon Ordenação Subprefeitura da Zona Sul

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    Vélez Camaquã domina votação e lidera Seleção Cresol de Maio – LNF

    • São Paulo | SP

    Abner é eleito o melhor goleiro de maio da LNF Silver | Foto: Luis Marinho

    A participação da torcida voltou a movimentar o LNF Fans, plataforma oficial de relacionamento da Liga Nacional de Futsal. Após milhares de votos registrados, foram definidos os destaques de maio da LNF Silver Cresol, competição que estreou nesta temporada e já vem revelando talentos e fortalecendo novos mercados para o futsal brasileiro.

    A equipe do Vélez Camaquã foi o grande destaque da votação, com quatro representantes entre os escolhidos pelos torcedores, incluindo o Craque Cresol e o Técnico Cresol do mês.

    Seleção Cresol de Maio – LNF Silver Cresol

    • Goleiro: Abner (Apodi)
    • Fixo: Xitão (Vélez Camaquã)
    • Ala Direito: Gui Falcão (Vélez Camaquã)
    • Ala Esquerdo: Alan (Apodi)
    • Pivô: Gessé (São Lourenço)
    • Técnico: Gustavo Pellisoli (Vélez Camaquã)
    Gustavo Pellisoli é o melhor técnico de meio da LNF Silver | Foto: Ricardo Weschenfelder

    Além da presença na seleção, Gui Falcão foi eleito o Craque Cresol de Maio da LNF Silver Cresol, enquanto Gustavo Pellisoli recebeu o reconhecimento de Técnico Cresol de Maio, coroando o excelente momento vivido pela equipe gaúcha na competição.

    A escolha dos destaques reforça o sucesso do novo formato de votação através do LNF Fans, que permite aos torcedores participarem ativamente da competição e ajudarem a reconhecer os protagonistas de cada mês.

    Os vencedores serão destacados nas redes sociais oficiais da LNF, valorizando ainda mais os atletas e profissionais que vêm realizando grande temporada em suas equipes.

    O cadastro no LNF Fans é gratuito e garante acesso a votações oficiais, promoções, experiências exclusivas e diversas ações promovidas pela Liga ao longo do ano, aproximando cada vez mais os torcedores do futsal brasileiro.

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    IFSP instala laboratório e se consolida como referência em análise de materiais  – IFSP

    Projeto apoiado pela Finep fortalece pesquisa e inovação, ampliando parcerias com empresas 

    Equipe do IFSP participa de treinamento para operação de microscópio eletrônico no Campus ItapetiningaNos dias 27 e 28 de maio, o Instituto Federal de São Paulo (IFSP) realizou o treinamento para operação do Microscópio Eletrônico de Varredura com espectroscopia de energia dispersiva (MEV-EDS), primeiro equipamento adquirido por meio do projeto aprovado na chamada pública Finep Infra 2024. 

    A conquista é resultado de uma articulação em rede liderada por pesquisadores do Centro de Pesquisa e Inovação em Materiais e Estruturas (CEPIMATE), com apoio da Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PRP) e da Agência de Inovação do IFSP (Inova IFSP). 

    O CEPIMATE tem caráter colaborativo e reúne os campi Guarulhos, Itapetininga, Salto, São João da Boa Vista, São Paulo e Votuporanga, além de instituições parceiras, como o Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares (Ipen) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp) de São João da Boa Vista, que também integram a proposta submetida à Finep. 

    Novo laboratório multiusuário 

    Com a chegada do MEV-EDS, entram em operação as atividades do Laboratório Multiusuário para Caracterização de Materiais Metálicos e Não Metálicos, instalado no campus Itapetininga. O espaço foi concebido sob o modelo multiusuário, com o objetivo de ampliar o compartilhamento de infraestrutura e impulsionar pesquisas avançadas, atendendo tanto à comunidade acadêmica quanto às demandas do setor produtivo. 

    O laboratório contará, ao todo, com cinco equipamentos financiados pela Finep: 

    Microscópio Eletrônico de Varredura (MEV-EDS), já instalado e em operação; 

    Analisador Térmico Simultâneo, entregue e em fase de instalação; 

    Equipamento de Fluorescência de Raios X (FRX), em processo de aquisição; 

    Difratômetro de Raios X (DRX); 

    Nanoindentador, ambos previstos para as próximas etapas de implementação. 

    Ampliação da capacidade tecnológica 

    Atualmente, o laboratório já presta serviços tecnológicos e mantém parcerias com o setor produtivo, realizando ensaios mecânicos, análises de corrosão e mapeamentos topográficos de superfície por microscopia de força atômica (AFM). 

    Com o novo equipamento, a capacidade de análise será ampliada, permitindo a realização de estudos microestruturais de alta resolução, análises de fratura (fractografia), identificação de falhas em componentes industriais e caracterização química elementar, tanto qualitativa quanto quantitativa, de materiais metálicos e não metálicos. 

    Essa infraestrutura posiciona o CEPIMATE e o laboratório como referência estratégica para empresas e instituições de pesquisa interessadas em controle de qualidade, metalurgia, desenvolvimento de novos materiais e consultorias especializadas. 

    Formação e atuação em rede 

    Participaram do treinamento os servidores Alexandre Faustino, Bruno Gianelli, Douglas Mendes, Eli Cruz, Francisco Varasquim, Gabriel Albuquerque, Pedro Goulart, Robson Guimarães e Vagner Romito, do campus Itapetininga, além de Fábio Bortoli, do campus São Paulo, Ítalo Camargo, do campus Salto, e Renato Souza, do campus São João da Boa Vista. 

    Com a iniciativa, o IFSP reforça seu compromisso com a pesquisa pública de qualidade, a inovação tecnológica e a formação de recursos humanos em níveis de excelência. 

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    Procon Móvel atenderá consumidores em três municípios sul-mato-grossenses nesta semana – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

    O Procon de Mato Grosso do Sul realiza, nesta semana, ações de atendimento e orientação aos consumidores de Campo Grande, Maracaju e Amambai. Para receber o atendimento, é importante apresentar um documento oficial com foto e os comprovantes da relação de consumo, tais como notas fiscais, recibos, contratos ou comprovantes de pagamento do produto ou serviço.

    11 de junho

    Campo Grande: As equipes de atendimento, orientação e fiscalização participam, das 8h às 17h30, do Promo Centro MS, no Pátio Central Shopping. O evento, realizado pelo Governo do Estado e pela CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) de Campo Grande, visa promover a cidadania e a inclusão social por meio da oferta de serviços públicos e de entidades parceiras.

    Maracaju: O público da Expomara (feira agropecuária do município) também terá a oportunidade de tirar dúvidas e registrar reclamações sobre relações de consumo no Parque de Exposições Libório Ferreira de Souza. O atendimento ocorre em ação coordenada pelo Governo do Estado, a partir das 8h.

    12 e 13 de junho

    Amambai: No município de Amambai, o Procon Inclusivo atenderá, na sexta-feira, a população indígena da Aldeia Amambaí. Já no sábado, a equipe participará de mais uma edição do MS Cidadão, a partir das 8h, na praça central, em frente à prefeitura.

    Kleber Clajus, Comunicação Procon/MS
    Foto: Divulgação/GovMS

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    Rio.IA Saúde vai conectar SMCT, SMS, Ministério da Saúde, Fiocruz, PUC-Rio e outras instituições – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro

    A Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação (SMCT) e da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), lança o Hub Rio.IA Saúde, no estande da Invest.Rio no Web Summit 2026, nesta quarta (10/06), às 14h. O programa vai conectar startups de inteligência artificial à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), a hospitais universitários federais da rede HU Brasil e ao complexo econômico da saúde, que abrange todas as indústrias do segmento, para desenvolver e validar soluções tecnológicas dentro do Sistema Único de Saúde (SUS).

    O Hub Rio.IA vai operar de forma contínua em pesquisa aplicada, eventos, formação, consultoria e apoio à elaboração de políticas públicas e estratégias empresariais, utilizando os programas de inovação aberta como instrumentos de ativação setorial. O Hub é resultado de convênio de cooperação técnica e financeira firmado entre ABDI, Prefeitura do Rio de Janeiro e PUC-Rio. O lançamento vai acontecer no estande da Invest.Rio.

    O programa será executado pelo Instituto ECOA da PUC-Rio. O objetivo é desenvolver soluções de IA, por meio de startups, em parceria obrigatória com indústrias do setor da saúde, com validação clínica e científica conduzida por instituições públicas de excelência, gerando empregos e fortalecendo o ecossistema de inovação.

    Os testes serão conduzidos em unidades da SMS, que oferecem o ambiente e o aparato necessários para o fomento de tecnologia aplicada aos serviços públicos de saúde. Os desenvolvedores também terão acesso ao Data Lake da Saúde, a base de dados da SMS.

    Os recursos a serem desenvolvidos, e que serão aplicados diretamente ao SUS, seguirão a Matriz de Desafios Produtivos e Tecnológicos em Saúde (Portaria GM/MS nº 2.261/2023) do Ministério da Saúde, garantindo que cada projeto seja criado a partir de uma necessidade real e prioritária do SUS, melhorando a eficiência através de inteligência artificial. Além do Ministério da Saúde, o programa conta com apoio da Fiocruz, da HU Brasil (Ebserh), da FIRJAN e da Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ). O primeiro edital será lançado durante a FISWeek 2026, o maior fórum de saúde da América Latina, realizado anualmente no Rio de Janeiro.

    – O Rio.IA Saúde representa a convergência de uma decisão política clara com a infraestrutura científica mais densa do país. O Rio de Janeiro tem Fiocruz, tem hospitais universitários federais, tem PUC-Rio, tem uma indústria da saúde com capacidade instalada real. O que faltava era um mecanismo permanente que transformasse esse potencial em produtos e soluções dentro do SUS. É isso que estamos construindo — e fazemos isso em alinhamento direto com a Nova Indústria Brasil e com o Plano Brasileiro de Inteligência Artificial. O Rio não está apenas no mapa da inovação em saúde: está liderando — afirma Gabriel Medina, Secretário Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação.

    – O Rio.IA Saúde é uma iniciativa fundamental para atualizar e aprimorar os recursos disponíveis ao Sistema Único de Saúde. A Secretaria Municipal de Saúde conta com uma rede robusta, um banco de informações de ponta e unidades totalmente equipadas para o desenvolvimento de soluções tecnológicas, o que dará o apoio necessário aos desenvolvedores. O Hub Rio.IA coloca o que há de melhor e mais moderno a serviço da população e da saúde pública, reafirmando nossa tradição de dar suporte permanente à pesquisa e à inovação –  diz o secretário municipal de Saúde, Rodrigo Prado.

    O Rio.IA Saúde é o primeiro tema do Hub Rio.IA, dedicado ao Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) e nasce em convergência com três instrumentos estruturantes da política federal: A Nova Indústria Brasil — Missão 2 (CEIS resiliente para reduzir vulnerabilidades do SUS e ampliar o acesso à saúde, com R$ 300 bilhões em mobilização industrial prevista); Estratégia Nacional para o Desenvolvimento do CEIS (Decreto nº 11.715/2023), com seis programas estruturantes ativos, entre os quais o PDIL, o PDP e o PPDN funcionarão como mecanismos de escalonamento das soluções validadas; e Plano Brasileiro de Inteligência Artificial 2024–2028 (PBIA), com R$ 23,03 bilhões coordenados pelo MCTI e alinhamento dos eixos de IA para melhoria dos serviços públicos e IA para inovação empresarial aplicado à saúde.

    Vale destacar que o Rio de Janeiro é um dos estados com maior número de instituições científicas e tecnológicas em saúde do país. A Fiocruz é um dos exemplos de sucesso. A Fundação inaugurou recentemente a nova sede do seu Centro de Desenvolvimento Tecnológico em Saúde (CDTS), com investimento federal de R$ 405 milhões e que reúne na cidade unidades de produção, pesquisa e inovação que incluem Bio-Manguinhos, Farmanguinhos e o Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas. A esse ecossistema somam-se a UFRJ, a UERJ, a UFF, o INCA, a PUC-Rio e os hospitais universitários federais da rede HU Brasil.

    A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), vai atuar como parceira estratégica e braço executivo da Nova Indústria Brasil (NIB), conferindo ao programa conexão direta com a política industrial federal. A AWS (Amazon   Web Services) e a AI Cube, empresa especializada em inteligência artificial agêntica e que está entre as 10 maiores startups do mundo aceleradas pelo Web Summit, serão as patrocinadoras estratégicas do primeiro ciclo, com aporte de R$ 2 milhões. Além de recursos financeiros, a empresa disponibilizará sua plataforma proprietária de redes de inteligência distribuída, colocando o programa na fronteira tecnológica da IA aplicada à saúde.

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  • 10 de junho de 2026
  • Marcações: Invest.Rio Rio.IA Web Summit 2026

    BRB DUX terá anuidade de R$ 4.800 e mudanças geram reação entre clientes de alta renda

    Por MRNews

    O mercado de cartões premium foi surpreendido nesta semana com a confirmação de mudanças importantes no BRB DUX Visa Infinite. O cartão, que durante anos foi considerado uma das principais opções para o público de alta renda no Brasil, passará a ter uma anuidade de R$ 4.800 por ano, valor que o coloca entre os produtos mais caros do segmento.

    A alteração representa um aumento expressivo em relação ao valor anteriormente praticado. Até então, a anuidade do DUX era de R$ 1.680 anuais. Com o reajuste, o custo sobe quase três vezes, aproximando-se dos valores cobrados por outros cartões voltados ao público de altíssimo patrimônio.

    Regra de isenção também ficou mais rígida

    Além do aumento da anuidade, os critérios para obter isenção total do valor também foram modificados.

    Anteriormente, os clientes conseguiam zerar a cobrança ao atingir gastos mensais de R$ 35 mil na fatura. Com as novas regras, será necessário movimentar pelo menos R$ 50 mil por mês para garantir a anuidade gratuita.

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    A mudança pode impactar principalmente clientes que utilizavam o cartão como principal meio de pagamento, mas que não alcançam o novo patamar de gastos exigido.

    Limite mínimo sobe para R$ 80 mil

    Outra alteração relevante envolve os critérios de aprovação. O BRB elevou o limite mínimo exigido para emissão do cartão.

    Agora, o DUX passa a exigir limite de crédito mínimo de R$ 80 mil, enquanto anteriormente o valor era de R$ 50 mil. A medida reforça o posicionamento do produto como um cartão voltado para clientes de alta renda e relacionamento diferenciado com a instituição.

    Investimento mínimo permanece elevado

    Para solicitar o cartão, continua sendo necessário manter investimentos de pelo menos R$ 300 mil junto ao banco.

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    O valor está acima do limite de cobertura do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), fator que costuma ser observado por investidores ao avaliar a concentração de patrimônio em uma única instituição financeira.

    Mudanças atingem outras versões do DUX

    As alterações não ficaram restritas ao modelo tradicional do cartão. Outros produtos da família DUX também receberam os mesmos ajustes.

    Entre eles estão:

    • BRB DUX Eurobike Visa Infinite;
    • BRB DUX CASACOR Visa Infinite;
    • Nação BRB FLA DUX Visa Infinite.

    Todos passam a seguir a nova política de anuidade e critérios de relacionamento.

    Mercado premium cada vez mais competitivo

    Nos últimos anos, diversos bancos passaram a disputar os clientes de alta renda oferecendo benefícios como acesso ilimitado a salas VIP, programas de pontos turbinados, cartões de metal e vantagens em viagens internacionais.

    Com a mudança no DUX, muitos clientes devem avaliar outras alternativas disponíveis no mercado, especialmente produtos que oferecem benefícios semelhantes com exigências diferentes de anuidade, investimentos ou gastos mensais.

    Especialistas apontam que o segmento premium vive um momento de forte transformação, com instituições financeiras revisando estratégias, ajustando custos e redefinindo critérios de elegibilidade para seus principais produtos.

    O que muda para os atuais clientes?

    Clientes que já possuem o cartão deverão acompanhar as comunicações oficiais do banco para verificar prazos de implementação das novas regras e eventuais condições de transição.

    A expectativa é que as mudanças provoquem uma reavaliação por parte de muitos usuários, especialmente aqueles que utilizam o cartão prioritariamente pelos benefícios de viagens, programas de fidelidade e acesso a salas VIP.

    O BRB ainda não anunciou novas melhorias ou benefícios adicionais que possam compensar o aumento significativo da anuidade, o que mantém a atenção do mercado voltada para os próximos passos da instituição.

    Tags: BRB DUX, cartão DUX, Visa Infinite, cartões premium, alta renda, salas VIP, milhas, programas de pontos, BRB, cartão de crédito.

    Centro Pró-Memória Hans Nobiling promove minicurso sobre conservação preventiva de acervos

    Minicurso reforça a importância da conservação preventiva e indica o romance As memórias do livro como reflexão sobre memória e identidade cultural

    O Centro Pró-Memória Hans Nobiling promoveu, na tarde da última segunda-feira (8), o minicurso teórico “Conservação Preventiva em Acervos Bibliográficos e Documentais”, reunindo associados e interessados em aprofundar seus conhecimentos sobre a preservação do patrimônio histórico e documental.

    A atividade foi conduzida pela conservadora-restauradora Roseli Klapp Zimmermann, que apresentou conceitos fundamentais da área de conservação e restauração de acervos. Durante sua exposição, destacou que “conservar para não ser necessário restaurar” é um princípio essencial para garantir a longevidade das obras.

    Entre os temas abordados, estiveram os objetivos da restauração de documentos e livros, ressaltando a importância de ações que prolonguem sua vida útil. Roseli também explicou as diferenças entre conceitos amplamente utilizados no campo da preservação patrimonial, como conservação preventiva, conservação, restauração e preservação. Ela enfatizou que “o bom envelhecimento faz parte da obra, é um fator característico da passagem do tempo, que imprime caráter e personalidade”.

    Os participantes refletiram sobre o valor artístico, histórico, afetivo e cultural dos acervos, reforçado pela fala da palestrante: “é necessário preservar para manter o valor artístico, histórico, afetivo e cultural”. Além disso, destacou-se o papel do registro documental, pois “o registro faz com que nossa identidade tenha valor e seja contada para as pessoas que veem depois de nós”. Como concluiu Roseli, “o reconhecimento é o que agrega valor à obra”.

    A iniciativa integra as ações do Centro Pró-Memória voltadas à valorização, proteção e difusão do patrimônio histórico, proporcionando aos presentes contato com conhecimentos técnicos e reflexões sobre a importância da salvaguarda de acervos documentais e bibliográficos.

    Recomendação de leitura da palestrante sobre o tema: As memórias do livro de Geraldine Brooks

    Geraldine Brooks oferece um romance complexo e ambicioso, estruturalmente rico e de grande intensidade emocional, que arrasta seus leitores por uma aventura que vai da Espanha às ruínas de Sarajevo, de Veneza às rochas ancestrais do norte da Austrália.

    Em 1996, a protagonista Hanna Heath, conservadora de livros raros, recebe o sonho de sua vida: analisar e conservar um misterioso códice hebraico do século XV, magnificamente iluminado e salvo da destruição durante o bombardeio das bibliotecas de Sarajevo. Ao descobrir pequenos artefatos escondidos na encadernação, um fragmento de asa de inseto, manchas de vinho, pedras de sal, um cabelo branco, Hanna começa a desvendar os mistérios do passado e as histórias dramáticas daqueles que criaram e protegeram o manuscrito ao longo dos séculos.

    Inspirado em uma história verídica, o romance combina vozes inesquecíveis do passado com a perspectiva contemporânea de Hanna, tornando-se uma leitura compulsiva que transcende os limites da ficção histórica. Brooks imprime à obra todas as qualidades que a levaram a conquistar o Prêmio Pulitzer, transformando-a em uma narrativa que dialoga diretamente com os temas discutidos no minicurso: memória, preservação e identidade cultural.

    Assim como ressaltou Roseli Klapp Zimmermann, “o bom envelhecimento faz parte da obra” e “o registro faz com que nossa identidade tenha valor”, o romance mostra, de forma literária e emocionante, como cada marca do tempo carrega significado e como a preservação é essencial para que histórias sobrevivam e continuem a ser contadas.

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