Chuva forte impacta cerca de 700 famílias na região de Sorocaba

Por MRNews

As cidades da região de Sorocaba, no interior de São Paulo, foram impactadas por chuva forte no fim de semana. As mais atingidas foram Ibiúna e Piedade, onde houve desabrigados após registro de ventos intensos.

Segundo a Defesa Civil estadual de São Paulo, 653 famílias foram impactadas em Ibiúna, e mais 50, em Piedade. Foram distribuídos kits de limpeza e higiene, cestas básicas e outros itens para as necessidades pessoais.

Tempo firme 

Nesta segunda-feira (20), a Defesa Civil paulista confirmou previsão de tempo firme no estado. Ao longo do dia, as temperaturas tendem a subir, sob influência de um sistema de alta pressão. 

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As cidades da faixa leste de São Paulo terão temperaturas máximas entre 25°C e 30°C. No restante dos municípios do estado, as máximas ficarão entre 28°C e 35°C.

No interior, há previsão de queda de umidade, com valores inferiores a 30% em algumas áreas.

As regiões de Barretos, Ribeirão Preto, Campinas e Araraquara têm possibilidade de índices de umidade relativa do ar abaixo de 20%. O litoral terá condições mais amenas em todo o período.

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5 cartões de crédito para baixa e alta renda (até negativado): comece pelos de loja e evolua com estratégia

comece pelos de loja e evolua com estratégia

Por MRNews

5 cartões de crédito para baixa renda (até negativado): comece pelos de loja e evolua com estratégia

Conseguir um cartão de crédito hoje não é mais privilégio de quem tem renda alta. Com o avanço dos bancos digitais e modelos mais flexíveis, já existem opções acessíveis até para quem está negativado ou começando do zero. Mas aqui vai a verdade que pouca gente fala: o caminho mais fácil não começa nos bancos — começa nas lojas.

E mais importante ainda: cartão de crédito é a forma mais rápida de se endividar. Se usado sem controle, vira uma bola de neve. Por isso, além das opções, você precisa de estratégia.


🛒 1. Cartões de loja: o primeiro passo mais fácil

Se você tem score baixo ou nome negativado, os cartões de loja são a porta de entrada mais realista.

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🔸 Cartão Atacadão

Um dos mais fáceis de conseguir no Brasil, inclusive para quem está negativado.

  • Parcelamentos exclusivos
  • Aceito fora da loja (bandeirado)
  • Limite inicial acessível (CSB)

👉 Ideal para começar relacionamento com crédito.


🔸 Cartão Carrefour

Outro clássico de aprovação facilitada.

  • Parcelamentos longos (até 24x em alguns casos)
  • Descontos exclusivos na rede
  • Possibilidade de uso fora da loja (iDinheiro)

👉 Ótimo para quem faz compras frequentes no mercado.

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🔸 Cartão Renner (Meu Cartão)

Muito comum para quem está começando.

  • Aprovação mais simples
  • Evolução para cartão bandeirado
  • Ajuda a construir histórico

👉 Estratégia: peça primeiro o da loja e depois evolua para bandeirado.


🔸 Midway (Riachuelo)

Ligado à Riachuelo, é outro caminho popular.

  • Fácil aprovação
  • Possibilidade de upgrade para cartão com bandeira
  • Bom para quem nunca teve crédito

👉 Excelente porta de entrada no sistema financeiro.


💡 Estratégia inteligente:

👉 Primeiro: cartões de loja
👉 Depois: cartões bandeirados (Visa/Mastercard)

Isso aumenta muito suas chances de aprovação no futuro.


💳 2. Cartões com limite garantido (até negativado)

Se nem os de loja funcionarem, existe um “plano B” que praticamente não falha.

🔸 RecargaPay

  • Você define o limite depositando dinheiro
  • Sem consulta ao SPC/Serasa
  • Cashback e rendimento do saldo (RecargaPay)

👉 Ideal para negativados ou quem quer controle total.


🔸 Banco Sofisa (via investimento)

  • Limite baseado no valor investido
  • Ajuda a construir score
  • Perfil mais “seguro” para o banco

👉 Perfeito para quem quer reconstruir crédito com disciplina.


🔸 Outras opções semelhantes:

  • PagBank
  • PicPay
  • C6 Bank (CDB Cartão)

👉 Todos funcionam com lógica parecida: você garante o limite com seu próprio dinheiro (Brasil Cartões)


⚠️ ALERTA IMPORTANTE (leia isso antes de pedir qualquer cartão)

Cartão de crédito parece solução… mas pode virar problema rápido.

👉 Erros mais comuns:

  • Parcelar tudo sem controle
  • Pagar só o mínimo
  • Usar mais de 30% do limite
  • Ter vários cartões ao mesmo tempo

📉 Resultado: dívida + juros altíssimos


📊 O caminho mais seguro (resumo prático)

  1. Comece com cartão de loja
  2. Use pouco e pague sempre em dia
  3. Construa histórico
  4. Migre para cartões bandeirados
  5. Só depois pense em cartões melhores

✈️ Dica Viagem Black

Se o seu objetivo é viajar no futuro com milhas e benefícios, esse é o jogo:

👉 Primeiro organize o crédito
👉 Depois evolua para cartões com pontos

Sem base, não existe cartão premium.


🏁 Conclusão

Sim, é possível ter cartão mesmo com renda baixa ou nome negativado. Mas o segredo não está no cartão em si — está na estratégia.

Comece simples, evolua com inteligência e, principalmente, não transforme o cartão em dívida.


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Belém decreta emergência em razão de fortes chuvas

Por MRNews

A prefeitura de Belém decretou estado de emergência em razão das fortes chuvas que atingem a capital paraense – foram mais de 150 milímetros (mm) em menos de 24 horas, volume classificado como extremo.

“Belém registrou uma das chuvas mais intensas dos últimos dez anos”, informou a prefeitura em nota, ao acrescentar que acompanha, desde as primeiras horas de domingo (19), os impactos do temporal na cidade.

Ainda de acordo com o comunicado, a Defesa Civil coordena um comitê integrado, com o apoio do Corpo de Bombeiros, com o objetivo de garantir resposta rápida em todas as áreas da capital.

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Brasil já tem 4,5 milhões de empreendedores da Economia Prateada

“As ações incluem reforço nos abrigos, atendimento às famílias atingidas, limpeza de canais e bueiros, além de intervenções emergenciais nos pontos de alagamento”, concluiu a prefeitura.

Doações

Nas redes sociais, a prefeitura informou ter aberto pelo menos um ponto de coleta de doações, na Aldeia Amazônica. Os itens aceitos incluem colchões, itens de higiene pessoal, cestas básicas, alimentos não perecíveis e roupas.

Brasil já tem 4,5 milhões de empreendedores da Economia Prateada

Por MRNews

O Brasil soma 4,5 milhões de empreendedores da chamada Economia Prateada, que reúne os maiores de 60 anos. O número cresceu 58,6% na última década, de acordo com o Sebrae Nacional. A entidade desenvolve programas voltadas para o chamado empreendedorismo sênior, focado em apoiar o público nesta faixa etária que deseja investir em negócios próprios.  

Em 2025, o programa atendeu 869 mil pessoas e a meta para 2026 é chegar a 1 milhão. A gestora nacional do programa Empreendedorismo Sênior 60+, Gilvany Isaac, descreve esse crescimento como uma “onda forte”, em razão do desejo desse público em permanecer ativo. 

“Existe uma possibilidade de carreira, de continuidade. Tenho visto que as pessoas de 60 anos se identificam com  um propósito. Elas querem algo que tenha a ver com a sua experiência, mas que resolva também problemas da comunidade”, aponta Gilvany. 

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Raízes fortes 

Bordadeira no Pará trabalha com a moda marajoara – Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

Gilvany relata que, ao longo do programa, percebeu uma vocação deste público em trabalhar com saberes tradicionais e vocações locais. Seja no artesanato, na cultura de sementes ou de ervas medicinais. No Sul por exemplo, ela destaca a produção de artesanato a partir de redes de pesca, por mulheres de comunidades pesqueiras.  

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“A gente vê que a geração 60+ tem esse cuidado com o planeta, porque viu muita transformação. Onde a gente está caminhando, percebemos essa responsabilidade sobre integrar, ou seja, manter esse planeta vivo do jeito que a pessoa conheceu”, conta Gilvany. 

Dentre os setores que este público mais se interessa em empreender destacam-se turismo, comércio e serviços. O Sebrae oferece aos empreendedores mentorias e consultorias, tanto para orientar quem quer ser empreendedor, quanto para quem deseja abrir um negócio focado no consumidor 60+.  No programa, a participação dos idosos é alta e o índice de desistência, reduzido.  

“Eles são muito participativos. O Sebrae faz todo o projeto adequado às necessidades do empreendedor maduro que quer curtir a vida, sem dedicar todo o seu tempo disponível ao negócio”, explica.  

O suporte é gratuito, desde o desenho da jornada, até cursos e atendimentos individuais. São promovidos ainda eventos para fortalecer a rede de empreendedores, estimulando a troca de experiências.  

Transformação do mercado 

Aliado ao desejo de empreender, o crescimento dos negócios comandados pelos 60+ está relacionado também às transformações populacionais e, por consequência, do mercado de trabalho. 

 O aumento da expectativa de vida ao nascer – que era e 62,6 anos em 1980 e passou para 76,4 anos em 2023 –  impactou o mercado de trabalho para a chamada Geração Prateada (60+). 

Atualmente, um quinto da população brasileira em idade para trabalhar é composta por este grupo, aponta estudo da pesquisadora do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), Janaína Feijó .

As maiores proporções de idosos na População em Idade Ativa (PIA) em 2024 estavam nos estados do Rio de Janeiro (24,1%), Rio Grande do Sul (23,7%) e São Paulo (21,7%). As menores proporções foram encontradas em Roraima (12%), Acre (12,4%) e Amazonas (13%). 

“Ao contrário de estereótipos antigos que associavam o envelhecimento à inatividade ou à dependência, a Geração Prateada é marcada por um perfil mais saudável, engajado e consumidor”, destaca Janaína. 

Ela destaca dois perfis entre os idosos economicamente ativos: os que trabalham por uma necessidade de renda e os que permanecem nos postos de trabalhar para manterem-se ativos e com vínculos profissionais. 

 

Economia prateada, a economia liderada por pessoas com 60+. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A pesquisadora destaca que o etarismo – a discriminação aos mais velhos – é um dos grandes empecilhos à manutenção dos 60+ no mercado de trabalho. Ela reafirma a necessidade de se combater esse preconceito tanto na sociedade, quanto nas empresas. 

“O que acontece no Brasil é que a população está envelhecendo e não dispõe de jovens para repor essa mão-de-obra, que está envelhecendo. Se a gente não contar com a mão-de-obra 60+, no fim das contas, a gente está prejudicando o crescimento econômico do país”.  

A pesquisadora aponta o empreendedorismo como um caminho para aqueles que já se aposentaram, mas desejam permanecer ativos.   Ela ressalta, entretanto, a importância de que o empreendedor 60+ se formalize para não estar em uma situação de vulnerabilidade. 

 

Economia prateada, a economia liderada por pessoas com 60+. Marcelo Camargo/Agência Brasil

Mulheres empreendem em bioeconomia e mudam de vida no Sudoeste do Pará

Por MRNews

Em Paraupebas, no sudeste do Pará, a força criativa de mulheres tem transformado vidas. Seja com a produção de mel, cerâmica ou de biojoias feitas com sementes, essas mulheres mostram que é possível liderar negócios aliando a realização pessoal com a valorização cultural da região, a preservação da floresta e a geração de renda.

Essas mulheres vivem próximas à Floresta Nacional de Carajás e à maior mina de ferro a céu aberto do mundo. E é ali que elas vêm coletando materiais para suas produções e conquistando também sua independência financeira, além de um papel de protagonismo na comunidade.

Uma dessas iniciativas impulsionadas por mulheres é a Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). A associação existe há cerca de dez anos e trabalha tanto com mel proveniente da apicultura, com as abelhas mais conhecidas, quanto da meliponicultura, que consiste na criação de abelhas sem ferrão, que são resgatadas de zonas de supressão.

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O incentivo à criação de abelhas contribui não só para a preservação da natureza como também oferece alternativas de geração de renda para essas mulheres.

“A gente só sabia passar e cozinhar”, contou Ana Alice de Queiroz, uma das fundadoras da associação. “Mas, quando colocaram essa ideia nas nossas cabeças, de que a gente podia fazer outras coisas fora de casa, abraçamos. Isso foi nos transformando. Até saímos para estudar”.

 

Ana Alice de Queiroz, uma das fundadoras da Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação

A fundadora conta que voltou a estudar com 51 anos e que muitas dessas mulheres eram analfabetas.

“Saímos de dentro da cozinha, de dentro daquela vida que era só a mesma, e hoje estamos empreendendo e, para nós, isso é muito gratificante”, ressaltou.

Agora, diz Ana Alice, elas já não têm mais tempo para cuidar dos afazeres domésticos. “Mudou tudinho. A gente não tem mais muito tempo para cozinhar, não. Nem para organizar a casa”.

A AFMA é composta atualmente por 23 famílias, reunindo tanto mulheres quanto homens. À semelhança das colmeias, as fêmeas cuidam dos principais afazeres desse trabalho, como cuidar das finanças e de envasar, rotular e colocar o preço no produto.

“Os homens vão para o apiário, mas quem administra são as mulheres”, disse Ana Alice, que já foi presidente da associação. “A gente vai organizando todo mundo e fazendo o que é melhor para produzir e para aumentar essa produção, assim como as abelhas fazem”, destacou.

 

Criação de abelhas da Associação Filhas do Mel da Amazônia (AFMA). Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação

Mulheres empreendedoras

Só no ano passado, mais de 2 milhões de pequenos negócios abertos no Brasil foram liderados por mulheres. Os dados são do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), com base em dados da Receita Federal.

Segundo esse levantamento, quatro entre cada dez pequenos negócios abertos no país em 2025 foram criados por mulheres, superando em mais de 320 mil o verificado no ano anterior.

Em entrevista à Agência Brasil, a gerente da Unidade de Sustentabilidade e Inovação do Sebrae no Pará, Renata Batista,  destacou que o número de mulheres donas de negócios passou de 8,2 milhões, em 2015, para 10,4 milhões, em 2025 ─ um crescimento de 27% em dez anos, acima do avanço observado entre os homens.

“Isso acontece por uma combinação de fatores: maior escolarização feminina, a busca por autonomia financeira, a necessidade de geração de renda e a ampliação do acesso à formalização, especialmente via MEI [microempreendedor individual]. Ao mesmo tempo, o empreendedorismo tem sido uma porta de entrada para as mulheres transformarem o conhecimento, o talento e o vínculo com o território e o negócio”, acrescentou.

Apesar desse crescimento, as mulheres ainda não representam nem metade dos novos pequenos empreendimentos abertos no país. No estado do Pará, por exemplo, apenas 37,6% das pequenas empresas criadas em 2025 eram lideradas por mulheres.

Mesmo com dificuldades, essas mulheres vêm buscando abrir espaços nesse mercado, contando com apoio do Poder Público ou de empresas privadas.

Diretora de soluções baseadas na natureza da mineradora Vale, Patricia Daros, afirma que os negócios tocados por mulheres extrapolam a questão da geração de renda, levantando também a questão de empoderamento feminino que começa a ser mais percebido. Na mineradora, 30% dos 50 projetos de bioeconomia apoiados recentemente são liderados por mulheres.

“A gente começou a perceber, desde quando a gente começou esse trabalho [de fomento], uma mudança do ponto de vista desse perfil de quem está à frente desses negócios, e as mulheres começaram, de fato, a aparecer um pouco mais ultimamente, principalmente em negócios relacionados à bioeconomia”, destacou.

Preciosidades da Amazônia

Emancipado em 10 de maio de 1988, após plebiscito que o desmembrou de Marabá, o município de Parauapebas tem nome de origem tupi, que significa “rio de águas rasas”. Sua formação populacional é resultado de intenso fluxo migratório, impulsionado pela descoberta e exploração de minérios na Serra dos Carajás, a partir da década de 1960.

Hoje, a mineração responde por boa parte da economia, com destaque para o minério de ferro, mas também cobre, manganês, níquel e ouro.

Apesar da mineração, têm crescido na cidade projetos de bioeconomia, como o que transforma mais de 100 tipos de sementes em biojoias que misturam arte e sustentabilidade.

Secretária da Associação Preciosidades da Amazônia e futura presidente da Cooperativa de Trabalho Artesanal da Amazônia, Luciene Padilha, contou que a associação impacta não só a vida financeira, mas também a parte social, econômica e emocional das 12 mulheres participantes.

“Quando fizemos o curso, éramos mulheres em situação de vulnerabilidade, mulheres que não saíam de casa porque tinham medo. Seus provedores diziam: ‘você não sabe, você não pode’. Hoje elas já se posicionam, já se sentem mais fortalecidas e trabalham com empreendedorismo feminino”, comemorou.

A Associação Preciosidades da Amazônia tem apoio da prefeitura, da Vale, do Sebrae e da Universidade Federal Rural da Amazônia (Ufra). Tesoureira do grupo, Sandra Brasil explicou que é da natureza que elas extraem as sementes e também sua renda.

“Nós trabalhamos com materiais vegetais e tudo o que a natureza nos permite usar. Nós estamos com um tesouro na mão. Não é só ouro e prata que são tesouros. Nós aprendemos a reconhecer a natureza como o verdadeiro tesouro da humanidade”, destacou.

 

Biojoias produzidas pela Associação Preciosidades da Amazônia. Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação

Após terem aprendido a confeccionar suas peças, essas artesãs agora têm sido mentoras de novas gerações de empreendedoras. “Quando nós saímos da sala de aula, já saímos com conhecimento suficiente para repassar [para outras pessoas]. Hoje em dia, todas nós vamos para a sala de aula. Já demos até oficinas”, ressaltou.

As biojoias produzidas por essas artesãs têm fortalecido a economia local e contribuído para o sustento de muitas famílias. Mais do que contar histórias, essas peças têm fortalecido laços e também ajudado a preservar a Amazônia.

Para Renata Batista, projetos desse tipo são estratégicos porque mostram, na prática, que é possível gerar renda com a floresta preservada, agregando valor à biodiversidade, ao conhecimento local e a cultura brasileira.

“No caso das biojoias, ainda há um componente muito forte de identidade e diferenciação. O Sebrae aponta que esse mercado vem ganhando espaço porque une materiais naturais, processo artesanal e valorização de histórias, crenças e tradições do país”.

Mulheres de barro

Já o grupo Mulheres de Barro, formado por ceramistas de Parauapebas, surgiu durante a implantação do projeto Salobo, maior projeto de exploração de minério de cobre do país, tocado pela Vale no interior da Floresta Nacional do Tapirapé-Aquiri (Flonata), em Marabá.

Durante o projeto Salobo, foram encontrados artefatos arqueológicos presentes na floresta e que datam de 6 mil anos atrás. E foi a partir dos trabalhos de prospecção e de salvamento arqueológico desses artefatos, conduzidos pelo Museu Paraense Emílio Goeldi e pela Vale, que o grupo se formou. Em oficinas de educação patrimonial, essas mulheres conheceram a história local e tiveram acesso a ensinamentos sobre a cerâmica, o que permitiu que criassem peças inspiradas nesse passado.

Nessas oficinas, elas aprenderam que a cerâmica produzida pelos povos que habitavam as proximidades do Rio Itacaiúnas e seus afluentes eram utilizadas para rituais ou como objetos de uso cotidiano. Desde então, a partir dessa memória, essas artesãs começaram a produzir novas histórias e a moldar peças contemporâneas com referências arqueológicas.

As formas e grafismos dessas novas peças são inspiradas nos vestígios recuperados nesses sítios arqueológicos da Serra dos Carajás. Já a base da pintura são pigmentos provenientes de minerais da região, como minério de ferro, manganês e argilas coloridas.

 

Cerâmicas produzidas pelo grupo Mulheres de Barro. Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação

Presidente do Centro Mulheres de Barro, Sandra dos Santos Silva contou que, depois de 2002, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) incluiu no processo de licenciamento das pesquisas arqueológicas uma obrigação de fazer educação patrimonial para informar a comunidade do entorno sobre os resultados.

“E foi aí que eu digo que o universo conspirou a nosso favor, porque a gente estava buscando isso: participamos dessa formação durante seis anos. A gente não sabia fazer cerâmica, aprendemos do zero”, contou ela, que lidera uma cooperativa formada por 18 mulheres e quatro homens, que não só fabricam peças como também ministram cursos e oficinas.

Agora, essas mulheres ajudam a preservar a memória ancestral da região e também a floresta onde esses vestígios de cerâmicas foram encontrados. Para isso, elas deixam de coletar a argila diretamente da natureza, o que seria um processo degradante, para utilizar sobras de construções para a produção de suas peças.

“Com essa ideia de sustentabilidade, observamos que sempre há sobra [de argila] em todas as construções na cidade. Era uma quantidade imensa de argila descartada. A gente usa esse descarte das obras para fazer um processo de peneiramento da argila: a gente dilui, peneira, bate numa betoneira, dilui muito bem, coloca para decantar e aí vai tirando a água até ela ficar na consistência de um açaí do grosso. Daí, coloca para desidratar até chegar ao ponto de modelagem”, explicou Sandra.

Por meio desses trabalhos, o Centro Mulheres de Barro vem mudando a vida de várias mulheres de Parauapebas. E esse conhecimento ancestral, que chegou às fundadoras do Mulheres de Barro, agora começa também a ser repassado para as novas gerações.

“Eu nunca tinha mexido com barro. Mas agora me sinto muito feliz”, contou Maria do Socorro Assunção Teixeira, 62 anos, uma das fundadoras do grupo. “Agora eu me vejo como multiplicadora de conhecimento. Nós passamos [esse conhecimento] para outras pessoas”, ressaltou.

 

Maria do Socorro Assunção Teixeira, fundadora do Centro Mulheres de Barro. Foto: Washington Alves/ Light Press/Divulgação

Bioeconomia

Essas pequenas iniciativas lideradas por mulheres no Pará são exemplos de projetos de bioeconomia, um modelo econômico baseado no uso sustentável de recursos naturais.

“Quando uma mulher lidera um negócio de economia no território amazônico, ela não está apenas vendendo um produto, mas ela está ajudando a construir uma economia mais enraizada no território, com mais identidade, mais valor agregado e mais capacidade de distribuir renda localmente”, destacou a gerente do Sebrae no Pará.

“Negócios como biojoias, artesanato de base sustentável, cosméticos naturais e outros produtos da sociobiodiversidade mostram que a Amazônia pode ser também o espaço de inovação econômica baseada em ativos da floresta e não só em atividade de baixo valor local”, acrescentou.

Além desses projetos serem sustentáveis, eles também fortalecem as tradições locais e as cadeias produtivas. Na Amazônia, os resultados positivos dessa forma sustentável de negócio têm atraído, cada vez mais, investimentos de governos e da iniciativa privada.

Todos os projetos citados nesta matéria, por exemplo, receberam apoio do Fundo Vale, associação sem fins lucrativos mantida pela mineradora e que busca acelerar negócios de impacto que valorizam a floresta em pé e o uso sustentável da terra.

“Quando a Vale lançou o Fundo Vale, nós olhamos numa perspectiva de pensar essa economia da floresta numa lógica mais justa e de desenvolvimento territorial. Já aportamos mais de R$ 430 milhões em mais de 146 iniciativas na região”, destacou Patricia Daros.

A cada ano, essa bioeconomia da sociobiodiversidade tem movimentado R$ 13,5 bilhões no estado do Pará, impulsionada por cadeias produtivas ligadas à floresta, aos rios e à agricultura familiar. No entanto, esses negócios ligados à biodiversidade, principalmente os tocados por mulheres, ainda enfrentam algumas dificuldades para se manterem em pé.

“Há desafios que são comuns a qualquer empreendedor, como acesso ao mercado, gestão financeira, capital de giro, planejamento e competitividade. Mas, no caso das mulheres, existem ainda barreiras adicionais. O Sebrae destaca que, logo que elas abrem os negócios em proporções semelhantes às dos homens, mesmo elas sendo em média mais escolarizadas, esses empreendimentos tendem a faturar menos”, disse Renata Batista.

Além disso, ressaltou ela, as mulheres tendem a ter mais dificuldade de acesso ao crédito e enfrentam sobrecarga no trabalho, pois tendem a acumular outras atividades relacionadas a afazeres domésticos e ao cuidado de pessoas, o que afeta o tempo disponível para qualificação, gestão, capacitação e expansão do negócio.

Por isso, o Sebrae destaca que, para que um negócio relacionado à sociobiodiversidade possa dar bons frutos, é necessário não só produzir bem, mas também estruturar bem a cadeia, a comercialização do produto e o financiamento para o projeto ─ que deve ser compatível com a realidade no campo.

Para fortalecer esses projetos de bioeconomia, o governo federal apresentou recentemente o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio). Um dos eixos desse plano é voltado para projetos relacionados à sociobioeconomia e os ativos ambientais.

*A repórter viajou a convite da Vale.

Promoção da Azul Linhas Aéreas destaca viagens para o Nordeste e Serra Gaúcha com até 30% desconto

Por MRNews

Promoção da Azul Linhas Aéreas destaca viagens para o Nordeste e Serra Gaúcha com condições especiais

A Azul Linhas Aéreas lançou uma nova campanha promocional que coloca dois tipos de experiências no radar dos viajantes brasileiros: o calor das praias do Nordeste e o charme do inverno na Serra Gaúcha. A proposta é simples — oferecer opções para todos os perfis de viagem, seja para quem busca sol e mar ou para quem prefere o clima mais frio das montanhas.

Nordeste em alta: sol, praia e São João

Entre os destaques da campanha está Natal, um dos destinos mais procurados do Nordeste. A cidade é conhecida pelas praias de águas claras, clima quente durante todo o ano e pela brisa constante que torna a experiência ainda mais agradável.

Além disso, a companhia também aposta forte nas viagens durante o período de festas juninas, uma das épocas mais movimentadas da região. O tradicional São João atrai turistas de todo o país com festividades, gastronomia típica e cultura local, tornando-se uma excelente oportunidade para quem quer unir viagem e experiência cultural.

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Serra Gaúcha: charme, frio e experiências únicas

Para quem prefere temperaturas mais baixas, a campanha também destaca destinos como Gramado e Canela, na Serra Gaúcha. As cidades são famosas pela arquitetura europeia, gastronomia sofisticada e clima aconchegante, especialmente durante o inverno.

Esses destinos atraem casais e famílias que buscam uma experiência mais tranquila, com hotéis charmosos, cafés coloniais e atrações turísticas bem estruturadas.

Condições especiais e compra facilitada

A Azul Linhas Aéreas reforça que as passagens adquiridas pelo site oficial ou aplicativo são isentas de taxa de emissão, um diferencial importante para quem busca economizar. Já compras feitas em lojas físicas, aeroportos ou call center podem ter cobranças adicionais, dependendo do tipo de voo e valor da tarifa.

Outro ponto relevante é a possibilidade de emissão com pontos pelo programa de fidelidade da companhia, o Azul Fidelidade. Clientes podem resgatar passagens utilizando pontos ou combinando pontos + dinheiro, com taxas reduzidas ao utilizar canais digitais.

Brasileiro Léo Storck leva Roland Garros Junior no masculino

Hospedagens têm até amanhã para adotar check-in digital

Atenção às regras e segurança

A empresa também alerta para fraudes envolvendo passagens aéreas. Segundo comunicado, a Azul não envia e-mails com ofertas condicionadas a cupons para retirada em guichês. A recomendação é sempre realizar compras pelos canais oficiais para evitar golpes.

Vale a pena aproveitar?

Com opções que vão do calor nordestino ao frio da Serra Gaúcha, a campanha da Azul Linhas Aéreas reforça uma tendência clara no turismo: flexibilidade e personalização da experiência. Seja para relaxar na praia ou curtir o inverno, há oportunidades interessantes — especialmente para quem sabe usar milhas e aproveitar promoções.


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Caixa paga Bolsa Família a beneficiários com NIS de final 3

Por MRNews

A Caixa Econômica Federal paga nesta segunda-feira (20) a parcela de abril do Bolsa Família aos beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) de final 3.

O valor mínimo corresponde a R$ 600, mas com o novo adicional o valor médio do benefício sobe para R$ 678,22. Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, neste mês o programa de transferência de renda do Governo Federal alcançará 18,9 milhões de famílias, com gasto de R$ 12,8 bilhões.

Além do benefício mínimo, há o pagamento de três adicionais. O Benefício Variável Familiar Nutriz paga seis parcelas de R$ 50 a mães de bebês de até seis meses de idade, para garantir a alimentação da criança. O Bolsa Família também paga um acréscimo de R$ 50 a gestantes e nutrizes (mães que amamentam), um de R$ 50 a cada filho de 7 a 18 anos e outro, de R$ 150, a cada criança de até 6 anos.

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No modelo tradicional do Bolsa Família, o pagamento ocorre nos últimos dez dias úteis de cada mês. O beneficiário poderá consultar informações sobre as datas de pagamento, o valor do benefício e a composição das parcelas no aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Pagamento unificado

Os beneficiários de 173 cidades de 11 estados receberam o pagamento na quinta-feira (16), independentemente do NIS. A medida beneficiou os moradores de 121 municípios do Rio Grande do Norte, que sofrem com a seca, e cinco municípios mineiros atingidos por enchentes. Também foram beneficiadas cidades nos seguintes estados: Amazonas (3), Bahia (17), Pará (1), Paraná (1), Piauí (3), Rio de Janeiro (8), Roraima (6), São Paulo (2) e Sergipe (6).

Essas localidades foram afetadas por chuvas, estiagens ou têm povos indígenas em situação de vulnerabilidade. A lista dos municípios com pagamento antecipado está disponível na página do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social.

Desde 2024, os beneficiários do Bolsa Família não têm mais o desconto do Seguro Defeso. A mudança foi estabelecida pela Lei 14.601/2023, que resgatou o Programa Bolsa Família (PBF). O Seguro Defeso é pago a pessoas que sobrevivem exclusivamente da pesca artesanal e que não podem exercer a atividade durante o período da piracema (reprodução dos peixes).

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Luto no BBB26; pai de Ana Paula Renault morre aos 96 anos

Regra de proteção

Cerca de 2,34 milhões de famílias estão na regra de proteção em abril. Essa regra permite que famílias cujos membros consigam emprego e melhorem a renda recebam 50% do benefício a que teriam direito por até dois anos, desde que cada integrante receba o equivalente a até R$ 706.

Em 2025, o tempo de permanência na regra de proteção foi reduzido de dois para um ano. No entanto, a mudança só abrange as famílias que entraram na fase de transição a partir de junho de 2025. Quem se enquadrou na regra até maio de 2025 continuará a receber metade do benefício por dois anos.

Calendário de pagamentos do Bolsa Família 2026 – Arte EBC

 

Brasileiro Léo Storck leva Roland Garros Junior no masculino

Por MRNews

O título da chave masculina do Roland Garros Junior Series de 2026 ficou com o mato-grossense Leonardo Storck. Na decisão, na tarde desse domingo (19), ele surpreendeu o colombiano Juan Miguel Bolivar, de virada, por 2/6 6/2 6/4. Além do titulo, o jovem de 17 anos também garantiu a vaga para a chave juvenil do torneio de Roland Garros, em Paris, no final de maio.

“Estou muito feliz com essa conquista, que mostra o quanto estou forte mentalmente. Senti um pouco o nervosismo no primeiro set, mas no segundo entrei mais solto e consegui mudar minha atitude. A torcida foi incrível, me ajudou muito nessa vitória”, disse Leonardo.

Ele afirmou que a semana foi muito especial, que vem seguindo suas rotinas e mantendo o foco. “Hoje, a recompensa veio e agora vou para Paris”, disse o tenista na Sociedade Harmonia de Tênis na capital paulista.

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Luto no BBB26; pai de Ana Paula Renault morre aos 96 anos

Homenagem marca programação

Ainda no Harmonia, o Memorial do Tênis Brasileiro (MTB) oficializou o primeiro nome de seu Hall da Fama: Alcides Procopio, pioneiro do esporte no país. A cerimônia contou com a presença da diretoria do MTB, do presidente da Federação Paulista de Tênis e de Aymeric Labaste, diretor do torneio e de Desenvolvimento Internacional de Roland-Garros.

Procopio foi o primeiro campeão brasileiro adulto, o primeiro brasileiro a vencer jogos em Wimbledon e a conquistar um título internacional, além de ser um dos fundadores da Confederação Brasileira de Tênis. Também presidiu a Federação Paulista de Tênis por 19 anos e teve papel importante na Copa Davis, deixando um legado duradouro para o desenvolvimento do esporte no Brasil.

Luto no BBB26; pai de Ana Paula Renault morre aos 96 anos

Por MRNews

Luto no BBB26: pai de Ana Paula Renault morre aos 96 anos

A reta final do Big Brother Brasil 26 foi marcada por uma notícia triste fora da casa. O pai da participante Ana Paula Renault, Gerardo Henrique Machado Renault, faleceu aos 96 anos neste domingo (19), em Belo Horizonte. A informação foi confirmada por veículos de imprensa e rapidamente gerou comoção entre fãs do programa.

Internação e estado de saúde

Gerardo estava internado no Hospital Felício Rocho desde o início de abril. Segundo informações, ele enfrentava um quadro de infecção urinária, condição que costuma exigir atenção redobrada em pacientes idosos.

Durante o período de internação, o estado de saúde inspirava cuidados, com episódios de desidratação e confusão mental. Apesar de momentos de estabilidade, o quadro acabou se agravando nos últimos dias.

Momento delicado dentro do reality

A notícia chega em um momento decisivo para Ana Paula Renault, que disputa uma vaga na final do Big Brother Brasil 26. Até o momento, não houve posicionamento oficial da equipe da participante nas redes sociais.

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A situação levanta questionamentos entre o público sobre como a produção do reality lidará com a informação, já que decisões desse tipo costumam seguir protocolos específicos da emissora.

Trajetória e discrição

Gerardo Renault teve atuação relevante na política mineira ao longo de sua vida, ocupando cargos como vereador, deputado estadual e deputado federal. Apesar da carreira pública, a família sempre manteve discrição em relação à vida pessoal.

Antes de entrar no programa, Ana Paula Renault já havia demonstrado preocupação com a saúde do pai, o que torna o momento ainda mais sensível para familiares e amigos.

Até agora, não foram divulgadas informações sobre velório ou cerimônia de despedida.

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Repercussão nas redes

A notícia rapidamente tomou conta das redes sociais, com mensagens de apoio direcionadas à participante e sua família. Fãs do reality demonstraram solidariedade, especialmente diante do contexto emocional em que o fato ocorreu.


Tags: Ana Paula Renault, BBB26, Big Brother Brasil, luto, celebridades, reality show, Belo Horizonte, Hospital Felício Rocho, notícias, entretenimento

Jogos Escolares destacam xadrez e apoio das famílias – CGNotícias

Por MRNews

A Prefeitura de Campo Grande, por meio da Funesp, realizou neste sábado (18) a competição de xadrez da etapa individual da 38ª edição dos Jogos Escolares da Capital. O evento aconteceu no CCI Vovó Ziza e reuniu estudantes de 12 a 17 anos, além de familiares, em um ambiente de integração, estratégia e incentivo ao esporte.

Parte do calendário oficial dos Jogos Escolares, a competição teve como destaque a forte presença das famílias, reforçando a importância do apoio no desenvolvimento esportivo e educacional dos jovens.

Para Moacir Moreira Borges, pai do atleta Gustavo Borges, de 16 anos, a experiência vai além da disputa. “A expectativa é que ele se divirta e que aproveite. Ele gosta de xadrez, então é importante essa competição para desenvolver até o raciocínio lógico, que ajuda muito, principalmente na área de exatas. Ele foi bem, é o primeiro ano que participa de um campeonato de xadrez e estamos satisfeitos. Essa iniciativa da prefeitura é uma oportunidade para muitos alunos que não têm expectativa de vida, e um torneio como esse pode abrir muitas portas para eles futuramente”, destacou.

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O coordenador da modalidade e professor da Funesp, Marcos Borges Ortega, ressaltou o sucesso do evento. “Os Jogos de Xadrez, hoje uma tradição dos Jogos Escolares de Campo Grande, foram um sucesso. Tudo que foi planejado pela Fundação e pela Prefeitura está acontecendo. Além dos atletas e professores, temos um bom público de pais no evento. Quando a família está presente, especialmente no esporte, é uma garantia de que essa criança ou adolescente terá um bom caminho na vida”, afirmou.

A participação dos pais também foi ressaltada por Patrícia Camila de Souza, mãe de um dos competidores. “É a primeira vez que ele está participando e estou com as melhores expectativas. A gente sempre vem para ter um bom resultado, porque é o que eles procuram. Sobre a iniciativa da Prefeitura, é um projeto muito bacana, com certeza. Eles se entrosam, se dedicam e eu gostei bastante. Com certeza ele vai participar mais vezes”, disse.

Entre os destaques da competição está o tricampeão Luiz Henrique Leite Lima, de 14 anos, vencedor da categoria A. “Estou muito feliz, porque a cada dia venho me esforçando mais para alcançar o tão esperado pódio. Em 2024, fiquei em segundo lugar nos Jogos Escolares Estaduais de Mato Grosso do Sul e em terceiro lugar nacional na Série Prata de equipes. Me dedico bastante treinando duas vezes por semana, por duas horas”, relatou.

Na categoria feminina A, a campeã Mariana Mayumi Shiguematsu Yassuda, de 15 anos, também comemorou o resultado. “Estou muito contente com o torneio que fiz hoje. Tive que enfrentar minhas amigas, que estão sempre nos torneios comigo. São partidas muito difíceis, porque treinamos juntas e temos um vínculo forte. Isso torna o jogo ainda mais desafiador. Eu gosto muito de representar Campo Grande. Desde que comecei a jogar xadrez, participo de competições estaduais e nacionais pela cidade. Treino duas vezes por semana e também estudo sozinha”, destacou.

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A etapa individual também serve como seletiva para os Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul. A competição é dividida nas categorias A (15 a 17 anos) e B (12 a 14 anos), nos naipes masculino e feminino. Em Campo Grande, classificam-se para a fase estadual um atleta de cada sexo na categoria A e dois na categoria B.

Pódio – Xadrez (etapa individual)

Categoria A Masculino
1º lugar – Luiz Henrique Lima (Colégio Évora)
2º lugar – Vitor Hugo Fedrizzi (Escola Estadual Emygdio Campo Vidal)
3º lugar – Ghylherme de Souza (Instituto Federal de MS)

Categoria A Feminino
1º lugar – Mariana Mayumi Yassuda (Insty Colégio e Cursos)
2º lugar – Kariny Shikasho (Escola Maria Montessori)
3º lugar – Yasmin Müller (Colégio Militar de Campo Grande)

Categoria B Masculino
1º lugar – César Ishikawa (Colégio Classe A)
2º lugar – Matheus Andretto (Colégio Tic Tac e Instituto Penrabel)
3º lugar – Rover de Moura (Colégio CBA/ABC)

Categoria B Feminino
1º lugar – Rafaela Mattoso (Colégio Classe A)
2º lugar – Helena Cabreira (Escola Municipal Licurgo de Oliveira Bastos)
3º lugar – Sarah Oliveira (Escola Municipal Licurgo de Oliveira Bastos)