Rádio Nacional transmite Flamengo x Vasco pelo Brasileirão Série A

A Rádio Nacional transmite ao vivo o confronto entre Flamengo e Vasco, válido pela 24ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro neste domingo (21), às 17h30. A jornada esportiva na faixa Show de Bola Nacional começa meia hora antes do início da partida, com notícias sobre as equipes, detalhes da escalação dos times e a tabela atualizada dos clubes na competição.

A transmissão entra no ar para parte da rede em AM e OC, além do FM no Rio de Janeiro e no Alto Solimões. A Nacional FM nas demais praças segue com o conteúdo musical. O ouvinte pode ficar ligado nas produções preferidas pelo dial, no app Rádios EBC e no site da emissora. Os áudios ainda estão disponíveis em tempo real por streaming nas duas plataformas.

Flamengo e Vasco se enfrentam no Maracanã, no Rio de Janeiro. Para esta cobertura, a Nacional escalou André Marques na locução e Rachel Motta nos comentários. Rodrigo Campos atua na reportagem e no plantão da informação.

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Até agora, o Rubro-Negro lidera o Brasileirão, com 50 pontos conquistados. O Cruzmaltino soma 23 pontos e ocupa a 15ª colocação na tabela do torneio.

Campeonato Brasileiro

O Campeonato Brasileiro é a liga brasileira de futebol profissional entre clubes do Brasil, sendo a principal competição futebolística no país. Por meio da disputa, são indicados os representantes brasileiros para a Copa Libertadores da América (juntamente com o campeão da Copa do Brasil).

Participam do torneio 20 clubes. No decorrer da temporada, cada time joga duas vezes contra os outros, em um sistema de pontos corridos, uma vez em seu estádio e a outra no de seu adversário, em um total de 38 jogos.

As equipes recebem três pontos por vitória e um por empate. Os clubes são classificados pelo total de pontos, depois pelo saldo de gols e, em seguida, pelos gols marcados. Em caso de empate entre dois ou mais times, os critérios de desempate são maior número de vitórias; maior saldo de gols; maior número de gols pró; confronto direto; menor número de cartões vermelhos recebidos; e menor número de cartões amarelos recebidos.

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Cobertura esportiva

Esporte que é paixão do povo brasileiro, o futebol é um dos destaques da programação da Rádio Nacional, emissora pública referência em transmissões de partidas no país há décadas. Os jogos das principais competições e as notícias mais importantes têm espaço nas jornadas esportivas diárias.

A Nacional apresenta, ao vivo, vários duelos de diversos campeonatos. Os torcedores podem ficar ligados pelo rádio, site ou streaming para acompanhar as emoções das disputas entre os maiores clubes brasileiros. O destaque de janeiro é o estadual do Rio de Janeiro em dias e horários diversos, de acordo com a tabela da competição.

Antes e depois dos confrontos, o ouvinte se informa sobre a preparação das equipes e a repercussão do placar nas ondas da Nacional. A análise sobre os resultados da rodada ainda ganha janela diária para um rico debate em produções consagradas no radiojornalismo esportivo. O tradicional programa No Mundo da Bola tem edições de segunda a sexta, ao vivo, às 18h, com 30 minutos.

Durante a programação da emissora pública, as atrações também trazem a participação do time de esportes com informações atualizadas. A ideia é oferecer ao público noticiário preciso, conteúdo relevante, comentários embasados e opinião fundamentada sobre o que acontece de mais recente no futebol do país e no exterior.

Jornalismo esportivo

A equipe da Rádio Nacional reúne craques da crônica esportiva. Experientes comentaristas e talentos das novas gerações da imprensa segmentada brasileira integram o time de esportes da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). São produtores, jornalistas e apresentadores que buscam o diferencial da notícia.

Além de informar o público nas ondas do rádio, o time também faz bonito na telinha da TV Brasil. Os profissionais realizam o programa Stadium, de segunda a sexta, em duas edições, às 12h30 e às 18h30, além da mesa redonda dominical No Mundo da Bola, às 20h30.

Sempre ao vivo, as tradicionais produções da emissora pública trazem análises e apurações atualizadas. O esporte tem espaço destacado na programação do canal. O telejornal diário Repórter Brasil, às 12h45 e às 19h, também oferece uma ampla cobertura dos principais resultados do dia.

Os profissionais que entram em campo na equipe de esporte da empresa ainda fazem a cobertura das jornadas de diversas modalidades e noticiam os principais resultados em reportagens no site da Agência Brasil.

Carol Santiago é tricampeã mundial dos 100m costas em Singapura

A nadadora Carol Santiago ganhou o primeiro ouro no Campeonato Mundial de Natação Paralímpica de 2025, disputado em Singapura. Na manhã deste domingo (21), na disputa dos 100m costas da classe S12 (baixa visão), ela marcou 1min09s42 e terminou na primeira colocação, o que garantiu seu tricampeonato na prova.

A britânica Ela Letton-Jones foi a segunda colocada, com 1min12s44, seguida por sua compatriota Carroll, com 1min12s97.

O ouro no país asiático foi a 20ª medalha de Carol em mundiais. São 14 ouros, 4 pratas e dois bronzes conquistados em Londres 2019, Ilha da Madeira 2022, Manchester 2023 e Singapura 2025.

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Para o mundial deste ano, Carol optou por um programa de provas mais enxuto do que em edições anteriores, e se inscreveu apenas nas três provas em que foi campeã nos Jogos Paralímpicos do ano passado. Além dos 100m costas, Carol ainda nadará os 50m livre e os 100m livre, disputas nas quais é tricampeã mundial.

Mais cinco pódios

Além do ouro de Carol, o Brasil faturou outras cinco medalhas na abertura do evento. Alessandra Oliveira, de apenas 17 anos, também foi campeã mundial. Ela quebrou o recorde nos 100m peito para a classe SB4 com 1min43s21. A melhor marca anterior era da norueguesa Sarah Louise Rung, registrada há 11 anos, em julho de 2014 na Noruega. A medalha de prata foi para a italiana Giulia Ghiretti, com 1min52s47, e o bronze, para a espanhola Berta Garcia Grau, com 1min56s23. Estreante em mundiais, Alessandra é a atleta mais jovem da delegação e começou a praticar o esporte em 2018, na Escola Paralímpica de Esportes do CPB, no mesmo ano em que o projeto foi iniciado.

A mineira Patrícia Pereira levou o bronze nos 50m peito para a classe SB3 com tempo de  57s70. A primeira colocação foi para a italiana Monica Boggioni (53s95), e a segunda para Mira Larionova, dos Atletas Paralímpicos Neutros, com 56s33. Na mesma prova, a fluminense Lidia Cruz ficou na sétima colocação, com 1min02s02.

Outro bronze veio com o carioca Thomaz Matera, nos 50m livre para a classe S11 (cegos), com tempo de 26s11. O ouro foi para o tcheco David Kratochvil, com 25s52, e a prata, para o espanhol Mahamadou Dambelleh Jarra, com 25s88. O terceiro bronze do dia foi de Samuel Oliveira, nos 50m livre da classe S5 (comprometimento físico-motor). O atleta completou a prova em 31s67. O ouro foi para o chinês Jincheng com 30s11, e a prata para o ucraniano Artem Oliinyk, com 31s41.

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A delegação nacional também foi premiada com a prata do paulista Gabriel Bandeira, nos 200m livre para a classe S14 (deficiência intelectual), com o tempo de 1min52s03. O ouro foi para o britânico Ellard Willian Ellard, que estabeleceu um novo recorde mundial da prova, 1min51s08. Já o bronze ficou com o canadense Nicholas Bennett (1min53s97).

Brasil em Singapura

A delegação do Brasil no Campeonato Mundial de Singapura, que vai de 21 a 27 de setembro, conta com 29 nadadores. São 16 homens e 13 mulheres, oriundos de sete estados (MG, PA, PE, PR, RJ, SC e SP).

No último Mundial da modalidade, Manchester 2023, na Inglaterra, o país subiu 46 vezes ao pódio, conquistando 16 medalhas de ouro, 11 de prata e 19 de bronze. O país ficou na quarta colocação no quadro de medalhas, atrás de Itália, Ucrânia e China. A melhor campanha do Brasil na história dos Mundiais de natação paralímpica foi registrada na Ilha da Madeira, em Portugal, em 2022. O país encerrou a disputa com 53 medalhas ─ 19 de ouro, 10 de prata e 24 de bronze ─ e a terceira colocação do quadro de medalhas do evento.

 

Conmebol anula 2º amarelo e libera Plata para defender o Flamengo

A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) anulou o segundo cartão amarelo recebido pelo atacante Gonzalo Plata, do Flamengo, na vitória por 2 a 1 sobre o Estudiantes, na última quinta-feira (18), no Maracanã, pelas quartas de final da Libertadores.

Com isso, o equatoriano está à disposição do técnico Filipe Luís para o jogo de volta, na próxima quinta (25), às 21h30 (horário de Brasília), no Estádio Jorge Luis Hirschi, em La Plata, na Argentina, com transmissão ao vivo da Rádio Nacional.

Aos 36 minutos do segundo tempo da partida no Rio de Janeiro, Plata dividiu uma bola com Facundo Rodríguez perto da entrada da área. Apesar de o zagueiro ter atingido o jogador rubro-negro, o árbitro Andres Rojas entendeu que a falta foi do equatoriano e deu o segundo amarelo ao atacante, expulsando-o de campo.

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Nesta sexta-feira (19), a Conmebol divulgou um vídeo analisando o lance e reconheceu o erro da arbitragem, indicando que Rodríguez chuta o pé de Plata e não o contrário.

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A entidade, porém, reforçou que, segundo o protocolo do árbitro de vídeo (VAR), a tecnologia pode interferir somente em quatro situações revisáveis – gols, pênaltis, cartão vermelho direto e confusão de identidade – e que o lance em questão não se enquadrava em nenhuma delas para ser corrigido no ato.

O Flamengo divulgou uma nota oficial criticando a arbitragem de Andres Rojas, considerando-a “um desfile de equívocos” e que a mesma foi conduzida de forma “tendenciosa”.

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Ainda conforme o comunicado, emitido nesta sexta, o Rubro-Negro reclamou de “faltas invertidas e cartões amarelos aplicados de maneira desproporcional”, de um pênalti não marcado a favor que o gol do Estudiantes teria sido validado “após toque no braço aberto do atacante, que expandiu sua área para além do movimento natural assumindo o risco”.

A vitória por 2 a 1 deixa o Flamengo com a vantagem do empate para o jogo de volta. Os argentinos precisam ganhar por dois ou mais gols no tempo normal para avançarem. Se o Estudiantes vencer por um gol de saldo e igualar o placar agregado, a decisão da vaga será nos pênaltis.

Comitê mira expansão sustentável da pesca amadora e esportiva no país

A criação do Comitê da Pesca Amadora e Esportiva, por meio do Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA), foi publicada esta semana no Diário Oficial da União (DOU). Entre as competências do órgão, elencadas na portaria MPA nº 478, na última segunda-feira (15), estão a promoção de iniciativas para desenvolvimento sustentável do setor e a expansão da prática com inclusão social e respeito aos povos e territórios tradicionais.

O Comitê está no âmbito do Conselho Nacional de Aquicultura e Pesca (Conape), que formula políticas públicas para gestão do setor em parceria com a sociedade. Segundo a Confederação Brasileira de Pesca Esportiva (CBPE), com dados do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), o segmento gera 200 mil empregos diretos e indiretos e movimenta mais de R$ 1 bilhão por ano no Brasil.

“Essa decisão [criação do Comitê] surgiu da necessidade de organizar e fortalecer um setor com grande potencial, ainda pouco explorado no Brasil, mas que pode gerar empregos, renda e novas oportunidades econômicas”, explicou Adriana Toledo, secretária-executiva do Conape, à Agência Brasil.

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“O surgimento do Comitê traz maior governança e estabilidade para esse segmento, contribuindo diretamente para a formulação de políticas públicas, diretrizes e estratégias específicas, além de facilitar o diálogo entre governos e a sociedade civil. O Conape, por sua vez, terá um papel de coordenação e assessoramento, garantindo que as decisões do Comitê sejam incorporadas às ações e políticas nacionais de pesca”, completou.

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O secretário-executivo da CBPE, Régis Portari, é quem preside o Comitê. Segundo ele, aproximadamente sete milhões de brasileiros se declaram pescadores que praticam a pesca de competição e de lazer.

“[A pesca] é um dos esportes mais praticados no país. Temos mais de mil campeonatos regionalmente distribuídos, ou seja, há mais de três campeonatos por dia acontecendo simultaneamente no país. É um setor bastante desenvolvido, grande e com possibilidade de crescimento”, afirmou Portari à Agência Brasil.

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“A função do Comitê é de também auxiliar, a exemplo do Conape, o Ministério em ações do segmento. A ideia é fazer com que esse esporte seja mais consolidado, tenha mais pujança, mais condição de organização, de trazer eventos melhores para o país e fazer distribuição de renda como ferramenta de prospecção e de aumento dos praticantes”, completou.

Mais representatividade

A primeira reunião do colegiado está prevista para a próxima semana, em Brasília. A portaria MPA nº 352, também publicada no DOU do último dia 15, mostra que o órgão tem membros de quatro ministérios (Pesca e Aquicultura, Esporte, Turismo e Meio Ambiente e Mudança do Clima), de entidades dos setores ambiental e pesqueiro e do próprio Conape, que tem Portari como titular e a diretora de Promoção da Igualdade da CBPE, Hellen Pontieri, como suplente.

“Ter um espaço específico para discutir as demandas, desafios e oportunidades da pesca esportiva é essencial para garantir que a atividade seja valorizada, respeitada e desenvolvida de forma sustentável”, disse Hellen à Agência Brasil.

“Ele [Comitê] pode contribuir com a construção de políticas públicas mais justas, com o fortalecimento da representatividade da pesca esportiva nos espaços de decisão e a promoção de ações voltadas à conservação dos recursos naturais, algo fundamental para a continuidade da atividade”, emendou a diretora da CBPE.

Segundo Hellen, sua atuação na Confederação visa fazer da pesca um ambiente inclusivo e convidativo para mulheres, que ainda são minoria, apesar do aumento na participação. A diretora da CBPE destacou o evento “Anzol Rosa”, apresentado como o maior encontro feminino da América Latina no segmento, com mais de 600 pescadoras em 20 barcos hotéis em Corumbá (MS), no Pantanal, em novembro do ano passado. Na edição anterior, em 2022, foram 502 participantes reunidas em 15 barcos hotéis.

“A presença feminina na pesca esportiva é uma realidade crescente, mas é preciso que as estruturas também evoluam para acompanhar esse avanço. Promover igualdade é uma questão de justiça, mas também de fortalecimento do próprio segmento: diversidade gera inovação, engajamento e desenvolvimento”, concluiu a pescadora goiana, natural de Anápolis.

Cenário da pesca esportiva

A pesca amadora e esportiva é definida pela Lei 11.959, de 29 de junho de 2009, como uma atividade não comercial, na qual o peixe capturado não é fonte de renda ou subsistência e é devolvido a seu habitat natural – o chamado “pesque e solte”. Em maio, no lançamento do Plano Nacional de Desenvolvimento Sustentável da Pesca Amadora e Esportiva (PNPA), o ministro da Integração e do Desenvolvimento Regional, Waldez Góes, revelou que, somente no ano passado, foram emitidos mais de 330 mil novos registros de pescadores esportivos.

Até agosto deste ano, conforme o Painel do Pescado Amador e Esportivo do MPA, mais de 263 mil licenças já foram emitidas. Os estados de São Paulo (57,5 mil) e de Minas Gerais (50,1 mil) lideram a estatística. O mês de março – geralmente quando termina a piracema, período de reprodução dos peixes em que a pesca é proibida – foi o que teve mais registros (55.421).

“O público é diverso, com impactos econômicos diretos e indiretos referentes à pesca amadora e esportiva, como guias, instrutores, donos de pesque e pague, fabricantes e comerciantes de equipamentos e profissionais do turismo ligado à pesca”, descreveu Adriana Toledo, do Conape.

O Brasil tem 8,5 mil quilômetros (km) de litoral e 35 mil km de vias navegáveis internas. As águas das regiões Norte e Centro-Oeste – devido à Amazônia e ao Pantanal – são as mais procuradas pelos pescadores. Apenas no Amazonas, segundo a Empresa Estadual de Turismo (Amazonastur), o mercado movimenta quase R$ 200 milhões por temporada de pesca, sendo uma das principais atrações turísticas locais.

Diferença entre as pescas

O engenheiro civil Zenizir Rodrigues é do Rio de Janeiro. Começou a pescar no Aterro do Flamengo, zona sul carioca, com vara de bambu. Em depoimento à Agência Brasil, ele contou que foi justamente após se mudar a trabalho para Manaus que a atividade esportiva despertou interesse.

“A pesca esportiva foi uma das responsáveis por eu ter permanecido em Manaus. A firma foi embora e eu continuei. Gosto muito da técnica da pesca esportiva. Sou um estudioso e tento entender sobre todas as modalidades, como arremesso, isca artificial, peixe de couro [sem escamas], fly [também conhecida como pesca com mosca]”, disse.

No site do MPA há uma cartilha que indica o que é permitido e proibido na prática da pesca amadora e esportiva no país. Itens como linha de mão, caniço simples, vara com molinete ou carretilha, uso de isca natural ou artificial, por exemplo, estão entre os liberados. Por outro lado, são vedadas a comercialização do peixe capturado e a utilização de espécies aquáticas ornamentais como iscas, entre outros.

“[A diferença da pesca amadora e profissional] começa na escolha dos apetrechos, das iscas. Há toda uma técnica vinculada à pesca esportiva que possibilita os peixes serem capturados e depois devolvidos em condições de sobrevivência na água. A gente preza para que a pesca esportiva continue sendo um esporte que mantenha a natureza o mais intacta possível”, descreveu Régis Portari, presidente do Comitê​.

“O que precisa ser amador [na pesca esportiva] é o pescador. A pesca esportiva tem que ser profissional. E como a gente faz isso? Regulamentando rios, espécies, sem deixar de pensar no pescador que vive da pesca comercial. Essa é a atividade econômica dele, com a qual coloca comida na mesa. Acredito que o Comitê poderá equacionar essa questão”, concluiu Rodrigues.

De volta a Tóquio, Alison dos Santos é prata no Mundial de Atletismo

O paulista Alison dos Santos, o Piu, conquistou a medalha de prata no Campeonato Mundial de Atletismo, disputado em Tóquio, no Japão. Nesta sexta-feira (19), o brasileiro ficou na segunda posição dos 400 metros com barreiras, superado pelo norte-americano Rai Benjamin. Abderrahman Samba, do Catar, completou o pódio.

Piu não largou bem, esbarrou na primeira barreira, mas se recuperou durante a prova e a finalizou em 46s84. Atual campeão olímpico, Benjamin concluiu o percurso em 46s52.

O norte-americano inicialmente foi desclassificado por ter derrubado a barreira de sua raia e deslocado a do lado, o que poderia infringir a regra TR22.6.3, da World Athletics, que é a federação internacional de atletismo. Por alguns instantes, o brasileiro herdou o primeiro lugar, mas a confederação dos Estados Unidos entrou com recurso e conseguiu reverter a punição de seu atleta.

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“Claro, a gente queria o ouro, mas estou orgulhoso da trajetória, do resultado de hoje [sexta-feira]. Acho que é isso que importa. É estar ali, chegar na final, entregar 100%, e eu posso falar que me entreguei nessa prova, que eu me esforcei, que eu tinha todo mundo que fez parte dessa preparação comigo”, comemorou Piu, em depoimento à Confederação Brasileira de Atletismo (CBAt).

Campeão mundial em Eugene, nos Estados Unidos, em 2022, Piu não foi ao pódio na edição do ano seguinte, em Budapeste, na Hungria, quando competiu após se recuperar de uma lesão no joelho. Na ocasião, o título ficou com o norueguês Karsten Warholm. Na final desta sexta, o escandinavo ficou apenas na quinta posição.

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Foi também no Estádio Nacional de Tóquio que Piu conquistou a primeira medalha olímpica da carreira. Em 2021, ele foi medalhista de bronze, em uma prova histórica vencida por Warholm – com quebra de recorde mundial – e que teve Benjamin na segunda posição. Aquela foi considerada a final mais rápida dos 400 metros com barreiras em Olimpíadas.

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A prata em Tóquio foi a segunda medalha do Brasil no Mundial deste ano. A primeira veio com o brasiliense Caio Bonfim na prova de 35 quilômetros da marcha atlética. Ele volta a competir ainda nesta sexta, a partir de 21h50 (horário de Brasília), nos 20 quilômetros, que é a distância olímpica. Nos Jogos de Paris, na França, em 2024, Caio foi prata.

Com direito a gol relâmpago, Flamengo derrota Estudiantes no Maracanã

Quinze segundos, esse foi o tempo que a torcida do Flamengo precisou esperar para soltar o primeiro grito de gol na noite desta quinta-feira (18) no estádio do Maracanã. Em partida transmitida pela Rádio Nacional, o Rubro-Negro da Gávea foi melhor na maior parte do confronto e derrotou o Estudiantes (Argentina) pelo placar de 2 a 1 para partir em vantagem na busca de uma vaga nas semifinais da Copa Libertadores da América.

Empurrado por um Maracanã lotado, o time do técnico Filipe Luís pressionou a equipe argentina desde o apito inicial. E essa aposta precisou de apenas 15 segundos para dar resultado. No primeiro lance da partida, o centroavante Pedro recebeu passe na entrada da área e tabelou com Plata antes de se livrar da marcação de Núñez com um giro e bater colocado para superar o experiente goleiro uruguaio Muslera.

Após abrir o placar, o time da Gávea aumentou a pressão e chegou ao segundo logo aos oito minutos. O lateral Ayrton Lucas avançou em velocidade pela ponta esquerda e cruzou na medida para Varela, que acertou um voleio, de primeira, para marcar um golaço.

A partir daí o Flamengo começou a mostrar outra qualidade que é resultado direto do trabalho do técnico Filipe Luís, o controle do jogo a partir do toque de bola. Com isso, o time da Gávea pouco sofreu diante do Estudiantes até os minutos finais do segundo tempo.

Mas, aos 36 minutos, um lance mudou a dinâmica do confronto. O atacante equatoriano Plata recebeu o segundo cartão amarelo e acabou sendo expulso (em marcação muito controversa). Com um homem a mais o Estudiantes passou a se arriscar mais e conseguiu descontar aos 45 minutos com o atacante Carrillo.

Este resultado deixou o Flamengo em boa situação para a partida de volta das quartas de final, que será disputada a partir das 21h30 (horário de Brasília) da próxima quinta-feira (25) no estádio Jorge Luis Hirschi, em Buenos Aires. O Rubro-Negro avança até mesmo em caso de empate.

Derrota do São Paulo

Quem teve uma jornada para esquecer foi o São Paulo, que, jogando no estádio Casablanca, nos 2.850 metros de altitude de Quito, foi derrotado por 2 a 0 pela LDU (Equador) no confronto de ida das quartas de final da competição continental.

A equipe comandada pelo técnico argentino Hernán Crespo até teve um bom início de partida. Mas o time equatoriano não demorou a assumir o controle das ações e abriu o marcador aos 14 minutos da etapa inicial, quando Adalla lançou Bryan Ramírez, que bateu de primeira para superar o goleiro Rafael.

Após o intervalo o São Paulo até teve oportunidades de marcar o seu gol, em especial com o atacante Luciano, mas não foi eficiente e acabou vendo a LDU ampliar a sua vantagem aos 32 minutos com o atacante Estrada.

Com isso, o Tricolor terá que vencer por ao menos dois de diferença na próxima quinta-feira no Morumbis para forçar a disputa de pênaltis. A classificação ao final dos 90 minutos só será possível em caso de um triunfo com três gols de vantagem.

Com eliminação em Seul, Bia Haddad terá queda no ranking mundial

A eliminação na segunda rodada do WTA 500 de Seul, na Coreia do Sul, terá impacto negativo significativo para Beatriz Haddad Maia no ranking de simples da Associação de Tênis Feminina (WTA, na sigla em inglês). A paulista deve cair do 25º para, no mínimo, o 40º lugar, sua pior colocação desde junho de 2022.

Bia chegou a Seul como atual campeã do torneio e precisava repetir o feito em 2025 para não perder os 500 pontos conquistados no ano passado. Nesta quinta-feira (18), porém, a brasileira, perdeu da alemã Ella Seidel, número 105 do mundo, por 2 sets a 1, com parciais de 7/6 (7/4), 6/7 (3/7) e 7/5. No segundo set, ela chegou a ter 5/2 e um match point a favor, mas sofreu a virada. O jogo durou três horas e 28 minutos.

Com a derrota, Bia fica somente com os 60 pontos da classificação à segunda rodada e sem os 500 do título de 2024. Ou seja, uma perda de 440 pontos no ranking. E a queda, de pelo menos 15 posições, pode ser maior. A holandesa Suzan Lamens, por exemplo, está nas oitavas de final em Seul e pode somar até 1.479 pontos caso siga adiante na competição, o que a deixaria à frente dos agora 1.335 pontos da paulista.

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A queda se dá em um momento delicado de Bia, que não engrenou nas disputas de simples da temporada. São 16 vitórias e 26 derrotas em 2025. A brasileira era a principal favorita ao título do SP Open, torneio nível WTA 250 realizado em São Paulo na semana passada, mas caiu nas quartas de final para a mexicana Renata Zarazua. O título em casa renderia 250 pontos e poderia amenizar a perda em outras competições.

A paulista esteve duas vezes no top-10 do mundo, em junho de 2023 e em outubro de 2024. Nesta última ocasião, o título do WTA de Seul e a classificação às quartas de final do US Open – um dos quatro principais torneios do circuito, os Grand Slams – renderam pontos importantes, que ela não conseguiu defender em 2025.

O próximo desafio de Bia será o WTA 1000 de Pequim, na China, a partir da próxima quarta-feira (24). Em 2024, ela foi eliminada na terceira rodada pela norte-americana Madison Keys.

Flamengo enfrenta Estudiantes pela Libertadores no Maracanã

Palmeiras supera pressão e derrota River no Monumental de Núñez

Seleção masculina cai para a 6ª posição do ranking de seleções da Fifa

A Espanha tomou da Argentina a liderança do ranking de seleções masculinas de futebol da Fifa (Federação Internacional de Futebol). A equipe comandada pelo técnico Lionel Scaloni caiu para a terceira posição da lista, enquanto a França assumiu a vice-liderança. Já o Brasil caiu para a sexta posição da classificação.

A queda da seleção brasileira foi influenciada pelo tropeço nas Eliminatórias Sul-Americanas diante da Bolívia, por 1 a 0 nos 4.150 metros de altitude da cidade de El Alto. Com este resultado o time comandado pelo técnico italiano Carlo Ancelotti fechou a participação na competição na 5ª colocação com 28 pontos.

Já a ascensão do time espanhol é explicada pelo bom início de campanha nas Eliminatórias da Europa para a Copa do Mundo de 2026, com as vitórias fora de casa sobre a Bulgária (pelo placar de 3 a 0) e sobre a Turquia (com uma goleada de 6 a 0).

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Os dez primeiros colocados do ranking de seleções masculinas de futebol da Fifa é formado por: Espanha, França, Argentina, Inglaterra, Portugal, Brasil, Holanda, Bélgica, Croácia e Itália.

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Flamengo estreia no Mundial de Clubes com derrota

O Flamengo foi derrotado por 93 a 91 pela NBA G League United (Estados Unidos), na manhã desta quinta-feira (18) em Singapura, em sua estreia na Copa Intercontinental de Clubes da Fiba (Federação Internacional de Basquete).

Os destaques do Rubro-Negro na partida foram o ala Gui Deodato, que somou 20 pontos, e ala-armador norte-americano Shaq Johnson, que também alcançou a marca de 20 pontos.

Ainda com chances de classificação para a final do Mundial de Singapura, o Flamengo votla a entrar em ação pela competição a partir das 6h (horário de Brasília) da próxima sexta-feira (19), oportunidade na qual medirá forças com o Illawarra Hawks (Austrália).

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Flamengo enfrenta Estudiantes pela Libertadores no Maracanã

O Flamengo inicia a disputa por um lugar nas semifinais da Copa Libertadores da América. O clube brasileiro enfrenta o Estudiantes de La Plata (Argentina), nesta quinta-feira (18), a partir das 21h30 (horário de Brasília), no estádio do Maracanã. O confronto contará com transmissão ao vivo da Rádio Nacional.

O Rubro-Negro da Gávea vive grande momento. Não perde há 9 jogos, desde a derrota por 1 a 0, em 31 de julho, no primeiro jogo das oitavas da Copa do Brasil, no próprio Maracanã para o Atlético-MG. De lá para cá, o Flamengo soma sete vitórias e dois empates. O último triunfo foi em Caxias do Sul-RS, por 2 a 0, contra o Juventude, pelo Campeonato Brasileiro, competição liderada pelo Rubro-Negro.

“Quartas da Libertadores, depois de uma temporada incrível como estamos fazendo. Claro que é o jogo mais importante do ano”, destacou Filipe Luís sobre o confronto desta quinta-feira.

Para este confronto, o Rubro-Negro deve contar com o retorno de Bruno Henrique, mas o atacante deve começar a partida no banco. Já os recuperados Varela e Jorginho devem começar como titulares.

Desta forma, a provável escalação do Flamengo para enfrentar o Estudiantes é: Rossi; Varela, Léo Ortiz, Léo Pereira e Ayrton Lucas; Saúl, Jorginho e Arrascaeta; Plata, Pedro e Samuel Lino.

Transmissão da Rádio Nacional

A Rádio Nacional transmite Flamengo e Estudiantes com a narração de André Marques, comentários de Rodrigo Ricardo e reportagem de Rachel Motta. Você acompanha o Show de Bola Nacional aqui: