Hospital Salgado Filho promove campanha de doação de sangue nesta terça-feira – Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro – prefeitura.rio

A doação de sangue de uma pessoa pode salvar até quatro vidas – Arquivo/Prefeitura do Rio

O Hospital Municipal Salgado Filho (HMSF), no Méier, promove na próxima terça-feira (05/03), das 9h às 15h, campanha de doação de sangue. Essa é uma parceria entre a unidade e o Hemorio, responsável por fornecer hemoderivados para mais de 200 hospitais da rede pública do Rio de Janeiro, principalmente para emergências. A ação acontecerá no hall da entrada da emergência. Doar sangue é seguro e salva vidas. Depois da coleta, os componentes sanguíneos são separados e quatro pessoas podem ser beneficiadas. Em 24 horas após a doação, o organismo do doador começa a recompor algumas substâncias que foram retiradas, de forma que a coleta seguinte pode ser feita após oito semanas para homens e 12 para mulheres, pois o sangue já estará com os componentes reconstituídos.

Para ser um doador de sangue é necessário apresentar documento oficial de identidade com foto; ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 devem estar com autorização do responsável); estar bem de saúde; e pesar mais de 50 kg. Não precisa estar de jejum. Mas é recomendado que a pessoa não tenha ingerido comida gordurosa nas últimas quatro horas. Outro fator importante é estar descansado. E em 30 dias o voluntário pode pegar o resultado dos exames laboratoriais feitos com uma pequena amostra sanguínea retirada da doação.

Pessoas que fizeram tatuagem ou colocaram piercings devem aguardar seis meses para fazer a doação. Quem teve covid-19 recentemente precisa aguardar dez dias após a recuperação.

SERVIÇO:

Doação de sangue no Hospital Municipal Salgado Filho

Data: terça-feira, 5 de março

Hora: das 9h às 15h

Local: Hall da entrada da emergência

Endereço: Rua Arquias Cordeiro 370, Méier

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Restauração de áreas degradadas no semiárido promove ‘volta’ de microrganismos do solo

Os pesquisadores fizeram uma revisão de 18 estudos desenvolvidos no semiárido, concentrado na Caatinga

Estratégias aplicadas na restauração de áreas degradadas têm mostrado resultados promissores em terras do semiárido brasileiro, melhorando também as propriedades microbianas do solo e contribuindo para a volta de serviços ecossistêmicos nativos. Entre essas técnicas estão a retirada ou a restrição do acesso de gado a determinadas regiões de pasto; o cultivo de espécies para cobertura vegetal e a adoção de terracing, um procedimento que modifica a topografia em encostas ou inclinações para controlar a erosão.

Com a recuperação das propriedades microbianas do solo, além do importante papel de manutenção da biodiversidade, a produtividade melhora, contribuindo com uma produção agropecuária sustentável. Esses são os resultados apontados em pesquisa publicada no Journal of Environmental Management por um grupo de cientistas da Universidade de São Paulo (USP) e das Federais do Piauí (UFPI), do Ceará (UFC) e do Agreste de Pernambuco (Ufape). Os pesquisadores fizeram uma revisão de 18 estudos desenvolvidos no semiárido, concentrado na Caatinga.

No Brasil, 16% do território é suscetível à desertificação. São mais de 1.400 municípios (de um total de 5.570), distribuídos nos nove estados da região Nordeste. Englobam cerca de 35 milhões de brasileiros.

Além disso, a biodiversidade da Caatinga é variada, composta de quase 600 espécies de aves, 240 de peixes, mais de 170 de mamíferos, entre outras. No bioma, os agricultores familiares estão entre os mais expostos ao risco climático, e os municípios onde eles se concentram registraram perdas de produção nas últimas três décadas.

Segundo estudo do Climate Policy Initiative da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (CPI/PUC-Rio), o aumento da seca na Caatinga provoca uma queda maior na produtividade do feijão (16%) e do milho (35%), por exemplo, em comparação aos demais biomas (6% e 16%, respectivamente). No caso da pecuária, a queda de 9% na produtividade na região se contrapõe ao aumento de 1% nos outros biomas.

“Buscamos entender o microbioma e suas funções para, a partir daí, enxergar ferramentas que auxiliem a recuperação de áreas degradadas no semiárido. Vimos que as técnicas de restauração têm feito com que a biodiversidade microbiana volte e, consequentemente, haja a retomada de funções e serviços ecossistêmicos mais similares ao que eram naturalmente”, explica  o professor Lucas William Mendes, do Centro de Energia Nuclear na Agricultura (Cena-USP).

Um dos autores do artigo, Mendes recebe apoio da Fapesp por meio de dois projetos (19/16043-7 e 20/12890-4).

Para entender

O microbioma é a coleção de todos os microrganismos, seus materiais genéticos, funções e relação com o ambiente. Inclui bactérias, fungos, arqueias, protistas e vírus encontrados no solo. Desempenha importante papel na ciclagem de nutrientes, na decomposição de matéria orgânica, além de estar ligado à emissão de gases de efeito estufa e correlacionado com a saúde do solo, refletindo, assim, nas plantas.

Alguns microrganismos envolvidos na formação e estabilização de matéria orgânica rica em carbono contribuem para o sequestro do gás e ajudam a mitigar os efeitos das mudanças climáticas. “Compreendendo como alguns microrganismos vivem e contribuem para o crescimento de plantas em área seca, é possível descobrir novos inoculantes visando o desenvolvimento de vegetação nessas regiões”, afirma Mendes.

Por isso, entender como as técnicas de restauração mexem com o microbioma permite não só compreender como está a qualidade da terra, mas também reduzir o uso de insumos artificiais e melhorar a agricultura por meio do potencial biotecnológico.

A produção agropecuária sustentável vem ganhando cada vez mais destaque e, neste ano, é um dos focos do grupo de trabalho que vai tratar de questões ligadas aos sistemas agrícolas no G20. Formado pelas 19 maiores economias do mundo mais a União Africana e a União Europeia, o G20 está sob a presidência do Brasil desde o final do ano passado, e a Cúpula de Líderes será realizada em novembro, no Rio de Janeiro.

Para os professores Erika Valente de Medeiros e Diogo Paes da Costa, da Ufape e autores do artigo, as pesquisas podem fornecer subsídios para orientar a formulação de políticas públicas direcionadas ao desenvolvimento sustentável e à mitigação dos impactos da desertificação. “Essas iniciativas são fundamentais, especialmente ao incorporar o conceito de saúde global, que reconhece a interdependência entre a saúde dos ecossistemas, a diversidade microbiana do solo e o bem-estar humano”, complementa Medeiros.

Impactos

No artigo, os pesquisadores mostraram que a desertificação no semiárido brasileiro é influenciada por fatores naturais – baixa pluviosidade da região, as altas taxas de evaporação e os solos frágeis – e atividades humanas insustentáveis – como a criação de gado ou uso para agricultura sem o manejo adequado. “O estudo é importante porque mostra o efeito negativo da desertificação e indica práticas efetivas de restauração para recuperação da diversidade microbiana no solo”, avalia o engenheiro agrônomo Ademir Sérgio Ferreira de Araújo, primeiro autor do artigo e professor na UFPI.

Adotando técnicas moleculares, como metagenômica e metatranscriptômica, foi possível fazer o monitoramento e a avaliação dos impactos dos esforços de restauração para o microbioma do solo.

Nas áreas em que houve a cobertura com nova vegetação, foram usados o cânhamo (Crotalaria juncea) e o capim-mombaça (Panicum maximum) – planta de origem africana, disseminada nas regiões tropicais e subtropicais, com alta produtividade de massa verde por hectare e elevado teor de proteína bruta, o que o torna um alimento de qualidade para o gado. “Com cobertura das plantas, que muda a química do solo, conseguimos ver que há melhora na pastagem da região, podendo ampliar a quantidade de cabeças de gado por hectare, aumentando a produtividade”, diz Mendes.

Já as áreas de terracing ajudaram a controlar a erosão, conservar a água e facilitar a agricultura. “É importante lembrar que a restauração das propriedades microbianas do solo é um processo complexo e demorado, exigindo compromisso e monitoramento de longo prazo. Daí a importância de cada vez mais estudos nesta área”, completa.

O pesquisador também é um dos autores de outro trabalho publicado em janeiro na revista Plant and Soil, que destaca a necessidade de adoção de técnicas de restauração de ecossistemas que integrem abordagens biológicas com variáveis ambientais – propriedades de ecossistemas, condições climáticas e tipos de solo.

Liderado pelo pesquisador Brajesh Singh, da Western Sydney University (Austrália), e com olhar global, o estudo propõe que, para apoiar essa abordagem, haja a integração de novas ferramentas computacionais e de satélite com potencial para facilitar a implementação da gestão, do monitoramento e da restauração de ecossistemas.

Parceria

O professor Arthur Prudêncio de Araújo Pereira, da UFC, destaca que os próximos passos serão desenvolvidos por meio do projeto Caatinga Microbiome Initiative (CMI), uma iniciativa interinstitucional, criada em 2022, que envolve mais de 20 professores e pesquisadores do Brasil e do exterior, com o objetivo de estudar o microbioma da Caatinga e sua relação com a saúde do solo.

“Conhecemos muito pouco sobre o papel do microbioma de solos da Caatinga, principalmente em áreas em desertificação. Por isso a importância da condução de experimentos no âmbito do projeto.”

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Agência Minas Gerais | Minas recebe comitiva chinesa para troca de experiências sobre meio ambiente e desenvolvimento sustentável

Dirigentes do Sistema Estadual de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Sisema) receberam, nesta sexta-feira (1/3), uma comitiva da Província de Jiangsu, na China, para uma troca de experiências sobre temas ligados ao meio ambiente e ao desenvolvimento sustentável. O encontro foi realizado no Parque Estadual da Serra do Rola-Moça, em Belo Horizonte, onde o grupo assistiu a diversas palestras com iniciativas do Governo de Minas que contribuem para a preservação de áreas verdes e melhoria da qualidade do ar.

O secretário de Estado Adjunto de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Leonardo Rodrigues, pontuou que as questões ambientais ultrapassam fronteiras e que a missão de minimizar os danos por efeitos climáticos severos deve ser compartilhada entre cidades, estados e países. O secretário lembrou ainda do estabelecimento de relações de regiões irmãs entre o Estado de Minas Gerais e o Governo de Jiangsu.

“Como testemunha da parceria de Minas Gerais e da China há 27 anos no desenvolvimento de energia, eu tenho certeza que caminhamos agora para uma parceria de desenvolvimento sustentável e de uma busca por soluções que possam minimizar os danos climáticos. As questões ambientais ultrapassam as fronteiras terrestres”, afirmou Leonardo.

Já o diretor-geral do Instituto Estadual de Florestas (IEF), Breno Lasmar, ressaltou que o Parque Estadual da Serra do Rola-Moça é uma área de preservação inserida dentro de um espaço urbano, reforçando a importância de se ter locais com rica presença de flora e fauna próximos a grandes centros. “Isso proporciona uma qualidade de vida superior para que a gente quebre um pouco essa ‘floresta de cimento’ que nós temos nas cidades”, disse.

O presidente da Fundação Estadual do Meio Ambiente (Feam), Rodrigo Franco, enfatizou o desejo de o Sisema estreitar ainda mais as relações com a Província de Jiangsu para que possam, juntos, proporcionar desenvolvimento. “É prioridade para nós criar um ambiente favorável para investimentos e desenvolvimento sustentável em nosso estado”.

O diretor de Atração de Investimentos da Agência de Promoção de Investimento e Comércio Exterior de Minas Gerais (Invest Minas), Leandro Andrade, também presente no evento, ressaltou que a parceria entre Minas Gerais e Jiangsu vem aumentando, citando como exemplo a instalação da empresa chinesa XCMG (Xuzhou Construction Machinery Group Co. Ltd.) em Pouso Alegre, e o esforço do estado para atrair investimentos verdes e sustentáveis.

“Hoje vocês terão a oportunidade de conhecer o que o Governo de Minas tem feito para cuidar ainda mais e preservar o meio ambiente e, sobretudo, superar desafios, resolver problemas com inteligência e criatividade, para que o nosso estado seja cada vez mais um estado melhor para se investir e se viver”, salientou.

Representando a comitiva de Jiangsu, o vice-diretor geral do Departamento Provincial de Ecologia e Meio Ambiente, Qian Jiang, não escondeu o encanto ao chegar em Minas Gerais e se deparar com diversas áreas verdes pelo estado. Qian relatou os desafios enfrentados em Jiangsu e disse se inspirar no Brasil para resolver as questões pendentes na Província.

“É um prazer estar no lindo estado de Minas Gerais. Estamos gostando muito e estamos surpresos de chegar nesse parque e ser um lugar tão verde. Trabalhamos no mesmo plano, criando um mundo mais verde para a nossa civilização”.

Palestras

Quem abriu o ciclo de palestras foi o gerente de Monitoramento Territorial e Geoprocessamento do IEF, Bruno Porto. Ele apresentou o projeto “Monitoramento Contínuo da Cobertura Vegetal”, que faz o levantamento das áreas do desmatamento no estado a partir de imagens de satélite. O objetivo principal é alimentar a base de dados da fiscalização da Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), avisando, ainda, de desmates feitos de forma irregular, sem autorização dos órgãos competentes.

Em seguida, a diretora de Qualidade e Monitoramento Ambiental da Semad, Priscila Koch, falou sobre monitoramento da qualidade do ar e controle de emissões. Ela citou a construção do plano de controle de emissões atmosféricas e quais foram os caminhos utilizados para a construção do documento. Priscila mostrou o exemplo que foi constatado na cidade de Betim, onde foi feito o inventário completo daquela região, com a identificação dos principais contribuintes para as emissões na cidade e o respectivo cálculo de metas de redução das emissões.

Por fim, a gerente de Recuperação de Áreas de Mineração da Feam, Patrícia Fernandes, falou sobre a recuperação ambiental das áreas de mineração. Ela apresentou o acompanhamento que a Feam realiza das minas paralisadas, bem como dos processos administrativos de fechamento de mina e da gestão das minas abandonadas.

Patrícia também apresentou o cadastro de minas abandonadas, que é um instrumento de gestão e publicização que a Feam tem para a sociedade. Além disso, a gerente mostrou números, como quantitativo de processos administrativos que estão sob análise da Feam atualmente, bem como estatísticas sobre acompanhamento de recuperação ambiental.

 

Sem deixar ninguém para trás, 3º MS em Ação leva sorrisos, cidadania, justiça e direitos a indígenas de Paranhos

Quando cidadania, segurança pública e dezenas de parceiros dão as mãos, sorrisos, garantia de direitos e justiça são construídos do outro lado. Neste sábado e domingo, o Governo do Estado de Mato Grosso do Sul está presente em Paranhos para atender às seis comunidades indígenas da região: Paraguassu, Pirajui, Potrero Guassu, Arroio Cora, Sete Cerros e Ypoi.

A estimativa é de atender, ao longo dos dois dias, seis mil pessoas, trazendo para a porta delas serviços “da cidade” que muitas vezes ficam a mais de 60 quilômetros de distância das aldeias.

Garantia de direitos começa na “existência” de cada pessoa perante o Estado na expedição de documentos e acesso à justiça

“Vocês estarem aqui hoje, trazendo e levando nossa demanda para o Governo do Estado, eu só tenho a agradecer em nome das seis aldeias que estão aqui. A gente precisa trazer mais perto de nós os serviços, essa parte de documentação, e tudo mais. Fico muito feliz”, descreve a liderança indígena da Paraguassu, Ubaldo Fernandes.

O ponto de encontro da garantia de direitos é a Escola Municipal Indígena Pancho Romero, a pouco mais de 20 quilômetros de Paranhos. As salas de aula, o pátio e até a quadra se transformam em palcos para a ação social com serviços gratuitos como: Carteira de Identidade, CPF, título de eleitor e carteira de trabalho, benefícios do INSS, atendimentos na defensoria pública, consultas médicas com clínicos gerais e especialistas, dentistas e ainda a Justiça Itinerante com a missão de casar ou divorciar no papel.

Ônibus buscaram a população indígena nas aldeias ao redor e ao chegar, cada um foi recepcionado com um café da manhã

“Pra mim, a proporção do que está acontecendo hoje é inédito pelo tamanho do atendimento. A nossa população, a nossa comunidade só tem a agradecer por todos os envolvidos nessa ação, na qual o objetivo é atender o nosso público”, ressalta o prefeito de Paranhos, Donizete Viaro

Indígena guarani, Livrada Aranda conta que já tentou ir à cidade fazer o RG da filha Camila, de 11 anos, mas não conseguiu. “E eu tenho que ir de carona, fica difícil pra ir na cidade, porque a gente mora longe”, explica. Com os documentos próprios em uma pasta transparente, a mãe fala que um ônibus foi até a comunidade Ypoi, onde ela vive com a família, para levá-las à ação.

Camila Aranda, de 11 anos, da aldeia Ypoi sendo vacinada contra a dengue

“Aí eu vim aproveitar para fazer a identidade dela, e aproveitar para vacinar”, completa. Camila foi uma das crianças imunizadas contra a dengue durante o MS em Ação. 

“Sim”

Depois de 14 anos juntos, Lauriete e Silvio agora tem mais uma data de casamento, o dia da oficialização no papel

Juntos há 14 anos, desde que Silvio Villalva apareceu na comunidade de Lauriete Lopes, o sábado foi de enfim se casarem no papel. A aliança eles já usavam, faltava mesmo estar regularizado na justiça. “A gente procurou aqui e deu tudo certo”, diz a noiva, de 31 anos.

Além do dia 13 de setembro, data em que eles comemoram a união, agora o casal também tem o dia 2 de março guardado na memória. “O que muda com o papel? Acho que muda tudo, porque agora é pra sempre”, resume Lauriete.

Para o secretário executivo de Segurança Pública, coronel Wagner Ferreira da Silva, o MS em Ação nasceu das necessidades das comunidades. O programa estreou ano passado, em Dourados, teve a segunda edição em Amambai e agora passa por Paranhos.

O trabalho que antecede a ação começa três meses antes, com a preparação e as reuniões com os diversos parceiros. “É uma união de esforços coordenada pelo Governo do Estado de Mato Grosso do Sul e que traz um aprendizado muito grande com as instituições, porque são diversas culturas e organizações diferentes, além do aprendizado com a comunidade, como eles se organizam, se estruturam e como tem muito a nos ensinar. Nós viemos achando que vamos ofertar alguma coisa, mas somos nós que saímos carregando diversos conhecimentos”, ressalta. 

Secretária de Estado da Cidadania, Viviane Luiza resume que estar, levando tantos serviços às comunidades indígenas é a materialização da cidadania. “Garantia de direitos, igualdade, promoção de justiça, aqui junto com todos estes parceiros nós estamos trazendo o Governo do Estado para perto das populações mais distantes das cidades. Como o governador Eduardo Riedel sempre diz: ‘sem deixar ninguém para trás’”.

São parceiros do Governo do Estado na realização do MS em Ação: Segurança e Cidadania, além de Prefeitura de Paranhos, Secretaria de Estado de Saúde, Coordenadoria Estadual de Polícia Comunitária, Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, Defensoria Pública Estadual, TRE (Tribunal Regional Eleitoral), Sindicato Rural de Paranhos, Adepol (Associação dos Delegados de Mato Grosso do Sul), ABO/MS (Associação Brasileira de Odontologia), Fareff (Faculdade Referencial de Odontologia), Receita Federal, INSS, Sesc, Senai, Senac, Senar, Fundesporte, Fundação de Cultura de Mato Grosso do Sul, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Rodoviária Federal, Corpo de Bombeiros Militar, Fecomércio, Instituto de Identificação, Câmara de Vereadores de Paranhos, Secretarias Municipal de Saúde e de Educação de Paranhos, Funtrab, Coordeandoria-Geral de Policiamento Aéreo da Sejusp.

Paula Maciulevicius, Comunicação SEC
Fotos: Álvaro Rezende

Operação conjunta municipal apura denúncias de perturbação do sossego e outras irregularidades em nove pontos de Sorocaba

 
Durante a noite de sábado (2) até a madrugada deste domingo (3), agentes do Setor de Fiscalização de Posturas, ligado à Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano (Seplan) da Prefeitura de Sorocaba, com o apoio da Guarda Civil Municipal (GCM), ligado à Secretaria de Segurança Urbana (Sesu), realizaram operação conjunta, com o intuito de verificar denúncias de perturbação do sossego e outras irregularidades, em nove pontos da cidade.
 
A ação contemplou diferentes bairros do município, como Jardim Monterrey, Wanel Ville, Júlio de Mesquita Filho, Jardim São Paulo, Vila Barão, Jardim Abaeté e Vila Jardini.
Dos nove estabelecimentos vistoriados, quatro estavam fechados no momento da fiscalização; um não apresentou irregularidade; dois foram notificados por falta de alvará de funcionamento; um foi notificado por atividade geradora de poluição sonora; e outro foi notificado por falta de alvará de funcionamento e por atividade geradora de poluição sonora e multado por obstrução de calçada.
A Secretaria de Segurança Urbana e as autoridades policiais contam, sempre, com o apoio da população, para que as acione e envie informações, em caso de constatação de perturbação do sossego, eventos clandestinos ou outras irregularidades. O contato pode ser feito pelos telefones: 153 (GCM) e 190 (Polícia Militar).

Programa Nascer inicia fase de apresentações regionais de ideias inovadoras

Entre as equipes que participam dos pitchs, está a da Repescar, que transforma redes de pesca abandonadas em bolsas – Foto: Brucks e Divulgação

A ideia de ressignificar redes de pesca abandonadas em praias e ilhas de Florianópolis e transformá-las em bolsas levou a empresária Daniella Kolb a buscar apoio no Programa Nascer, que apoia o desenvolvimento de ideias inovadoras e ajuda a criar produtos, serviços ou processos, por meio de consultorias, mentorias e outras formas de qualificação. O objetivo é incorporar tecnologias aos setores estratégicos das diferentes regiões do estado, consolidando o ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação em Santa Catarina.

O Nascer é uma iniciativa é do Governo de Santa Catarina, por meio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Inovação (SCTI-SC) e da Fapesc, em parceria com o Sebrae-SC.

O projeto Repescar, idealizado por Daniella e desenvolvido com a parceria de Andréa Naime, participa da quarta edição do programa, que a partir desta segunda-feira, 4, às 19 horas, dará início aos pitchs regionais. As apresentações encerram no dia 23 de março de 2024 e vão totalizar 17 eventos nos municípios polos: São Miguel do Oeste, Chapecó, Xanxerê, Concórdia, Joaçaba, Videira, Blumenau, Jaraguá do Sul, Brusque, Florianópolis, São José, Araranguá, Rio do Sul, Itajaí, Joinville, além da Turma Extra Virtual e Turma Virtual.

Atualmente, 187 projetos participam do Nascer, envolvendo 354 pessoas. Dos 187 projetos, 49% são liderados por homens e 51% por mulheres como Daniella, que teve, no período de pandemia, a vontade de fazer algo diferente. Proprietária de uma marca de bolsas, ela conta que estava andando pela praia quando, literalmente, tropeçou em uma rede de pesca abandonada e teve uma ideia. “Em um período muito complexo da vida e do meu negócio, acabei tropeçando em uma rede de pesca e levei para casa para tentar fazer uma bolsa com ela. Procurei na internet para ver se encontrava alguém que reutilizava redes de pesca para fazer bolsas e não encontrei. Pensei então em fazer bolsas que envolveriam elementos da cultura local, como a pesca e a renda de bilro. Assim nasceu a ideia do Repescar, um projeto que pretende valorizar a nossa cultura e gerar renda”, afirma.

Segundo a empreendedora, os dados de poluição no mar são impactantes: de acordo com pesquisa da Organização das Nações Unidas (ONU), até 2050 teremos mais lixo  que peixe no mar. “Isso é assustador! Comecei a pesquisar muito sobre o assunto e vi que precisava de ajuda. Montei uma equipe com mergulhadores profissionais e pescadores para fazer a busca pelas redes, indo das ilhas para a costa. Também buscamos na areia, fazemos uma triagem, separamos as redes de poliamida (nylon) e encaminhamos para uma empresa que transforma em micropartículas granuladas, que servirão de matéria prima para utensílios domésticos. Já as redes de polietileno são separadas para a reutilização em bolsas feitas por esposas de pescadores, esponjas e outros produtos”, conta.

Daniella enfatiza que o projeto Repescar amadureceu muito após a participação no Programa Nascer. “Antes pensávamos de um jeito e ao longo dos encontros, fomos modificando nossa visão de negócio. Acredito que 80% do projeto mudou depois que entramos no Nascer. Conhecemos pessoas, trocamos experiências e aprendemos muito com as consultorias e mentorias”.

Super Pitch Day

Após a fase dos pitchs regionais, as 17 melhores propostas desenvolvidas ao longo do Programa Nascer 4, que devem estar inscritas até dia 25 de março no edital 01/2024 – De Credenciamento de Proponentes do Programa Nascer de Pré-incubação de Ideias Inovadoras para Participação no Super Pitch Day Fapesc/SCTI/Sebrae, participarão do um evento inédito, o Super Pitch Day. As ideias inovadoras poderão receber um total de até R$ 470 mil em subvenção econômica para alavancar os projetos. Os recursos serão repassados pelo Governo do Estado, por meio da Fapesc. O Super Pitch Day está previsto para abril, em Florianópolis.

Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc)
Milena Nandi / milena.nandi@fapesc.sc.gov.br
Telefone: (49) 98878-7828

São José terá voos diretos para Salvador nas férias de julho

José Roberto Amaral


Secretaria de Inovação e Desenvolvimento Econômico

O aeroporto Prof. Urbano Stumpf, de São José dos Campos, vai oferecer voos diretos para Salvador (BA) no mês de julho, no período de férias escolares.

As passagens começam ser vendidas nos canais oficiais da GOL Linhas Aéreas, responsável pela operação, a partir de 15 de março. Os bilhetes também poderão ser adquiridos em agências de viagem.

Para os voos a Salvador serão utilizadas as aeronaves Boeing 737-800, com capacidade para 186 passageiros.

De acordo com a SJK Airport, concessionária que administra o aeroporto de São José, a operação para a capital baiana funcionará entre os dias 2 de julho e 4 de agosto.

Os voos para Salvador partirão do SJK Airport às terças, quintas e sábados, às 23h40, chegando à Bahia por volta da 1h50. No sentido contrário, partirão às quartas, sextas e domingos às 3h30, chegando em São José dos Campos por volta das 5h45.

Retomada 

A partir de 27 de março, o aeroporto de São José irá retomar a operações comerciais de transporte de passageiros com voos diretos, ida e volta, entre o SJK Airport e o RIOgaleão, no Rio de Janeiro.

Os voos, que também serão operados pela GOL Linhas Aéreas, partirão do aeroporto de São José às segundas, quintas e aos sábados, às 6h20, aterrissando no Rio de Janeiro às 7h25.

Cerca de 40 minutos depois, será possível fazer a conexão para 12 destinos diferentes no Brasil. São eles: Salvador, Fortaleza, Recife, Natal, Maceió, Aracaju, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis, Navegantes (SC), Vitória e Belo Horizonte.

As passagens já estão sendo vendidas pelo canais da companhia aérea e pelas agências de viagens.

Concessão

A administração do aeroporto está concedida à empresa SJK Airport desde novembro de 2023 por um período de 30 anos. A previsão é que sejam investidos até R$ 130 milhões no terminal.

A iniciativa faz parte do Plano de Gestão 2021-2024 e integra o PPI (Programa de Parcerias de Investimentos). O objetivo é dinamizar o uso do terminal, com a retomada e ampliação de voos regulares de carga e passageiros.

 


MAIS NOTÍCIAS

Secretaria de Inovação e Desenvolvimento Econômico

Alunos realizam aula prática no encerramento do Curso de Operador de Máquinas Pesadas

A Prefeitura de João Pessoa, através da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (Sedest), em parceria com a Qualifica Cursos, concluiu, neste domingo (3), o Curso de Operador de Máquinas Pesadas, na área do antigo Aeroclube, no bairro do Bessa, atividade gratuita que compõe as ações do programa ‘Eu Posso Aprender’, da Sedest. A entrega dos certificados será em uma solenidade nesta segunda-feira (4), às 19h, na Faculdade Maurício de Nassau.    

Luiz Ramalho, chefe de Transportes da Secretaria de Infraestrutura (Seinfra), contou que, além dos servidores da Prefeitura, foram abertas vagas para o público em geral. Ele explicou que a Prefeitura contribuiu com os equipamentos.  

“Foram utilizados, nos testes, cinco tipos de máquinas para qualificar os alunos, sendo duas empilhadeiras da Secretaria de Educação (Sedec); duas retroescavadeiras e uma retroescavadeira com martelete, uma escavadeira hidráulica, duas motoniveladoras da Seinfra; a Secretaria de Meio Ambiente (Semam) ajudou com um trator de arado e a escavadeira bobcat”. As aulas práticas aconteceram neste sábado (2) e domingo (3). Durante a semana, os alunos tiveram três dias de aulas teóricas, das 19h às 22h.  

André Dias, coordenador de Projetos da Qualifica Cursos, observou que houve um pico de quase mil inscritos. Entre sala de aula e alunos online foram 480 e, finalizando o curso, em torno de 400, já que alguns desistiram.   Ele explicou que a formação é voltada exclusivamente para preparar o aluno para o mercado de trabalho, com todos os procedimentos como se o aluno estivesse participando de um processo de seleção. A intenção, segundo Dias, é transferir os conhecimentos necessários, desde uma operação mais simples com equipamento na parte teórica e segurança do trabalho, e a parte prática, de forma gratuita.  

“O aluno paga apenas a emissão da certificação com uma carteirinha que vai possibilitar a ele comprovar nas empresas que realmente fez o curso, cumpriu a carga horária e hoje é um operador profissional nível básico”, ressaltou. Atualmente, o Curso de Operador de Máquinas Pesadas custa entre R$ 800 e R$ 2 mil, dependendo do equipamento para o qual o interessado vai se qualificar.  

O instrutor da Qualifica Cursos, Venceslau da Silva, destacou que os alunos estavam bastante interessados e dedicados ao curso. “Foram dois dias de aulas práticas e todo mundo participando, querendo aprender. Em resumo, aprenderam a operar máquinas como empilhadeira, retroescavadeira, escavadeira hidráulica, motoniveladora. Por onde passamos, o pessoal fica satisfeito”, acrescentou.  

Alunos – Na aula prática deste domingo (3), os alunos estavam ansiosos para operar os equipamentos. Heverton Marques é motorista da Seinfra e foi um dos primeiros a participar. “Tive a oportunidade de fazer esse curso, com várias máquinas pesadas, que a Prefeitura está proporcionando para a gente ter a chance de se qualificar mais ainda no mercado de trabalho. Cada máquina dessa é uma profissão e uma porta que se abre lá na frente. Eu não teria condições de pagar”.  

Antônio Josildo da Silva Santos é servidor da Prefeitura e agradeceu pela oportunidade. “Sou borracheiro na Prefeitura de João Pessoa e vim buscar qualificação. Esse curso é uma maravilha, uma oportunidade para a gente crescer na vida. É difícil, mas aprendi”.  

O vigilante Josivaldo Pereira soube do curso e, assim que começou o período de inscrição, fez a sua. “Participei das aulas teóricas e hoje é a prática. Estou achando muito bacana. É uma oportunidade de entrar no mercado de trabalho. Desde criança tinha vontade de dirigir um trator desse e hoje estou aqui. Já passei pela empilhadeira e estou indo para a retroescavadeira”, disse, na manhã deste domingo.  

A profissão que, normalmente, é desempenhada por homens, chamou a atenção da estudante Maria Dilma Martins, que estava ansiosa antes de assumir o comando de uma empilhadeira. Ela contou que era um sonho dirigir uma máquina que, normalmente, só os homens operam. “Mulher também pode dirigir máquinas pesadas. Sempre achei bonito e não se vê mulheres nessa área. Me interessei pelo curso e acho muito importante. Uma oportunidade imperdível”, elogiou.  

Fernando Oliveira Peixoto é do município de Cuitegi e trabalha como motorista em sua cidade. Ele relatou que nunca teve a oportunidade de participar de um curso tão completo. “Eu soube através do meu genro e ele conseguiu me inscrever. Vim participar porque é um curso muito importante. Fiz quatro máquinas, escavadeira hidráulica, empilhadeira, retroescavadeira e niveladora. É um curso que tem o patrocínio da Prefeitura daqui de João Pessoa, através do prefeito Cícero Lucena, e é uma boa ação que ele está fazendo. Nós, que lutamos pelo pão de cada dia, só temos a ganhar. Estou me sentindo realizado”, concluiu.    

Obras no Hospital Geral de Nova Iguaçu avançam sem interromper atendimentos

Obras no Hospital Geral de Nova Iguaçu avançam sem interromper atendimentos




Uma das principais referências em saúde da Baixada Fluminense, o Hospital Geral de Nova Iguaçu (HGNI) está conciliando seu funcionamento sem interrupção de atendimentos com a execução de obras. Nesta semana, a unidade iniciou a colocação dos novos pisos nos acessos às enfermarias, que também estão recebendo serviços de manutenção preventiva e corretiva. O HGNI precisou adequar novos espaços para acomodar pacientes, sem afetar a assistência prestada.

Atualmente, quatro enfermarias estão passando por obras simultaneamente. Após a conclusão dos trabalhos, elas serão reabertas para que outras quatro possam entrar em manutenção. A expectativa é que todas as 40 enfermarias, que já foram reformadas pela Prefeitura de Nova Iguaçu, passem por serviços de manutenção e adequação que já estavam previstos, como pintura, troca de luminárias, ajustes elétricos, de refrigeração e nos banheiros. Além disso, a colocação dos pisos, que também ocorre em outras áreas, vai melhorar a acessibilidade em diversos setores do hospital.

“A melhoria da infraestrutura do hospital é um compromisso que a Prefeitura assumiu com a população. Foi necessário um planejamento para execução dos serviços que estão acontecendo sem afetar a assistência. Vamos entregar essas obras o mais rápido possível, com o mínimo de transtorno para os pacientes e acompanhantes”, explica o secretário municipal de Saúde de Nova Iguaçu, Luiz Carlos Nobre Cavalcanti.

Além das áreas de enfermarias, o HGNI também está fazendo obras em outros setores. Na emergência que recebe as vítimas de traumas, está sendo construída uma sala de tomografia, que será a terceira da unidade, e vai atender especificamente aos pacientes vítimas de acidentes de trânsito, quedas, baleados e esfaqueados. As salas do centro cirúrgico também estão em obras de manutenção. Neste local, os serviços acontecem somente aos fins de semana. A rouparia, outros corredores e áreas administrativas também recebem melhorias.

As obras no HGNI estão sendo realizadas com cuidados para minimizar os impactos no funcionamento da unidade de saúde. Já foram concluídos os serviços nas 40 enfermarias adultas, em partes da emergência para adultos e crianças, na área de internação pediátrica, no Núcleo de Acolhimento ao Familiar (NAF), ambulatório e telhado. Outros setores que também estão passando por reformas são o Centro de Imagem e a Estação de Tratamento de Esgoto.

Maratona CiberEducação abre inscrições para programa de capacitação





Após conclusão das três etapas do programa de cibersegurança da empresa Cisco, participantes poderão concorrer a estágio e emprego



Formação em cibersegurança prepara para carreira em um dos mercados de trabalho mais aquecidos da atualidade

A Cisco Brasil, em parceria com o Centro Paula Souza (CPS), está com inscrições abertas para seu programa de capacitação em cibersegurança, o CiberEducação. Podem se inscrever estudantes das Escolas Técnicas (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs) estaduais, assim como pessoas que estejam cursando ou tenham completado os ensinos Médio, Técnico ou Superior, que tenham interesse em trabalhar no segmento de segurança cibernética.

Esta é a primeira vez que a fase inicial do programa, a Maratona CiberEducação, é disponibilizada na nova plataforma educacional da empresa, a Skills for All, por meio do curso de cibersegurança, Segurança de Endpoint, 100% online. Com 27h de duração, a capacitação vai ensinar processos de defesa e proteção de dispositivos conectados à rede, como smartphones, notebooks e tablets.

Os participantes que concluírem a Maratona CiberEducação poderão concorrer a 1,5 mil bolsas de estudo gratuitas para a segunda etapa do programa, de capacitação em cibersegurança. Nesta fase, os melhores alunos serão selecionados para a formação em CCNA-1 + Network Security. Na terceira e última fase, os estudantes poderão ter oportunidades de estágio ou emprego por meio do Centro de Integração Empresa Escola (Ciee) e de empresas parceiras da Cisco.

“É um passo importante para iniciar a formação em cibersegurança e se preparar para uma carreira em um dos mercados de trabalho mais aquecidos da atualidade”, avalia o agente de Formação Continuada do CPS, Ronan Zenatti.

O CPS é um dos maiores centros de suporte às academias da Cisco, com o treinamento de professores e estudantes de Etecs e Fatecs em redes de computadores, infraestrutura e segurança cibernética. A empresa também é um dos principais parceiros da instituição em cursos online de qualificação em cibersegurança. Em 2024, a parceria completa 11 anos.

Os interessados têm até dia 24 de março para se inscrever por meio dos links disponibilizados pelos polos abaixo:

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