Golpismo ! O PT preparando o seu discurso na oposição

Ruth de AquinoRuth de Aquino na Época:

“Há 16 anos, uma passeata em Brasília pediu “fora FHC”, e Lula disse: “Renúncia é um gesto de grandeza. Só um grande homem tem essa grandeza. Fernando Henrique não tem. Ele é orgulhoso e prepotente”. Ninguém chamou Lula de golpista ou nostálgico da ditadura. E FHC tinha um índice de aprovação mais alto do que o atual de Dilma. FHC plagiou Lula na semana passada. E foi uma comoção geral.”

Complementando o que ela escreveu, por que é golpe o impedimento da Dilma, e não é o de Eduardo Cunha? Se ambos cometeram crimes, e é baseado nisso que se pede o impeachment de Dilma, por que não pode ser retirada da presidência? Os argumentos se esgotaram para o PT, e seus posicionamentos lá e cá, ao sabor dos acontecimentos, lembram muito o samba do criolo doido.

O PT já sabe que cabe o impeachment, sabe que essa é uma possibilidade real e muito provável que ocorra e, infomam alguns jornalistas, até já foi aceito por Lula como a melhor saída para o partido. O PT já prepara o discurso de golpismo para ser utilizado quando for para a oposição.  Na falta, é o que sobrará.

 

Evo Morales contra as instituições … brasileiras

evo-morales-folha-de-cocaBom dia!!! Depois de muito tempo, não poderia deixar passar essa notícia. Evo Morales, investido de um poder que se imagina ter, ameaça intervir nas instituições brasileiras para impedir o impeachment de Dilma. Diz ele na matéria do Correio Braziliense: “Não vamos permitir golpes de Estado no Brasil e nem na América Latina. Vamos defender as democracias”.

É o rabo querendo abanar o cachorro.

Leia a matéria no Correio aqui

 

As opções de Zé Dirceu!!

Agosto chegou e José Dirceu foi preso. Restou a ele duas alternativas: uma ao modo Tommaso Buscetta, que delatou a  Cosa Nostra, a máfia siciliana, e ajudou a desmontá-la, e outra ao modo Getúlio Vargas. Desconfio que a valentia desse “guerreiro do povo brasileiro” fará a opção pela primeira alternativa.

 

Como as nações vão ao inferno

Marcos TroyjoComo as nações vão ao inferno – Folha de São Paulo
Marcos Troyjo
O crescente mal-estar com o estado de coisas no Brasil tem levado as pessoas a perguntar: “como termina essa crise?” “O Brasil sai dessa?” “Quando acaba esse inferno?”

No exterior, queixos caem com a velocidade da transição do hiperentusiasmo com o país ao atual desencantamento. Para os que comparam as nações por seus atributos de poder, prosperidade e prestígio, o Brasil deixou rapidamente o céu da euforia rumo ao inferno do desalento.

Nos anais da triste história mundial de malogros endógenos, o Brasil não está sozinho –tampouco figura entre os casos mais graves.

Apenas para ficar nos últimos cem anos, é fácil concluir que fracassos e desastres a acometer diferentes nações, em variadas escalas, resultam sobretudo da autossabotagem.

O nacional-populismo é, há um século, o grande vilão da prosperidade corroída na Argentina.

A ascensão do totalitarismo na Itália e na Alemanha nos anos 1920-30 não resultou de um vírus externo “plantado” naquelas sociedades, mas da adesão de povo e elite àqueles abjetos sistemas de poder.

Quando o Japão militarista enxergou em possessões francesas, britânicas e holandesas escassamente protegidas no Pacífico uma “oportunidade dourada” para seu expansionismo, poucos japoneses levantaram-se em oposição. Leia Mais

 

Eliane Cantanhêde também comenta o pedido de ajuda do PT ao PSDB

CambalhotasEstadão
Eliane CantanhedeEliane Cantanhêde
Governo é governo, oposição é oposição. Até por isso, mas não apenas por isso, é questionável o ex-presidente Lula pedir ajuda ao antecessor Fernando Henrique para buscar saídas para a imensa crise em que Dilma, o PT e o próprio Lula afundaram o País e se afundaram. Lula e o PT foram implacáveis e duríssimos contra tudo e contra todos, como esperam que tudo e todos sejam condescendentes com eles agora?

Quando ficou evidente que a emenda Dante de Oliveira não passaria no Congresso e as “Diretas Já” teriam de esperar mais um pouco, todas as forças políticas responsáveis se uniram em torno da transição com Tancredo Neves. O PT ficou de fora para privilegiar seu próprio projeto de poder. Quem se opôs às diretrizes de cúpula caiu em desgraça e enterrou precocemente promissoras carreiras políticas.

Quando veio a Constituinte de 1988, todos os setores da sociedade empenharam-se de corpo e alma por suas ideologias, seus interesses e, muitos, por um País melhor. Todos os partidos, após perderem umas, ganharem outras, endossaram o que o grande Ulysses Guimarães carimbou como “Constituição cidadã”. O PT ficou de fora, mais uma vez, para privilegiar seu próprio projeto de poder.

Quando o governo Collor fez água, todas as forças políticas, empresariais, sindicais, estudantis, militares e eclesiásticas aderiram a um pacto de governabilidade em torno do vice Itamar Franco. O PT, tão ativo para derrubar Collor, ficou de fora para privilegiar seu próprio projeto de poder. Luiza Erundina insubordinou-se e nunca mais teve vez no partido. Leia Mais

 

Dora Kramer comenta sobre o pedido de ajuda do PT ao PSDB

Dora-kramerO truque da tréguaEstadão
Dora Kramer
O PT, Lula e companhia quando estão por baixo oferecem aos adversários a mão que afaga; se dão a volta por cima, entra de novo em cena a mão que os apedreja.

Ao longo dos anos, o PSDB teve pesadas provas dessa dinâmica e, provavelmente em decorrência da lição, é que recebeu com prudente reserva a ideia que passou a circular recentemente entre petistas e no governo sobre a abertura de um espaço de entendimento com os tucanos para tratar do arrefecimento da crise política, tendo como interlocutor principal o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

Ministros se manifestaram a favor, informando que a presidente Dilma Rousseff gostaria de participar. A sugestão em tese razoável, na prática recende a marotagem. O histórico dos petistas no quesito entendimentos não recomenda confiança, não há pauta específica nem igualdade de condições na oportunidade.

Lula e Dilma nada teriam de objetivo a tratar com FH, porque nenhum dos problemas enfrentados pelo governo foi criado pela oposição e, assim, os tucanos não teriam o poder de resolver coisa alguma. A menos que os petistas estejam pensando na hipótese (maluca) de se escorar politicamente no PSDB para contrabalançar a perda de apoio na própria base e passar um “verniz” na imagem do governo.

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Artigo excelente do Josias de Souza. Vale a leitura …

JoaoSantana-DilmaDilma Rousseff cutuca o asfalto com vara curtaJosias de Souza
Dilma Rousseff exibirá sua imagem estilhaçada numa rede nacional de tevê em pleno horário nobre. Aparecerá no programa de um PT levado no embrulho da onda de impopularidade. Sob a direção do marqueteiro João Santana, ela silenciará sobre a Lava Jato e sustentará que a crise econômica é momentânea e que o país logo voltará a crescer. Ainda não se deu conta. Mas cutuca a paciência coletiva com vara curta.

Depois de estrelar sete meses de um segundo mandato caótico, Dilma fará pose de otimista na noite de 6 de agosto, antessala do protesto que as redes sociais convocam contra o seu governo para o dia 16. Não são negligenciáveis as chances de o programa do PT, que terá Lula como ator coadjuvante, ir ao ar ao som de panelas —um veneno que já começou a ser instilado na web. Com taxa de aprovação variando entre 7,7% e 10%, conforme o instituto de pesquisa, Dilma tornou-se um convite ao protesto. Leia Mais

Frases sobre o momento petista

Frases que definem bem o momento por que passa o petismo. Em uma delas o aliado Maluf, com larga experiência na arte, conclui o que deu errado.

Frase-Maluf

Frase-Guarabyra