Manifesto do PT “é como se o partido desejasse dar um banho de gargalhada no país”

LulaPTDiretoriosEstaduaisFalido como partido, PT tenta sorte como piadaJosias de Souza
Após reunião com Lula e o presidente do PT, Rui Falcão, dirigentes do partido nos Estados divulgaram um manifesto revelador. O texto indica que o PT não só acredita em vida depois da morte como crê piamente que é esta que está vivendo. Após fenecer como partido, o PT tenta a sorte como piada.

O manifesto do PT anota a certa altura: “Como já reiteramos em outras ocasiões, somos a favor de investigar os fatos com o maior rigor e de punir corruptos e corruptores. […] E, caso qualquer filiado do PT seja condenado em virtude de eventuais falcatruas, será excluído de nossas fileiras.”

É como se o partido desejasse dar um banho de gargalhada no país. A última vez que o PT declarou-se a favor de apurações rigorosas foi antes do julgamento do mensalão. Sentenciada, sua cúpula passou uma temporada enjaulada na Papuda. E não há vestígio de expulsão. Ao contrário.

Leia Mais

 

Privatização da Petrobras em fatias

EurnekianOlhem o “desinvestimento”, ou privatização em fatias da Petrobras, pra cobrir os desvios, ou roubo mesmo, vamos ser claros. Essa é mais uma obra petista.

*

Petrobras vende áreas de exploração de petróleo na ArgentinaRicardo Noblat
Eduardo Eurnekian, dono da Corporación América e o segundo homem mais rico da Argentina, comprou por 101 milhões de dólares à Petrobras 26 áreas de exploração de petróleo na província de Santa Cruz.

A compra foi oficializada hoje por ele e a Petrobras.

A área a ser explorada, de 11.500 quilômetros quadrados, tem um prazo de vigência que varia entre 2017 e 2037. Sua produção aproximada é de 15 mil barris de petróleo por dia.

 

Editorial do Estadão diz tudo. Vale a leitura.

lula-chapeuO grande culpadoO Estado de S.Paulo
A grave crise política e econômica na qual o País está mergulhado coloca Dilma Rousseff na berlinda. E não poderia ser diferente. Afinal, ela é a presidente da República e tem demonstrado uma inacreditável inépcia no exercício das funções de primeira mandatária. Mas uma análise conjuntural que amplie o foco de observação da cena política para além dos episódios do dia a dia e se projete sobre os 12 últimos anos expõe à luz o protagonista oculto, o ardiloso responsável maior pela tentativa de reinventar o Brasil – aventura que hoje custa caríssimo para cada um dos brasileiros: Luiz Inácio Lula da Silva.

Uma das conhecidas habilidades políticas de Lula é desaparecer de cena, procurar as sombras, fingir-se de morto para o grande público quando o perigo ronda. Exatamente como está fazendo no momento. Outra é só dizer o que sabe que as pessoas querem ouvir. Faz isso desde os tempos em que frequentava o palanque sindical da Vila Euclides, no ABC. Outra ainda é ser um mestre em salvar aparências, mantendo, além de uma linguagem convenientemente popular, a pose de “homem do povo” que mora num modesto apartamento em São Bernardo, quando passa a maior parte do tempo voando de primeira classe ou em jatos executivos e hospedando-se em hotéis cinco-estrelas ou em mansões de amigos milionários.

Ao longo de mais de 20 anos na oposição “a tudo o que está aí”, Lula conduziu o PT na tentativa de impedir a aprovação, entre outras, de iniciativas de importância histórica como a Constituição de 1988, o Plano Real, a Lei de Responsabilidade Fiscal, o programa de desestatização da telefonia que permitiu que praticamente todos os brasileiros disponham hoje de um telefone celular. Leia Mais

 

Pela sobrevivência do grupo político, PT estuda até submeter legenda a aliados da esquerda

Petistas-naufragosCassio Curvo – Já percebendo as consequências sobre o registro do partido, que poderá até ser cassado como consequência da operação Lava Jato, o PT procura uma alternativa para a sobrevivência do grupo político, nem que seja submetendo o partido à outras siglas, isto é, caso ele ainda sobreviva. No desespero, procuram alternativas, como a Frente Ampla de esquerda do Uruguai. Convenhamos, Uruguai é um país diminuto e será difícil transportar esse modelo de coalizão para um país da extensão do Brasil. Em juridiquês isso chamaria jus esperneandi.

PT discute adotar coalizão eleitoral com sindicatos e movimentos sociaisFolha de São Paulo

Preocupado com o desgaste da imagem do partido, o comando petista discute a adoção de um caminho que, na prática, poderá encobrir sua sigla, PT, nas futuras eleições.

Segundo petistas, o ex-presidente Lula é um dos incentivadores da criação de uma frente inspirada no modelo uruguaio: uma grande coalização que reuniria sindicatos, associações, outros partidos, ONGs e outras entidades de movimentos sociais.

Por essa fórmula, as candidaturas seriam lançadas em nome da coalizão, não mais pelos partidos que a integram.

No Uruguai, a Frente Ampla, que congrega diferentes legendas e grupos sociais, governa o país desde 2005. É composta por siglas autônomas sob o comando de uma direção unificada. O ex-presidente José Mujica, por exemplo, é do partido MPP. Mas sua candidatura foi lançada pela frente.

Leia Mais

 

Governo brasileiro fará doação de usina térmica à Bolívia

Termica-rio-madeiraCassio Curvo – O que está achando do aumento do custo da energia? Também está com receio do racionamento de energia? A presidente até culpou a falta de chuvas como um dos males pela crise de energia, que já atinge a economia do país. Mas o governo já está atuando para impedir isso … na Bolívia, e com o meu, o seu, o nosso dinheiro.

Brasil vai reformar usina por R$ 60 milhões e doar para Bolívia
Anne Warth, André Borges e Lisandra Paraguassu – Estadão
Em meio a uma crise de energia sem precedentes no País e em busca de fontes alternativas para evitar um racionamento, o governo brasileiro vai gastar R$ 60 milhões para reformar e doar uma usina térmica para a Bolívia. O Ministério de Minas e Energia está nas tratativas finais para viabilizar a negociação.

A usina térmica Rio Madeira pertence à Eletronorte, uma das empresas do grupo Eletrobras. Inaugurada em 1989, ela foi uma das responsáveis por abastecer os estados de Rondônia e Acre por 20 anos. Com potência de 90 megawatts, o empreendimento fica em Porto Velho (RO) e é capaz de fornecer energia para uma cidade de 700 mil habitantes.

Segundo uma fonte, a usina precisa passar por uma “recauchutagem geral” para entrar novamente em operação. Antes de doá-la, a Eletronorte vai converter a usina para gás natural, combustível abundante na Bolívia.

Essa reforma, com o transporte e montagem na Bolívia, custará R$ 60 milhões. O dinheiro já foi transferido pelo governo para a Eletronorte, responsável pela reforma. Uma usina térmica nova, com capacidade de 100 MW, custa hoje em torno de R$ 100 milhões.

Leia Mais

 

Contra os blogs sujos pagos, os voluntários indignados

Blogs-sujosCassio Curvo - Esses próximos dias serão de extremo júbilo para o blogueiros sujos, ansiosos por receber ainda mais verbas pela “democratização da mídia”, ansiosos por receber ainda mais verbas do “controle social da mídia”, ansiosos por receber ainda mais verbas do “contra os grandes grupos de comunicação”. Em resumo, receberão para escrever o que quer o governo. O que isso significa, caro leitor? Que você, com seu imposto, irá pagar para uns blogueiros fazerem o  jogo sujo do governo, para difamar, criar falsas notícias, utilizar o seu pseudo-jornalismo rasteiro não para informar, mas para tentar cegar e engambelar a opinião pública. Observem na imagem ao lado (publicado pelo jornalista Fernando Rodrigues) uma fatia do gasto em dezembro de 2014. Ele tende a ser ainda maior.
Mas, mesmo assim, eles não conseguirão, fiquem certos disso. Hoje não há dinheiro do governo que consiga competir com a indignação da população voluntária brasileira nas redes sociais

Um tesoureiro no PlanaltoEliane Cantanhêde
A ida de um ex-tesoureiro do PT para a Secretaria de Comunicação da Presidência é um exemplo estridente do isolamento de Dilma Rousseff, enclausurada no PT, sem saída. É duplamente dramático, porque Dilma está fraca, o PT está fraco e um puxa o outro ainda mais para baixo. Típico abraço de afogados, com uma amarga ironia: a única boia à vista é a receita Joaquim Levy – que significa o oposto do que Dilma e o PT pregavam.

Essa nomeação significa que Dilma não está entendendo nada e/ou não dá a menor bola para a opinião pública, cada vez mais irritada com escândalos sem fim. Nada contra a pessoa do afável Edinho Silva, mas a expressão “tesoureiro do PT” remete a Delúbio Soares, preso no mensalão, e a João Vaccari Neto, ainda no cargo e réu na Lava Jato.

Leia Mais

 

Procurador da República: Dá, sim, para acabar com a impunidade

Estatua_JusticaPela Raiz - Veja
As propostas do Ministério Público incluem campanhas publicitárias para mudar a “cultura da corrupção”

Recentemente, o governo federal lançou o denominado “pacote anticorrupção”. Trata-se de um conjunto de medidas que objetiva dar uma resposta imediata às vozes das ruas e, entre outras coisas, prever o crime de caixa dois e de enriquecimento ilícito de servidores públicos, regular a lei anticorrupção, estabelecer a ficha limpa para servidores comissionados e instituir a ação de extinção de domínio.
Fora isso, há ainda um projeto de criar um grupo de trabalho para discutir a agilização de processos. Entre as iniciativas, merece aplausos a que exige a ficha limpa para servidores comissionados, sendo certo que alguns estados já adotam essa estratégia com êxito.

Quase concomitantemente, o Ministério Público Federal apresentou um pacote com vinte anteprojetos de lei, aglutinados em dez medidas, contra a corrupção. Entre elas, além de medidas coincidentes com aquelas do Executivo, destacam-se a vinculação de parte da verba publicitária para campanhas contra a corrupção, a proteção do cidadão que reporta a corrupção, o aumento das penas e a transformação da corrupção de altos valores em crime hediondo, a agilização do sistema recursal, a adequação do sistema de prescrições para evitar a impunidade injustificada, a aceleração de ações de improbidade administrativa, ajustes nas nulidades penais para evitar a anulação de grandes casos por falhas de menor importância, a responsabilização objetiva dos partidos, a criminalização da lavagem eleitoral, a prisão preventiva para a recuperação do dinheiro desviado e a recuperação rápida e eficaz na vantagem obtida pelo crime.

Na parte das propostas do Ministério Público, observa-se que elas têm três eixos: mudar a cultura de corrupção; aumentar penas e acabar com brechas da lei que favorecem a impunidade, a fim de que a corrupção seja considerada um crime de alto risco; e a recuperação rápida e eficaz do dinheiro público subtraído pelo crime de corrupção. Esses objetivos seguem diretrizes internacionais com que o país se comprometeu em tratados.

Leia Mais

 

Pesquisa CNI/Ibope ainda pior para o governo

paneleiroPostado por Cassio Curvo
Pesquisa da CNI/Ibope informa uma mudança antropológica no Brasil no último ano. A composição da raça brasileira, que era composta até um ano atrás predominantemente de mestiços, teve um aumento extraordinário da população de loiros de olhos azuis, e que têm varanda gourmet. Ou é isso, ou toda essa mestiçagem de raças, negros, pardos, verdes, amarelos, brancos e azul anis, a maioria da população brasileira, independente de raça ou classe social, hoje não vota mais na Dilma. Pior, rejeitam a Dilma. É o que informa a matéria a nova pesquisa CNI/Ibope.

Pesquisa CNI/Ibope: números ainda piores de popularidade do governo Lauro Jardim
Já está circulando na CNI a pesquisa encomendada ao Ibope para medir o pulso do país – e mais especificamente a popularidade do governo.

A pesquisa deve ser divulgada a qualquer momento entre hoje e segunda-feira. Antes, claro, Robson Andrade, o presidente da CNI, vai cumprir o ritual de comunicar antecipadamente o resultado ao Palácio do Planalto.

A tendência é que os números sejam piores para o governo do que os registrados pelo Datafolha na semana passada.

 

Conceitos de compliance na administração pública

Publicado por … Adriana, já que meu marido agora virou blogueiro e “ocupou” o Prosa. hahahaha

11087441_1100405063310281_203234264_nSegundo cálculos da ONU, R$ 200 bilhões são surrupiados dos cofres públicos brasileiros ao ano. Duzentos bilhões de reais.

Isso é novo? Não. A história do Brasil é toda intermediada com casos de corrupção. Mas ela talvez nunca tenha sido tão institucionalizada como agora. Isso exige um esforço coordenado, com atuação firme e perene, envolvendo governos, empresas e a sociedade.

Nesse cenário e buscando formas eficazes de enfrentamento e de mudança de cultura, o governo de Mato Grosso foi em busca de exemplos exitosos para adotar e encontrou o compliance.

Mas o que é Compliance? O conceito, relativamente novo no mundo e para nós brasileiros, recente, significa estar “em conformidade” com normas, regras, leis, códigos. É o dever de cumprir e fazer cumprir os regulamentos. É dizer não àquela máxima do “a lei não pegou”. Como assim, a lei não pegou?

Teve sua origem nos anos 90 com a abertura dos mercados e a necessidade de uma adequação a exigências mínimas de conduta do mercado internacional. Foi reforçado com os escândalos financeiros de Wall Street e a conseqüente necessidade de regulamentações ainda mais efetivas e rapidamente aplicáveis em todos os países.

Nesse contexto, surgiu a “função de compliance” na proteção e no aprimoramento do valor e da reputação corporativa.

Desenvolver, disseminar, exigir e fiscalizar o cumprimento de regras, ou seja, implementar uma política de compliance agrega valor a uma empresa, pois desenvolve uma relação de confiança com seus investidores, fornecedores e clientes.

Por outro lado, a não implementação aumenta o risco reputacional.

Mas a aplicação correta de políticas de compliance só acontece quando ela envolve antes de tudo, a alta administração de uma organização. Só assim para que a função faça parte da cultura organizacional e conte com o comprometimento de todos os funcionários.

O Brasil está começando. Não mais que 30% das empresas brasileiras já adotaram o conceito em suas organizações, que agora, com a Lei Anticorrupção e sua recente regulamentação, passa a ser uma exigência legal. E uma curiosidade. A Petrobras só se preocupou com compliance no início de janeiro deste ano quando criou sua diretoria com o nome de Governança, Risco e Conformidade.

No geral, a Lei Anticorrupção não trouxe grandes novidades em matéria de tipos de crimes. Fraudar licitação, oferecer ou dar vantagem indevida a agente público, utilizar-se “laranja” para ocultar ou dissimular seus reais interesses ou a identidade do beneficiário, já eram condutas classificados como ilícitas pelo Código Penal, pela Lei de Improbidade e pela Lei de Licitações.

As duas grandes novidades trazidas pela lei são: Leia Mais

 

Vamos nos ocupar da crise, não a crise de nós – José Serra

serra1Cassio Curvo - Com Dilma perdida igual a cego em tiroteio, a ponto de deixar o PMDB com Renan e Eduardo Cunha serem protagonista da agenda positiva possível da situação em meio ao caos do governo, o senador José Serra apresenta propostas factíveis e interessantes para auxiliar o país a sair da crise causada por esses incompetentes do PT.

No Blog do Noblat
Temos a urgência das mudanças, em muitas frentes de batalha.
Nas próximas semanas, o Congresso Nacional se pronunciará sobre um projeto de lei que, se for aprovado, dará início a mudanças profundas na política brasileira: a implantação do voto distrital nas cidades com mais de 200 mil eleitores. Nesses municípios — cerca de 90 — vivem 38% dos eleitores brasileiros. A chance desse projeto ser aprovado é grande, até porque a mudança pode ser feita por lei ordinária, aprovada por maioria simples no Senado e na Câmara.

Tomemos como exemplo a cidade do Rio: se o projeto virar lei, ela será eleitoralmente dividida em 51 distritos, de aproximadamente 95 mil eleitores. Cada um deles elegerá um vereador. Como consequência, os custos de campanha cairão vertiginosamente, aumentará a representatividade do vereador, e o eleitor dos distritos poderá acompanhar o atuação do eleito. Esse novo sistema tem tudo para dar certo e para influenciar a redefinição do processo de escolha de deputados estaduais e federais. Leia Mais

 

Presidente da Apple, Tim Cook, decidiu doar sua fortuna

tim-cookPostado por Cassio Curvo
O presidente da Apple, Tim Cook, decidiu doar sua fortuna, atualmente perto de US$ 800 milhões. Deixará apenas uma parte dela para um sobrinho.
É interessante essa onda filantrópica vinda justamente dos ícones do capitalismo, tão endemoniados pelos socialistas.

A diferença entre socialistas e capitalistas é que, enquanto os primeiros pregam a luta entre classes, ou seja, o ódio, e tem ele como base para a conquista da igualdade entre os homens, os defensores do capitalismo crêem na liberdade de produção para se conquistar a melhoria de vida dos mais determinados e empreendedores. Acreditam também na disseminação dessa melhoria de vida ao restante da população. Os críticos da esquerda dizem que o capitalismo leva, progressiva e inexoravelmente,  ao acúmulo excessivo de capital na mão de uns poucos “felizardos”. Só se esquecem estes que, para se criar essa “igualdade” entre os homens, é necessário uma elite para implantar e dirigir a busca desse objetivo. A prática deixou claro o fascismo que ocasionou onde se tentou implementar.

Costumo dizer que só a descoberta da penicilina por Alexander Fleming, na sociedade capitalista, fez mais pela humanidade, independente de ideologias, e apenas ela, do que tudo que os socialistas se vangloriam (vamos até “esquecer” os 100 milhões de assassinatos praticados pelo comunismo em nome da conquista do paraíso em vida).

Voltando à doação do executivo da Appple, ele segue os passos de Bill Gates e Warren Buffett, que foram seguidos depois por Michael Bloomberg e o criador do facebook, Mark Zuckerberg, entre outros, os maiores bilionários do império americano, que estão criando uma tendência de não deixar nada ou “pouco” para os seus, e a maior parte para a filantropia. Creio que, pensando em suas próprias histórias de vida, são empreendedores que acreditam que só o trabalho e determinação elevam o homem, e temem que, deixando seus herdeiros nadando em montanhas de dinheiro, causem apenas uma acomodação indolente na riqueza. Que esses seus exemplos contagiem.

Leia a matéria sobre a doação de Tim Cook no el país, em espanhol.

 

O Outono do PT – Luiz Felipe Pondé

felipe-pondePostado por Cassio Curvo
Trechos do excelente texto do Pondé:
“O Brasil perdeu o medo do PT e da esquerdinha pseudo. As pessoas descobriram que o mal-estar com essa turminha não é coisa de “gente do mal” (não é coisa de gente do mal, é coisa de gente bem informada), como a turminha pseudo diz, mas sim que somaram 2 + 2 e deu 4: o PT é incompetente para governar.

Não, quem discorda hoje do governo federal não é gente “fascista”, é gente que viu que o projeto do PT para o Brasil acabou. É gente educada, bem preparada, autônoma e que está de saco cheio do tatibitate do PT. Sem líderes significativos, sem propostas que criem a credibilidade necessária para sair da lama, a melhor coisa que o PT pode fazer é pedir licença e sair de cena.”

Folha de São Paulo – 23/03/2015
Temos que reconhecer: chegamos ao fim de uma era. O PT vive seu outono. Melhor voltar para o pátio da fábrica onde nasceu e de onde nunca deveria ter saído.

Há que se ter uma certa grandeza, mesmo no pecado (o desejo de poder é o pecado máximo de toda a política), e o PT se revelou incapaz até de pecar com elegância.

Este outono do PT não se deve apenas às manifestações contra seu governo. Essas manifestações, diferentes das patrocinadas pelo “PT e Associados”, manifestações com todos os tiques de política de cabresto e mazelas sindicalistas (passeata chapa branca), trazem algo de novo para o cenário, que deixa o “PT e Associados” em pânico. A tendência é a elevação da violência por parte da militância.

O Brasil perdeu o medo do PT e da esquerdinha pseudo. As pessoas descobriram que o mal-estar com essa turminha não é coisa de “gente do mal” (não é coisa de gente do mal, é coisa de gente bem informada), como a turminha pseudo diz, mas sim que somaram 2 + 2 e deu 4: o PT é incompetente para governar. Afundou quase tudo em que tocou, seja municipal, estadual ou federal (e a Petrobras). Mas essa morte do PT significa mais do que o fim de um partido que será esquecido em cem anos. Leia Mais

 

Perdemos novamente o bonde

Postado por Cassio Curvo:
petrobrasSomos donos de perder o bonde da história. Nos anos 80, ao ver como invasores as empresas de informática que desejavam se instalar aqui, o país expulsou-as para os tigres asiáticos, e sabemos as consequências em atraso tecnológico aqui e o que ocorreu lá em termos de modernização e tecnologia, com empresas do setor surgindo a rodo. Enquanto lá os países se modernizavam, aqui nossos movimentos sociais se digladiavam em busca de terra para assentados. Um celular ou computador, ou mesmo um software desenvolvido por um jovem de lá, valem mais que anos de trabalho na terra aqui. Mas esses aloucados do MST e etc, ainda teimam em achar que o que tem valor mesmo é a terra, não o conhecimento.

Pois bem. Agora aconteceu isso novamente. Pelo ideológicamente PT teimar em não permitir a partilha do pre-sal com empresas estrangeiras, o que adiou em anos os investimentos caríssimos na perfuração de novos poços, o que antes era viável economicamente pelo alto valor do barril de petróleo, agora está se tornando inviável.

Fica assim, vamos deixar essa “riqueza” dormindo no fundo do mar, até descobrirem outro combustível para tocar a economia mundial.

Leiam trechos de uma matéria de hoje do Financial Times:
“mesmo que a empresa não estivesse sob pressão financeira, a queda dos preços do petróleo significa que o investimento no pré-sal atualmente faz pouco sentido, diz Adriano Pires, fundador do Centro Brasileiro de Infra-estrutura e um ex-membro da ANP regulador de petróleo do país.”

Analistas e executivos do setor dizem que a exploração do pré-sal está preparada para ser a maior vítima da crise que aflige a Petrobras, juntamente com o sonho do Brasil se tornar uma das cinco maiores produtores mundiais de petróleo do mundo em 2020.
“[Petrobras] está sendo estrangulada financeiramente e é seu investimento na produção futura que vai sofrer mais”, diz Paulo Furquim, um acadêmico da escola de negócios de São Paulo Insper.
Enterrado sob uma camada de sal de até 2 km de espessura no fundo do mar ao largo da costa sudeste do Brasil, as descobertas do pré-sal são estimadas para conter pelo menos tanto quanto os quase 60 bilhões barris de petróleo no Mar do Norte. A descoberta provocou euforia quando os primeiros grandes depósitos foram descobertos em 2007.

No entanto, a perfuração através de deslocamento de camadas de sal em tais profundidades tornou-se a parte mais intensiva em capital de negócios da Petrobras.
… Esses números simplesmente não é mais viável, dizem os analistas.

Leia matéria inteira abaixo, com tradução pelo Google Translator, por isso com alguns erros, mas é possível entender.

Escândalo Petrobras derruba a maior indústria brasileira de petróleo Leia Mais

 

Thomas Traumann: caiu o ministro da propaganda

ThomasPostado por Cassio Curvo:
Thomas Traumann, ministro da propaganda petista, na cadeira de ministro da secretaria das comunicações,  pediu demissão por causa da repercussão do vazamento de documento interno em que utilizava a pasta para promoção do partido e financiamento direcionado de blogs sujos, muito ao desejo dos que defendem a “democratização da mídia”. Sobre ele vale ler o que escreveu Mario Sabino, em o oantagonista.

Thomas Traumann, o inconfundível
O relatório da Secom que fala abertamente do financiamento do governo aos blogs sujos — uma vergonha a ser investigada pelo Ministério Público Federal — não tem assinatura, mas, eu, Mario, reconheço o “estilo”.
Pelos erros de português, o falso tom técnico, o conjunto palerma a ponto de adentrar abertamente a ilegalidade, o relatório foi escrito pelo ministro Thomas Traumann.

O hoje ministro foi subordinado meu na revista Veja. Quando fechava comigo, eu constatava como a incompetência é irmã da presunção. O sujeito era incapaz de acertar uma legenda, mas se achava um outro Thomas, o Mann.

Era também um despreparado para a vida civilizada. Thomas Traumann achava que podia sair de casa vestido de camisa e gravata, sem paletó. Da última vez que o vi, no Palácio do Eliseu, em Paris, continuava com a sua risada de puxa-saco, sempre muito mais alta do que a graça da piada.

Como virou ministro? Sem chance de alcançar cargos de chefia no jornalismo,seguiu um caminho mais fácil. Foi ser membro do governo mais ridículo da história do Brasil. Agora, pelo jeito, terá de bater perna em outra freguesia.

 

A porcada magra

Postado por Cassio Curvo:
porca magraO escândalo na Petrobras com a atuação do juiz Sérgio Moro apenas colocou às claras o que já se sabia: o PT assumiu o poder como uma porcada magra quando é colocada em um chiqueiro novo, e comeram até as tábuas do chiqueiro. Só agora se deram conta que o partido está correndo um sério risco, até de cassação do seu registro pela descoberta de doações fraudulentas.  Não foi a toa que o líder do partido na câmara, o sociólogo Sibá Machado, kkkk, foi contra a cassação do registro de partidos corruptos.

PS: quem está escrevendo aqui é Cassio Curvo. Sou marido da Adriana. Antes fazia só as edições de vídeos para ela. Agora decidi que o blog não deve parar. Quando tiver com vontade, e tempo, postarei aqui meus comentários. Não tenho a rapidez e presença de espirito dela, mas espero que gostem.

 

Rui Falcão admite: “é um governo de merda”.

Rui_FalcaoSegundo a coluna Painel, da Folha de São Paulo, Rui Falcão, presidente nacional do PT, em ato falho, admite que “temos um governo de merda”.

É coisa nossa
O presidente do PT, Rui Falcão, citou a queda de Salvador Allende no Chile, em 1973, para pedir na noite de segunda-feira apoio do partido a Dilma Rousseff. “Como diziam os chilenos pré-queda do Allende: ‘É um governo de merda, mas é o meu governo’”, discursou. Em seguida, emendou: “[O governo] não é de merda, mas é o nosso governo, e temos de defendê-lo”. Na reunião, com cerca de 150 pessoas, o PT decidiu apoiar ato da CUT no dia 31 em defesa da democracia e da Petrobras.

 

A crise na Postalis e o aparelhamento pelo PT.

Funcionarios_correios_queimam_bandeira_ptTrecho do artigo da Eliane Catanhêde: “Como resultado, temos que o Ministério da Saúde financia Cuba, os Correios dão uma forcinha ora para a Venezuela, ora para a campanha de reeleição da presidente, e a Petrobrás financia PT, PP e PMDB antes, durante e depois de eleições, para eternizar um projeto de poder.
Tem muita investigação, muito inquérito, muitos réus, muita gente presa, mas, no frigir dos ovos, adivinha quem paga essa conta? Você!”

Bondade com o dinheiro alheio
Eliane Cantanhêde – Estadão

Depois de furado o esquema gigantesco da Petrobrás, era apenas questão de tempo para começarem a estourar os tumores de outras estatais. Era cutucar e aparecer. O Estado chegou antes e temos aí os Correios, para confirmar a expectativa. Não foi o primeiro, certamente não será o último.

Fala sério: investir em títulos da Venezuela?! Isso não pode ser verdade. Mais do que uma aplicação de altíssimo risco, com o governo Nicolás Maduro desabando, é também uma operação suspeita e confirma o que todo brasileiro sabe, ou tinha obrigação de saber, a esta altura do campeonato: o modus operandi da era PT. Leia Mais

 

Ainda estamos engatinhando em matéria de transparência

(Oi, oi. Vocês se lembram da minha voz? Continua a mesma. Só não tenho tido tempo de falar hahaha)

Nós brasileiros ainda temos muito a aprender em matéria de transparência e de democracia. Em Mato Grosso vivemos hoje no governo, as dificuldades de herdar uma gestão que primou pela ocultação de informações. A matéria abaixo, sobre a ex-secretária de Estado Hillary Clinton que teria montado um esquema para ocultar suas mensagens de e-mails, revela a maturidade da democracia e dos direitos norte-americanos. Ainda estamos começando a engatinhar nesse sentido. Dados importantes das administrações públicas eram até pouco tempo atrás, reservados, escondidos, engavetados. Um exemplo muito básico foi sobre a arrecadação diária de Mato Grosso. Logo nas primeiras semanas como secretária estadual de Transparência e Combate à Corrupção, recebi em meu gabinete o presidente do sindicato dos Fiscais de MT, Ricardo Bertolini. Durante a conversa ele me contou que o resultado arrecadado diariamente pelo estado, por determinação do ex-gestor da pasta, era enviado apenas para o secretário. Ninguém podia ter acesso a esse cálculo. Imagine você, uma informação que interessa a qualquer cidadão.  Esse tipo de atitude não cabe numa administração moderna e numa democracia madura. A mesma forma é com a privacidade. Qualquer ocupante de cargo público, eleito ou não, tem sua privacidade relativizada e deve prestação de contas à sociedade. Leis que garantem o acesso às informações existem, o que precisamos, é mudar a cultura. Precisamos amadurecer. Nós, governo. E nós, cidadãos.

Os americanos, como diz a reportagem da revista Veja, levam muito a sério os princípios republicanos de transparência e de accountability, a prestação de contas dos governantes à população. As mensagens, que a ex-secretária de estado é acusada de ocultar, devem ser armazenadas para a posteridade, para que depois possam comprovar ou negar falhas e desvios no exercício do cargo.

É, tenho fé que um dia chegaremos a esse grau de maturidade!

OS E-MAILS NO PORÃO – Felipe Carneiro – Veja

photo.2“Não basta que a mulher de César seja honrada. E preciso que nem sequer seja suspeita.” A frase atribuída ao romano Júlio César se tornou uma máxima da vida pública e é aplicada sem distinção a políticos homens e mulheres. Para vencer as eleições para a Presidência dos Estados Unidos, pais em que os candidatos passam por um escrutínio impiedoso dos cidadãos e dos adversários, é recomendável ser acima de qualquer suspeita. Cada vez menos esse é o caso de Hillary Clinton, secretária de Estado entre 2009 e 2013, ex-primeira dama entre 1993 e 2001 e favorita para encabeçar a chapa do Partido Democrata nas eleições de 2016. Na semana passada, descobriu-se que, durante o exercício do cargo que no Brasil equivale ao de chanceler, Hillary esquivou-se de usar o e-mail oficial, com terminação @state.gov, para comunicar-se exclusivamente por meio de uma conta pessoal, a @clintonemail.com. Pode parecer pouco, mas trata-se de uma violação da lei americana, e só é possível explicá-la pela tentativa de esconder algo dos cidadãos e do Estado.

Os americanos levam muito a sério os princípios republicanos de transparência e de accountability, a prestação de contas dos governantes à população. As mensagens devem ser armazenadas para a posteridade, para que depois possam comprovar ou negar falhas e desvios no exercício do cargo. Ao Hillary violar essa norma, antigas críticas e acusações contra ela — de incompetência, de ter recebido dinheiro de outros países e de nepotismo — ganharam nova razão de ser. E uma largada ruim para quem pretendia anunciar a pré-candidatura no mês que vem.

Desde 2012, uma comissão do Congresso que investiga a reação do governo Obama ao atentado contra um consulado americano na Líbia pede ao Departamento de Estado os e-mails de Hillary, mas apenas na semana passada os funcionários do governo confirmaram oficialmente que ela só usava a conta @clintonemail. As vésperas de ser nomeada para o cargo pelo presidente Barack Obama, Hillary registrou um domínio com servidor dentro da própria casa. A lei da liberdade de informação dos Estados Unidos diz expressamente que toda a correspondência, eletrônica ou não, deve ser arquivada e posta à disposição dos órgãos de controle. Desde março de 2013, quando o hacker romeno Guccifer vazou correspondências dela com uma funcionária, sabia-se da existência do endereço pessoal de Hillary. Quando foi pressionada, ela correu para entregar mais de 50000 páginas de e-mails no fim de janeiro, mas, como as mensagens ficaram armazenadas em um servidor particular, é impossível saber se algo importante foi omitido. “A lei da liberdade de informação existe para poder responsabilizar quem erra ou para derrubar acusações falsas”, diz o cientista político americano Daniel Hopkins, da Universidade Georgetown. “Mesmo que Hillary não tenha nada a esconder, jamais conseguirá dissipar a nuvem de desconfiança que pairou sobre ela.”

Hillary precisa explicar qual era exatamente sua intenção ao criar um e-mail com servidor dentro de casa. Sua única declaração a respeito do caso, por meio de nota, dizia que os e-mails enviados a colegas e subordinados estão guardados em pelo menos dois lugares, no do destinatário e no do remetente, e que sempre “seguiu a letra e o espirito da lei”. Não fez nem uma coisa nem outra. A letra da lei foi desrespeitada porque ela tinha até vinte dias para disponibilizar a correspondência, o que só fez quando o caso explodiu. O espírito tampouco saiu ileso, pois, para rastrear suas mensagens no e-mail dos colaboradores, como ela sugere, seria necessário saber o nome de todas as pessoas com que se comunicava. Hillary admitiu que não enviou todas as trocas do período porque usava o mesmo e-mail para assuntos pessoais e referentes à sua fundação. “Hillary misturou suas responsabilidades como secretária de Estado com as relativas à Fundação Clinton no mesmo ambiente, sem prestar contas de nada a ninguém”, diz John Wonderlich, diretor da Sunlight Foundation, uma organização americana de defesa da transparência.

Hillary já vinha sendo acusada de negligência quando, em 2012, um consulado americano foi atacado na cidade líbia de Bengasi. Quatro funcionários, entre eles o embaixador, morreram. Também já se sabia que a Fundação Clinton, organização humanitária tocada por ela e pelo marido e ex-presidente, Bill Clinton, recebeu doações de governos estrangeiros, mesmo durante o período em que ela comandava a política externa do país. Um depósito de 500 000 dólares da Argélia em 2010 ajudou a fundação nos trabalhos humanitários realizados após terremoto no Haiti, cujo governo, dois anos mais tarde, deu a primeira permissão para mineração em cinquenta anos à pequena empresa de Tony Rodham, irmão de Hillary. Faltam vinte meses para as eleições que definirão o sucessor — ou sucessora — de Obama. Nenhum democrata hoje tem cacife para tirar Hillary do páreo. A situação era muito semelhante no início de 2007, quando parecia inevitável que ela se tornaria candidata, até ser atropelada por um senador de Illinois: Barack Obama.