Primeiro dia do Troféu Brasil tem recordes olímpicos e paralímpicos

O primeiro dia do Troféu Brasil de Atletismo foi marcado pela quebra de marcas entre atletas olímpicos e paralímpicos. Nesta quinta-feira (31), Erik Cardoso e Caio Bonfim estabeleceram, respectivamente, os melhores tempos sul-americanos dos 100 metros rasos e da marcha atlética, enquanto Rayane Soares cravou o recorde mundial dos 100 m para a classe T13 (baixa visão).

A competição é a maior disputa interclubes de atletismo na América Latina. O evento vai até domingo (3), no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, com transmissão ao vivo pelo canal do Time Brasil no YouTube.

Erik foi o único de sua prova a correr abaixo dos dez segundos, o que também significou atingir o índice (que era de 9s99) para o Campeonato Mundial deste ano, em Tóquio, no Japão, em setembro. O velocista de 25 anos completou o percurso em 9s93, três centésimos a menos que o recorde anterior, do também paulista Felipe Bardi, que ficou em segundo lugar nesta quinta, com 10s06 – ele já tinha marca para competir na capital japonesa. O carioca Vitor Hugo dos Santos, com 10s14, completou o pódio.

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O brasiliense Caio Bonfim, medalhista de prata nos Jogos de Paris, fez nesta quinta (31) a melhor marca deste ano na marcha atlética, ao finalizar os 20 quilômetros em 1h18min37s9  – Gustavo Alves/CBAt/Direitos Reservados

No caso de Caio, a marca do Troféu Brasil foi a melhor do mundo na marcha em 2025 e a quarta do ranking histórico. O brasiliense de 34 anos, que tem marca assegurada para o Mundial de Tóquio e foi medalhista de prata na Olimpíada de Paris, na França, em 2024, finalizou os 20 quilômetros em 1h18min37s9.

No ano passado, pelo mesmo torneio, Caio foi o primeiro sul-americano a concluir a distância abaixo de uma hora e 20 minutos. Em 2025, o catarinense Matheus Correa repetiu a dose, alcançando a segunda colocação nesta quinta, com 1h19min54s7. O bronze ficou com o brasiliense Max dos Santos, com 1h20min35s1 de tempo.

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Nesta quinta-feira (31), a velocista maranhense Rayane quebrou o recorde mundial nos 100m da classe T13 (baixa visão), superando em 10 centésimos a marca da atleta Lamiya Valiyeva, do Azerbaijão, estabelecida nos Jogos de Paris 2024 – – Alessandra Cabral/CPB/Direitos Reservados

Entre os paralímpicos, o destaque foi o recorde mundial de Rayane, com 11s66 nos 100 m da classe T13, sendo 10 centésimos mais veloz que a marca de Lamiya Valiyeva, do Azerbaijão, campeã nos Jogos de Paris – a brasileira foi prata nesta prova na capital francesa. A maranhense de 28 anos nasceu com microftalmia bilateral (má formação nos globos oculares). Na Paralimpíada de 2024, ela foi ouro nos 400m.

AVISO DE PAUTA: em Balneário Camboriú, Jorginho Mello participa de evento com investidores e especialistas e empreendedorismo

O governador Jorginho Mello participa a partir das 18h, nesta sexta-feira, 1º de agosto, da 11ª edição da Money Week, em Balneário Camboriú. O evento é reconhecido com um dos maiores na área de investimentos, finanças e empreendedorismo, reunindo renomadas autoridades do mercado e especialistas do Brasil e do mundo. Para este ano, a expectativa de público é de 4 mil pessoas entre empresários e investidores.

Serviço

O quê: governador participa da 11ª Edição da Money Week
Quando: sexta-feira, 1º de agosto, às 18h
Onde: Expocentro – Av. Marginal Oeste, Nova Esperança – Balneário Camboriú

Câmara declara perda de mandato a 7 deputados e dá posse a substitutos

Por MRNews

A Câmara dos Deputados declarou a perda de mandato de sete deputados federais. A medida atende decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que alterou a interpretação da regra sobre a distribuição das chamadas sobras eleitorais nas eleições proporcionais.

A Mesa Diretora da Casa publicou ato na quarta-feira (30) confirmando a perda das vagas. Na mesma publicação, o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), convocou os novos deputados, já diplomados, para a posse como titular.

Perderam mandatos deputados federais do Amapá, Distrito Federal, de Rondônia e do Tocantins. São eles: Gilvan Máximo (Republicanos-DF); Augusto Puppio (MDB-AP); Lebrão (União-RO); Lázaro Botelho (PP-TO); Professora Goreth (PDT-AP); Silvia Waiãpi (PL-AP) e Sonize Barbosa (PL-AP).

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Foram convocados para tomar posse: Professora Marcivânia (PcdoB-AP); Paulo Lemos (PSOL-AP); André Abdon (Progressistas-AP); Aline Gurgel (Republicanos-AP); Rodrigo Rollemberg (PSB-DF); Rafael Bento (Podemos-RO) e Tiago Dimas (Podemos-TO).

Sobras eleitorais

Pelas regras eleitorais, inicialmente só podem disputar cadeiras na Câmara partidos que alcançarem pelo menos 80% do quociente eleitoral. Além disso, o candidato precisa obter, individualmente, votos que correspondam a, no mínimo, 10%, desse quociente.

As “sobras” das cadeiras são divididas em uma segunda rodada, na qual, além de o partido precisar alcançar os 80% do quociente eleitoral, o candidato deve obter 20% desse quociente. O aumento no percentual fez surgir uma terceira rodada para preencher as vagas restantes.

Pela interpretação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), na terceira distribuição, as vagas remanescentes caberiam apenas aos partidos que obtiveram 80% do quociente eleitoral, entendimento que foi derrubado pelo STF, que entendeu que todos os partidos que concorreram ao pleito poderiam disputar as cadeiras restantes.

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A decisão alterou a distribuição de vagas entre os partidos e, consequentemente, a relação de eleitos. Além disso, a decisão da corte afeta também a composição das assembleias legislativas.

*Com informações da Agência Câmara

Professora deixa conferência após ser impedida de usar pronome neutro

Por MRNews

Organizações que atuam na defesa dos direitos de mulheres, de pessoas negras e da saúde manifestaram repúdio a atitude do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, que culminou na saída da professora e doutora em saúde pública Maria Inês da Silva Barbosa da 15ª Conferência Municipal de Saúde nesta quarta-feira (30).

As entidades criticam o prefeito por agir de forma “antidemocrática”, “autoritária”, “racista”, “misógina” e praticar “violência política de gênero” contra a professora por se manifestar com o uso de pronomes neutros.

Maria Inês é mestre em Serviço Social, doutora em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), docente aposentada do Instituto de Saúde Coletiva (ISC) da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT), e uma referência no debate sobre racismo e saúde.

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A professora e o prefeito discutiram durante a abertura da conferência, após a professora utilizar pronomes neutros durante a sua palestra. A conferência é organizada pelo Conselho Municipal de Saúde, órgão independente da Prefeitura de Cuiabá.

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Na ocasião, o prefeito se irritou com o uso dos pronomes, que classificou como “doutrinação ideológica”. A professora rebateu na sequência, afirmando que a utilização do pronome seria uma forma de tratar pacientes de forma igualitária.

A Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco) se solidarizou com a professora e classificou a atitude do prefeito como “atos racistas e de violência de gênero”.

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“A atitude do agente público indica, para além da inabilidade na gestão, as diferentes formas de preconceitos, discriminações, violências, racismos e agressões instituídas na sociedade brasileira, frente à liberdade de expressão e também os mecanismos de opressão vivenciados cotidianamente pelas e pelos intelectuais negras e negros e indígenas, assim como pela população LGBTQIAPN+”, disse a associação.

A Rede de Mulheres Negras do Nordeste, articulação que conta com 35 organizações, expressou apoio à professora e classificou como autoritária a atitude do prefeito.

“Nós não vamos aceitar a tentativa de censura e apagamento das identidades, e, principalmente, o silenciamento de uma mulher negra, especialmente como a companheira Maria Inês, que teve um papel estratégico na formulação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra”, diz a nota.

O texto defende que a linguagem neutra é uma ferramenta de acolhimento e reconhecimento das múltiplas existências humanas que compõem a sociedade brasileira. “Quem tem postura autoritária, antidemocrática e violenta não merece ocupar espaços de poder”, continua o texto.

A Associação Brasileira de Saúde Mental (Abrasme) também manifestou apoio à professora e repudiou a atitude de Bunini.

“É inadmissível que agentes públicos, eleitos pelo voto popular para atender as necessidades da população, se considerem acima das leis federais e das normativas do SUS [Sistema Único de Saúde], orientadas pelo Ministério da Saúde. Esses representantes não são donos dos municípios, e não devem impor suas próprias regras em detrimento dos direitos assegurados à população”, diz a nota.

A entidade ressaltou que ao destacar a importância do uso de pronomes neutros, afirmando que ‘o SUS é de todES’, a professora foi intimidada pelo prefeito, que ameaçou expulsá-la do evento e, diante da ameaça, a professora se retirou.

Outra organização que manifestou apoio à professora Maria Inês foi o Odara – Instituto da Mulher Negra, organização criada na Bahia por e para mulheres negras, que há mais de uma década atua em defesa dos direitos das mulheres negras, da justiça social.

“Este episódio trata-se de uma ação racista, misógina e autoritária, que se soma a outros posicionamentos perigosos e desinformativos do prefeito de Cuiabá”, disse o instituto, que fez menção a uma declaração de Bunini, de 2020, afirmando a ineficácia da vacina contra a covid-19.

O instituto ainda ressalta que em 2023, Abílio foi acusado de fazer um gesto associado ao supremacismo branco durante sessão da CPMI dos Atos Golpistas. “Esses fatos revelam um padrão de atuação baseado na desinformação, no negacionismo científico e na violência, incompatível com qualquer compromisso verdadeiro com a saúde pública e com a democracia”, continua a nota.

O Instituto de Mulheres Negras de Mato Grosso (IMUNE/MT) disse que a atitude do prefeito foi inaceitável e “demonstra intolerância e desrespeito à diversidade e à liberdade de expressão.”

“Acreditamos que o uso de pronomes neutros é uma forma de promover a inclusão e a igualdade, e que a discussão sobre temas relevantes para a saúde da população deve ser feita de forma aberta e democrática”, disse o instituto.

A União Estadual dos Estudantes de Mato Grosso disse que o episódio foi violência política de gênero e se solidarizou com a professora.

“Esse episódio escancara o machismo e autoritarismo que ainda marcam os espaços de participação popular. É assim que o fascismo atua: tentando calar vozes críticas, principalmente de mulheres comprometidas com o SUS, com a democracia e com o povo. Toda nossa solidariedade à professora Maria Inês. Somos resistência! Não nos calaremos diante da violência, do ódio e da intolerância”, disse a entidade.

Outro lado.

Em nota, a prefeitura de Cuiabá disse que, por orientação direta do prefeito Abilio Brunini, não será permitido o uso de linguagem neutra em eventos e espaços institucionais patrocinados pelo Poder Executivo Municipal. A justificativa utilizada foi a de “compromisso com a preservação da norma culta da língua portuguesa e na neutralidade ideológica das ações públicas”.

Segundo a nota, antes mesmo do início da palestra, o prefeito solicitou que a apresentação fosse ajustada de acordo com os padrões da comunicação oficial da prefeitura.

Ainda de acordo com a nota, na ocasião, o prefeito reforçou que todas as pessoas têm espaço garantido na gestão municipal, independentemente de raça, orientação sexual, religião ou posicionamento político.

“No entanto, destacou que manifestações ideológicas, de qualquer vertente, não devem interferir na condução técnica das políticas públicas nem na linguagem adotada nas ações oficiais do Executivo”, diz o texto, que finaliza afirmando que a prefeitura tem compromisso com o respeito, a inclusão e a transparência, assegurando que o debate democrático se mantenha aberto, “mas sempre dentro dos princípios que regem a administração pública.”

status histórico é mais uma ferramenta de MS para ampliar mercados na Ásia – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Por MRNews

A recente conquista do certificado internacional que reconhece Mato Grosso do Sul como área livre de febre aftosa sem vacinação chega em um momento estratégico para o Estado. O selo, concedido pela Organização Mundial de Saúde Animal (OMSA), será um dos trunfos levados pelo governador Eduardo Riedel na missão à Ásia – que acontece a partir da próxima semana com o objetivo de abrir novos mercados para a produção sul-mato-grossense no exterior, além de apoiar a internacionalização de empresas locais na região.

O reconhecimento foi oficializado em maio deste ano, durante cerimônia realizada na capital francesa Paris. Já nesta semana, o diretor-presidente da Iagro (Agência Estadual de Vigilância Sanitária Animal e Vegetal), Daniel Ingold, recebeu o documento em Brasília (DF) e o levou, ao lado do secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento, Jaime Verruck, ao governador em agenda realizada ao gabinete da Governadoria, na quarta-feira (30).

“A gente fica muito feliz pois isso aqui abre mercados para o Mato Grosso do Sul. Vamos em breve para a Ásia e um dos focos tem relação com esse certificado. Novos mercados estão abertos para a carne brasileira e o nosso Estado tem muito interesse neles. Vamos lá explorar esses mercados e apoiar nossas empresas, especialmente nesse momento em que a situação com os Estados Unidos está sob tensão, indefinida. É mais uma razão para a gente buscar esses mercados internacionais, em especial à Ásia”, comenta o governador.

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O trabalho para conquistar o status de área livre da aftosa sem vacinação durou 20 anos e contou com um investimento em estrutura na Iagro que passa da casa dos R$ 250 milhões, garantindo rastreabilidade e controle sanitário para a carne de Mato Grosso do Sul. “É uma conquista do pessoal da Iagro, do produtor rural, de todo o Estado. Todos têm o mesmo objetivo, garantir a qualidade sanitária de nossa carne”, completa o governador ao destacar o maior valor agregado que a carne local têm para ganhar mercados mais exigentes.

Novo patamar

A certificação eleva o patamar do Estado no cenário internacional. Em 2024, Mato Grosso do Sul exportou cerca de US$ 1,278 bilhão em carne bovina, e somente no primeiro quadrimestre de 2025, esse valor já ultrapassa os US$ 510 milhões. Os principais destinos continuam sendo China, Estados Unidos e Chile, mercados que tendem a se fortalecer com o novo status sanitário.

Fora isso, o Estado também poderá avançar em setores como a suinocultura, com abertura de mercados antes restritos a Santa Catarina, como o Japão. Segundo o secretário Jaime Verruck, essa mudança representa uma virada de chave. “Passamos de um modelo de defesa baseado na vacinação para um sistema baseado em vigilância ativa e inteligência sanitária. Isso amplia nossas possibilidades comerciais e consolida nossa credibilidade internacional”, pontuou.

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A estrutura montada para alcançar esse reconhecimento envolveu ações robustas da Iagro, como a modernização do sistema de rastreamento (eSaniagro), criação da Sala de Controle e Operações, contratação de fiscais e renovação da frota de veículos. Com o certificado em mãos e a liberação do trânsito de animais em todo o território nacional, Mato Grosso do Sul se posiciona como um dos protagonistas da nova fase da pecuária brasileira. A missão à Ásia, portanto, ganha ainda mais relevância para consolidar esse protagonismo.

Durante a missão internacional, que inclui visitas à Índia, Japão e Singapura, o governador Eduardo Riedel e a comitiva – que conta também com a presença de Verruck e do adjunto da Semadesc, Artur Falcette – apresentarão todo o potencial produtivo de Mato Grosso do Sul. Além da abertura comercial, o Governo também pretende firmar parcerias tecnológicas e atrair capital estrangeiro para ampliar a agroindustrialização e a competitividade do Estado.

Comunicação Governo de MS
Foto de capa: Saul Schramm/Secom/Arquivo
Interna: Reprodução


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Prefeitura apresenta plano de ação para o show de Roberto Carlos em comemoração aos 440 anos da Capital

O show do rei Roberto Carlos promete ser um marco nas celebrações dos 440 anos de João Pessoa e deve reunir milhares de fãs em um evento gratuito, seguro, acessível e sustentável. Em uma coletiva de imprensa realizada na tarde desta quinta-feira (31), a Prefeitura de João Pessoa detalhou toda a logística e infraestrutura para o espetáculo que acontece no próximo dia 5 de agosto. O evento, que será realizado no Busto de Tamandaré, contará com uma operação robusta de segurança, mobilidade urbana, saúde, limpeza, acessibilidade e sustentabilidade.

O diretor executivo da Fundação Cultural de João Pessoa (Funjope), Marcus Alves, destacou que o evento será uma grande celebração pública, com uma arena de 70 mil metros quadrados montada especialmente para garantir conforto e acessibilidade ao público. Já a área privada, onde ficarão os camarotes e similares, será de 6.900 metros quadrados.

“Estamos preparando tudo para um evento grandioso, com estrutura adequada para receber todos com segurança e acessibilidade. Teremos uma área reservada para cadeirantes e estamos inovando com o projeto de sustentabilidade ‘Recicla João Pessoa’, envolvendo cooperativas de catadores que farão a coleta seletiva dos resíduos gerados”, afirmou.

Parceria público-privada – O show de Roberto Carlos será promovido através de uma parceria público-privada com a Medow Entretenimento e Cultura. O investimento da Funjope será de R$ 1 milhão e a iniciativa privada investe mais R$ 2 milhões. O diretor da Medow, Jomário Souto, ressaltou a emoção e a responsabilidade de promover o show de Roberto Carlos.

“É uma honra participar da comemoração dos 440 anos de João Pessoa com um artista que representa tanto para o Brasil. Será um show único, histórico, e preparado com todo carinho para o povo paraibano”, ressaltou.

Mobilidade Urbana – A Superintendência Executiva de Mobilidade Urbana (Semob-JP) também apresentou um plano de operação especial, que contará com 100 agentes distribuídos em três turnos, 10 viaturas, 25 motocicletas e 6 bicicletas. A partir das 5h da manhã do dia do evento, ruas como José Augusto Trindade, Antônio Lira e Índio Arabutan terão o estacionamento proibido. Já a partir das 17h, essas vias estarão bloqueadas para circulação de veículos, funcionando apenas como rotas de emergência e apoio ao evento.

Além disso, a Semob-JP garantirá o reforço no transporte público, com linhas operando até o fim do evento, pontos específicos para embarque e desembarque de vans, ônibus de caravana e veículos de aplicativo. O Centro de Operação de Trânsito e Transportes (COTT) estará em funcionamento com monitoramento por câmeras e atendimento pelo WhatsApp (98760-2134).

Segurança reforçada – O esquema de segurança contará com o trabalho integrado da Guarda Civil Metropolitana, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Polícia Penal e Polícia Científica. Estão mobilizados cerca de 400 policiais, além de 100 agentes da Guarda Civil, drones de videomonitoramento, viaturas, motos e um ônibus. Câmeras de reconhecimento facial serão utilizadas em pontos estratégicos. Também haverá delegacia móvel, equipes de flagrante e patrulhamento especializado, incluindo atenção a vulneráveis e monitoramento de pessoas com tornozeleiras.

Saúde e atendimentos de emergência – Para garantir o atendimento em casos de emergência, 29 profissionais do Samu-JP estarão atuando no local, com suporte de 2 ambulâncias de Suporte Avançado (USA), 2 de Suporte Básico (USB), 4 motolâncias, 1 Veículo de Intervenção Rápida (VIR) e pontos estratégicos de atendimento na Avenida Cabo Branco e no Busto de Tamandaré.

Sustentabilidade e limpeza – A Autarquia Especial Municipal de Limpeza Urbana (Emlur) mobilizou 300 agentes para varrição e coleta de resíduos, além de 3 caminhões compactadores, 1 varredora mecanizada e 1 saneadora de areia. O projeto ‘Recicla João Pessoa’, em parceria com a Semam e o Ministério Público da Paraíba, contará com 70 agentes de coleta seletiva e seis Pontos de Entrega Voluntária (PEVs). Três associações de catadores participarão da separação e triagem dos resíduos recicláveis.

Comércio e estrutura – Mais de 220 ambulantes cadastrados atuarão no entorno do Busto de Tamandaré, em áreas organizadas pela Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedurb). A infraestrutura do palco será a mesma utilizada no Festival Forró Verão, garantindo qualidade técnica e estética ao evento.

Turismo e adesivos de acesso – A Secretaria de Turismo de João Pessoa (Setur-JP) realizará a distribuição de adesivos de ‘Trânsito Livre’ para moradores e estabelecimentos localizados na área do evento. A entrega ocorrerá entre os dias 1º e 5 de agosto em pontos fixos e móveis, mediante apresentação de documento de identidade, comprovante de residência e documentação do veículo. Cada residência terá direito a um adesivo, que deverá ser fixado no para-brisa do veículo.

Integração – Estiveram presentes na coletiva, autoridades de diversas pastas da gestão municipal, reforçando o compromisso conjunto com a realização do evento. Entre elas, o secretário de Desenvolvimento Urbano, Marmuthe Cavalcanti; o secretário de Turismo Vitor Hugo e o executivo, Daniel Rodrigues; além do secretário de Comunicação Janildo Silva e a secretária executiva Nena Martins.

Também participaram o comandante da Guarda Civil Metropolitana, Vitor Freire; o superintendente de Mobilidade Urbana da Capital, Marcílio do HBE; o superintendente da Emlur, Ricardo Veloso, acompanhado do executivo Igor Moraes; o tenente-coronel Bruno, comandante do Batalhão de Turismo da PM, dentre outras autoridades.

Feminicídios crescem em SP no 1º semestre, revela Segurança Pública

Por MRNews

No primeiro semestre de 2025, o número de feminicídios registrados nas Delegacias de Defesa da Mulher de todo o estado de São Paulo cresceu na comparação com o mesmo período do ano passado. Neste ano, 128 feminicídios foram objeto de investigação em todo o estado, o que significa que 21 mulheres – em média – foram assassinadas por mês em território paulista.

O cenário representou sete crimes a mais do que o anotado no mesmo período em 2024. Os dados foram divulgados hoje (30) pela Secretaria da Segurança Pública de São Paulo.

As denúncias de estupros também cresceram nessa comparação. Foram 7.254 registros entre janeiro e junho deste ano, alta de 2,1% em relação ao mesmo período de 2024. No entanto, considerando-se apenas o mês de junho, houve queda de 16,2% nas notificações, com o registro de 1.035 boletins de ocorrência.

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Latrocínios e homicídios

Na comparação semestral, o estado de São Paulo registrou o menor número de latrocínios [roubo seguido de morte] dos últimos 25 anos, com 69 casos, quantidade 22,4% inferior ao ocorrido no primeiro semestre de 2024 quando houve 89 casos. Desse total, 11 casos foram anotados em junho, um caso a mais que no ano passado.

Quanto aos homicídios dolosos [ou intencionais], o estado de São Paulo registrou aumento, passando de 1.230 crimes em 2024 para 1.241 no primeiro semestre de 2025. Na comparação mensal também houve aumento expressivo: 189 casos em 2024 e 212 em junho deste ano.

Roubos e furtos

No primeiro semestre deste ano, as ocorrências de roubos caíram 15,3% no estado, com 85.530 notificações contra 100.978 verificadas entre janeiro e junho do ano passado. Segundo a Secretaria da Segurança Pública, esse foi o menor patamar de roubos de um primeiro semestre desde o início da série histórica em 2001.

Considerando-se apenas junho, houve 12.891 boletins de ocorrência nas 645 cidades paulistas, queda de 17,5% em relação a 2024.

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Quanto aos furtos em geral, houve 277.063 casos no primeiro semestre do ano contra 274.348 casos em 2024. Somente em junho foram anotados 43.289 registros, queda de 4,2% em relação ao ano passado.

Caso Pedrinho; avó faz desabafo comovente e levanta suspeitas contra o genro

Por MRNews

Caso Pedrinho: avó faz desabafo comovente e levanta suspeitas contra o genro

A morte trágica do pequeno Pedrinho, de apenas dois anos, continua gerando forte comoção e muitas dúvidas. O menino foi encontrado desacordado no banheiro de casa, no último fim de semana, e chegou a ser levado para um hospital, mas infelizmente não resistiu. Agora, familiares clamam por respostas e justiça.

Entre os mais abalados está a avó materna, Chaiana Simão de Deus Reis, que tem usado as redes sociais e entrevistas para expressar sua dor e sua indignação. Em um depoimento emocionado, ela declarou que desconfia do genro, padrasto de Pedrinho, e pediu apuração rigorosa do caso.

“Queremos saber a verdade”, diz avó

Em entrevista ao portal local, Chaiana foi enfática: “A gente quer saber a verdade. Não queremos vingança, mas justiça. Meu neto não merecia isso. Ele era uma criança alegre, cheia de vida e foi arrancado de nós de forma cruel.”

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A avó revelou que o padrasto já havia apresentado comportamento agressivo anteriormente, incluindo relatos de violência contra sua filha, mãe de Pedrinho. “Minha filha sofreu muito calada. Sempre escondia as coisas. Mas agora, com o que aconteceu com o Pedrinho, tudo veio à tona”, disse ela.

Histórico preocupante

Segundo a família, o homem acusado já havia sido denunciado informalmente por comportamentos violentos dentro de casa, mas nunca havia sido formalmente investigado. “Ele sempre teve um gênio difícil. A gente temia que algo assim pudesse acontecer”, lamentou a avó.

A polícia investiga o caso, e o laudo preliminar do Instituto Médico Legal ainda não foi concluído. No entanto, fontes ligadas à investigação informaram que os indícios de agressão física não foram descartados. O padrasto, por sua vez, foi ouvido pela polícia e segue em liberdade enquanto as apurações continuam.

Comunidade abalada

O caso gerou forte repercussão em toda a região. Vizinhos e conhecidos da família organizaram uma pequena vigília em frente à casa onde Pedrinho morava. Com velas, cartazes e brinquedos deixados no portão, moradores pedem justiça e homenageiam a breve vida do menino.

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“É uma tristeza imensurável. A gente convivia com ele, via aquele sorriso todos os dias. Agora, nos resta o luto e a esperança de que a verdade venha à tona”, comentou uma vizinha próxima da família.

Pedido de apoio psicológico

A mãe de Pedrinho também está abalada emocionalmente e, segundo familiares, está sendo acompanhada por psicólogos desde o ocorrido. “Ela não consegue falar sobre o assunto ainda. Está em choque. O Pedrinho era tudo para ela”, afirmou a avó.

Chaiana aproveitou o momento para fazer um apelo às autoridades por mais proteção às crianças em situação de risco. “Se há suspeitas de violência doméstica, não dá para esperar acontecer uma tragédia. O sistema precisa agir antes. Meu neto não teve essa chance”, disse, emocionada.

Investigações seguem em andamento

A Polícia Civil informou que continua colhendo depoimentos e aguardando o laudo definitivo do IML para esclarecer as causas da morte de Pedrinho. Também será avaliado se houve omissão de socorro ou se o menino apresentava sinais anteriores de maus-tratos.

O Conselho Tutelar foi acionado e acompanha o caso, avaliando o histórico familiar e a situação da mãe da criança. A sociedade segue atenta e mobilizada, esperando que as investigações não deixem dúvidas e que a memória de Pedrinho seja honrada com justiça.


Categoria: Notícias
Tags: #casoPedrinho #justiça #violênciainfantil #família #investigação
Redação MRNews
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Tragédia em Hortolândia: caso Nicolly expõe crueldade e tentativa de encobrir feminicídio

O assassinato de Nicolly Fernanda Pogere, de apenas 15 anos, comoveu moradores de Campinas e região pela brutalidade envolvida e pelas circunstâncias que o cercam. A adolescente, que desapareceu no dia 14 de julho após visitar o namorado em Hortolândia (SP), foi encontrada morta quatro dias depois em uma lagoa no bairro Jardim Amanda I.

As investigações da Polícia Civil revelaram detalhes assustadores. O corpo da jovem foi localizado com sinais de violência extrema: esquartejado, enrolado em lençóis e uma lona azul, parcialmente submerso. Segundo os peritos, Nicolly apresentava perfurações causadas por arma branca. A cena foi cuidadosamente montada para dificultar a localização e sugerir outra motivação para o crime.

Um dos elementos que chamou mais atenção foi a inscrição feita nas costas da adolescente com as iniciais de uma facção criminosa. A marcação com “PCC” levou, inicialmente, à hipótese de execução por envolvimento com o crime organizado. No entanto, o delegado Regino, responsável pelo caso, afirma que essa inscrição foi, na verdade, uma forma de tentar desviar o foco da investigação e encobrir a real motivação, que aponta para um feminicídio com possível motivação passional.

Relações tóxicas e fuga dos suspeitos

O principal suspeito é o próprio namorado de Nicolly, um adolescente de 17 anos. Segundo os investigadores, ele mantinha também um relacionamento com uma segunda menor, de 14 anos, que teria colaborado no crime. Os dois estão foragidos desde a descoberta do corpo.

Na residência do suspeito foram localizados lençóis e uma lona idênticos aos que envolviam o corpo da vítima, além de manchas de sangue. O pai do adolescente reconheceu os itens como sendo da casa da família, o que fortalece a hipótese de que o crime foi cometido no local e que houve tentativa de ocultação de provas.

Um detalhe importante para a localização do corpo foi a atuação do cão farejador Thor, da Guarda Municipal. A equipe realizou buscas por mais de três horas até que o animal indicou o ponto onde Nicolly estava submersa, com pedras usadas para manter o corpo no fundo da lagoa. O esforço das autoridades de segurança e da família da vítima foi essencial para que ela fosse localizada e o crime começasse a ser elucidado.

As circunstâncias do desaparecimento também causaram estranheza. A jovem deveria ter retornado à casa do avô no dia 14 de julho. A família, ao não conseguir contato com ela, acionou o então namorado, que alegou ter terminado o relacionamento e que Nicolly teria ido embora no dia 12. A contradição nas datas levantou suspeitas imediatas e motivou o registro de boletim de ocorrência.

O crime abalou a cidade de Hortolândia e provocou grande comoção nas redes sociais, onde amigos e familiares pedem justiça e reforçam a memória da adolescente. A repercussão do caso também acendeu alertas para a importância de se discutir com seriedade os relacionamentos abusivos entre jovens e os sinais de violência doméstica desde a adolescência.

Dentro do processo de investigação, a polícia também busca compreender se outras pessoas colaboraram de alguma forma com a execução ou fuga dos suspeitos. O trabalho pericial nas manchas de sangue e nos objetos recolhidos pode ser determinante para traçar com mais precisão a cronologia do crime.

Embora o caso traga um enredo de dor e perda irreparáveis, ele também reforça a necessidade de amparo e vigilância nos relacionamentos juvenis, especialmente quando há histórico de ciúmes, manipulação ou agressividade. A tragédia de Nicolly expõe não só uma falha na proteção à infância e adolescência, mas também uma urgência coletiva de atenção aos sinais de risco que tantas vezes são ignorados.

A apuração segue com diligências intensificadas por parte da Polícia Civil. O objetivo agora é capturar os dois adolescentes envolvidos e garantir que o crime não fique impune. As autoridades também investigam possíveis cúmplices ou pessoas que possam ter ajudado na fuga.

A região de Campinas tem registrado aumento em casos de violência contra adolescentes nos últimos anos. Embora a maioria dos casos não ganhe destaque na mídia, tragédias como essa escancaram a gravidade da situação. É nesse contexto que se torna ainda mais necessário que famílias, escolas e o poder público trabalhem juntos em estratégias de prevenção.

Enquanto a investigação avança, a lembrança de Nicolly segue viva na memória dos que lutam por justiça.

Caso Nicolly: Polícia acredita que inscrição de facção no corpo foi usada para despistar real motivação do crime

A morte brutal da adolescente Nicolly Fernanda Pogere, de apenas 15 anos, chocou moradores de Hortolândia (SP) e de todo o país. A jovem, que estava desaparecida desde o dia 14 de julho, foi encontrada morta em uma lagoa no bairro Jardim Amanda I, na tarde de sexta-feira (18). O corpo foi localizado graças ao trabalho de um cão farejador da Guarda Municipal, após mais de três horas de buscas. A cena encontrada escancarou a crueldade do crime: Nicolly foi esquartejada, enrolada em lençóis e lona azul, e parcialmente submersa na água.

De acordo com a Polícia Civil, as investigações apontam o namorado da vítima, um adolescente de 17 anos, como principal suspeito. A ele, teria se juntado outra menor, de 14 anos, com quem também mantinha um relacionamento. Ambos estão foragidos.

Mas o que mais chamou a atenção dos investigadores foi uma inscrição feita nas costas da vítima com as iniciais “PCC”, referência à facção criminosa Primeiro Comando da Capital. A princípio, isso poderia sugerir uma ligação direta do crime com o tráfico ou o crime organizado. Contudo, segundo o delegado Regino, responsável pelo caso, trata-se de uma tentativa deliberada de despistar a real motivação do assassinato.

“É uma tentativa clara de desviar o foco da investigação. Queriam simular uma execução típica do crime organizado, mas as evidências apontam para outra motivação”, explicou o delegado.

Na residência do principal suspeito foram encontradas manchas de sangue, além de lençóis e uma lona semelhantes aos que envolviam o corpo da vítima — identificados posteriormente pelo próprio pai do suspeito. Dentro dos tecidos, a perícia ainda encontrou pedras, provavelmente utilizadas para manter o cadáver submerso e dificultar a localização.

Feminicídio brutal e tentativa de ocultação

O crime foi registrado como feminicídio com agravantes de ocultação de cadáver e possível participação de mais de uma pessoa. A crueldade com que foi cometido também levanta a suspeita de premeditação.

“Fazer um crime desse tamanho, com requinte de crueldade, aparentemente planejado, é difícil a sociedade absorver uma situação dessas”, afirmou o secretário de Segurança Pública de Hortolândia, Joldemar Nunes Corrêa.

A Polícia Civil continua empenhada na busca pelos adolescentes suspeitos e já analisa se houve envolvimento de terceiros, tanto na execução quanto no possível auxílio à fuga dos dois jovens.

Histórico do relacionamento

De acordo com o padrasto de Nicolly, os adolescentes se conheciam desde a infância e mantinham um relacionamento à distância. A jovem morava em Mococa (SP), mas foi a Hortolândia visitar o avô e reencontrar o namorado no final de junho. No início de julho, passou alguns dias na casa do suspeito e deveria ter retornado no dia 14. No entanto, desde então, sua família não conseguiu mais contato.

O namorado afirmou, inicialmente, que havia terminado o relacionamento com Nicolly e que ela teria saído da casa no dia 12. A versão logo foi desmentida pelas investigações e pelo próprio desaparecimento da jovem, denunciado por seus familiares.

Comunidade abalada

O caso provocou comoção na cidade de Hortolândia e também em Mococa, onde Nicolly morava. Vizinhos, amigos e parentes prestaram homenagens nas redes sociais e organizaram vigílias pela memória da adolescente. A violência do crime e o envolvimento de menores de idade reforçaram o debate público sobre relacionamentos abusivos, feminicídio e responsabilidade penal juvenil.

Próximos passos

O corpo de Nicolly foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) para exames mais detalhados. As manchas de sangue encontradas na residência do suspeito estão sendo periciadas, e as diligências para capturar os dois adolescentes continuam.

A polícia também avalia se o crime pode ter tido algum tipo de motivação emocional ligada ao ciúmes ou conflito entre os envolvidos no triângulo amoroso. Além disso, busca entender se outros adultos poderiam ter contribuído direta ou indiretamente para o crime, seja fornecendo abrigo, materiais usados ou dificultando a localização dos foragidos.

“Seguiremos com diligências ininterruptas até localizarmos os responsáveis e garantirmos justiça para Nicolly”, concluiu o delegado Regino.


Se você estiver passando por uma situação de violência ou conhece alguém nessa condição, procure ajuda. Ligue 180 — Central de Atendimento à Mulher. O serviço é gratuito e funciona 24 horas por dia.

Delegada revela descobertas “muito estranhas” em celulares de investigados pela morte de Adalberto Amarilio

A delegada Ivalda Aleixo, da Polícia Civil de São Paulo, concedeu uma entrevista coletiva nesta quinta-feira (18) para atualizar a imprensa sobre o andamento das investigações da morte do empresário Adalberto Amarilio Júnior, encontrado morto em um buraco dentro do Autódromo de Interlagos, na Zona Sul da capital paulista. As autoridades seguem apurando os detalhes do caso, que ganhou grande repercussão devido à brutalidade do crime e às circunstâncias ainda nebulosas que envolvem a morte da vítima.

Durante a coletiva, Ivalda revelou que a análise dos celulares apreendidos dos principais suspeitos trouxe à tona informações que ela classificou como “muito estranhas”. Segundo a delegada, os dados encontrados apontam para possíveis conexões ainda não reveladas entre os envolvidos, incluindo mensagens apagadas, registros de chamadas em horários considerados suspeitos e o uso de aplicativos de mensagens criptografadas.

A delegada frisou que, mesmo com a exclusão de algumas conversas, a equipe de investigação conseguiu recuperar dados por meio de softwares especializados, o que permitiu traçar uma linha do tempo mais clara sobre os passos dos investigados nas horas que antecederam o crime. “O conteúdo encontrado nos celulares nos deu uma nova perspectiva sobre o caso. Algumas conversas levantam hipóteses que estamos investigando com muito cuidado”, disse Ivalda.

Disputa pessoal e possível motivação

A polícia ainda não descarta nenhuma linha de investigação, mas uma hipótese que ganha força é a de que a morte de Adalberto tenha sido motivada por desentendimentos pessoais e financeiros. Informações preliminares apontam para possíveis ameaças anteriores ao crime, envolvendo negócios paralelos e vínculos com figuras do setor automobilístico e empresarial.

A vítima, que era conhecida no meio corporativo por atuar com fornecimento de peças para eventos de automobilismo, teria tido recentes atritos com parceiros de negócios, o que pode ter despertado desconfiança e raiva em algumas pessoas do círculo próximo. Segundo fontes ligadas ao caso, Adalberto estava envolvido em negociações de alto valor nas semanas anteriores à sua morte, o que reforça a suspeita de crime premeditado.

Em relação à localização do corpo, a delegada revelou que o buraco onde Adalberto foi encontrado não fazia parte da estrutura oficial do autódromo e estava coberto por lonas e entulho, o que sugere tentativa de ocultação. A equipe pericial identificou sinais de que o local foi manipulado recentemente, o que motivou novas buscas na área interna do autódromo.

“Tudo indica que havia a intenção clara de esconder o corpo por mais tempo, o que só não aconteceu porque tivemos uma denúncia anônima que nos levou ao local. Sem isso, o corpo poderia ter permanecido ali por dias, talvez semanas”, comentou a delegada.

A família de Adalberto Amarilio Júnior segue colaborando com as investigações, mas ainda prefere não se manifestar publicamente sobre o caso. Amigos próximos têm prestado depoimentos, e a polícia já ouviu pelo menos cinco pessoas ligadas direta ou indiretamente à vítima.

Enquanto as investigações avançam, a população acompanha com atenção o desenrolar do caso, que evidencia mais uma vez a complexidade de crimes que envolvem interesses financeiros e traições pessoais. A expectativa agora é que novas informações sejam reveladas nos próximos dias, principalmente com base na análise do conteúdo recuperado dos celulares.

A polícia trabalha com discrição, mas não descarta novas prisões ou buscas nos próximos dias. “Vamos até o fim, e tudo será esclarecido”, finalizou Ivalda Aleixo.

Novidade no caso Adalberto: Polícia encontra nova evidência após perícia e envolve esposa do empresário

A investigação sobre a misteriosa morte do empresário Adalberto Amarilio Junior ganhou um novo desdobramento nesta semana, com a revelação de detalhes cruciais após a conclusão de uma nova perícia técnica. O caso, que desde o início levanta inúmeras perguntas sobre as circunstâncias em que o corpo do empresário foi encontrado, volta aos holofotes após a Polícia Civil divulgar um laudo que coloca a esposa da vítima no centro das atenções.

Adalberto, de 35 anos, foi encontrado morto em um buraco dentro do Autódromo de Interlagos, em São Paulo, há algumas semanas. Desde então, a polícia tem seguido várias linhas de investigação, inclusive com foco em questões familiares e empresariais. O que parecia ser um desaparecimento misterioso acabou se tornando um dos casos de maior repercussão recente no estado.

A nova perícia foi realizada no interior do veículo da vítima, um carro de alto padrão apreendido logo após o início das investigações. O que motivou essa nova etapa foi a presença de resíduos de sangue e marcas suspeitas, que precisavam ser confrontadas com perfis genéticos dos envolvidos mais próximos.

De acordo com o delegado Rogério Thomaz, que está à frente do caso, a perícia identificou material genético compatível com uma mulher, levantando a hipótese de que outra pessoa estivesse no veículo no momento em que o crime foi cometido — ou ao menos na sequência imediata. A novidade, porém, está no fato de que o sangue encontrado não pertence à esposa de Adalberto, como inicialmente se suspeitava.

Esse novo elemento, segundo a polícia, muda o rumo das investigações.

“O resultado do laudo nos surpreendeu. Esperávamos um confronto positivo com a amostra da esposa da vítima, mas a análise mostrou que se trata de uma terceira mulher, ainda não identificada. Isso amplia o leque de possibilidades e levanta novas questões sobre quem poderia estar envolvido diretamente no crime”, disse o delegado em coletiva.

Apesar disso, a esposa de Adalberto, Fernanda Dândalo, segue colaborando com as autoridades. Ela já prestou depoimentos anteriores e, inclusive, autorizou a coleta de material genético para comparação. Em entrevistas recentes, a viúva declarou estar “arrasada” com a morte do marido e ressaltou que deseja tanto quanto a polícia descobrir o que realmente aconteceu naquela noite.

Ainda de acordo com fontes ligadas à investigação, há suspeitas de que questões financeiras e uma possível traição conjugal possam ter relação com o caso. Mensagens encontradas no celular do empresário e movimentações incomuns em suas contas bancárias estão sendo analisadas por peritos especializados em crimes cibernéticos e lavagem de dinheiro.

A polícia não descarta nenhuma possibilidade, incluindo a de que Adalberto estivesse sendo chantageado ou envolvido em algum esquema que saiu do controle. Até o momento, ninguém foi formalmente indiciado, mas os investigadores já trabalham com três suspeitos em potencial, cujos nomes seguem em sigilo.

O caso segue em investigação sob forte vigilância da imprensa e da opinião pública. A expectativa é que nos próximos dias, com a análise de câmeras de segurança da região e novos depoimentos, as autoridades consigam avançar no esclarecimento do assassinato.

A morte de Adalberto Amarilio Junior não apenas comoveu familiares e amigos, mas também chamou a atenção para a fragilidade da segurança em espaços públicos, como o Autódromo de Interlagos, que segue sob avaliação das autoridades responsáveis por sua administração.

Enquanto isso, o clamor por justiça só aumenta nas redes sociais, onde internautas acompanham cada nova atualização com indignação e tristeza. O caso segue como prioridade dentro da Delegacia de Homicídios e deve ter novos desdobramentos nas próximas semanas.

Esposa vem a público e fala sobre o que pode ter acontecido com Adalberto: ‘Pegou ele nesse trajeto’

A morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Junior, de 35 anos, continua cercada de mistério e revolta. Encontrado sem vida dentro de um buraco próximo ao Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo, o caso ainda está sendo investigado pela polícia. Nesta quinta-feira (4), a esposa da vítima, Fernanda Dândalo, quebrou o silêncio e falou publicamente sobre o que acredita ter acontecido com o marido.

Em entrevista ao G1, Fernanda desabafou emocionada sobre os últimos momentos antes do desaparecimento de Adalberto e revelou suas suspeitas. Segundo ela, o trajeto que ele costumava fazer pode ter sido crucial para o desfecho trágico.

“A gente acha que pegaram ele nesse trajeto. Não faz sentido ele sumir assim, sem deixar rastro. Ele ia pra lá toda semana. Conhecia o caminho”, afirmou Fernanda, visivelmente abalada.


Trajetória conhecida e rotina previsível

Adalberto era dono de uma rede de óticas e costumava visitar fornecedores e parceiros de negócio frequentemente na região do autódromo. Para a esposa, isso pode ter facilitado alguma ação premeditada contra ele. Ela acredita que o marido tenha sido seguido ou abordado durante o caminho, possivelmente em uma emboscada.

A família descarta, até o momento, a possibilidade de suicídio e cobra respostas das autoridades.


Investigação segue em andamento

A Polícia Civil de São Paulo segue apurando o caso e já ouviu testemunhas. Uma perícia foi realizada no veículo do empresário, onde foi encontrado sangue feminino, o que gerou ainda mais especulações. Contudo, já foi confirmado que o sangue não pertence à esposa de Adalberto, o que levou a polícia a buscar outras linhas de investigação.

A delegacia responsável já solicitou imagens de câmeras da região e tenta identificar possíveis envolvidos, além de rastrear os últimos contatos feitos por Adalberto antes de desaparecer.


Dor e indignação

Fernanda relatou que a dor da perda ainda é acompanhada pela angústia de não saber exatamente o que ocorreu. Ela afirma que o empresário era uma pessoa tranquila, sem inimigos declarados, e que vivia intensamente sua rotina de trabalho e família.

“Ele era um homem de bem. Trabalhador, dedicado. A gente só quer justiça e a verdade. Eu e meus filhos merecemos saber o que aconteceu com ele.”


O caso permanece sob investigação e a expectativa da família é de que, com as novas perícias e depoimentos, as autoridades consigam montar o quebra-cabeça que envolve a morte de Adalberto.


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Saiu o resultado: delegado se pronuncia sobre o sangue feminino encontrado no carro de Adalberto

A investigação sobre a misteriosa morte do empresário Adalberto Amarilio Junior ganhou um desdobramento importante nesta quinta-feira (3). O delegado Rogério Thomaz, responsável pelo caso, se pronunciou oficialmente após a conclusão da perícia feita no sangue encontrado no veículo do empresário, localizado próximo ao Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Desde o início do inquérito, o sangue de origem feminina presente no carro levantou diversas especulações, incluindo a possibilidade de envolvimento da esposa de Adalberto no episódio que culminou com a sua morte. O corpo do empresário foi encontrado dias antes em um buraco próximo à área do autódromo, em circunstâncias ainda não totalmente esclarecidas.

Segundo o delegado, a análise do material genético foi conclusiva:

“O exame identificou que o sangue encontrado no carro não pertence à esposa de Adalberto. A perícia apontou incompatibilidade total entre os perfis genéticos”, afirmou Rogério Thomaz em coletiva à imprensa.

A revelação muda o rumo da investigação, já que havia uma linha sendo apurada que poderia indicar uma briga ou conflito entre o casal antes da morte do empresário. Agora, com a exclusão da esposa como fonte do sangue, a polícia trabalha com novas possibilidades, incluindo a presença de uma terceira pessoa no carro antes do ocorrido.

Mistério continua

Adalberto Amarilio Junior, conhecido no meio empresarial por sua atuação no ramo de eventos automotivos, desapareceu misteriosamente após participar de uma reunião na região de Interlagos. Seu corpo foi localizado dias depois em um buraco próximo à pista do autódromo, em circunstâncias que ainda geram dúvidas.

Além do sangue feminino no carro, as autoridades investigam imagens de câmeras de segurança, sinais de arrombamento no veículo e testemunhos que ainda estão sendo colhidos. A polícia não descarta nenhuma hipótese, incluindo acidente, homicídio ou envolvimento de terceiros com interesses financeiros.

Família e repercussão

A família de Adalberto, que vem acompanhando de perto as investigações, declarou que espera justiça e pediu respeito ao momento de dor. Advogados da família também afirmaram que aguardam os desdobramentos com cautela.

A comoção em torno do caso ganhou grande repercussão nas redes sociais, com muitos internautas especulando sobre o envolvimento de pessoas próximas e pressionando por uma resposta definitiva da polícia.

Enquanto isso, o delegado Rogério Thomaz reforçou que novas perícias estão em andamento e que o caso está longe de ser encerrado.


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Morte de Adalberto Júnior: Polícia revela detalhes chocantes sobre caso no Autódromo de Interlagos

Durante coletiva realizada nesta quarta-feira (18), a Polícia Civil de São Paulo trouxe revelações impactantes sobre a morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, de 36 anos. O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) aponta que a vítima sofreu uma morte lenta e agonizante, causada por asfixia mecânica combinada com compressão torácica — o que pode indicar esganadura. O caso agora é investigado como homicídio.

Lesões e sinais de sofrimento

O relatório pericial também constatou ferimentos nos joelhos do empresário, indicando que ele pode ter sofrido lesões enquanto ainda estava consciente. Tais marcas sugerem reação defensiva ou movimentação corporal antes de ser deixado no buraco em uma área de obras dentro do Autódromo de Interlagos. O corpo foi encontrado no dia 3 de junho, quatro dias após seu desaparecimento.

Local do crime e dificuldade na reconstrução

Segundo as autoridades, não foram encontrados sinais de luta corporal no local, mas o posicionamento do corpo entre estruturas fixas dificulta a reconstituição exata da dinâmica da morte. A área foi completamente periciada, e os investigadores seguem cruzando informações de depoimentos, registros e laudos periciais.

Exames genéticos e digitais em andamento

Ainda são aguardados os resultados de exames genéticos de material encontrado sob as unhas da vítima, além da análise do sangue recolhido no carro de Adalberto, localizado por familiares no dia seguinte ao desaparecimento. O veículo estava trancado, com uma blusa no banco do passageiro, e sem sinais aparentes de arrombamento.

As autoridades também requisitaram imagens de câmeras de segurança e cruzamento de presença de funcionários e frequentadores da área na data do crime, buscando identificar eventuais suspeitos.

Declaração do secretário de Segurança Pública

O secretário executivo da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, classificou a morte de Adalberto como sofrida e lenta, reforçando o caráter cruel do crime. “Foi uma morte sofrida mesmo, lenta”, afirmou. A polícia ainda não descarta nenhuma hipótese, incluindo confronto com seguranças, envolvimento de terceiros ou até uma abordagem premeditada.

Mistério continua

O caso permanece sem conclusão definitiva, mas a Polícia Civil mantém as investigações em ritmo intenso. A principal linha de trabalho agora é identificar com quem Adalberto esteve nas horas anteriores à sua morte e descobrir qual foi a real motivação do crime.

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Caso Adalberto: Delegada aponta possível envolvimento de pessoa próxima e levanta novas hipóteses

Durante coletiva de imprensa realizada na última segunda-feira (16), a delegada Ivalda Aleixo, coordenadora do Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), trouxe novas informações sobre a morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, de 36 anos. Segundo ela, os indícios colhidos até o momento sugerem que Adalberto pode não ter retornado ao carro após deixar o evento de motos ocorrido no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, no dia 30 de maio.

O corpo do empresário foi encontrado no dia 3 de junho, em um buraco dentro de uma área em obras no próprio autódromo. A última comunicação dele foi com a esposa, quando afirmou, por volta das 21h, que já estava indo para casa jantar. Desde então, não houve mais contato.

Manchas de sangue no carro

Uma das principais linhas de investigação gira em torno das manchas de sangue encontradas em diferentes partes do carro de Adalberto, como no assoalho, banco traseiro, próximo à porta e atrás do banco do passageiro. A delegada informou que a Polícia Civil aguarda o resultado dos exames de DNA para confirmar se o sangue pertence à vítima ou a uma terceira pessoa. A confirmação poderá alterar drasticamente os rumos da apuração.

Hipóteses levantadas

Durante a coletiva, Ivalda Aleixo levantou hipóteses importantes: “Pode ter sido alguém da manutenção, segurança, vigilância… ou até alguém que estava saindo com ele”, afirmou. A delegada deixou claro que, neste momento, nenhuma possibilidade está sendo descartada, e o trabalho investigativo está focado em reconstituir os últimos passos de Adalberto antes do desaparecimento.

Depoimento de amigo apresenta inconsistências

Outro ponto que chamou atenção das autoridades foi o depoimento de Rafael Aliste, amigo que acompanhava Adalberto no evento. De acordo com a delegada, a primeira versão do relato apresentado por Rafael continha omissões e falhas, o que levou a polícia a convocá-lo novamente para prestar esclarecimentos.

O carro de Adalberto, que inicialmente não foi localizado, foi encontrado pela família um dia após o desaparecimento em uma área do autódromo. O veículo estava trancado, com uma blusa no banco do passageiro, e aparentava estar intacto.

Família e patrimônio

Adalberto era casado há oito anos e não tinha filhos. O empresário era dono de três óticas e mantinha um alto padrão de vida. Segundo a esposa, não houve movimentações financeiras suspeitas nas contas dele nos dias que antecederam o desaparecimento.

A Polícia Civil continua apurando o caso com cautela, enquanto familiares e amigos esperam por respostas concretas sobre o que realmente aconteceu naquela noite.

Tags: adalbertojunior, casoadalberto, crime, Interlagos, polícia, desaparecimento empresário, São Paulo

Esposa de empresário revela busca desesperada no autódromo após sumiço do marido; sangue foi encontrado no carro

Na madrugada de 30 de maio, o desaparecimento do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, de 35 anos, mobilizou familiares e levantou uma série de questionamentos que agora são peças-chave na investigação conduzida pela Polícia Civil de São Paulo. Durante depoimento prestado na última segunda-feira (9), a esposa da vítima revelou que esteve no Autódromo de Interlagos, poucas horas após o sumiço do marido, numa tentativa desesperada de localizá-lo.

Segundo o relato, ela foi ao local acompanhada dos pais de Adalberto, mas ao chegar ao autódromo, um segurança alegou que não havia nenhum carro estacionado. No entanto, ao retornarem no dia seguinte, o grupo encontrou o veículo no estacionamento. O carro estava aparentemente intacto, com apenas uma blusa no banco do passageiro. Nenhum sinal de arrombamento foi constatado.

Sangue no veículo e ausência de câmera levantam suspeitas

A perícia técnica identificou vestígios de sangue no interior do carro da vítima, o que levantou novas hipóteses sobre o que poderia ter acontecido com Adalberto entre sua última aparição no evento de motos e a descoberta de seu corpo, quatro dias depois, em um buraco de obra dentro da área do autódromo.

Além disso, o empresário foi encontrado sem calça e sem sapatos, mas ainda com o capacete na cabeça. O celular estava com ele, e está sendo periciado. Um item que chama atenção é a câmera que costumava estar acoplada ao capacete — ela desapareceu sem explicações e pode conter imagens cruciais para o esclarecimento do caso.

Depoimentos e investigação em andamento

Três pessoas que trabalharam no evento de motos prestaram depoimentos à polícia, acompanhadas por advogados, e sem contato com a imprensa. A empresa responsável pela organização do evento segue colaborando com as autoridades, fornecendo a lista de funcionários e documentos relacionados à logística do dia.

O casal vivia junto há oito anos e levava uma vida confortável. Adalberto era proprietário de três óticas em São Paulo e possuía um patrimônio de alto valor. Ainda segundo a esposa, não houve movimentações financeiras suspeitas nas contas da vítima no período do desaparecimento.

Expectativa por respostas

Com mais peças sendo reveladas a cada semana, a expectativa é de que a Polícia Civil avance nas investigações com base nos laudos técnicos e nos depoimentos. A descoberta de sangue, o sumiço da câmera do capacete e a falta de explicações plausíveis sobre o acesso ao local onde o corpo foi encontrado continuam alimentando a suspeita de que a morte não tenha sido acidental.

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Laudo do IML sobre morte de empresário em Interlagos desmente versão de amigo e reforça suspeita de homicídio

O caso da morte do empresário Adalberto Amarilio Júnior, encontrado em um buraco de obra no Autódromo de Interlagos, Zona Sul de São Paulo, ganhou novos rumos após a divulgação oficial do laudo pericial nesta terça-feira, 17 de junho de 2025. O documento, divulgado pelo Instituto Médico Legal (IML) e noticiado pela TV Globo, revela que Adalberto morreu por asfixia mecânica, com indícios claros de compressão pulmonar, possivelmente por esganadura.

Causa da morte e ausência de drogas no organismo

Os exames necroscópicos apontaram que não havia presença de álcool ou drogas no organismo do empresário. Esse dado é extremamente relevante porque entra em contradição com o depoimento de Rafael Aliste, amigo de Adalberto e uma das últimas pessoas a vê-lo com vida.

Rafael afirmou em dois depoimentos à polícia que ambos teriam consumido cerveja e maconha durante o evento no autódromo, em 30 de maio. Com a conclusão do exame toxicológico, essa versão perde força e levanta suspeitas sobre a real participação de Rafael na morte do empresário.

Investigação e desdobramentos

Adalberto Amarilio Júnior desapareceu após o evento e foi encontrado três dias depois, em 3 de junho, por um funcionário da obra no autódromo. Câmeras de segurança chegaram a registrar imagens do empresário caminhando sozinho pela área do estacionamento, o que inicialmente contribuiu para a hipótese de acidente ou sumiço voluntário.

No entanto, escoriações no pescoço e sinais de sufocamento reforçam a tese de que houve uma ação violenta. A ausência de traumas por socos ou objetos contundentes também descarta briga corporal, sugerindo uma possível esganadura silenciosa, seguida de ocultação do corpo no buraco da obra.

Até o momento, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo ainda não se manifestou oficialmente sobre a reclassificação do caso, mas fontes ligadas à investigação indicam que o status pode mudar de “morte suspeita” para homicídio qualificado.

Versão do amigo entra em colapso

Além das contradições sobre o uso de entorpecentes, Rafael Aliste ainda registrou um boletim de ocorrência no dia seguinte ao desaparecimento do amigo, alegando ter sido assaltado em Cotia, cidade onde mora. Ele relatou que criminosos armados teriam levado sua moto e seu celular, justamente quando ele estaria ajudando a colar cartazes em busca de Adalberto.

Agora, com a nova evidência pericial, a polícia analisa se o suposto assalto não teria sido uma tentativa de criar álibi ou desviar a atenção da investigação.


Conclusão:
O laudo técnico representa um divisor de águas no caso. A clara incompatibilidade entre os dados periciais e os relatos do amigo da vítima levanta sérias dúvidas e pressiona as autoridades a intensificarem as investigações. O mistério em torno da morte de Adalberto Amarilio Júnior segue aberto, mas com novos elementos que apontam para um desfecho muito mais sombrio do que se imaginava inicialmente.


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Laudo revela que empresário foi jogado vivo em buraco no Autódromo de Interlagos; investigação toma novo rumo

Um novo laudo necroscópico da Polícia Técnico-Científica de São Paulo trouxe revelações impactantes sobre a morte do empresário Adalberto dos Santos, encontrado no fundo de um buraco dentro do Autódromo de Interlagos, na capital paulista. Segundo o exame, divulgado nesta segunda-feira (17), o empresário foi vítima de asfixia violenta e estava vivo no momento em que foi jogado no buraco onde seu corpo foi localizado.

A informação muda completamente o rumo das investigações. Inicialmente, a principal linha de apuração era a de latrocínio (roubo seguido de morte), mas com os novos dados, a polícia agora trata o caso como homicídio qualificado.

Detalhes do laudo

De acordo com o documento, não foram encontradas lesões traumáticas decorrentes de agressões físicas, como socos ou chutes, nem sinais de uso de objetos contundentes. Também foi descartada a ocorrência de violência sexual.

Outro ponto importante é que os exames toxicológicos deram negativo para álcool e substâncias entorpecentes, o que contradiz a versão apresentada por Rafael Aliste, amigo da vítima e uma das últimas pessoas a vê-lo com vida.

Depoimentos contraditórios

Rafael Aliste já prestou dois depoimentos à Polícia Civil, sendo o último com duração de quase seis horas. Em sua narrativa, ele afirmou que Adalberto havia feito uso de bebidas alcoólicas e drogas durante um evento realizado no autódromo. A informação, no entanto, foi desmentida pelos exames laboratoriais, o que levanta dúvidas sobre sua conduta e participação no caso.

Além disso, Rafael registrou um Boletim de Ocorrência eletrônico alegando que teria sido assaltado na cidade de Cotia (SP), onde mora, um dia após o desaparecimento do empresário. Ele disse que criminosos armados o abordaram enquanto ele colava cartazes com familiares de Adalberto, e que teve sua moto e celular levados.

Investigação segue em sigilo

A Polícia Civil segue com a apuração sob sigilo, mas fontes ligadas ao caso afirmam que o depoimento de Rafael Aliste está sendo reavaliado, e novas diligências estão previstas para os próximos dias. Com a exclusão das hipóteses de latrocínio e uso de drogas, a principal linha investigativa agora tenta entender quem teria interesse na morte de Adalberto dos Santos e qual foi a real motivação do crime.

A família da vítima acompanha o caso de perto e tem cobrado celeridade nas investigações. A repercussão do caso nas redes sociais aumentou a pressão por respostas concretas e punição dos responsáveis.


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Comportamento de amigo de empresário morto em Interlagos levanta suspeitas e alerta investigadores

A morte misteriosa do empresário Adalberto dos Santos, encontrado em uma área de obras no Autódromo de Interlagos, na zona sul de São Paulo, no último dia 3 de junho de 2025, continua cercada de incertezas. Um detalhe observado pelos investigadores durante o depoimento de um amigo da vítima, identificado como Rafael, trouxe um novo foco para a apuração conduzida pela Polícia Civil de São Paulo.

🔍 Amigo da vítima é analisado pela polícia

Segundo a delegada Ivalda Aleixo, responsável pelo caso, Rafael apresentou comportamentos que chamaram a atenção da equipe investigativa. Apesar de fornecer um álibi, seu depoimento inicial apresentou contradições sutis, o que motivou sua submissão ao Núcleo de Análise Comportamental da corporação.

“Ele passou pelo Núcleo de Análise Comportamental, porque é introvertido, calmo. A gente queria confirmar algumas declarações do desaparecimento”, explicou a delegada.

A avaliação comportamental foi utilizada para verificar a coerência e a veracidade do relato, algo que vem sendo adotado com mais frequência em casos complexos, especialmente aqueles sem testemunhas diretas ou com lacunas temporais.

🛵 Suposto assalto também está sob investigação

Outro ponto que entrou no radar dos investigadores foi o relato de Rafael sobre um assalto ocorrido no dia seguinte ao desaparecimento de Adalberto. Segundo ele, enquanto voltava ao autódromo com a esposa do empresário, em busca de pistas, foi abordado por criminosos, que levaram sua motocicleta e o celular.

Esse episódio, por sua proximidade com a data do desaparecimento e pelas circunstâncias inusitadas, passou a ser avaliado com cautela pelas autoridades. A delegada reforça que nenhuma hipótese foi descartada até o momento.

🔬 Polícia aguarda laudos e exames técnicos

Com os depoimentos sendo analisados, a Polícia Civil aguarda agora os laudos toxicológicos, análise necroscópica e o teste de DNA do sangue encontrado no carro da vítima. A análise desses materiais poderá confirmar se houve luta, uso de substâncias ou qualquer outro fator que contribua para elucidar as causas da morte.

As câmeras de monitoramento da região também estão sendo vasculhadas na tentativa de reconstruir os últimos momentos de Adalberto com precisão.

🕵️‍♀️ Mistério segue cercado de silêncio

Apesar da repercussão do caso, a delegada reforça que muitas informações estão sendo mantidas sob sigilo, como forma de preservar o andamento das investigações. Todos os dados já foram inseridos nos sistemas da Polícia Civil e estão sendo analisados por técnicos especializados.

A polícia ainda não divulgou se trabalha com a hipótese de homicídio, latrocínio (roubo seguido de morte) ou outro tipo de crime. O mistério em torno do empresário morto em Interlagos segue sem resposta, mas as análises comportamentais e exames laboratoriais devem ser cruciais para apontar o desfecho do caso.


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Fim do Mistério: Laudo Oficial Revela a Causa da Morte do Empresário Adalberto Amarilio Júnior

Nesta terça-feira, 17 de junho de 2025, o caso envolvendo a morte do empresário Adalberto Amarilio Júnior ganhou novos contornos com a divulgação do laudo oficial do Instituto Médico Legal (IML). Após dias de especulação e mistério, a causa da morte foi confirmada como asfixia, possivelmente provocada por esganadura ou compressão torácica.

O corpo do empresário havia sido encontrado no dia 3 de junho, dentro de um buraco em uma obra, por um funcionário. Adalberto estava desaparecido desde o dia 30 de maio, data em que foi visto pela última vez durante um evento de motociclismo no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. De acordo com o IML, o óbito ocorreu entre 24 e 48 horas antes da localização do cadáver.

Laudo contradiz relato de testemunha

Além de indicar a morte violenta por asfixia, o laudo toxicológico não encontrou vestígios de álcool ou entorpecentes no organismo do empresário, o que contradiz a versão apresentada pelo amigo Rafael, que afirmou à polícia que Adalberto teria consumido cerveja e maconha durante o evento.

O documento também apontou ausência de violência sexual e lesões traumáticas, embora tenham sido encontradas escoriações no pescoço, o que fortalece a hipótese de esganadura. Esses indícios levaram a polícia a considerar seriamente a possibilidade de homicídio, mesmo que ainda não haja confirmação oficial da mudança de status da investigação.

Circunstâncias ainda nebulosas

Chamou atenção o fato de o corpo ter sido localizado sem calça e sem tênis, aumentando o mistério em torno do que realmente aconteceu nas últimas horas de vida de Adalberto. Câmeras de segurança do autódromo captaram imagens dele ainda no estacionamento, antes de desaparecer.

A Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo segue investigando o caso, e não descarta o envolvimento de terceiros. Familiares e amigos aguardam por respostas, enquanto a repercussão nas redes sociais cresce com o avanço das investigações.

Próximos passos da investigação

Com o laudo do IML em mãos, a polícia deve intensificar a apuração para identificar possíveis suspeitos e esclarecer o que levou à morte de Adalberto Amarilio Júnior. O caso, inicialmente tratado como uma morte suspeita, caminha para ser classificado como homicídio, à medida que surgem mais evidências que apontam para ação humana direta na morte do empresário.

A sociedade agora aguarda não apenas por justiça, mas também por esclarecimentos definitivos sobre um caso que chocou o país pela brutalidade e pelo mistério que o envolveu desde o início.


permanece sob observação. A polícia destaca que ele tem colaborado com as investigações e não é considerado suspeito formal até o momento. No entanto, a delegada Ivalda Aleixo afirmou que “ninguém está descartado nesta fase da investigação”.

A família de Adalberto, ainda abalada com a perda repentina, tem evitado entrevistas. Amigos próximos relatam que ele era uma pessoa tranquila, sem histórico de envolvimento em conflitos ou situações de risco.

Enquanto o inquérito avança, o caso segue gerando comoção e questionamentos nas redes sociais. A população acompanha cada passo da investigação com expectativa por justiça.

Quem tiver informações que possam colaborar com o caso pode entrar em contato com o Disque Denúncia pelo número 181. O sigilo é garantido.


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Perícia no celular de empresário encontrado morto em Interlagos revela detalhes cruciais

Uma análise técnica realizada no celular de Adalberto Amarilio dos Santos Júnior, empresário de 35 anos que foi encontrado morto em um buraco no Autódromo de Interlagos, em São Paulo, trouxe informações importantes para as investigações da Polícia Civil. O aparelho registrou a última mensagem enviada por Adalberto às 19h48 do dia 30 de maio, quando ele informou à esposa que estava saindo do evento em que participava.

De acordo com os peritos, a esposa ainda tentou contatar o marido às 21h12, mas o celular já estava desligado. Esse intervalo é considerado pela polícia como o provável momento em que o crime ocorreu.

Festival, desaparecimento e vestígios no carro

Adalberto compareceu sozinho a um festival no autódromo e foi visto pela última vez ao lado de um amigo, com quem teria consumido bebida alcoólica e maconha. Ele chegou a enviar uma última mensagem por volta das 20h30, avisando que voltaria ao carro. No entanto, imagens de câmeras de segurança não mostraram qualquer movimentação dele em direção ao estacionamento.

Durante uma nova perícia no carro do empresário, especialistas do Instituto de Criminalística encontraram sangue humano em pelo menos quatro áreas do veículo. O material será submetido a exames genéticos para confirmar se pertence à vítima, o que aumenta a suspeita de que Adalberto possa ter sido agredido antes de desaparecer.

IML busca respostas sobre a causa da morte

O Instituto Médico Legal (IML) ainda aguarda os resultados dos exames toxicológicos, anatomopatológicos e subungueais. Este último é considerado essencial para identificar possíveis sinais de defesa corporal e eventuais vestígios do agressor. Enquanto isso, a Polícia Civil segue ouvindo testemunhas e analisando imagens de câmeras para tentar esclarecer as circunstâncias do crime.

Adalberto era conhecido no setor óptico e também por sua atuação em causas sociais. O caso gerou comoção e segue cercado de mistério, com a família aguardando respostas definitivas sobre o que teria acontecido naquela noite trágica em Interlagos.


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aso Adalberto: Esposa Fala Sobre Motivo da Morte e Lamenta Tragédia

A morte do empresário Adalberto dos Santos Junior, de 35 anos, encontrado dentro de um buraco em uma obra no Autódromo de Interlagos, na Zona Sul de São Paulo, comoveu familiares, amigos e a sociedade. Em entrevista exclusiva concedida ao jornalista Roberto Cabrini, a esposa de Adalberto, Fernanda Dândalo, desabafou sobre a dor da perda e pediu justiça para o caso.

Dor e Mistério: A Perda de Adalberto

Durante a entrevista ao programa Domingo Espetacular, Fernanda contou que Adalberto estava participando de um evento relacionado a corridas — algo que ele apreciava muito — e manteve contato constante com ela durante toda a ocasião. Segundo ela, não havia qualquer indício de conflito ou desentendimento que pudesse explicar o trágico fim.

O motivo, eu não sei. Por maldade”, lamentou Fernanda, emocionada ao falar sobre o falecimento do marido. Ela também destacou o perfil do empresário: uma pessoa amorosa, educada e respeitadora, que estava feliz e empolgado por estar naquele evento.

A Busca e o Desespero

Fernanda revelou que durante o evento Adalberto enviou fotos, mas ao não retornar no horário combinado e não atender às ligações, ela entrou em pânico. A esposa iniciou buscas, acionou a polícia e acompanhou, aflita, os desdobramentos até a confirmação da morte do marido.

Investigação Policial

A polícia, por meio do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), está à frente das investigações. A delegada Ivalda Aleixo afirmou que a hipótese de acidente está praticamente descartada. Isso porque os pertences pessoais de Adalberto, como celular, dinheiro, cartões, aliança, documentos e chaves do carro, estavam com ele no momento da morte, o que também afasta a possibilidade de latrocínio (roubo seguido de morte).

Até o momento, as autoridades continuam apurando todas as circunstâncias para esclarecer o que realmente aconteceu naquele local, enquanto a família segue na espera por respostas e por justiça.


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Empresário é Encontrado Morto em Buraco e Amigo Aponta Possível Crime: “Vacilo não foi dele”

A morte do empresário Adalberto Amarilio dos Santos Junior, de 36 anos, segue envolta em mistério. O corpo do homem foi encontrado na terça-feira (3), em um buraco de obra no Autódromo de Interlagos, zona sul de São Paulo, quatro dias após seu desaparecimento. Adalberto havia participado de um evento de motociclistas no local e foi visto pela última vez ao se dirigir ao estacionamento, por volta das 19h40, quando enviou uma mensagem à esposa.

A cena do encontro do corpo chamou a atenção das autoridades: o empresário estava sem calça, com o capacete e o celular próximos. O estado em que foi encontrado — despido parcialmente — levantou a suspeita de que ele possa ter sido submetido a algum tipo de tentativa de humilhação ou constrangimento antes de sua morte.

Em entrevista ao programa Balanço Geral, da Record, Sidney, amigo pessoal de Adalberto, fez declarações contundentes. Segundo ele, o empresário levava uma câmera durante o evento, o que pode ser uma peça-chave na investigação. O objeto, porém, não foi localizado, e Sidney acredita que a câmera possa ter sido removida propositalmente para esconder provas. “Tenho certeza de que ele foi assassinado. Está muito claro”, afirmou o amigo.

Sidney também reforçou que Adalberto era uma pessoa tranquila, sem histórico de envolvimento com drogas ou conflitos, e levava uma vida discreta. Outros amigos confirmaram o mesmo, tornando ainda mais difícil entender o motivo de um possível crime contra alguém que não aparentava ter inimigos.

A Polícia Civil de São Paulo segue investigando o caso e trabalha com a hipótese de crime premeditado. A localização do corpo, em uma área isolada e cercada por tapumes, além da ausência da câmera e o estado em que ele foi encontrado, aumentam as dúvidas sobre o que realmente aconteceu nas horas finais de Adalberto.

A família e os amigos aguardam por respostas enquanto a polícia continua analisando imagens de segurança, depoimentos e buscando por novas evidências que possam esclarecer a tragédia.


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Polícia encontra vestígios de sangue no carro de empresário morto no Autódromo de Interlagos

A Polícia Civil de São Paulo deu mais um passo importante nas investigações sobre a morte do empresário Adalberto Amarillo Júnior, cujo corpo foi encontrado no último dia 3 de junho, em um buraco de uma obra dentro do Autódromo de Interlagos, na Zona Sul da capital. Uma nova perícia realizada no veículo do empresário revelou marcas de sangue em quatro pontos diferentes do carro, levantando ainda mais suspeitas sobre a possibilidade de violência antes do óbito.

Vestígios de sangue em diferentes áreas do veículo

De acordo com o Instituto de Criminalística, o material biológico foi localizado ao lado da porta, no assoalho traseiro, atrás do banco do passageiro e no banco de trás do automóvel. Os primeiros testes confirmam que o sangue é de origem humana, mas a identidade ainda precisa ser confirmada por exames de DNA. O confronto genético está em andamento e deve apontar se o sangue pertence, de fato, ao próprio Adalberto.

A descoberta reforça a linha de investigação que considera a hipótese de uma possível agressão física antes da morte do empresário. Até o momento, não há evidências conclusivas sobre como ele acabou em um buraco de obra dentro do autódromo.

Linha do tempo do desaparecimento

Adalberto Amarillo Júnior foi visto pela última vez no dia 30 de maio, quando participou de um evento no próprio Autódromo de Interlagos. Câmeras de segurança registraram sua chegada ao local por volta das 12h30. Ele estava sozinho, vestindo camiseta preta, calça jeans, botas e boné. À noite, encontrou-se com um amigo e, segundo relatos, teria consumido maconha e ingerido aproximadamente oito copos de cerveja durante o evento.

A última mensagem enviada à esposa foi registrada às 20h30. Depois disso, ele não foi mais visto. Seu amigo relatou que, ao se despedirem, Adalberto teria dito que retornaria ao carro. No entanto, não há imagens que mostrem seu trajeto até o estacionamento, e esse ponto segue sendo investigado.

 

Defesa Civil de Nova Iguaçu promove palestra sobre impactos emocionais em situações de emergência

Defesa Civil de Nova Iguaçu promove palestra sobre impactos emocionais em situações de emergência




Situações de desastres e emergências vão muito além dos danos físicos e materiais. Os efeitos emocionais vivenciados por vítimas, profissionais e voluntários também exigem atenção e preparo. Pensando nisso, a Secretaria Municipal de Defesa Civil de Nova Iguaçu realiza, na próxima terça-feira (5), das 9h às 12h, a palestra “Saúde Mental em Cenários de Emergências e Desastres”. Voltado a profissionais da área e voluntários, o evento será realizado na sede da Secretaria Municipal de Educação, localizada na Avenida Abílio Augusto Távora, 1806 – Bairro da Luz.

A capacitação será conduzida pela tenente-coronel Bombeiro Militar Eliane Cristine, psicóloga e uma das maiores referências no tema no estado do Rio de Janeiro, ao lado da equipe técnica da Defesa Civil de Nova Iguaçu. Com ampla experiência em grandes tragédias, como a da Região Serrana em 2011, Eliane vai abordar como a psicologia pode atuar na prevenção, resposta e recuperação em cenários críticos.

“Nosso programa de formação já capacitou mais de duas mil pessoas. Acreditamos que o preparo emocional de quem atua na linha de frente é tão importante quanto o treinamento técnico. Esta palestra reforça nosso compromisso em tornar Nova Iguaçu uma cidade mais resiliente e pronta para enfrentar adversidades”, destaca o secretário municipal de Defesa Civil, coronel Jorge Ribeiro Lopes.

A iniciativa integra o conjunto de ações da secretaria para fomentar a cultura da prevenção, ampliar o conhecimento técnico e fortalecer redes de apoio em momentos de crise.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link: https://forms.gle/YgyEcd2r7jCnSdHN9.

Nível de emprego resiste a impacto do juro alto, dizem especialistas

Por MRNews

A economia brasileira permanece aquecida, o que faz com que o mercado de trabalho ainda não tenha sofrido os efeitos contracionistas da política monetária, representada pelos juros altos. Pelo contrário, o Brasil está criando empregos, avaliam economistas ouvidos pela Agência Brasil, com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua).

Divulgado nesta quinta-feira (31), o levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que a taxa de desocupação no trimestre encerrado em junho é a menor já registrada na série histórica da pesquisa, iniciada em 2012, atingindo 5,8%. 

A Pnad Contínua mostra ainda que o país alcançou recorde no número de pessoas ocupadas (102,3 milhões ─ 1,8 milhão a mais que no primeiro trimestre), no contingente de trabalhadores com carteira assinada (39 milhões) e do rendimento médio mensal (R$ 3.477).

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Surpresa

O economista Gilberto Braga, professor do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (Ibmec), disse que a taxa de desocupação pela primeira vez abaixo de 6% foi uma “bela surpresa”. Esperava-se crescimento, e não diminuição, afirmou.

Braga considerou o índice surpreendente pelo fato de ser alcançado em período de alta dos juros, especificamente da Selic, que impacta as demais taxas de juros da economia. Atualmente a Selic está em 15% ao ano.

“O resultado é surpreendente na medida que, não apenas com relação ao desemprego absoluto, mas, em todas as formas de cruzamento, veio muito positivo: houve aumento da contratação de pessoas com carteira assinada, diminuição da informalidade e aumento da remuneração média do trabalhador.”

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A Pnad Contínua apontou taxa de informalidade  ─ proporção de trabalhadores sem direitos trabalhistas na população ocupada – de 37,8% no segundo trimestre, a menor taxa, desde igual trimestre de 2020 (36,6%).

Freio do BC

A taxa de juros básicos da economia (Selic) é decidida a cada 45 dias pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) e consiste na principal forma de a instituição perseguir a meta de inflação estipulada pelo governo, atualmente em 3% ao ano, com tolerância de 1,5 ponto percentual (p.p.) para mais ou para menos.

Desde setembro de 2024, a inflação oficial calculada pelo IBGE está acima do limite máximo da meta, de 4,5%. Em junho, o acumulado de 12 meses do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ficou em 5,35%. O estouro da meta explica por que o BC tem deixado a Selic em níveis elevados.

A trajetória ascendente começou em setembro de 2024, quando o Copom começou a subir a Selic, até então em 10,5% ao ano. Em junho, o juro chegou a 15%, maior patamar desde julho de 2006 (15,25%). A mais recente reunião do Copom, na última quarta-feira (30), manteve a taxa neste patamar. 

Uma face do juro alto é o efeito contracionista, que combate a inflação. A elevação da taxa faz com que empréstimos fiquem mais caros – seja para pessoa física ou empresas ─ e desestimula investimentos, uma vez que pode valer mais a pena manter o dinheiro investido, rendendo juro alto, do que arriscar em atividades produtivas.

Esse conjunto de efeitos freia a economia. Daí vem o reflexo negativo: menos atividade tende a ser sinônimo de menos emprego e renda. De acordo com o BC, o efeito da Selic na inflação leva de seis a nove meses para se tornar significativo. 

Resistência

O economista Rodolpho Tobler, do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), destaca que o cenário econômico se comporta de forma “contraditória”.

“Parece um pouco contraditório esse resultado, dado que a gente vive um momento macroeconômico muito complexo, com taxa de juros em patamar bastante elevado, mas o mercado de trabalho tem seguido o ritmo do que se tem visto da atividade econômica. Enquanto a economia gira em ritmo forte, a taxa de desemprego e o mercado de trabalho vão na mesma linha”, completa Tobler.

Motores

O economista Sandro Sacchet, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgão ligado ao Ministério do Planejamento e Orçamento, considera “normal o mercado de trabalho demorar a responder as variações na Selic, tanto para baixo quanto para cima”.

Sacchet aponta dois motivos que ajudam a explicar a demora para o nível de emprego sentir os freios do juro alto. Um deles é a manutenção dos valores mais altos do programa de transferência de renda Bolsa Família em R$ 600. A quantia era paga de forma emergencial durante a pandemia de covid-19 e tornou-se definitiva em 2023. 

“Isso faz com que o mercado de trabalho responda mais ao consumo das famílias e menos ao investimento das empresas”, explica. “O mercado de trabalho consegue se sustentar por causa do consumo das famílias e da manutenção da renda por conta de um benefício do Bolsa Família maior”, completa.

Outro fator, na visão do pesquisador especializado em temas como emprego e renda, é a maior inserção de trabalhadores por conta própria na economia. Segundo a Pnad, o contingente de pessoas que trabalham por conta própria soma 25,7 milhões, o maior já apurado.

Segundo a coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy, entre 75% e 80% deles não têm CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica), são informais. “Isso torna também o mercado de trabalho mais dependente do consumo das famílias e menos de investimento de empresas formais”, assinala.

“Essa mudança estrutural do mercado de trabalho ajuda a explicar um pouco por que a ocupação e a renda têm respondido de forma ainda mais devagar aos movimentos da taxa de juros”, complementa.

Entretanto, Sacchet ressalta que o nível de emprego não é imune à Selic mais alta. “Com o tempo, vai acabar afetando a taxa de desemprego”.

Próximos meses

Para o economista Rodolpho Tobler, ao longo dos próximos seis meses, e também em 2026, talvez não se consiga manter esse ritmo de crescimento do mercado de trabalho, pois a economia tende a “esfriar”.

De acordo com Tobler, já existem alguns dados mostrando um início de desaceleração da atividade econômica. “Então, é natural que o mercado de trabalho desacelere um pouco”, diz o coordenador das sondagens empresariais e de indicadores de mercado de trabalho do Ibre.

“A gente não espera que a taxa de emprego suba muito, que o comércio tenha uma grande demissão em massa. A gente espera só que o emprego não continue nesse mesmo ritmo tão forte, como se observa desde 2023, especialmente 2024, e agora essa primeira metade do ano”, conclui.

Sandro Sacchet diz esperar “pequena elevação” na taxa de desemprego, que já voltaria a cair no fim do ano, com as contratações de Natal. “A taxa de desemprego deve permanecer em níveis menores que do ano passado até o final de 2025”, estima.