Brasil apresenta soluções de financiamento climático em Nova York

Por MRNews

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, lideram nesta terça-feira (23) um diálogo sobre o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF, na sigla em inglês), em Nova York, nos Estados Unidos. A programação integra uma agenda de alto nível para ação climática promovida durante a 80ª Assembleia Geral das Nações Unidas.

No encontro, além do fundo para remunerar países pela preservação das florestas tropicais, será detalhada a proposta de coalizão de mercados de crédito de carbono. Os dois mecanismos funcionarão de forma complementar remunerando países com resultados concretos de conservação e iniciativas de captura de gases do efeito estufa.

De acordo com nota divulgada pelo Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), o objetivo do TFFF é reunir um aporte inicial de US$ 25 bilhões de países investidores (capital júnior) até o lançamento da iniciativa, na 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, que ocorrerá em novembro na cidade de Belém. “Com esta injeção, deve ser possível alavancar mais 100 bilhões de dólares (capital sênior) do setor privado ao longo dos próximos anos”, destaca o informativo.

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“Não é doação, mas uma iniciativa que opera com lógica de mercado, alavancando recursos privados a partir de investimentos públicos. Para cada dólar aportado pelos países, espera-se mobilizar cerca de quatro dólares do setor privado, criando um fundo fiduciário permanente. É uma nova forma de financiar a conservação, com responsabilidade compartilhada e visão de futuro”, explicou a ministra do MMA, Marina Silva.

Na prática, os recursos garantirão um repasse de US$ 4 bilhões por hectare preservado de floresta tropical. Ao todo, 74 países podem ser beneficiados desde que comprovem a conservação das florestas, com monitoramento via satélite, e destinem 20% dos recursos a povos indígenas e comunidades tradicionais.

Idealizado pelo governo brasileiro e lançado em 2023, o TFFF foi anunciado em Dubai, pelo presidente Lula, durante a COP28, e já conta com o apoio de cinco países com florestas tropicais (Colômbia, Gana, República Democrática do Congo, Indonésia e Malásia) e outros cinco potenciais investidores (Alemanha, Emirados Árabes Unidos, França, Noruega e Reino Unido).

“O TFFF não é formalmente um instrumento da UNFCCC, mas ele contribui diretamente para os objetivos de redução de emissões via conservação da floresta, preservação, conservação da biodiversidade, entre outros”, pontuou o assessor especial de Economia e Meio Ambiente do MMA, André Aquino.

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Diálogos

O diálogo sobre o TFFF é promovido pelo Brasil como parte do Evento Especial de Alto Nível sobre Ação Climática, que teve início nessa segunda-feira (22) com a promoção de uma série de diálogos de áreas temáticas críticas para acelerar a ação climática. Durante a programação, estão previstos encontros para debater soluções de mitigação, adaptação, financiamento e integridade da informação.

Os resultados e recomendações dos diálogos serão apresentados no encerramento do evento, na quarta-feira (24), na forma de um relatório com orientações para a COP30.

Lula propõe criação de conselho na ONU para monitorar ações climáticas

Por MRNews

Em seu discurso na abertura da 80ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, em Nova York, nos Estados Unidos, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva destacou a necessidade trazer o combate à mudança do clima para o coração da ONU. Lula propôs a criação de um conselho para monitoramento das ações climáticas globais.

O presidente reforçou a importância do espaço de multilateralismo cumprido pela ONU há 80 anos e destacou a necessidade de modernização desses espaços, com a criação de um conselho vinculado à Assembleia Geral “com força e legitimidade para monitorar compromissos”, e que, segundo Lula, dará coerência à ação climática.

“Bombas e armas nucleares não vão nos proteger da crise climática. O ano de 2024 foi o mais quente já registrado. A COP30, em Belém, no Brasil, será a COP da verdade. Será o momento de os líderes mundiais provarem a seriedade de seu compromisso com o planeta”, destacou.

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Lula voltou a reforçar a necessidade de os países apresentarem Contribuições Nacionalmente Determinada (NDCs na sigla em inglês) ambiciosas para a redução das emissões de gases do efeito estufa – a exemplo do Brasil, que definiu a meta de 59% a 67%, em 2035. As NDCs são os compromissos que cada país assume para reduzir a emissão de gases do efeito estufa que aquecem a Terra e são o principal motor das mudanças climáticas. Até o momento, apenas 29 países apresentaram suas NDCs, segundo o Itamaraty.

“Sem ter as chamadas NDCs caminharemos de olhos vendados para o abismo”, reforçou.

COP 30 e Fundo para Florestas

O presidente brasileiro lembrou a importância de todos os líderes partirem para a ação climática, indo além da negociação, de forma justa e equilibrada entre países desenvolvidos e países em desenvolvimento.

“Em Belém, o mundo vai conhecer a realidade da Amazônia. O Brasil já reduziu pela metade o desmatamento da região nos dois últimos anos”, reforçou Lula sobre a ação promovida na sede da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), em novembro.

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Lula também destacou o lançamento do mecanismo de conservação das florestas tropicais proposto pelo Brasil, como um instrumento de enfrentamento à mudança do clima. 

“Fomentar o desenvolvimento sustentável é o objetivo do Fundo Florestas Tropicais para Sempre, que o Brasil pretende lançar para remunerar os países que mantêm suas florestas em pé”, diz

Ministra do TST Delaíde Miranda é entrevistada hoje no DR com Demori

Por MRNews

A ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Delaíde Miranda é a convidada de hoje (23) do programa Dr com Demori. Na entrevista, a magistrada comenta sobre a escala 6×1 e o trabalho análogo à escravidão, além de fazer uma análise sobre os impactos da reforma trabalhista no Brasil. A atração vai ao ar às 23h desta terça-feira na TV Brasil.

Com trajetória profissional marcada por desafios, Delaíde Miranda é uma das vozes mais firmes em defesa da Justiça do Trabalho na atualidade. Antes de se formar como advogada, ela exerceu o trabalho de empregada doméstica. Durante o bate-papo com Demori, a juíza faz um paralelo entre o período escravocrata e o Brasil de 2025.

“Eu acompanho muito as deflagrações do Ministério Público do Trabalho nas questões de resgate de trabalho escravo. E entendo que, no fundo, é uma questão de lucro. Por quê? Onde se detecta mais? Nas empresas terceirizadas por grandes multinacionais”, explica.

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Delaíde Miranda diz que o debate pelo fim da escala 6×1 não ocorre apenas no Brasil.

“A redução da jornada traria o benefício de criar mais empregos, além de permitir que o trabalhador possa se qualificar melhor, dedicar mais tempo à família e ao lazer. A gente não pode pensar em um trabalhador que viva apenas para o trabalho”, defende.

No bate-papo exibido pela TV Brasil, a magistrada também refletiu sobre as mudanças nas formas de regime de trabalho atualmente, como uma espécie de “fuga” da CLT.

“Existe grande desinformação. Para mim, isso tudo faz parte de um grande movimento liderado pelas grandes empresas no sentido de dizer: ‘isso aí está fora de moda, não precisa de Justiça do Trabalho nem de vínculo’”, alerta.

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Após a exibição na TV Brasil, o DR com Demori também fica disponível, na íntegra, no Youtube e no aplicativo da TV Brasil Play. O programa é transmitido em áudio, simultaneamente, na Rádio MEC, e as entrevistas ficam disponíveis em formato de podcast no Spotify.

Sobre o programa

O programa Dando a Real com Leandro Demori, ou simplesmente DR com Demori, traz personalidades para um bate-papo direto e aprofundado na tela da TV Brasil. Já passaram pela mesa nomes como o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, a deputada federal Erika Hilton, o ex-ministro José Dirceu, o ator Caio Blat, a cantora Zélia Duncan e o fundador da banda Pink Floyd, Roger Waters.

Ao vivo e on demand                                                                

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Lula diz que soberania é inegociável e repudia falsos patriotas

Por MRNews

Durante discurso na abertura da Assembleia-Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse, nesta terça-feira (23), que não há justificativa para “medidas unilaterais e arbitrárias” direcionadas a instituições e à economia brasileira. 

“A agressão contra a independência do Poder Judiciário é inaceitável. Essa ingerência em assuntos internos conta com o auxílio de uma extrema direita subserviente e saudosa de antigas hegemonias. Falsos patriotas arquitetam e promovem publicamente ações contra o Brasil. Não há pacificação com impunidade.”

Em sua fala, Lula destacou que, pela primeira vez em 525 anos da história do Brasil, um ex-chefe de Estado foi condenado por atentar contra o Estado Democrático de Direito. “Foi investigado, indiciado e julgado. Responsabilizado por seus atos em um processo minucioso. Teve amplo direito de defesa, prerrogativa que as ditaduras negam às suas vítimas”. 

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“Diante dos olhos do mundo, o Brasil deu um recado a todos os candidatos autocratas e àqueles que os apoiam. Nossa democracia e nossa soberania são inegociáveis. Seguiremos como nação independente e como povo livre de qualquer tipo de tutela. Democracias sólidas vão além do ritual eleitoral. Seu vigor pressupõe a redução das desigualdades, a garantia dos direitos mais elementares.”

Lula se referia à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe e outros quatro crimes. Bolsonaro foi julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no início do mês e foi condenado a 27 anos e 3 meses de prisão.

O presidente também fez menção ao deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) que está nos Estados Unidos desde março e tem atuado junto ao governo Trump para impor medidas de retaliação ao Brasil.

Ontem (22), Eduardo Bolsonaro foi denunciado pela Procuradoria-Geral da República, juntamente com o blogueiro Paulo Figueiredo, por coação. As investigações foram conduzidas pela Polícia Federal que já tinha indiciado Eduardo Bolsonaro em agosto.

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Ministra do TST Delaíde Miranda é entrevistada hoje no DR com Demori

Sorocaba sediará o evento “Loja do Futuro” sobre Inteligência Artificial aplicada ao varejo – Agência de Notícias



23 de setembro de 2025

10:15

Por: Luís Gustavo Adabro

Sorocaba sediará, na terça-feira (30), o evento “Loja do Futuro”, evento destinado aos empreendedores do varejo acompanhar, na prática, como a Inteligência Artificial pode transformar os negócios e impulsionar as vendas. A atividade será realizada no Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) de Sorocaba, das 19h às 22h.

A ação é realizada pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), do Sindicato do Comércio Varejista de Sorocaba e conta com o apoio da Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (Semepp) e da Associação de Dirigentes Cristãos de Empresa (ADCE).

O evento “Loja do Futuro” contará com uma programação voltada à aplicação da IA no setor varejista, além de proporcionar um ambiente de networking entre empresários, especialistas e profissionais do segmento.

O evento será gratuito e presencial, com vagas limitadas, e contará com intérprete de Libras, garantindo acessibilidade a todos os participantes. Os interessados em participar devem se inscrever pelo link: https://www.sympla.com.br/evento/loja-do-futuro—sorocaba/3069748.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone: (15) 3316-1649. O Senac Sorocaba está localizado na Rua Cel. Nogueira Padilha, 2.392, na Vila Hortência.

Ministra do TST Delaíde Miranda é entrevistada hoje no DR com Demori

Por MRNews

A ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST) Delaíde Miranda é a convidada de hoje (23) do programa Dr com Demori. Na entrevista, a magistrada comenta sobre a escala 6×1 e o trabalho análogo à escravidão, além de fazer uma análise sobre os impactos da reforma trabalhista no Brasil. A atração vai ao ar às 23h desta terça-feira na TV Brasil.

Com trajetória profissional marcada por desafios, Delaíde Miranda é uma das vozes mais firmes em defesa da Justiça do Trabalho na atualidade. Antes de se formar como advogada, ela exerceu o trabalho de empregada doméstica. Durante o bate-papo com Demori, a juíza faz um paralelo entre o período escravocrata e o Brasil de 2025.

“Eu acompanho muito as deflagrações do Ministério Público do Trabalho nas questões de resgate de trabalho escravo. E entendo que, no fundo, é uma questão de lucro. Por quê? Onde se detecta mais? Nas empresas terceirizadas por grandes multinacionais”, explica.

Haddad: isenção do IR até R$ 5 mil deve ser sancionada em outubro

Receita libera consulta ao quinto lote de restituição do IRPF 2025

Delaíde Miranda diz que o debate pelo fim da escala 6×1 não ocorre apenas no Brasil.

“A redução da jornada traria o benefício de criar mais empregos, além de permitir que o trabalhador possa se qualificar melhor, dedicar mais tempo à família e ao lazer. A gente não pode pensar em um trabalhador que viva apenas para o trabalho”, defende.

No bate-papo exibido pela TV Brasil, a magistrada também refletiu sobre as mudanças nas formas de regime de trabalho atualmente, como uma espécie de “fuga” da CLT.

“Existe grande desinformação. Para mim, isso tudo faz parte de um grande movimento liderado pelas grandes empresas no sentido de dizer: ‘isso aí está fora de moda, não precisa de Justiça do Trabalho nem de vínculo’”, alerta.

CineBH abre 19ª edição com pré-estreia de O Agente Secreto

Prazo para manifestação de interesse no CNU 2024 termina nesta terça

Após a exibição na TV Brasil, o DR com Demori também fica disponível, na íntegra, no Youtube e no aplicativo da TV Brasil Play. O programa é transmitido em áudio, simultaneamente, na Rádio MEC, e as entrevistas ficam disponíveis em formato de podcast no Spotify.

Sobre o programa

O programa Dando a Real com Leandro Demori, ou simplesmente DR com Demori, traz personalidades para um bate-papo direto e aprofundado na tela da TV Brasil. Já passaram pela mesa nomes como o ministro do Supremo Tribunal Federal Gilmar Mendes, a deputada federal Erika Hilton, o ex-ministro José Dirceu, o ator Caio Blat, a cantora Zélia Duncan e o fundador da banda Pink Floyd, Roger Waters.

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isenção do IR até R$ 5 mil deve ser sancionada em outubro

Por MRNews

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, disse esperar que a nova faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil mensais seja sancionada até outubro pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em entrevista ao portal ICL Notícias, nesta terça-feira (23), o ministro disse que o combate à desigualdade social é fator primordial para o desenvolvimento do Brasil, o que reforça o posicionamento do governo federal em favor da ampliação da faixa de isenção.

Se tudo der certo, disse o ministro, “20 milhões vão deixar de pagar IR durante este mandato. Já atualizamos a faixa de isenção por três vezes neste governo. Em um mandato, passamos de uma faixa de R$ 1,9 mil [de isenção] para R$ 5 mil. Nunca houve isso”.

Receita libera consulta ao quinto lote de restituição do IRPF 2025

CineBH abre 19ª edição com pré-estreia de O Agente Secreto

Na avaliação de Haddad, a reforma do Imposto de Renda é a primeira real tentativa do Estado brasileiro para mexer no tema da desigualdade. “Além disso, a renda teve um aumento, em 3 anos, de 18% acima da inflação. Não sou eu quem está dizendo. São dados do IBGE. É o maior aumento de renda desde o Plano Real.”

“Uma coisa é combater a miséria, e o presidente Lula está fazendo isso pela segunda vez, ao tirar o Brasil do mapa da fome. Agora, o tema da desigualdade, raramente foi tocado. Estamos entre os piores dez países em termos de distribuição de renda.”

O ministro destacou que, atualmente, o país ainda tem mais de R$ 600 bilhões em renúncias fiscais. “Na minha opinião, esse é o maior escândalo. Nós conseguimos reverter R$ 100 bilhões e foi essa crítica toda ao governo, uma renúncia que já estava batendo em R$ 700 ou R$ 800 bilhões”. Ele disse que o objetivo do governo é diminuir o imposto sobre o consumo ao cobrar mais imposto de renda dos ricos.

“O Congresso Nacional tem, agora, uma oportunidade muito importante, de colocar o Brasil na rota da justiça social e do combate à desigualdade. Não podemos continuar sendo um dos dez piores países em termos de distribuição de renda. É muito difícil pensar em desenvolvimento com esse nível de desigualdade”, completou.

Ministra do TST Delaíde Miranda é entrevistada hoje no DR com Demori

Prazo para manifestação de interesse no CNU 2024 termina nesta terça

Receita libera consulta ao quinto lote de restituição do IRPF 2025

Por MRNews

A Receita Federal disponibiliza para consulta, a partir das 10h desta terça-feira (23), o quinto lote de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) 2025.

Esse lote contempla restituições transmitidas fora do prazo e com pendências solucionadas pelos contribuintes, além de restituições residuais de exercícios anteriores.

Ao todo, 387.277 contribuintes vão receber R$ 1.035.303.774. Os pagamentos foram distribuídos da seguinte forma: 

CineBH abre 19ª edição com pré-estreia de O Agente Secreto

Ministra do TST Delaíde Miranda é entrevistada hoje no DR com Demori

  • 234.920 contribuintes que usaram declaração pré-preenchida e/ou optado por receber a restituição via PIX;
  • 66.637 contribuintes entre 60 e 79 anos;
  • 46.222 restituições destinadas a contribuintes não prioritários;
  • 16.926 restituições para contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
  • 15.604 contribuintes idosos acima de 80 anos; e
  • 6.968 restituições para contribuintes com alguma deficiência física, mental ou moléstia grave.

Como consultar

A consulta poderá ser feita na página da Receita Federal na internet. Basta o contribuinte clicar em Meu Imposto de Renda e, em seguida, no botão Consultar a Restituição. Também é possível fazer a consulta no aplicativo da Receita Federal para tablets e smartphones.

O pagamento ser feito ao longo do dia 30 de setembro, na conta ou na chave Pix do tipo CPF informada na declaração do Imposto de Renda.

Caso o contribuinte não esteja na lista, deverá entrar no Centro Virtual de Atendimento ao Contribuinte (e-CAC) e tirar o extrato da declaração. Se verificar uma pendência, pode enviar uma declaração retificadora e esperar os próximos lotes da malha fina.

Se, por algum motivo, a restituição não for depositada na conta informada na declaração, como no caso de conta desativada, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Nesse caso, o cidadão poderá agendar o crédito em qualquer conta bancária em seu nome, por meio do Portal BB ou ligando para a Central de Relacionamento do banco, nos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos).

Prazo para manifestação de interesse no CNU 2024 termina nesta terça

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Caso o contribuinte não resgate o valor de sua restituição depois de um ano, deverá requerer o valor no Portal e-CAC. Ao entrar na página, o cidadão deve acessando o menu “Declarações e Demonstrativos”, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, no campo “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.
 

Revisão do PDI 2024-2029: Aberta consulta pública sobre Ensino e Políticas Estudantis – IFSP

A PRE recebe sugestões para o capítulo referente ao Ensino até o dia 6 de outubro

A Pró-Reitoria de Ensino (PRE) do Instituto Federal de São Paulo (IFSP) abriu uma consulta pública para receber contribuições da comunidade acadêmica referentes à primeira revisão do Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI) 2024- 2029.

Essa consulta abrange o capítulo referente ao Ensino e Políticas Estudantis. As sugestões podem ser enviadas por meio do formulário disponibilizado no link a seguir até o dia 6 de outubro: https://forms.gle/3pEQZTv68XUp3qMw6.

O texto da minuta do capítulo está disponível para consulta no link: https://drive.ifsp.edu.br/s/knseoLMEJJH7yxf.

Essa etapa faz parte da primeira revisão prevista no próprio PDI e formalizada pelo Comunicado n.º 1/2025 – PRO-PRD/RET/IFSP. Com a revisão, o plano passa a ter vigência até agosto de 2029, e seu nome oficial foi alterado para Plano de Desenvolvimento Institucional IFSP 2024-2029.

O processo de revisão está sendo conduzido por uma comissão instituída por meio da Portaria n.º 1591/IFSP, de 14 de abril de 2025. Além disso, as Diretorias-Gerais dos campi receberam orientações para formação das Comissões Locais de Revisão do PDI, compostas por representantes dos segmentos discente, docente e técnico-administrativo, além de membros indicados pela gestão.

O resultado da análise das contribuições e as respectivas devolutivas ficarão disponíveis no portal do IFSP, na seção da Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (PRD).

CineBH abre 19ª edição com pré-estreia de O Agente Secreto

Por MRNews

A capital mineira recebe, desta terça-feira (23) a quinta-feira (28), a 19ª edição da Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte (CineBH), que se consolida como um  importante espaço de exibição e formação de público para o cinema mineiro.

A mostra é composta por 101 filmes em pré-estreias e mostras temáticas, além de debates, oficinas e atividades voltadas à formação e ao mercado audiovisual.

A sessão de abertura será na noite desta terça-feira, no Cine Theatro Brasil, com a pré-estreia de O Agente Secreto, produção pernambucana de Kleber Mendonça Filho. O longa, que já conquistou três prêmios no Festival de Cannes, com direção, melhor ator para Wagner Moura e prêmio da crítica, foi escolhido para representar o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar 2026 de melhor filme internacional.

Ministra do TST Delaíde Miranda é entrevistada hoje no DR com Demori

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Em entrevista exclusiva à Agência Brasil, a coordenadora geral da mostra e diretora da Universo Produção, Raquel Hallak, que também promove a Mostra de Tiradentes desde 1998 e a CineOP, em Ouro Preto, desde 2006, conta a origem da CineBH e os destaques deste ano.

Raquel Hallak coordenadora geral da mostra CineBH – Foto: Leo Lara/Universo Produção

Agência Brasil – ⁠Como surgiu a ideia do CINE BH?

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Raquel Hallak – A CineBH – Mostra Internacional de Cinema de Belo Horizonte nasceu em 2007 a partir da percepção de que era necessário criar, na capital mineira, seu evento de cinema, e criar também em Minas Gerais um espaço voltado à conexão entre a criação artística e o mercado audiovisual. Já realizávamos a Mostra de Tiradentes [desde 1998] e a CineOP [Ouro Preto-desde 2006], cada uma com sua identidade, e entendemos que Belo Horizonte tinha vocação para sediar um evento com foco na formação de mercado, internacionalização da produção brasileira e intercâmbio profissional.

Agência Brasil – ⁠Qual é a importância do evento para a cidade e como o público participa?

Raquel Hallak – A CineBH é hoje um dos principais eventos culturais da capital mineira e contribui diretamente para o fortalecimento do setor audiovisual, movimentando a economia criativa, o turismo cultural e o calendário artístico da cidade. Para o público, é uma oportunidade única de assistir a filmes inéditos, participar de debates, oficinas, rodas de conversa e encontros com realizadores, tudo gratuitamente. 

Agência Brasil – Este ano serão 101 filmes entre brasileiros e internacionais. Como você vê o atual cenário do cinema brasileiro?

Raquel Hallak – Apesar dos desafios enfrentados nos últimos anos, o cinema brasileiro mostra uma impressionante capacidade de resistência e reinvenção. Estamos vivendo um momento de retomada e celebração, com conquistas importantes em festivais internacionais e uma produção marcada por diversidade, potência criativa e engajamento com temas urgentes. A curadoria da CineBH reflete essa pluralidade.

Agência Brasil – A abertura do festival será com o filme selecionado do Brasil para concorrer ao Oscar. A expectativa é grande? O que significa para o festival abrir com O Agente Secreto, neste momento tão especial?

Raquel Hallak – É uma honra e um momento simbólico para a CineBH abrir sua 19ª edição com O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, filme que acabou de ser escolhido para representar o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar 2026. A escolha reafirma o nosso compromisso com o cinema brasileiro, relevante e de alcance internacional. Exibir esse filme na abertura em conexão com o homenageado desta edição, o ator Carlos Francisco, é um presente para o público e uma forma de celebrar o talento e a sensibilidade do cinema brasileiro em um momento de visibilidade internacional.

Agência Brasil – ⁠ ⁠Os festivais são as principais telas para os filmes que ainda não têm distribuição? Além disso, é um espaço de formação de público? Comente sobre sua visão dessa janela tão importante.

Raquel Hallak – Os festivais têm um papel estratégico dentro do ecossistema audiovisual. São, muitas vezes, as primeiras janelas de exibição de filmes independentes, que ainda buscam distribuição comercial. Além disso, funcionam como laboratórios de recepção, onde os filmes são testados, discutidos e ganham visibilidade. Para o público, é uma oportunidade de contato com filmes que, muitas vezes, não chegam ao circuito comercial. E, para os realizadores, um espaço de encontro, crítica e reconhecimento. 

Agência Brasil – ⁠ ⁠Além do festival CineBH, você pilota outros festivais em Minas. Conte um pouco da sua trajetória e da relação do público mineiro com o audiovisual.

Raquel Hallak – A minha trajetória está profundamente ligada ao compromisso com a promoção e a difusão do cinema brasileiro e à formação de público. À frente da Universo Produção, empresa com 30 anos de atuação no setor cultural e audiovisual, idealizamos, realizamos, sob a minha coordenação geral, o programa Cinema sem Fronteiras, que reúne quatro empreendimentos audiovisuais reconhecidos nacional e internacionalmente: a Mostra de Cinema de Tiradentes, a CineOP – Mostra de Cinema de Ouro Preto, a Mostra CineBH e o Brasil CineMundi – Encontro Internacional de Coprodução. Cada um desses eventos têm identidade própria e cumpre um papel estratégico no fomento ao audiovisual brasileiro. Ao longo dessa caminhada, temos construído uma relação muito próxima e afetiva com o público mineiro, que participa ativamente dos festivais, valoriza a programação gratuita e se envolve nos debates, oficinas e atividades formativas. Acredito que o cinema é uma ferramenta poderosa de transformação social, e é gratificante ver como, ano após ano, esses eventos se consolidam como espaços de encontro, reflexão e celebração da cultura brasileira.

Agência Brasil – O homenageado deste ano, o ator Carlos Francisco, é hoje um dos grandes expoentes do cinema brasileiro. 

Raquel Hallak – Carlos Francisco é um artista que representa com profundidade e sensibilidade a potência do cinema brasileiro contemporâneo. Sua trajetória, marcada por atuações intensas no teatro e no cinema, e por ser uma presença forte e generosa em cena, o coloca como uma referência da nossa geração. A homenagem é um reconhecimento ao seu talento, à sua contribuição artística e ao seu compromisso com narrativas que representam o Brasil em sua diversidade. É uma honra tê-lo como homenageado desta edição.

Agência Brasil – ⁠Além da exibição de filmes, discussões sobre o mercado cinematográfico serão debatidos no Brasil Cinemundi?

Raquel Hallak – O Brasil Cinemundi é o evento de mercado internacional da CineBH, que chega à sua 16ª edição consolidado como um dos principais encontros de coprodução do país. Ele conecta projetos brasileiros em desenvolvimento com players do mundo todo, os distribuidores, canais, agentes de vendas, programadores, consultores e representantes de fundos internacionais. Além disso, promove uma série de atividades formativas, painéis, rodadas de negócios e mentorias que contribuem para o desenvolvimento do audiovisual brasileiro.

Agência Brasil – Quais são as perspectivas para o encontro e nos conte um pouco sobre o tema do seminário Audiovisual em Conexão: Regulação, Coprodução e os Desafios do Mercado.

Raquel Hallak – Em quatro dias de atividades, o seminário reunirá mais de 80 especialistas de 15 países – profissionais da cadeia produtiva do audiovisual, pesquisadores, gestores públicos, representantes do Estado, empresas do setor, instituições acadêmicas, distribuidores, curadores, agentes de vendas internacionais e parceiros estratégicos. Em um contexto de retomada e reestruturação das políticas públicas, falar sobre regulação, coprodução e os desafios de mercado é essencial para traçar caminhos possíveis para o fortalecimento da nossa cadeia produtiva.

A programação completa está disponível no site oficial do CineBH.