Multidões ocupam capitais contra anistia e PEC da Blindagem

Por MRNews

Milhares de pessoas foram as ruas das capitais do Brasil neste domingo (21) para protestar contra a anistia aos condenados por tentativa de golpe de Estado e a chamada PEC da Blindagem, que prevê exigência de autorização do Congresso para processar criminalmente deputados e senadores. 

Foram registradas multidões nas ruas de grandes cidades como Salvador, Recife, Natal e Belo Horizonte, Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Ao todo, 33 cidades tiveram atos, incluindo todas as capitais.

Com o mote “Congresso Inimigo do Povo”, os manifestantes exigiram a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado a 27 anos de prisão por tentativa de golpe de Estado, organização criminosa, entre outros crimes.

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Milhares marcham no DF contra anistia a golpistas e PEC da Blindagem

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Em Salvador (BA), milhares de pessoas se concentraram no bairro da Barra, na beira da praia, onde a cantora Daniela Mercury se apresentou para o público. “Bandidagem não é com a gente”, disse a artista baiana.

O ato contou ainda com o ator Wagner Moura, que também cantou, além de elogiar o julgamento da trama golpista que condenou o ex-presidente Jair Bolsonaro e aliados.

“Eu fiquei com vontade de falar só do momento extraordinário pelo qual passa a democracia brasileira, que é exemplo para o mundo inteiro. A gente que sempre cresceu dizendo que nossa democracia é frágil, que ela é jovem. Nossa democracia botou para ‘lenhar’ [para quebrar]”, disse Wagner Moura.

Em Belo Horizonte (MG), uma multidão ocupou as ruas do centro da cidade, em concentração na Praça Raul Soares, com gritos de “sem anistia para golpistas”. O ato também contou com apresentação de artistas, entre elas, a cantora Fernanda Takai, da banda Pato Fu.

Em Recife (PE), o ato começou por volta das 14h, na Rua da Aurora, no centro da capital pernambucana, com o desfile do bloco de frevo Eu Acho é Pouco, com uma das mais tradicionais orquestras do carnaval de Olinda. Grupos de maracatu também marcam presença no ato.

A capital paraibana João Pessoa (PB) também fez um protesto nesse domingo, com gritos de “Fora, Hugo Motta”, que é um deputado federal paraibano e preside a Câmara dos Deputados. O parlamentar foi um dos principais alvos dos protestos pelo seu papel de pautar a votação que aprovou a PEC da Blindagem na Casa.

Também foram registrados atos em Belém (PA); Teresina (PI); Natal (RN); Fortaleza (CE); Porto Alegre (RS); Florianópolis (SC); Brasília (DF); Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP). 

Convocados pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, ligados ao PSOL e PT, as manifestações contaram com a presença de sindicatos, grupos estudantis, artistas e movimentos sociais, como MST e MTST, além de outros partidos de esquerda e centro-esquerda.

 

Mato Grosso do Sul sai na frente na captura de carbono e no desenvolvimento sustentável – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Mato Grosso do Sul desponta como referência da agenda verde, provando ao País e ao mundo que é possível conciliar crescimento econômico com respeito ao meio ambiente. Alinhado ao programa estadual Carbono Neutro 2030, o Estado não apenas avança, mas serve de exemplo, apontando caminhos concretos para enfrentar os desafios climáticos.

Na UEMS (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), em Aquidauana, surgem iniciativas que entrelaçam ciência, inovação e preservação ambiental, promovendo um diálogo harmonioso entre culturas produtivas e natureza. O objetivo é claro e inspirador: recuperar áreas degradadas e impulsionar uma produção sustentável que, ao mesmo tempo, gera riqueza e cultiva um futuro mais verde.

Esses projetos se integram à educação ambiental e ao planejamento sustentável, em sintonia com a celebração do Dia da Árvore (21 de setembro), um momento dedicado à conscientização ecológica e à valorização da conservação do meio ambiente.

PackSeed: Na UEMS de Aquidauana, surgem iniciativas que entrelaçam ciência, inovação e preservação ambiental

Entre os destaques está o PackSeed – Inovação na Dispersão de Sementes, projeto desenvolvido em parceria com a startup EcoSeed, voltado à recuperação de áreas degradadas de forma mais econômica. À frente do projeto estão Allan Motta Couto, docente da UEMS de Aquidauana, engenheiro florestal e doutor em Tecnologia de Produtos Florestais, e Adriana Soares Luzardo Couto, docente do CEPA (Centro Educacional Profissional de Aquidauana), engenheira florestal, engenheira agrônoma e doutoranda em Agronomia.

Segundo Allan Motta Couto, “nosso protótipo performou bem em escala laboratorial e agora vamos validá-lo em situação real de campo ainda este ano. O projeto não tem como foco principal o sequestro de carbono, mas é inevitável que ele contribua para a fixação de carbono atmosférico.”

Adriana Luzardo Couto acrescenta que “o PackSeed busca viabilizar a recuperação de áreas degradadas de forma acessível, tornando a tecnologia aplicável para produtores e instituições que desejam recuperar solos ou reflorestar suas propriedades.”

Projeto sustentável do Louro-Preto (Cordia glabrata)

Outro projeto estratégico é o uso sustentável do Louro-Preto (Cordia glabrata), desenvolvido em conjunto com a EMBRAPA Pantanal, que atua na produção de mudas, arborização de pastagens e melhoria do bem-estar animal.
“Trabalhamos diferentes densidades arbóreas para avaliar o efeito na pastagem e possibilitar ou não a arborização visando a produção pecuária. O foco não é carbono, mas sim proporcionar clima adequado para melhor desempenho na produção e bem-estar do animal”, explica Couto.

O projeto “Sistema ILPF (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta) no Ecótono Cerrado-Pantanal” é outro destaque da UEMS, avaliando o potencial produtivo e a captura de carbono em áreas de integração, com ênfase no cultivo de eucalipto em ambientes pecuários.

De acordo com Motta, em um sistema ILPF cujo crescimento florestal chega a 20 m³ por hectare ano, estima-se que haja imobilização de 18 toneladas de CO2 ao ano por hectare, isso considerando apenas o tronco das árvores.

Allan Motta Couto, docente da UEMS

“Ou seja, para cada hectare com o sistema ILPF equivale a emissão de nove carros por ano, aproximadamente”, explica.

Ele acrescenta ainda que a ideia é difundir informação e estimular os produtores, demonstrando que a “integração arbórea na produção de carne é viável e sustentável”, observa o pesquisador da UEMS.

“Na região de Aquidauana, praticamente nenhum produtor utiliza eucalipto ou pastagem arborizada para produção de pecuária. Nosso experimento busca mudar essa mentalidade, mostrando que o componente arbóreo pode gerar benefícios ambientais e produtivos.”

Outro ponto relevante é que a produção pecuária apresenta muita emissão de gases do efeito estufa. Estes são mitigados pelas árvores do próprio sistema de produção, tornando a atividade com menor potencial poluidor.

Entre 2022 e 2024, a engenheira agrônoma Larissa Pereira Ribeiro Teodoro, da UFMS, participou de um estudo financiado pela Fundect (Fundação de Apoio ao Desenvolvimento do Ensino, Ciência e Tecnologia do Estado de Mato Grosso do Sul) que avaliou a contribuição das florestas plantadas de eucalipto para a meta do Governo de MS de neutralidade de carbono até 2030.

Segundo Larissa Teodoro, após dois anos de pesquisa, realizados em diferentes usos e ocupações do solo nos três biomas do Estado – Cerrado, Pantanal e Mata Atlântica -, comprovou-se que a cultura do eucalipto apresenta menor emissão de dióxido de carbono (CO₂) pelo solo quando comparada a outros sistemas de cultivo avaliados, como pastagens. Além disso, a espécie demonstrou altos valores de estoque de carbono no solo.

Projeto “Sistema ILPF no Ecótono Cerrado-Pantanal” é outro destaque da UEMS

“Este resultado é relevante para estratégias que unem economia e sustentabilidade no Estado, pois evidencia que a silvicultura pode funcionar como um sistema de produção com menor emissão de carbono. Uma estratégia ainda mais eficiente seria o cultivo de eucalipto em sistemas integrados, como pecuária-floresta, que promovem, além da sustentabilidade, maior diversidade de produção e melhor bem-estar animal”, explica a engenheira.

Ela salienta que “o avanço da silvicultura no Estado tende a contribuir não apenas para a economia, mas também para que alcancemos a meta de Estado Carbono Neutro. Entretanto, a estratégia mais interessante é a adoção de sistemas integrados, como a pecuária-floresta, que combinam produção e preservação ambiental de forma eficaz”.

Segundo informações da Semadesc (Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação), cinco dos dez municípios brasileiros com maiores áreas de florestas plantadas no Brasil estão no Mato Grosso do Sul.

Para o ano de 2025, esses cinco municípios, Ribas do Rio Pardo (463 mil hec), Três Lagoas (331 mil hec), Água Clara (182 mil hec), Brasilândia (151 mil hec) e Selvíria (110 mil hec) juntos somam mais de 1 milhão de hectares de florestas plantadas (SIGA/MS), o que configura o Mato Grosso do Sul como o segundo colocado nacional em área de florestas plantadas.

Alexandre Gonzaga, Comunicação do Governo de MS
Fotos: Arquivo Professor Allan Couto/UEMS

Prefeitura de Sorocaba realiza plantio de 2 mil mudas de árvores no bairro Júlio de Mesquita Filho – Agência de Notícias



20 de setembro de 2025

11:52

Por: Secom

Denominado superplantio, pela quantidade de mudas envolvidas na ação, a Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria do Meio Ambiente, Proteção e Bem-Estar Animal (Sema) e do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (Saae), realizou, na manhã deste sábado (20), o plantio de 2 mil mudas de árvores em uma área pública localizada na Rua Orsini Diniz Camargo, altura do número 165, no Júlio de Mesquita Filho, na Zona Oeste da cidade.

A atividade integra a programação especial para celebrar o Dia da Árvore (21 de setembro), com o objetivo de aproveitar a data especial para promover junto à população sorocabana a conscientização ambiental, com ações de arborização urbana, restauração ecológica e valorização das espécies nativas. A iniciativa também faz integra os trabalhos da Sema, ligados à conservação e promoção da arborização urbana, ampliando a área vegetada da cidade, em harmonia com o Plano Municipal de Arborização.

O objetivo da ação ambiental também é contribuir para a preservação da natureza, além de cumprir os Termos de Compromisso e Recuperação Ambiental (TCRAs) das obras que o Saae/Sorocaba realizou na cidade nos últimos anos e também contribuir para o Plano de Recuperação (PRAD).

“A Sema, além de realizar ações como essa, que visam a recuperação ambiental de espaços públicos no município, também proporciona engajamento e conscientização sobre a importância de se preservar o meio ambiente, entre os munícipes, principais beneficiados dessas iniciativas”, ressalta o secretário da Sema, Antonio Lopes.

“Para podermos acompanhar o crescimento do nosso município e fornecermos água potável de qualidade, bem como realizar coleta e tratamento, são necessárias obras. Como compensação, estamos realizando este plantio para recuperar a nossa flora. Saneamento básico e meio ambiente têm que andar sempre juntos”, destaca a diretor-geral da autarquia, Glauco Fogaça.

As milhares de mudas escolhidas para o plantio são de 42 diferentes espécies. E vale destacar que, assim como em todos os plantios municipais, foram priorizadas as espécies nativas da região, que constam na “Lista de espécies indicadas para restauração ecológica para diversas regiões do Estado de São Paulo” (Instituto de Botânica do Governo do Estado de São Paulo), com o intuito de enriquecer a biodiversidade do ecossistema. Assim, entre as espécies plantadas, há mudas de árvores como: pitanga, aroeira, sangra d’água, paineira, ipê-branco, gabiroba, mulungu, canafístula, araçá, pau-viola, paineira, dedaleiro, entre outras.

As árvores cumprem importantes funções na natureza e são responsáveis por regular a temperatura ambiente, servem de abrigo e produzem alimentos para diversos seres vivos, absorvem ruídos, reduzem a circulação do vento, controlam a erosão do solo, renovam o oxigênio do ar e filtram as partículas sólidas em suspensão, provenientes de agentes poluidores.

Participaram do superplantio o secretário da Fazenda (Sefaz) Marcelo Regalado e a vereadora Jussara Fernandes, além das equipes da Sema e do Saae, servidores, voluntários, estagiários, familiares e crianças da comunidade. Ao todo, cerca de 100 pessoas estiveram presentes.

Milhares marcham no DF contra anistia a golpistas e PEC da Blindagem

Por MRNews

Milhares de pessoas marcharam neste domingo (21), na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, para protestar contra os projetos da anistia aos golpistas e da blindagem de parlamentares. A passeata ocupou as seis faixas do Eixo Monumental.

Sob sol forte, a multidão seguiu em marcha atrás de um pequeno trio elétrico, após uma batalha de rimas e discursos de lideranças políticas do Distrito Federal (DF).

O trajeto de cerca de 1,5 quilômetro foi até a frente do Congresso Nacional, onde o cantor e compositor Chico César encerrou o ato cantando alguns de seus sucessos. O ato ocorreu das 9h às 14h. 

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Com o mote “Congresso Inimigo do Povo”, os manifestantes gritavam “sem anistia”; “queremos Bolsonaro na cadeia”, pedindo o cumprimento da condenação do ex-presidente a 27 anos e três meses de prisão. A pena foi determinada pelo Supremo Tribunal Federal, que reconheceu a culpa de Bolsonaro e aliados na trama golpista que tentou reverter o resultado das eleições de 2022 e culminou nos atentados à Praça dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023.

Os cartazes traziam ainda dizeres como “sem bandidagem”, em referência a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) apelidada pelo ato de “PEC da Bandidagem”, também conhecida como PEC da Blindagem ou das Prerrogativas. Segundo a proposta, a abertura de processos judiciais e investigações contra parlamentares precisará ser aprovada pela maioria das próprias casas legislativas.

 

Marcha percorreu o Eixo Monumental, na Esplanada dos Ministérios – Marcelo Camargo/Agência Brasil

Indignação

A bancária Keyla Soares, de 42 anos, contou à Agência Brasil que ficou indignada com a proposta que exige autorização prévia do Parlamento para processar criminalmente deputados e senadores.

“É uma sem vergonhice. É ofensiva essa PEC. Eles só trabalham em defesa deles mesmos. O Brasil tem que se unir contra isso. Estamos lutando também pela democracia”, comentou.

O presidente da Câmara, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), foi um dos principais alvos dos manifestantes em cartazes como “Motta Capacho”; “Centrão ladrão”; “PCC: Primeiro Comando do Congresso”. Como presidente da Casa, Motta é o responsável por definir a pauta de votações e incluiu a PEC e a anistia na programação da última semana.

A estudante Sara Santos, de 26 anos, disse que a PEC é um absurdo e ficou sem acreditar quando soube da aprovação. Para ela, os parlamentares apenas querem se proteger da Justiça. A estudante também criticou o PL da anistia.

“Depois de tudo que a gente viveu com a ditadura militar, não podemos aceitar anistia contra quem atacou a democracia e tentou dar um golpe de Estado”, justificou.

 

Sara Santos participou de ato contra o projeto de Anista aos golpistas de 8/1 e a PEC da Blindagem Marcelo Camargo/Agência Brasil

A delegada aposentada Maria Lúcia de Souza, de 62 anos, afirmou que o ex-presidente Jair Bolsonaro, “desde o primeiro dia do governo dele”, queria dar o golpe para se perpetuar no poder.

“Estão subestimando nossa inteligência. Acha que somos burros. Na semana que saem notícias de suposto envolvimento do Rueda [presidente do União Brasil] com o PCC, eles aprovam essa PEC da Bandidagem. Estou revoltada”, disse.

Maria Lúcia se refere à veiculação de reportagens que apontam uma suposta conexão entre o presidente nacional do partido União Brasil, Antonio Rueda, e a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Rueda e o partido negam as acusações.

Para o servidor público Albert Scott, de 47 anos, não tem que ter anistia para quem planejou e financiou tentativa de golpe de Estado e defendeu “resgatar nossa bandeira” e “nossas cores verde e amarela”, que foram “sequestradas” pela extrema-direita.

“É inaceitável. É um retrocesso essa PEC. Eles só votam por eles mesmos para se proteger da Justiça. Isso é absurdo”, disse.

 

Organizações e movimentos sociais realizam atos contra o projeto de anista aos golpistas de 8/1 e a PEC da Blindagem Marcelo Camargo/Agência Brasil

Protestos em todo o país

Atos contra a anistia dos condenados por tentativa de golpe de Estado e contra a PEC da Blindagem ocorrem em todo o país neste domingo. Ao menos 33 cidades realizam protestos, incluindo todas as capitais.

Convocadas pelas frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular, ligados ao PSOL e PT, as manifestações contaram com a presença de sindicatos, grupos estudantis, artistas e movimentos sociais, como MST e MTST, além de outros partidos de esquerda e centro-esquerda.

Prefeitura de Bonito pede colaboração da população para preservar a Rota Boiadeira

Por MRNews

A Rota Boiadeira é uma estrada que faz parte da história e da cultura de Bonito. O trajeto é bastante utilizado para passeios turísticos, como os de quadriciclo, bicicleta, caminhadas, entre outras atividades que atraem moradores e visitantes.

Nos últimos tempos, no entanto, tem sido recorrente o descarte de lixo, pregos e objetos cortantes ao longo da estrada. Essa prática coloca em risco a segurança de quem transita pelo local e prejudica a experiência turística e o cuidado com o meio ambiente.

Diante disso, a Prefeitura de Bonito faz um apelo à população: ajude a cuidar da Rota Boiadeira. Evite jogar lixo na estrada e denuncie comportamentos inadequados pelos canais oficiais da Prefeitura.

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Bioparque Pantanal e UFMS realizam exames de imagem em peixe de grande porte – Agência de Noticias do Governo de Mato Grosso do Sul

Preservar a Rota Boiadeira é valorizar nossa história, nossa cultura e o bem-estar de todos.

Setembro Verde: Estado reforça importância da doação de medula óssea e do transplante no tratamento de leucemias

Fotos: Divulgação/SES

A cura de doenças como leucemias e linfomas muitas vezes depende de um transplante de células-tronco, colhidas na medula óssea ou no sangue periférico. Em celebração ao Dia Mundial do Doador de Medula Óssea, neste 20 de setembro, e a Conscientização da Leucemia Mieloide, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) reforça a relevância da doação de medula óssea para salvar vidas e destaca avanços na assistência prestada à população.

No Centro de Pesquisas Oncológicas (Cepon), instituição do Governo do Estado, o serviço é referência nacional. De janeiro a agosto de 2025, já foram realizados 81 transplantes, consolidando a unidade como a única em Santa Catarina a realizar transplantes autólogos (com células do próprio paciente) e alogênicos (com células de doadores).

“O transplante de medula óssea é uma das ferramentas mais poderosas no tratamento de doenças hematológicas graves. No Cepon, buscamos oferecer não apenas um tratamento de excelência, mas também uma esperança real para nossos pacientes e suas famílias”, afirma o diretor-geral, Dr. Marcelo Zanchet.

Criada em 1999, a Unidade de Transplante de Células-Tronco Hematopoéticas (TCTH) iniciou com transplantes autólogos e, em 2018, passou a realizar também os alogênicos, ampliando as possibilidades de tratamento. Somente em 2024, foram feitos 119 transplantes no Cepon.

A gerente técnica, Dra. Mary Anne Taves, destaca a importância da atenção aos sinais e da realização de exames de rotina. “O diagnóstico pode ser feito por exames simples, como o hemograma. O hemograma pode indicar sinais iniciais da doença, como anemia, plaquetopenia e presença de células jovens (blastos). Como a leucemia pode evoluir de forma silenciosa, é fundamental estar atento a sintomas como febre persistente, infecções recorrentes, fadiga extrema, emagrecimento sem causa aparente, sangramentos e hematomas”, explica.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), 760 novos casos de leucemia devem ser registrados em Santa Catarina em 2025, sendo 50 apenas em Florianópolis. A doença está entre os dez tipos de câncer mais frequentes no país. No Cepon, entre janeiro e agosto deste ano, 270 pacientes receberam atendimento com diagnóstico de leucemia, incluindo 27 em primeira consulta.

Luta contra a leucemia

Paciente do Cepon, Ritcheli Stein recebeu o diagnóstico de leucemia promielocítica aguda, um sub-tipo da leucemia mieloide, em 2021. Os primeiros sinais que apareceram foram fraqueza, sangramentos na gengiva e manchas roxas pelo corpo. “Eu fiz um hemograma no laboratório porque estava me sentindo muito fraca, tinha muito sangramento na gengiva e várias manchas roxas. Quando o resultado ficou pronto, a bioquímica me ligou e me aconselhou a procurar um hospital. No dia seguinte, já fui diagnosticada com leucemia. Eles sabiam que era uma leucemia, mas ainda não o tipo. Depois de mais exames, três dias depois, comecei a quimioterapia”, conta.

A paciente passou por três sessões de quimioterapia, mas enfrentou recaídas da leucemia. Em 2023, realizou um transplante autólogo, porém a doença retornou e foi necessário um novo transplante. “Após as recaídas, precisei de um doador compatível. Pelo Redome encontrei um jovem de Minas Gerais, que se tornou meu doador e também um amigo. Fiz meus dois transplantes pelo Cepon e hoje sigo em recuperação, com saúde e gratidão”, conta Ritcheli, que completou no dia 20 de setembro dois anos do transplante que salvou sua vida. “Nós não somos um diagnóstico. A cura é sim possível! Manter a cabeça positiva, e gastar nossas energias somente com força e esperança!”, conclui.

Como se tornar um doador

A chance de encontrar um doador compatível na família é de apenas 25%. Quando não há doador aparentado, a busca se amplia para o Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea (Redome), em que a compatibilidade entre não aparentados é de 1 em 100 mil.

Em Santa Catarina, o cadastro pode ser feito no Hemosc. Para mais informações, acesse www.hemosc.org.br. Fazer o bem está ao alcance de todos, cadastre-se como doador de medula óssea e ajude a salvar vidas!

Mais informações:
Michelle Valle
Comunicação Cepon
Assessoria de Comunicação
Secretaria de Estado da Saúde
(48) 99134-4078
e-mail: imprensa@saude.sc.gov.br
Nos siga no Instagram @saude.sc

Especialistas defendem atenção específica para saúde da pele negra

Por MRNews

O médico Thales de Oliveira Rios conta que tinha problemas com oleosidade da pele e acne desde a adolescência. Ao longo dos anos, tentou vários tratamentos, mas não obteve resultado satisfatório e se incomodava muito com as manchas decorrentes das espinhas. Depois de receber um convite especial de um colega dermatologista, o desfecho foi outro:

“Um belo dia, eu resolvi ir ao consultório dele, e a coisa mudou da água para o vinho. Com o tratamento voltado para o meu tipo de pele, os produtos adequados para clarear, o protetor solar certo, em três, quatro meses ficou tudo diferente. Melhorou bastante.”

Thales é um homem negro e, até então, não fazia ideia de que os tratamentos para a sua pele precisavam considerar essa característica como ponto de partida.

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“Eu lembro até hoje da primeira consulta, quando ele me mostrou umas imagens de um livro que ele ajudou a escrever, que mostra, por exemplo, a apresentação de certas lesões de pele. Numa pessoa branca, é de um jeito, numa pessoa parda, é de outro, e, numa pessoa de pele preta retinta, é totalmente diferente. A gente não vê isso na faculdade de medicina. Isso está começando a entrar nas discussões do mundo acadêmico há pouquíssimo tempo”, ele acrescenta.

O colega citado é Cauê Cedar, chefe do Ambulatório de Pele Negra do Hospital Universitário Pedro Ernesto. Desde a especialização, Cedar estuda as demandas específicas das pessoas pretas e pardas, que, destaca, são a maioria da população brasileira. Mas os padrões acadêmicos não o ajudavam.

“Os materiais que educam os médicos são majoritariamente feitos com pessoas de pele clara. Então, muitos médicos não têm um treinamento específico para identificar como as condições podem se apresentar na pele negra”.

“E tem algumas especificidades. A pele negra tem mais tendência a manchas, a cicatrização hipertrófica, ou seja, fazer queloide… Tem os cuidados específicos com os cabelos cacheados e crespos. Tudo isso precisa ser treinado. Durante a residência, eu não tive um treinamento específico sobre isso, por mais que fosse uma pauta minha, eu precisava buscar por fora”, conta Cedar.

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A indústria de produtos dermatológicos também desmerecia esse público, segundo o especialista. “Há muito tempo, a gente sabe da necessidade de passar protetor solar. Mas os protetores solares com cor nunca se adequavam às tonalidades de pele negra, e os protetores sem cor deixavam a pele das pessoas negras com um fundo esbranquiçado, acinzentado…. Isso diminuía a adesão ao uso. Até que a indústria começou a ver que os negros também consomem e começaram a desenvolver produtos adaptados à diversidade da população”, ele exemplifica.

Avanços

Cedar e outros profissionais negros têm ajudado essa pauta a se firmar também no meio acadêmico. Este ano, pela primeira vez, o Congresso da Sociedade Brasileira de Dermatologia, principal evento da especialidade, realizou uma atividade exclusivamente sobre os cuidados com a pele negra. Além disso, a regional do Rio de Janeiro da Sociedade Brasileira de Dermatologia acaba de criar um Departamento de Pele Étnica, do qual Cauê Cedar é um dos coordenadores.

De acordo com a presidente da regional, Regina Schechtman, “estava mais do que na hora”. Ela destaca que o departamento visa a melhorar o conhecimento dos profissionais e o atendimento prestado a pessoas de diversos grupos não-brancos, como indígenas e orientais, além das pessoas negras.

“Qualquer médico ou profissional da área de saúde deve acrescentar esse conhecimento a sua prática. A dermatoscopia, por exemplo, que é o exame mais básico que a gente faz, é totalmente diferente em cada tom de pele, e os médicos precisam saber interpretar”, acrescenta.

A presidente da regional do Rio de Janeiro enfatiza que problemas de pele podem afetar muito a autoestima dos pacientes e que o maior órgão do corpo humano também pode trazer alguns perigos.

“Há muitas doenças de pele, e a mais grave delas é o câncer, que também atinge a população negra. Apesar do risco ser maior entre pessoas que têm menos pigmentação, isso não quer dizer que as pessoas negras não precisam se proteger dos danos causados pela radiação ultravioleta”.

Rádio Nacional transmite Flamengo x Vasco pelo Brasileirão Série A

A Rádio Nacional transmite ao vivo o confronto entre Flamengo e Vasco, válido pela 24ª rodada da Série A do Campeonato Brasileiro neste domingo (21), às 17h30. A jornada esportiva na faixa Show de Bola Nacional começa meia hora antes do início da partida, com notícias sobre as equipes, detalhes da escalação dos times e a tabela atualizada dos clubes na competição.

A transmissão entra no ar para parte da rede em AM e OC, além do FM no Rio de Janeiro e no Alto Solimões. A Nacional FM nas demais praças segue com o conteúdo musical. O ouvinte pode ficar ligado nas produções preferidas pelo dial, no app Rádios EBC e no site da emissora. Os áudios ainda estão disponíveis em tempo real por streaming nas duas plataformas.

Flamengo e Vasco se enfrentam no Maracanã, no Rio de Janeiro. Para esta cobertura, a Nacional escalou André Marques na locução e Rachel Motta nos comentários. Rodrigo Campos atua na reportagem e no plantão da informação.

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Até agora, o Rubro-Negro lidera o Brasileirão, com 50 pontos conquistados. O Cruzmaltino soma 23 pontos e ocupa a 15ª colocação na tabela do torneio.

Campeonato Brasileiro

O Campeonato Brasileiro é a liga brasileira de futebol profissional entre clubes do Brasil, sendo a principal competição futebolística no país. Por meio da disputa, são indicados os representantes brasileiros para a Copa Libertadores da América (juntamente com o campeão da Copa do Brasil).

Participam do torneio 20 clubes. No decorrer da temporada, cada time joga duas vezes contra os outros, em um sistema de pontos corridos, uma vez em seu estádio e a outra no de seu adversário, em um total de 38 jogos.

As equipes recebem três pontos por vitória e um por empate. Os clubes são classificados pelo total de pontos, depois pelo saldo de gols e, em seguida, pelos gols marcados. Em caso de empate entre dois ou mais times, os critérios de desempate são maior número de vitórias; maior saldo de gols; maior número de gols pró; confronto direto; menor número de cartões vermelhos recebidos; e menor número de cartões amarelos recebidos.

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Cobertura esportiva

Esporte que é paixão do povo brasileiro, o futebol é um dos destaques da programação da Rádio Nacional, emissora pública referência em transmissões de partidas no país há décadas. Os jogos das principais competições e as notícias mais importantes têm espaço nas jornadas esportivas diárias.

A Nacional apresenta, ao vivo, vários duelos de diversos campeonatos. Os torcedores podem ficar ligados pelo rádio, site ou streaming para acompanhar as emoções das disputas entre os maiores clubes brasileiros. O destaque de janeiro é o estadual do Rio de Janeiro em dias e horários diversos, de acordo com a tabela da competição.

Antes e depois dos confrontos, o ouvinte se informa sobre a preparação das equipes e a repercussão do placar nas ondas da Nacional. A análise sobre os resultados da rodada ainda ganha janela diária para um rico debate em produções consagradas no radiojornalismo esportivo. O tradicional programa No Mundo da Bola tem edições de segunda a sexta, ao vivo, às 18h, com 30 minutos.

Durante a programação da emissora pública, as atrações também trazem a participação do time de esportes com informações atualizadas. A ideia é oferecer ao público noticiário preciso, conteúdo relevante, comentários embasados e opinião fundamentada sobre o que acontece de mais recente no futebol do país e no exterior.

Jornalismo esportivo

A equipe da Rádio Nacional reúne craques da crônica esportiva. Experientes comentaristas e talentos das novas gerações da imprensa segmentada brasileira integram o time de esportes da Empresa Brasil de Comunicação (EBC). São produtores, jornalistas e apresentadores que buscam o diferencial da notícia.

Além de informar o público nas ondas do rádio, o time também faz bonito na telinha da TV Brasil. Os profissionais realizam o programa Stadium, de segunda a sexta, em duas edições, às 12h30 e às 18h30, além da mesa redonda dominical No Mundo da Bola, às 20h30.

Sempre ao vivo, as tradicionais produções da emissora pública trazem análises e apurações atualizadas. O esporte tem espaço destacado na programação do canal. O telejornal diário Repórter Brasil, às 12h45 e às 19h, também oferece uma ampla cobertura dos principais resultados do dia.

Os profissionais que entram em campo na equipe de esporte da empresa ainda fazem a cobertura das jornadas de diversas modalidades e noticiam os principais resultados em reportagens no site da Agência Brasil.

Prefeitura reforça alerta sobre a prevenção contra Covid-19 e Influenza para os grupos prioritários

A vacinação continua sendo uma das formas mais eficazes de proteção contra doenças respiratórias como a Covid-19 e a Influenza, especialmente para grupos mais vulneráveis, a exemplo de idosos, pessoas imunossuprimidas, gestantes e crianças. As doses estão disponíveis em todas as salas de vacina da Rede Municipal de Saúde e nos três pontos móveis criados pela Prefeitura de João Pessoa para garantir a assistência, inclusive com horários ampliados.

Os profissionais de saúde reforçam o chamamento e orientam a população para este cuidado. “A vacinação auxilia na prevenção das infecções, mas também reduz as complicações graves que podem levar a hospitalizações e até a morte, sendo fundamental para a proteção individual e coletiva”, orientou Fernando Vigolino, coordenador de Imunização da Prefeitura de João Pessoa.

Para os idosos, a vacinação é ainda mais fundamental. Com o envelhecimento, o sistema imunológico tende a enfraquecer, tornando-os mais suscetíveis a infecções graves. Além disso, as doenças respiratórias, como a gripe e a Covid-19, podem evoluir rapidamente para quadros severos, exigindo cuidados médicos intensivos. A vacinação é a melhor defesa, ajudando a evitar o agravamento dessas doenças.

“A vacina me dá tranquilidade, pois sei que estou mais protegido. Todos os anos tenho o compromisso de me vacinar e, com isso, posso continuar a cuidar da minha saúde, da minha família e sigo a vida de forma mais saudável”, disse o funcionário público aposentado Antônio de Souza.

Outro grupo que merece atenção especial são as pessoas imunossuprimidas, que são aquelas que têm o sistema imunológico enfraquecido, a exemplo de pacientes em tratamento de câncer, transplantados ou pessoas com doenças autoimunes. Para esse grupo, a vacina é a principal linha de defesa contra infecções graves.

Já as crianças também estão entre os grupos que precisam ser imunizados e merecem uma atenção especial dos pais e responsáveis. Embora o sistema imunológico infantil ainda esteja em desenvolvimento, a vacinação pode evitar complicações sérias, principalmente em crianças mais novas, que correm maior risco de contrair doenças respiratórias graves.

A orientação para prevenção é principalmente para as crianças que já frequentam creches, berçários e escolas. “As crianças tendem a ficam mais aglomeradas nesses espaços fechados, o que facilita a transmissão do vírus. Portanto, é importante manter a caderneta sempre atualizada, considerando que a vacinação é a melhor forma de prevenção”, completou o coordenador de Imunização.

Onde se vacinar – A caderneta de vacinação pode ser atualizada nas unidades de saúde da família (USFs), que funcionam das 7h às 11h e das 12h às 16h. Outros serviços estão localizados nas policlínicas municipais e no Centro Municipal de Imunização (CMI), no bairro da Torre, onde a imunização fica à disposição do público no horário das 8h às 16h.

João Pessoa segue mantendo o funcionamento de três postos móveis, do meio-dia até as 21h. Esses pontos estão localizados no Home Center Ferreira Costa, no Shopping Sul e no Shopping Tambiá.

Vacinação domiciliar – APrefeitura de João Pessoa conta com assistência de vacinação domiciliar para pessoas acamadas, ou seja, restritas ao leito. O aplicativo ‘João Pessoa na Palma da Mão’ é uma forma rápida e segura de realizar o agendamento para vacinação. O aplicativo está disponível para Androide e IOS e no www.joaopessoa.pb.gov.br, na plataforma Prefeitura Conectada.

Documentação – Para vacinação é importante apresentar um documento oficial com foto ou registro da criança ou adolescente, o Cartão SUS e o cartão ou caderneta vacina.

Saiba onde se vacinar:

Unidades de Saúde da Família (USFs)

Todas as vacinas do calendário de rotina

Vacinas de campanha:

– Dengue: adolescentes de 10 a 14 anos;

– Influenza: Apenas grupos prioritários;

– Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;

– HPV: campanha de atualização para o público de 9 a 19 anos.

Horário: 7h às 11h e das 12h às 16h

USF Integrada Cruz das Armas

– Todas as vacinas do calendário de rotina e campanhas ativas;

–Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários.

Horário: 7h às 11h e das 12h às 16h

Policlínicas Municipais

Todas as vacinas do calendário de rotina

Vacinas de campanha:

– Dengue: adolescentes de 10 a 14 anos;

– Influenza: Apenas grupos prioritários;

– Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;

– HPV: campanha de atualização para o público de 9 a 19 anos.

Horário: 8h às 16h

Centro Municipal de Imunização

Todas as vacinas do calendário de rotina

Vacinas de campanha:

– Dengue: adolescentes de 10 a 14 anos;

– Influenza: Apenas grupos prioritários;

– Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;

– HPV: campanha de atualização para o público de 9 a 19 anos.

Horário: 8h às 16h

Home Center Ferreira Costa

Todas as vacinas do calendário de rotina

Vacinas de campanha:

– Influenza: Apenas grupos prioritários;

– Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;

– HPV: campanha de atualização para o público de 9 a 19 anos.

Horário: 12h às 21h (segunda a sexta-feira) e das 8h às 16h (aos sábados)

Shopping Sul

Todas as vacinas do calendário de rotina

Vacinas de campanha:

– Influenza: Apenas grupos prioritários;

– Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;

– HPV: campanha de atualização para o público de 9 a 19 anos.

Horário: 12h às 21h (segunda a sexta-feira) e das 10h às 16h (aos sábados)

Shopping Tambiá

Todas as vacinas do calendário de rotina

Vacinas de campanha:

– Influenza: Apenas grupos prioritários;

– Covid-19: crianças menores de 5 anos e grupos prioritários;

– HPV: campanha de atualização para o público de 9 a 19 anos.

Horário: 12h às 20h (segunda a sexta-feira) e das 9h às 16h (aos sábados)

Itaipu triplica diversidade florestal nos arredores do reservatório

Por MRNews

Além dos procedimentos operacionais e atualização tecnológica para seguir como uma das principais geradoras de energia limpa do país, a usina hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu, no Paraná, mantém uma atividade para garantir a produção de eletricidade pelas próximas décadas: a proteção ambiental.

Na última quinta-feira (18), a hidrelétrica divulgou o resultado de um inventário inédito referente à área de preservação nos arredores do reservatório de Itaipu, localizado na fronteira entre Brasil e Paraguai. O estudo revelou que, em 40 anos, praticamente triplicou a diversidade na faixa preservada.

A pesquisa, realizada entre março e setembro de 2024, identificou 397 espécies de árvores e arbustos, quase três vezes mais que as 139 espécies plantadas originalmente.

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Esses dados representam que, o que antes era um cinturão isolado de plantios se transformou em uma floresta com 1,3 mil quilômetros de extensão e 30 mil hectares ─ quase a área de Belo Horizonte (33,1 mil hectares). São 55 mil registros de plantas, de acordo com o levantamento.

O inventário é um convênio entre a usina e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), vinculada ao Ministério da Agricultura e Pecuária.

A área vegetal coleciona árvores como angico-vermelho (Parapiptadenia rigida), uma espécie nativa essencial pela quantidade e frequência das ocorrências; ipês de todas as espécies; peroba; jequitibá; e frutíferas de várias famílias, como araticum, jabuticaba, pitanga e gabiroba.

Proteção do reservatório

Itaipu Binacional é uma empresa gerida conjuntamente por Brasil e Paraguai. O diretor-geral brasileiro, Enio Verri, explica que a conservação ambiental é um investimento para garantir a geração de energia elétrica por décadas e mais décadas.

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“O investimento em ações como essas, além de tantas outras que protegem nosso lago, ajuda a enfrentar as mudanças climáticas e garantem a disponibilidade de nossa matéria-prima, a água, para que continuemos gerando energia por mais de 190 anos adiante”.

É no Lago de Itaipu, formado no Rio Paraná, onde está a reserva de água que aciona as turbinas geradoras da hidrelétrica.

Em entrevista à Agência Brasil, o gestor do convênio e técnico da Divisão de Áreas Protegidas da Itaipu, Luis Cesar Rodrigues da Silva, apontou que é “amplamente conhecido na literatura e cientificamente comprovado” que uma vegetação saudável no entorno de cursos d’água e reservatórios tem função crucial para a produção de água e sua qualidade.

De acordo com Luis Cesar, isso acontece por dois fatores: em um primeiro momento, a vegetação funciona como uma barreira protetiva, evitando que detritos e uma carga grande de sedimentos chegue no reservatório; em um segundo passo, a vegetação contribui para estabilizar o solo no entorno do reservatório, impedindo efeitos de erosão.

“A erosão é um contribuinte forte para diminuir a vida útil do reservatório. Quanto mais sedimento, quanto mais erosão vai para um reservatório, menos tempo de vida a estrutura tem”, detalha.

Papel ecológico

O engenheiro florestal acrescenta que a preservação e a diversidade ambiental têm também um papel ecológico. “Serve de abrigo para uma série de espécies de vegetais e animais, principalmente os insetos, que são polinizadores importantes de culturas agrícolas”, cita.

Ele contextualiza que a faixa de proteção do reservatório é um corredor de biodiversidade, pois está situada entre duas importantes unidades de conservação.

“Ao sul, tem o Parque Nacional do Iguaçu, com toda a sua pujança e fama internacional, e, ao norte, o Parque Nacional de Ilha Grande [na divisa do Paraná e Mato Grosso do Sul], em uma posição estratégica na transição entre Mata Atlântica, Cerrado e Pantanal”.

 

Trabalho abrange cerca de 30 mil hectares de mata ciliar entre Foz do Iguaçu e Guaíra (PR) Sara Cheida/Itaipu Binacional

Parceria para inventário

O gestor do convênio explicou à Agência Brasil que, por cerca de 40 anos, Itaipu ─ que começou a ser construída em 1973 ─ se dedicou ao plantio extensivo na faixa de proteção. Agora, é preciso novo direcionamento.

“A gente não tem mais o que plantar. A gente precisa fazer a gestão e verificar se tem algo que a gente pode fazer, alguma oportunidade para melhorar essa vegetação e aproximá-la do que seria uma vegetação nativa”, diz.

Ele completa que a parceria com a Embrapa visa a estabelecer um plano de gestão dessa vegetação protetiva do reservatório pelos próximos 30 ou 40 anos.

“É uma série de estudos que a gente precisa agora, para ter dados para definir um planejamento de atividades de melhoria e de cuidado dessa vegetação para o longo prazo”, projeta.

Benefícios para arredores

A parceria é assinada com a divisão Florestas da Embrapa. A pesquisadora da Embrapa Florestas Maria Augusta Doetzer Rosot disse à Agência Brasil que o maior ganho na região nos últimos 40 anos foi a formação de uma área de preservação permanente nas bordas do reservatório.

“Em função da expansão agrícola no oeste do Paraná, ocorrida na metade do Século 20, essas bordas eram constituídas majoritariamente por áreas de agricultura que necessitavam ser recuperadas para cumprir as funções ecológicas de uma área de proteção”, conta.

Segundo ela, desde a década de 1980, com o enchimento do reservatório em 1982, os plantios de restauração em áreas sem nenhuma cobertura florestal começaram a modificar o ambiente e a prover os chamados serviços ecossistêmicos.

Maria Augusta enfatiza que, além de beneficiar a preservação do reservatório hídrico de Itaipu, a área de proteção levou ganhos para a população de municípios vizinhos.

“Uma vez que a floresta atua como reguladora do clima, protege solo e água, abriga polinizadores e dispersores de sementes, facilitando o fluxo gênico [troca de genes], conserva e, comprovadamente, aumenta a biodiversidade, purifica o ar e retira carbono da atmosfera por meio de sua absorção com o processo de fotossíntese”, descreve.

Ela ressalta ainda que a região conservada oferece proteção e abrigo à fauna, atuando como um corredor ecológico importante, e tem “relevância estética na paisagem, com formato meandrante [curvas acentuadas] ao longo do reservatório e dos rios que ali desaguam, conferindo beleza cênica, que também é considerada um serviço ecossistêmico”.

Próximos passos

A pesquisadora da Embrapa Florestas antecipa que os próximos passos da parceria preveem levantamentos sobre indicadores da qualidade ambiental da floresta, como a atividade enzimática do solo, a abundância de minhocas e diversidade genética de espécies de árvores.

O inventário terá também técnicas de sensoriamento remoto, que inclui uso de drones, para estimar o conteúdo de carbono armazenado na vegetação. Uma liberação menor de carbono na atmosfera contribui para frear o aquecimento global.

Maria Augusta adiantou à Agência Brasil que o principal resultado que se espera alcançar é “um conjunto amplo e robusto de informações obtidas através do processamento e análise de todos esses temas”, de forma a chegar a um plano de gestão florestal “visando a perpetuidade da geração de bens e serviços providos pela floresta”.

 

Vista externa com comportas da usina Itaipu Binacional. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

Produção de energia

Atualmente, Itaipu responde por cerca de 9% do consumo de energia elétrica brasileiro.

No dia 5 de setembro, a hidrelétrica alcançou a marca histórica de 3,1 bilhões de megawatts-hora (MWh) produzidos desde que entrou em operação em 1984.

Para se ter noção, a produção de 3,1 bilhões de MWh é suficiente para abastecer o mundo inteiro por 44 dias ou o Brasil por seis anos e um mês.