Casas começam a ser demolidas após explosão em São Paulo

Por MRNews

A Defesa Civil do estado de São Paulo deu início ao processo de demolição de cinco imóveis interditados definitivamente em decorrência da explosão no bairro do Jaguaré, na capital paulista. Uma obra da Sabesp atingiu a tubulação de gás da Comgás, na segunda-feira (11). A explosão deixou dois mortos, dois feridos e 27 casas interditadas.

“As demolições foram iniciadas a pedido das equipes da Polícia Técnico Científica, que precisam escavar o local em busca de evidências periciais para compor o laudo da explosão”, informou o governo do estado, em nota.

Até o fim da tarde desta quinta-feira (14), 112 residências tinham sido vistoriadas, das quais 27 foram interditadas e 85 liberadas para retorno dos moradores.

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Reparação

De acordo com as concessionárias Sabesp e Comgás, 232 pessoas foram cadastradas e receberam o auxílio emergencial para despesas imediatas, no valor de R$ 5 mil. Algumas famílias também estão sendo acolhidas em hotéis. As empresas afirmaram que vão ressarcir todos os demais danos sofridos pelos moradores.

As equipes da Sabesp e Comgás iniciaram a reforma das unidades atingidas no bairro que já foram vistoriadas pela Defesa Civil.

Nesta quinta (14), a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU) mapeou 80 imóveis na região, com objetivo de realocar as famílias que perderam suas casas em novas moradias. Cinquenta famílias já foram cadastradas e estão sendo atendidas.

Segundo o governo estadual, as pessoas que perderam suas casas poderão optar por alternativas como a transferência imediata para apartamentos mobiliados da CDHU, aquisição de imóvel via carta de crédito e o auxílio aluguel.

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“Todas as despesas com novas moradias e reconstrução dos danos causados pelo acidente serão integralmente ressarcidas pela Sabesp e Comgás”, reiterou o governo.

Arsesp

A Agência Reguladora de Serviços Públicos do Estado de São Paulo (Arsesp) oficializou as concessionárias Sabesp e Comgás para a apresentação dos primeiros esclarecimentos sobre a explosão no Jaguaré, na capital paulista. As empresas deverão encaminhar as informações solicitadas pela Agência até esta sexta-feira (15).

A medida faz parte do processo fiscalizatório instaurado pela Arsesp para apurar as causas da explosão. A documentação encaminhada pelas concessionárias será analisada pela Agência e poderá subsidiar a adoção das medidas cabíveis previstas nos respectivos contratos.

BOLETIM – Cidasc promove webinar sobre  atualização da febre aftosa no Brasil e no mundo

https://estado.sc.gov.br/noticias/wp-content/uploads/sites/3/2026/05/SECOM-Cidasc.mp3

A Cidasc realiza nesta sexta, 15, um webinar sobre os avanços do Brasil em relação à febre aftosa.

A transmissão ocorre a partir das 14h pelo canal da Cidasc no Youtube de forma gratuita.

A palestrante será a médica-veterinária Graziela Pagani Amarante, coordenadora Estadual de Vigilância para Febre Aftosa e Doenças Vesiculares da Cidasc.

A iniciativa faz parte da programação do Mês da Sanidade Animal e Vegetal, instituído por lei estadual e celebrado anualmente pela Cidasc.

O evento online também vai mostrar as ações de vigilância que a Cidasc realiza para a manutenção do status sanitário que Santa Catarina construiu ao longo de décadas de atuação da defesa agropecuária em parceria com o setor produtivo.

A presidente da Cidasc, Celles Regina de Matos, fala sobre a importância de abordar constantemente o assunto:

SONORA

No ano passado, o Brasil foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde Animal como zona livre de febre aftosa sem vacinação, status que Santa Catarina já possui desde 2007.

O avanço deve beneficiar a cadeia produtiva brasileira como beneficiou a catarinense: foram 18 anos de crescimento e abertura de mercados internacionais, principalmente para a carne suína e bovina. 

Repórter: Marcos Lampert

Estudantes do Programa Brasil Alfabetizado concluem etapa de alfabetização em Bonito – Prefeitura Municipal de Bonito

Na última quinta-feira (14), a Escola Municipal Professora Durvalina Dornelles Teixeira celebrou um momento especial com a conclusão da etapa de alfabetização dos estudantes participantes do Programa Brasil Alfabetizado.

A iniciativa, desenvolvida pelo Governo Federal com apoio da Prefeitura de Bonito, promove a alfabetização de jovens, adultos e idosos, ampliando oportunidades e fortalecendo a inclusão por meio da educação.

A Prefeitura de Bonito parabeniza todos os estudantes pela dedicação e perseverança, além de reconhecer o trabalho dos educadores e profissionais envolvidos nessa importante missão de transformar vidas através da educação.

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Polícia Federal combate garimpos ilegais nos estados do Amapá e Pará

Por MRNews

Sete áreas de garimpo ilegal na Amazônia são alvos de uma operação integrada da Polícia Federal (PF), em ação conjunta com o Ibama, ICMBio e a Força Nacional, com o apoio da Polícia Militar do Estado do Pará.

Desde terça-feira (12) até hoje (15), os policiais da Operação Calha Norte atuam na região da divisa  dos estados do Amapá e Pará, precisamente nos municípios de Laranjal do Jari (AP) e Almeirim (PA), onde estão os garimpos ilegais.

De acordo com a PF, foram inutilizadas quatro escavadeiras hidráulicas, dezenas de motores, três quadriciclos, dois tratores, geradores, acampamentos clandestinos e aproximadamente 3.300 litros de diesel usados no maquinário ilegal.

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Agetran divulga ruas interditadas neste fim de semana – CGNotícias

A Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran) informa o cronograma de interdições programadas para este fim de semana em diversas regiões de Campo Grande. A orientação principal aos condutores é redobrar a atenção e buscar rotas alternativas nas regiões afetadas. 

As alterações no trânsito começam na sexta-feira (15). A partir das 8h, a Rua Neyde Maia Miranda passa por obras de drenagem, com interdição seguindo até as 18h de sábado (16). Mais tarde, às 11h, a Rua Elias Nachif será fechada para um evento social, com liberação prevista para as 20h. 

Ao meio-dia de sexta-feira, o trânsito na Rua Luís Vasconcelos será interrompido para o evento MS Cidadão. Esse bloqueio permanecerá ativo até as 17h de sábado. 

No fim da tarde, das 17h às 23h59, a Rua Eva Maria de Jesus terá interdição para um evento religioso. No sábado (16), a interdição se repetirá no mesmo horário. 

Encerrando a sexta-feira, a Rua Guaimbé ficará com o trânsito impedido a partir das 23h para o aniversário de um ministério religioso. O trecho só será liberado às 14h de domingo (17). 

No sábado (16), o cronograma traz novas vias afetadas. Das 7h às 17h, as faixas de estacionamento das ruas José Dibo e Frederico Korndorfer estarão isoladas para obras. 

No período da tarde, a Rua Heitor Vieira de Almeida recebe um evento religioso das 15h às 22h. Logo em seguida, das 16h às 19h, uma procissão altera o trânsito na Rua Flamboyant. A via será liberada gradativamente à medida que o evento avançar. 

A partir das 18h30 de sábado, um evento esportivo ocupará meia pista de rolamento na Rua Rio Negro e na Avenida Nelly Martins. 

O objetivo do trabalho das equipes de trânsito é assegurar a fluidez e a proteção de pedestres e motoristas nas imediações de todas essas atividades. 

#ParaTodoVerem: A imagem em destaque mostra uma via interditada por cones com carros e motos parados ao lado.

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Seinfra conclui a semana com serviços de manutenção em 27 bairros de João Pessoa

A Secretaria de Infraestrutura de João Pessoa (Seinfra) dá continuidade aos serviços de manutenção e conclui a semana executando a operação tapa-buraco em 27 bairros da Capital. Esse serviço é realizado pela Diretoria de Manutenção Viária e Drenagem, atendendo às demandas da população realizadas por meio dos canais oficiais.

As equipes da operação tapa-buraco estão trabalhando nos seguintes bairros nesta sexta-feira (15): Jardim Cidade Universitária, Mangabeira, Ernesto Geisel, Castelo Branco, Alto do Mateus, Bancários, Gramame, Cristo Redentor, João Paulo II, José Américo, Penha, Cuiá, Valentina Figueiredo, Planalto Boa Esperança, Altiplano, Manaíra, Bairro dos Estados, Bairro dos Ipês, Pedro Gondim, Tambauzinho, Torre, Costa e Silva, Ernani Sátiro, Distrito Industrial, Colinas do Sul, Funcionários e Cruz das Armas.

A Seinfra também está executando nesta sexta-feira, em diversos bairros, serviços de manutenção na rede de drenagem, como limpeza e desobstrução de galerias, extensão de rede e adequação e manutenção de bocas de lobo.

Atendimento – Os serviços de manutenção da Seinfra, como tapa- buraco, galerias, terraplenagem e iluminação pública, podem ser solicitados por meio do ‘João Pessoa na Palma da Mão’. O aplicativo está disponível nas lojas Google Play e Apple Store, gratuitamente.

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Filha de Che Guevara vê risco de invasão dos EUA contra Cuba

Por MRNews

A médica Aleida Guevara, filha de Che Guevara, um dos líderes da Revolução Cubana, afirma que existe, em Cuba, a sensação de que os Estados Unidos (EUA) podem invadir a ilha a qualquer momento devido ao comportamento imprevisível do presidente Donald Trump.

“Sabemos que podem nos atacar a qualquer momento porque são loucos. Esperemos que a loucura não chegue ao extremo e que eles se deem conta do tipo de inimigos que realmente podemos ser. Porque Fidel disse: ‘Quando um povo enérgico e viril chora, a injustiça treme’”, disse à Agência Brasil.

Em visita ao Brasil, a filha de Che Guevera comentou sobre a situação da ilha após o endurecimento do bloqueio econômico e energético, que deixou o país três meses sem receber petróleo.

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Com 65 anos, Aleida avalia que a maioria do povo cubano segue fiel aos princípios da Revolução de 1959, que instituiu o primeiro Estado de inspiração socialista na América Latina, desafiando a hegemonia dos EUA na região.

Ela também comenta sobre a questão da democracia na ilha; sobre a solidariedade internacional em relação a Cuba e sobre como é ser filha de Che Guerava no país que seu pai ajudou a construir.

Confira a entrevista abaixo:

Agência Brasil: O que trouxe a senhora ao Brasil?

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Aleida Guevara: Vim ao 4º encontro do MPA [Movimento dos Pequenos Agricultores] e foi incrivelmente interessante porque ainda há muito a ser resolvido no Brasil, problemas de todos os tipos, mas o principal é a questão da terra. A reforma agrária continua sendo o calcanhar de Aquiles do país. Se não houver uma reforma agrária profunda e real, será muito difícil resolver o problema da alimentação, da soberania alimentar.

E o movimento campesino aqui no Brasil apoia muito Cuba. E o mais bonito para mim é que o campesinato no evento falou sobre socialismo. Veja que interessante. E ainda identificam Cuba como um farol de liberdade e dignidade humanas. E isso é extremamente importante para uma cubana.

Agência Brasil: Pretende ficar mais tempo no Brasil?

Aleida Guevara: Não, eu volto nesta sexta-feira [15] porque tenho muita coisa para fazer e, além disso, Cuba está sob ameaça de ataque, e a pior coisa que poderia me acontecer na vida é meu próprio país ser atacado e eu não estar lá. Isso me deixaria louca. Eu preciso estar lá.

Agência Brasil: Existe um sentimento de que essa invasão pode, de fato, ocorrer? Ou o sentimento é de que os EUA não fariam isso?

Aleida Guevara: Moramos nesse lugar histórico há muitos anos, muito perto do império americano e esse homem [Donald Trump] que está completamente fora de si, totalmente louco.

Você simplesmente não sabe o que pode acontecer. Quando você tem um inimigo, você o analisa, estuda e sabe, mais ou menos, se o que ele está dizendo pode ser verdade ou não. Com esse homem, você não consegue nem avaliar o que ele diz.

Não somos tolos. Sabemos que podem nos atacar a qualquer momento porque são loucos. Esperemos que a loucura não chegue ao extremo e que eles se deem conta do tipo de inimigos que realmente podemos ser. Porque Fidel disse: ‘Quando um povo enérgico e viril chora, a injustiça treme’.
 

A médica Aleida Guevara, filha de Che Guevara, durante entrevista exclusiva à Agência Brasil Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Agência Brasil: O bloqueio de mais de seis décadas dos EUA busca levar o povo cubano a se colocar contra o governo. Acha que isso é possível?

Aleida Guevara: Sempre haverá algum idiota que acredita nessa história, mas a maioria da população – felizmente – sabe perfeitamente quem é seu inimigo.

Quando bate aquele cansaço de toda essa situação, acontece de os Estados Unidos dizerem algum absurdo, que provoca uma reação nas pessoas.

Há contrarrevolucionários em Miami, por exemplo, que antes apoiavam a invasão, e agora não apoiam mais porque viram que seus familiares estão sendo prejudicados pelo bloqueio, pela falta de gasolina e medicamentos. Ainda que tenham dinheiro para comprar, não conseguem.

Os Estados Unidos sempre foram promotores da unidade em Cuba devido à sua idiotice como inimigos, à sua falta de inteligência.

Se você tem consciência social e educação, percebe o que pode acontecer ao seu redor. Temos o Haiti ao lado, por exemplo, além de Porto Rico, que é supostamente uma colônia dos Estados Unidos.

Um ciclone passou por lá, e o que Trump fez? Jogou papel higiênico neles [Em 2017, o presidente Donald Trump visitou Porto Rico, após um desastre natural, e arremessou rolos de papel em um centro de distribuição de ajuda]. E deixou 80% de Porto Rico sem eletricidade.

Cuba sabe de tudo isso, o povo cubano tem um nível significativo de cultura. José Martí [líder da independência de Cuba] dizia que somente um povo culto pode ser verdadeiramente livre, porque não pode ser facilmente manipulado.

A França tem vários territórios que chamam de “ultramarinos”, que são suas colônias. Eles não buscam a independência porque têm medo de passar com eles o que passou com o Haiti, que foi o primeiro país livre da América Latina e sofreu um duro cerco e bloqueio das potências europeias por sua ousadia.

O mesmo ocorre com Cuba. O bloqueio é para que nenhum outro país se atreva a virar socialista. Para que sirva de exemplo para as demais nações.

Agência Brasil: Como está a situação da ilha nesse momento?

Aleida Guevara: Os problemas econômicos que enfrentamos são muito sérios. Quando se bloqueia uma ilha e se impede a entrada de petróleo, tudo para. No momento, não temos apagões, mas sim fornecimento intermitente de energia, horas de luz. E, nas províncias, há cidades que ficaram 72 horas sem eletricidade. E me diga, como se conserva comida nessa situação?

Aleida Guevara veio ao Brasil para participar de evento com pequenos agricultores – Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Agência Brasil: Como a senhora avalia a solidariedade internacional em relação a Cuba?

Aleida Guevara: Foi imediata. A ideia de que semeamos solidariedade é verdadeira. Tudo começou com a Escola Latino-Americana de Medicina [Elam], onde demos a muitos latino-americanos a oportunidade de se tornarem médicos em Cuba gratuitamente.

Isso já foi significativo porque as famílias desses jovens e os próprios jovens reagiram imediatamente em apoio a Cuba. Acabei de receber duas malas de medicamentos dos estudantes uruguaios formados na Elam.

Aqui em Uberlândia [MG], por exemplo, dois sindicatos se uniram e me enviaram inúmeras malas de medicamentos.

Agência Brasil: Esse é um apoio da sociedade civil. Como tem sido o apoio e solidariedade dos governos?

Aleida Guevara: Governos são mais complicados. Eles vêm e vão, mas o povo sempre é o mesmo. E o que nos interessa é a solidariedade do povo. Governos têm suas limitações. Você sabe que a política internacional se move de acordo com o que lhe convém. É triste, mas é assim que funciona.

Na América Latina, o governo mexicano se destaca. A presidente [Claudia Sheinbaum] tem dignidade, e diz calmamente: ‘Vou continuar ajudando o povo cubano’. Ela já enviou vários navios com alimentos.

Há os russos que, apesar da guerra com a Ucrânia e da pressão europeia, nos enviaram um navio com petróleo, e outro carregamento certamente está a caminho. Na Itália, por exemplo, várias brigadas de solidariedade foram organizadas, trazendo-nos o que podiam: remédios, suprimentos para hospitais e comida. Devemos aos chineses, e eles perdoaram a dívida. Existe solidariedade.

Agência Brasil: Aqui no Brasil, Cuba costuma ser estigmatizada por parte da mídia e de partidos que acusam o país de não ser uma democracia. Como a senhora responde a esse tipo de crítica?

Aleida Guevara: Democracia vem do grego e significa poder do povo. Agora me diga, em que país que você conhece existe poder do povo? Que quando o povo decide algo, o governo o executa. Isso é democracia. E onde ela está?

Onde está esse poder do povo? Significa também igualdade de condições para ser julgado, por exemplo, não importa quanto dinheiro você tenha no banco. Onde está essa democracia? Onde ela se concretiza?

Quando o povo brasileiro entender o que é democracia de verdade, perceberá que, em Cuba, existe uma democracia verdadeira. A mais popular e a mais aberta que existe, porque o povo governa.

Agência Brasil: Como foi o contato da senhora com seu pai, Che Guevara?

Aleida Guevara: Tive pouco contato com meu pai, mas tenho uma mãe espetacular [Aleida March, viúva de Che] que me ensinou a amá-lo, conhecê-lo e admirá-lo. Se hoje sou uma mulher socialmente útil, é graças à educação que recebi dela.

Minha mãe é de origem camponesa com uma formação acadêmica extraordinária. Ela foi combatente da resistência na clandestinidade e, mais tarde, do Exército rebelde. Estudou história, além da formação em pedagogia que já possuía e é cubana de corpo e alma.

Ela ficou sozinha muito cedo com quatro filhos pequenos. Quando um camarada morre, como meu pai, os outros camaradas tentam aliviar a pressão com ajuda material. Mas minha mãe não permitia que recebêssemos nada a mais que as outras famílias recebiam, devido à quantidade de suprimentos que existia em Cuba.

Isso porque ela seguiu as instruções do meu pai. Nós comíamos o que todos em Cuba comiam. Não tínhamos privilégios. Mas fomos privilegiados por ter o carinho e a admiração do povo cubano, por receber esse calor humano.

Nesse aspecto, você percebe que meu pai ainda está muito vivo para o povo, eles o mantêm muito presente, e isso, para uma filha, é extraordinário. Nós não desfrutamos dele, mas, mesmo assim, ele está lá. A presença dele é muito forte em Cuba, principalmente nas crianças.

Prefeitura celebra Dia do Assistente Social e destaca atuação dos profissionais na promoção da cidadania e garantia de direitos

Um dos profissionais mais imprescindíveis na promoção da justiça socioeconômica e na garantia dos direitos fundamentais, o assistente social tem sua importância celebrada nesta sexta-feira (15), em todo o Brasil. Com atuação em diversas frentes, os assistentes sociais da Prefeitura de João Pessoa desenvolvem um trabalho integrado entre as diferentes secretarias, contribuindo diretamente para o fortalecimento das políticas públicas e da cidadania.

O objetivo do profissional é fortalecer o diálogo entre a gestão pública e as populações em situação de vulnerabilidade social, tornando esse contato cada vez mais eficiente, acolhedor e produtivo. Com isso, busca-se ampliar a humanização e a efetividade dos serviços oferecidos à população. As diferentes ações, por sua vez, são realizadas diariamente em áreas como saúde, educação, desenvolvimento social, habitação, entre outras.

Proteção socioassistencial – Luciano Carvalho é coordenador do Programa Auxílio-Moradia, vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes). O programa consiste em uma política pública de caráter emergencial e temporário, voltado ao atendimento às famílias em situação de vulnerabilidade social ou que precisaram deixar suas residências devido a situações de risco. Em seus 20 anos de atuação na Sedes, Luciano Carvalho já trabalhou em diferentes postos, todos vinculados à área do Serviço Social.

“É uma trajetória construída com responsabilidade, escuta qualificada e compromisso social. A Coordenação do Programa Auxílio-Moradia, por exemplo, é uma função desafiadora. Vem sendo um período de intenso aprendizado e crescimento profissional que ampliou minha compreensão sobre a realidade social e fortaleceu, ainda mais, meu compromisso com a Assistência Social”, explica Carvalho.

Habitação com dignidade – “É gratificante trabalhar a política de habitação em sua amplitude, pois percebemos a mudança na vida das pessoas, não apenas por terem uma casa, mas uma moradia digna que, vinculada às demais articulações, estimula o protagonismo social e, consequentemente, a melhoria nas condições de vida”.

A fala da assistente social Regina Franca aponta para a importância do ofício que escolheu ainda na adolescência, quando, segundo ela, não tinha clareza suficiente sobre os meandros da profissão. Porém, no decorrer das trajetórias acadêmica e profissional, a especialista pode, finalmente, vislumbrar o “oceano de possibilidades” oferecido pelo Serviço Social.

Regina Franca é diretora da Equipe Técnica e Social da Secretaria Municipal de Habitação Social (Semhab), pasta responsável por coordenar a política habitacional junto às famílias de baixa renda. Com uma carreira multifacetada, que vai desde o trabalho com dependentes químicos (durante a graduação) ao vasto campo da assistência social (na Prefeitura de João Pessoa), Franca passou por diferentes postos dentro do universo do Serviço Social.

De acordo com ela, o trabalho do assistente social na política habitacional da Prefeitura envolve projetos de acompanhamento às famílias em residenciais de interesse social, com ações voltadas à inclusão social, qualificação profissional e articulação com outras políticas públicas.

“É uma alegria atuar na Secretaria de Habitação Social da Prefeitura de João Pessoa, já que a gestão acredita e confia no trabalho do assistente social enquanto um ator que faz a diferença na viabilização da política de habitação”, pontuou.

A “grande virada” – Benicleide Silvestre, uma garotinha do interior que chegou à capital paraibana aos sete anos de idade, enfrentou várias dificuldades ao longo da infância e adolescência. Porém, sua trajetória teve uma importante ‘virada’ após a conclusão do Ensino Médio, já aos 32 anos, o que possibilitou seu ingresso em um curso universitário. O Serviço Social, por sua vez, surgiu como uma escolha significativa, “um chamado antigo”, marcado pela identificação com as experiências de vulnerabilidade social que ela própria vivenciou.

Pós-graduada em Políticas de Proteção Social, Benicleide Silvestre construiu uma trajetória sólida e comprometida com a promoção da cidadania e dos direitos sociais. Atualmente, é a secretária de Direitos Humanos e Cidadania (Sedhuc) de João Pessoa — cidade que a acolheu, onde construiu sua história e conquistou importantes realizações pessoais e profissionais.

Sobre as recentes ações da Sedhuc, Silvestre conta que durante as últimas chuvas, 22 famílias foram acolhidas provisoriamente e outras receberam atendimento domiciliar. As ações, segundo ela, garantiram abrigo, alimentação, assistência à saúde e auxílio-moradia, com acompanhamento contínuo.

“Me sinto honrada em fazer o que faço, pois vejo o trabalho realizado alcançar vidas. Conquistei a confiança dos gestores, da Rede de Proteção e, principalmente, dos usuários, que são a maior motivação para seguirmos atuando com dedicação a cada dia. Sou feliz e ‘me sinto em casa’ trabalhando na Assistência Social e na Prefeitura de João Pessoa”, concluiu Benicleide Silvestre.

Neste Dia do Assistente Social, a gestão municipal vem agradecer o trabalho e a dedicação, não apenas de Benicleide Silvestre, Regina Franca e Luciano Carvalho, mas de todos os seus colegas servidores, que com ética, sensibilidade e compromisso, fazem da solidariedade um instrumento de transformação, contribuindo, assim, para fazer de João Pessoa uma cidade cada vez melhor.

Com renovação contínua da frota e equipamentos, segurança pública de MS cria estrutura moderna de combate ao crime

Para combater o crime organizado e reduzir os índices de criminalidade no Estado, a segurança pública de Mato Grosso do Sul adota um modelo de renovação contínua de equipamentos, armamentos e veículos, para reduzir custos, otimizar os trabalhos e dar boas condições aos policiais e bombeiros. Inclusive estão previstas inclusive 521 novas viaturas, 400 já estarão disponíveis em junho nas ruas.

O foco é dispor de um modelo moderno de compras e gestão dos recursos públicos de segurança. Apenas com planejamento e estrutura de qualidade vai conseguir conter avanços de facções criminosas e tráfico de drogas e armas na fronteira do Estado. Este trabalho de inteligência permite a proteção não apenas do Mato Grosso do Sul, mas também do restante do país.

“A segurança pública se faz com integração, inteligência e investimentos em equipamentos de ponta e no que há de melhor no mundo para os nossos policiais e bombeiros. O objetivo é garantir mais segurança e proteção para a nossa população”, destacou o secretário estadual de Segurança Pública, Antônio Carlos Videira.

Esta renovação contínua de equipamento e viaturas vai receber nova remessa no próximo mês (junho). “Dentro do planejamento estratégico da Sejusp o governo do Estado entregará agora em junho mais de 400 novas viaturas destinadas a todos os municípios de Mato Grosso do Sul”, completou o secretário. A previsão é de 400 (viaturas) em junho e mais 121 no segundo semestre.

Policiais militares junto com helicóptero que é usado pela corporação (Foto: Álvaro Rezende/Arquivo)

Investimentos

Desde 2023 os investimentos na aquisição de novos equipamentos, com a renovação dos ativos, é uma das peças fundamentais para colocar a segurança do Mato Grosso do Sul entre as melhores do Brasil. Ambiente seguro que permite ao Estado receber grandes investimentos privados, gerando empregos, aumento de renda e novas oportunidades.

Segundo dados da Sejusp (Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública), foram investidos 232,9 milhões na aquisição de mais de 25 mil equipamentos e veículos desde 2023. Na lista aparecem aparelhos de comunicação (2.383), equipamentos de áudio e vídeo (1198), veículos de tração mecânica (467), equipamentos de proteção de segurança e socorro (806), aeronaves (110), máquinas e equipamentos rodoviários (165).

Neste pacote ainda aparecem os armamentos (7838), veículos diversos (19), embarcações (13), equipamentos de mergulho e salvamento (225), mobiliários em geral (7744), entre outros itens que contribuem para todas as forças de segurança do Estado, em um trabalho coletivo contra o crime.

Armamentos em constante renovação para as força de segurança (Foto: Álvaro Rezende/Arquivo)

Trabalho integrado

O combate ao crime organizado na fronteira mostra o trabalho efetivo nas forças estaduais. No ano passado (2025) o DOF (Departamento de Operações de Fronteira) alcançou a 2ª maior marca histórica desde a criação da unidade, com a apreensão de 196,5 toneladas de drogas apreendidas.

O primeiro trimestre de 2026 (janeiro a março) mostra que o trabalho continua em ascensão. Já foram apreendidos 94.887,61 quilos de drogas. Em comparação a 2023 (janeiro a março), no mesmo período, houve um crescimento de 87,71%, já que naquela época a apreensão foi de 50.549,73 kg.

Este trabalho integrado, com modernização das estruturas e planejamento para compras de equipamentos traz resultados que interferem diretamente na vida do cidadão. O cenário positivo da segurança pública contribui para o crescimento da economia e desenvolvimento do Estado.

Polícia Militar tem equipamentos disponíveis para o combate ao crime (Foto: Álvaro Rezende/Secom-MS)

Leonardo Rocha, Comunicação do Governo de MS
Foto da capa: Saul Schramm/Secom-MS

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Feira Socioambiental de Bonito abre inscrições para capacitações gratuitas

Por MRNews

A XIV Feira Socioambiental de Bonito contará com uma programação voltada ao conhecimento, à conscientização e à troca de experiências por meio de capacitações especiais focadas em Educação Ambiental e sustentabilidade.

Durante o evento, estudantes, educadores, profissionais e toda a comunidade poderão participar de atividades que abordam temas atuais e importantes para a construção de uma sociedade mais consciente e conectada com o meio ambiente. A proposta é oferecer conteúdos práticos, dinâmicos e acessíveis para diferentes públicos.

Entre as capacitações confirmadas estão:

Jomi 2026 mantém inscrições abertas para dança – CGNotícias

Tacuru reúne investimentos superiores a R$ 11 milhões em habitação, pavimentação e saneamento

Práticas em Educação Ambiental
Responsável: Instituto de Conservação de Animais Silvestres (ICAS).

Consumo Responsável e Descarte Sustentável
Responsável: Acaia Pantanal / Instituto 5 Elementos.

Oficina de Produção de Histórias
Responsável: Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (SEMADESC).

As atividades reforçam a importância da Educação Ambiental como ferramenta essencial para incentivar boas práticas, fortalecer a consciência coletiva e promover atitudes mais sustentáveis no dia a dia.

AVISO DE DISPENSA Nº. 13/2026 – CONTRATAÇÃO DE EMPRESA RESPONSÁVEL POR REALIZAR ANÁLISES TÉCNICAS, CLASSIFICATÓRIAS E EMISSÃO DE PARECERES CONCLUSIVOS ACERCA DE PROPOSTAS DE PROJETOS CULTURAIS INSCRITOS EM EDITAL MUNICIPAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 015 DE 18 DE MARÇO DE 2026 E EDITAL MUNICIPAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO Nº 016 DE 18 DE MARÇO DE 2026 DA POLÍTICA NACIONAL ALDIR BLANC DE FOMENTO À CULTURA (ANEXO) DE FINANCIAMENTO CULTURAL PROMOVIDOS PELA POLÍTICA NACIONAL ALDIR BLANC DE FOMENTO À CULTURA – Prefeitura Municipal de Bonito

Funsat oferece 1,4 mil vagas de emprego nesta quinta-feira – CGNotícias

As vagas são gratuitas e limitadas. Os interessados já podem garantir participação por meio do formulário oficial de inscrição:

ATIVIDADES DE FORMAÇÃO – FEIRA SOCIOAMBIENTAL DE BONITO