Ações ligadas ao Programa MS Alfabetiza seguem rendendo importantes resultados para a Educação de Mato Grosso do Sul.
O ano de 2026 foi marcado por mais um importante avanço nos indicadores de alfabetização na idade certa em Mato Grosso do Sul. Neste primeiro semestre, o Estado foi uma das unidades da federação a receber o ‘selo ouro’, pelo Compromisso Nacional Criança Alfabetizada, em ação realizada pelo Ministério da Educação. A certificação ratificou o sucesso de ações postas em prática nos últimos anos, ligadas ao Programa MS Alfabetiza, e premiou os avanços nos indicadores alcançados pelo Estado.
A atuação do Estado, com foco no ‘regime de colaboração’, também potencializou o trabalho realizado pelas redes municipais de ensino. O resultado do sucesso dessa parceria foi observado com a certificação sendo entregue para 43 municípios, evidenciando o avanço das políticas públicas voltadas à alfabetização.
“O tema alfabetização é um assunto de muita dedicação por parte do Governo do Estado. Pelo segundo ano consecutivo, fruto do nosso trabalho voltado para os avanços da alfabetização na Rede Pública de Ensino, Mato Grosso do Sul recebeu a certificação ouro que é reflexo de uma atuação que envolve gestores municipais em uma série de ações conjuntas por meio de iniciativas como o MS Alfabetiza. Uma parceria que leva formação para os profissionais, orientação para a execução das atividades e que também conta com a distribuição de materiais para professores e estudantes”, destacou o secretário de Estado de Educação, Hélio Daher.
Em 2023, o Estado registrou 47% das crianças alfabetizadas na idade adequada, considerando os sistemas estaduais de avaliação. Em 2024, esse índice saltou para 56%, representando quase 20% de aumento – segundo maior crescimento do País. Agora, em 2025, o Estado alcançou a marca de 66% de alfabetização, oito pontos percentuais acima da meta prevista para o ano (58%) e acima da meta estabelecida para 2026 (63%). Considerando os últimos dois anos, o aumento ultrapassou a marca de 40%.
“O avanço de MS demonstra a seriedade do trabalho realizado pelas redes estadual e municipais. Superar a meta projetada para 2025 é motivo de orgulho e reflete a nosso compromisso com as ações postas em prática em todo o Estado. Esse resultado reforça a importância dessas iniciativas para que Estado e municípios continuem avançando juntos na alfabetização das crianças sul-mato-grossenses”, finalizou o secretário.
Marcus Vinícius Espíndola, Comunicação SED Fotos: Bruno Rezende/Secom/Arquivo
Devido a ressaca no mar do Rio de Janeiro, o trecho entre São Conrado e o Vidigal da Ciclovia Tim Maia foi fechado nesta segunda-feira (4). O protocolo de segurança foi acionado pela prefeitura da capital após as ondas ultrapassarem 2 metros de altura no costão do Vidigal.
A Marinha do Brasil emitiu um alerta de ressaca para a cidade do Rio de Janeiro, com início às 18h de domingo (3) e término previsto para as 15h desta terça-feira (5).
Surf
A praia de Itacoatiara, em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro, é reconhecida internacionalmente pelas ondas gigantes e potentes, especialmente na Laje do Shock. Na região, as ondas estão superiores a 3,5 metros de altura, o que atrai surfistas.
Spirit Airlines encerra operações após crise histórica e alta do petróleo
A aviação mundial foi surpreendida com o fim das operações da Spirit Airlines, uma das empresas mais conhecidas do segmento “ultra low cost”. A companhia, famosa por seus aviões amarelos e tarifas extremamente baratas, encerrou suas atividades no início de maio de 2026, após semanas de tentativas frustradas de reestruturação financeira.
Uma história marcada por preços baixos e expansão agressiva
Fundada em 1983, originalmente como Charter One Airlines, a empresa nasceu no estado de Michigan, nos Estados Unidos, focada em voos fretados para destinos turísticos. Com o passar dos anos, evoluiu para operações regulares e passou a utilizar aeronaves como o Douglas DC-9 e o McDonnell Douglas MD-80.
Foi na década de 1990 que a marca Spirit Airlines ganhou força, adotando um modelo de negócios revolucionário: tarifas extremamente baixas, com cobrança por praticamente todos os serviços adicionais — incluindo bagagem de mão, algo que hoje é padrão em companhias low cost.
A estratégia deu certo por muitos anos. A empresa expandiu rotas para destinos populares como Nova York, Las Vegas e principalmente a Flórida, tornando-se referência para passageiros que buscavam economia.
O começo da crise
Apesar do crescimento, a companhia enfrentava desafios estruturais. Entre eles:
Baixa remuneração de pilotos, gerando greves frequentes
Reputação negativa junto a parte do público
Conforto reduzido com assentos ultraleves
Forte dependência de demanda turística
Além disso, a Spirit operava uma frota relevante da família Airbus A320neo, que foi diretamente impactada por problemas nos motores Pratt & Whitney PW1100G. Diversas aeronaves ficaram em solo, prejudicando a operação e aumentando custos.
Fusões frustradas e decisões que custaram caro
Em meio à crise, a empresa tentou se salvar por meio de fusões. Um acordo inicial com a Frontier Airlines chegou a ser negociado, mas acabou sendo superado por uma proposta mais agressiva da JetBlue Airways.
No entanto, o governo dos Estados Unidos bloqueou a fusão em 2024 por questões concorrenciais. A decisão foi considerada um golpe duro, especialmente para a Spirit, que já enfrentava dificuldades financeiras.
A empresa chegou a entrar em recuperação judicial (Chapter 11) duas vezes em menos de um ano — algo inédito na aviação americana — e realizou cortes severos, incluindo demissões, devolução de aeronaves e redução de rotas.
O golpe final: petróleo nas alturas
O fator decisivo para o colapso foi externo. A escalada do conflito no Oriente Médio elevou drasticamente o preço do petróleo, impactando diretamente o custo do combustível de aviação.
Sem margem financeira e sem investidores dispostos a assumir o risco, a Spirit ainda tentou um resgate emergencial junto ao governo dos EUA, solicitando cerca de US$ 500 milhões. A proposta não avançou, e a empresa ficou sem alternativas.
Na noite de 1º para 2 de maio de 2026, a companhia realizou seus últimos voos.
O impacto no mercado aéreo
Com o fim da Spirit Airlines, o mercado americano perde uma das principais representantes do modelo ultra low cost. Restam agora empresas como:
Allegiant Air
Frontier Airlines
Sun Country Airlines
A tendência é de aumento no preço médio das passagens, já que a Spirit exercia forte pressão competitiva no setor.
O que acontece agora?
A frota da empresa, que chegou a ter mais de 200 aeronaves, será redistribuída no mercado. Modelos mais novos, como os A320neo e A321neo, devem ser rapidamente absorvidos por outras companhias.
Já os passageiros afetados poderão buscar reembolso, especialmente aqueles que compraram passagens com cartão de crédito. Funcionários, por outro lado, tendem a ser absorvidos por outras empresas, devido à alta demanda por profissionais no setor.
O legado da Spirit Airlines
Apesar das críticas, a Spirit deixa um legado importante: democratizou o acesso ao transporte aéreo nos Estados Unidos. Durante décadas, permitiu que milhões de pessoas viajassem pagando muito menos.
Mesmo com seus problemas, a companhia manteve sua proposta de tarifas baixas até o fim — algo raro em um setor cada vez mais pressionado por custos e mudanças estruturais.
Bradesco impõe “trava” nas salas VIP: entenda as novas regras e o que muda na prática
Se você tem cartão premium do Bradesco, é melhor ficar atento: o banco passou a aplicar uma série de regras que mudam completamente a forma de usar salas VIP Bradesco e outras— principalmente em aeroportos movimentados como o Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos.
A principal novidade é a chamada “trava de acesso”, que já começa a impactar quem fazia uso mais frequente dos lounges.
👉 A trava não bloqueia o uso em restaurantes parceiros.
Isso significa que:
Você pode usar o benefício em restaurantes (via programas como Priority Pass ou DragonPass)
Mesmo após ter utilizado uma sala VIP
Sem precisar esperar o intervalo de horas
👉 Na prática: o banco restringe lounge, mas mantém alternativa de consumo.
📊 Outras regras que estão sendo aplicadas
Além da trava de tempo, o Bradesco vem adotando outras limitações que fazem parte de um movimento maior do mercado:
💳 1. Controle mais rígido de acessos
Limitação de entradas por ano
Compartilhamento com convidados reduzido
Regras diferentes para adicionais
⏱️ 2. Limite de permanência
Algumas salas controlam tempo de permanência
Evita uso prolongado em conexões longas
👥 3. Restrições para convidados
Nem todos os acessos incluem acompanhantes
Em alguns casos, convidados consomem a cota do titular
📉 4. Prioridade para clientes mais rentáveis
Benefícios mais amplos para quem tem maior relacionamento
Cartões “de entrada” com menos vantagens
💸 Por que o Bradesco fez isso?
A resposta é simples: custo e superlotação.
Cada acesso a uma sala VIP pode custar entre US$ 27 e US$ 45 para o banco. Com o aumento massivo de clientes com cartões Black, o uso explodiu — e a conta não fechou.
👉 Resultado: restrições para equilibrar o modelo.
Além disso, a medida ajuda a:
Reduzir filas
Melhorar a experiência dentro das salas
Evitar uso excessivo por um mesmo cliente
🧠 Leitura Viagem Black
Essa trava não é um caso isolado — é tendência.
O mercado está migrando para um modelo onde:
Benefícios são condicionais
Uso excessivo é limitado
Experiência premium volta a ser controlada
👉 O “lounge hopping” (ficar pulando de sala em sala) praticamente acabou.
✈️ Impacto real para o cliente
👍 Quem ganha:
Quem usa com moderação
Quem valoriza salas menos cheias
👎 Quem perde:
Quem fazia múltiplos acessos no mesmo aeroporto
Quem usava lounges como “base” em conexões longas
📌 Conclusão
O Bradesco deixou claro: não basta ter o cartão, é preciso usar com estratégia.
A trava de 2 a 5 horas e a limitação de acesso por aeroporto mudam completamente o jogo — e reforçam um movimento que já está acontecendo em todo o mercado.
👉 O acesso às salas VIP continua existindo. Mas agora, com regras muito mais rígidas.
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O Governo de Santa Catarina reforça as políticas públicas voltadas ao setor agropecuário com a entrega de equipamentos agrícolas, a regulamentação da compra de alimentos da agricultura familiar, o lançamento do Programa Estadual de Controle dos Borrachudos e o incentivo às hortas escolares. As ações foram anunciadas pelo governador Jorginho Mello, nesta segunda-feira, 4, em evento na Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape).
“Estamos colocando as coisas para acontecer lá na ponta, onde o produtor precisa. É equipamento chegando, programa novo saindo do papel e apoio direto para melhorar a vida no campo. Nosso compromisso é seguir perto de quem trabalha e produz, fazendo o agro de Santa Catarina continuar forte. Além disso estamos reforçando esse programa em parceria com a Educação onde garantimos a aquisição de alimentos dos nossos produtores rurais, da nossa agricultura familiar”, destacou o governador Jorginho Mello.
Para o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Admir Dalla Cort, as medidas ampliam a capacidade produtiva e fortalecem a agricultura familiar. “Essas ações chegam diretamente ao produtor rural e às comunidades, com mais estrutura no campo, ampliação de mercados para a agricultura familiar, melhoria da qualidade de vida e incentivo à educação alimentar”, afirma.
Equipamentos
Ao todo, foram entregues 56 equipamentos agrícolas, 40 municípios beneficiados, totalizando R$ 10,8 milhões, recursos de emendas parlamentares federal e estadual, em convênios com o Governo do Estado e Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). A Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária foi responsável pelo processo licitatório e pela aquisição.
O reforço chega ao campo com balança bovina, caminhão basculante, carreta agrícola basculante, colhedora de forragens (ensiladeira 1 linha), distribuidores de adubo (seco e líquido), grade niveladora, plantadeira 5 linhas, pulverizador canhão, roçadeira articulada, roçadeira para trator e trator agrícola cabinado 105 cv.
Os equipamentos têm como destino os municípios de Água Doce, Angelina, Atalanta, Aurora, Balneário Gaivota, Biguaçu, Bom Jardim da Serra, Campo Erê, Canelinha, Chapadão do Lageado, Coronel Freitas, Correia Pinto, Descanso, Doutor Pedrinho, Frei Rogério, Garuva, Grão Pará, Ilhota, Indaial, Ituporanga, Jaraguá do Sul, Lontras, Luiz Alves, Major Gercino, Massaranduba, Morro Grande, Otacílio Costa, Penha, Pomerode, Santa Rosa do Sul, Sangão, São Bonifácio, São Domingos, São João Batista, São João do Sul, São José, Sombrio, Turvo, Urubici e Vargem.
Os convênios têm como indicações: senadora Ivete da Silveira, senadores Jorge Seif, Esperidião Amin e ex-senador Dário Berger; deputadas Federal Caroline De Toni, Ana Paula Lima, Geovania de Sá, deputados Federal Carlos Chiodini, Jorge Goetten, Rafael Pezenti, Valdir Cobalchini e ex-deputado Rodrigo Coelho. Na esfera estadual as indicações foram do deputado Neodi Saretta.
Alimentos da agricultura familiar
O governador Jorginho Mello assinou o decreto que regulamenta a compra de alimentos da agricultura familiar, estabelecendo a priorização de produtores locais e garantindo que, no mínimo, 30% das aquisições públicas sejam provenientes desse segmento.
A medida regulamenta a Lei nº 18.355/2022, que organiza as compras governamentais de produtos oriundos da agricultura familiar, da pesca artesanal e do empreendedor familiar rural, incluindo também suas organizações sociais.
O objetivo é fortalecer os empreendimentos familiares rurais, ampliar a participação da agricultura familiar nos processos de compra pública e promover a inclusão de pequenos agricultores, pescadores e organizações sociais no fornecimento de alimentos para o Estado.
Combate ao borrachudo em Santa Catarina
O Governo de Santa Catarina anunciou a operação do Programa Estadual de Controle dos Borrachudos para intensificar o combate do inseto, especialmente nas áreas rurais do Estado, é o único Estado do país a implantar essa iniciativa.
A ação coordenada pela Secretaria de Estado da Agricultura e Pecuária (Sape) conta com a parceria dos municípios. Durante o evento foram assinados acordos de Cooperação Técnica com as prefeituras de Botuverá e Doutor Pedrinho. O Governo do Estado adquiriu 10 mil litros do larvicida biológico Bacillus thuringiensis israelensis (BTI), somando mais de R$ 2 milhões. A previsão é atender até 135 cidades, com o fornecimento de até 100 litros.
A cooperação técnica estabelece responsabilidades compartilhadas. A Sape é responsável pelo fornecimento do insumo e pelo suporte técnico, a partir da identificação dos focos. Já os municípios deverão realizar a aplicação correta do produto, com segurança, além de encaminhar relatórios de acompanhamento das ações.
O projeto também prevê capacitação, monitoramento e ações de conscientização, reforçando o controle biológico do borrachudo e os benefícios para a saúde e o bem-estar da população catarinense.
Para aderir, as prefeituras devem formalizar o pedido pelos e-mails: gabinete@agricultura.sc.gov.br ou cederural@agricultura.sc.gov.br e garantir que as equipes estejam capacitadas para a aplicação do produto.
Hortas do Saber
O Projeto “Hortas do Saber Cultivando Conhecimento e Sustentabilidade”, é realizado por meio da parceria da Sape com a Secretaria de Estado da Educação (SED). Para 2026 está prevista a distribuição de 100 mil pacotes de sementes de hortaliças às escolas estaduais.
“Quando falamos em educação, estamos falando também de formação para a vida. O projeto Hortas do Saber reforça esse compromisso ao levar para dentro das escolas uma experiência concreta de aprendizagem, que conecta teoria e prática”, destaca a secretária de Estado da Educação, Luciane Bisognin Ceretta.
Esse projeto incentiva à implantação e consolidação de hortas pedagógicas em ambiente escolar, busca ampliar a consciência sobre os cuidados com o meio ambiente e com as práticas saudáveis e sustentáveis de alimentação nutricional.
A educação alimentar e nutricional é uma diretriz do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e está contemplada no currículo em Santa Catarina, o Hortas do Saber soma forças nesse objetivo com a proposta de capacitar os coordenadores pedagógicos das escolas da rede pública estadual de Santa Catarina para implantação das hortas em todas as unidades escolares do Estado.
“Ao implantar hortas pedagógicas, estamos promovendo não apenas o conhecimento sobre o meio ambiente, mas também incentivando hábitos alimentares mais saudáveis desde a infância e a adolescência”, completa a secretária.
Bancos passam a exigir gastos mínimos para acesso às salas Mastercard Black em Guarulhos
Uma mudança silenciosa — mas significativa — está acontecendo no acesso às salas VIP do Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos. Diversos bancos começaram a adotar regras mais rígidas para liberar a entrada nas salas da bandeira Mastercard Black, exigindo agora gastos mínimos nos cartões de crédito.
A alteração marca uma nova fase no mercado de cartões premium no Brasil, onde o acesso irrestrito às salas VIP vem sendo substituído por critérios de uso e relacionamento com o banco.
💳 O que mudou no acesso às salas Mastercard Black
Até pouco tempo, muitos cartões Black ofereciam acesso praticamente ilimitado às salas VIP da Mastercard, especialmente em Guarulhos. No entanto, com o aumento da demanda e os custos elevados para manter esse benefício, os emissores passaram a restringir o uso.
Agora, alguns bancos exigem que o cliente atinja um valor mínimo de gastos dentro de um período específico — geralmente trimestral — para liberar os acessos.
👉 Um dos exemplos mais comentados é a exigência de cerca de R$ 15 mil em gastos a cada 3 meses para garantir a entrada nas salas.
🏦 Bancos que já adotaram a nova regra
Entre os bancos que começaram a implementar esse modelo estão grandes emissores do país, como:
Itaú Unibanco
Bradesco
Santander Brasil
Cada instituição pode aplicar regras específicas, mas o conceito é o mesmo: sem uso recorrente do cartão, não há benefício de sala VIP.
Cada acesso às salas VIP pode custar entre US$ 27 e US$ 45 para o banco emissor. Com o aumento do número de clientes com cartões Black — e o uso mais frequente das salas — a conta simplesmente deixou de fechar.
👉 Resultado: os bancos passaram a buscar um “break even”, ou seja, garantir que o cliente gere receita suficiente (via anuidade ou gastos) para compensar os custos dos benefícios.
🧠 Estratégia clara: premiar quem usa mais
Essa mudança não é isolada. Ela faz parte de uma tendência maior no mercado:
Menos benefícios automáticos
Mais exigência de relacionamento
Foco em clientes com alta movimentação financeira
Na prática, o acesso às salas VIP volta a ser um diferencial — mas agora condicionado ao uso real do cartão.
⚠️ Impacto para os clientes
Para quem utilizava o cartão apenas de forma pontual, a mudança pode ser negativa. Já para clientes com alto volume de gastos, pouca coisa muda.
Por outro lado, a decisão também pode ajudar a reduzir a superlotação das salas, problema frequente nos últimos anos no Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos.
📊 O fim do acesso fácil às salas VIP?
O movimento indica uma mudança estrutural no mercado de cartões premium no Brasil.
O que antes era comum — acesso ilimitado sem شرط — está dando lugar a um modelo mais seletivo, onde:
Gastos mensais importam
Relacionamento com o banco pesa
Benefícios são condicionais
👉 Em outras palavras: o cartão Black continua existindo, mas o “luxo automático” está cada vez mais raro.
📌 Conclusão
As novas regras para acesso às salas Mastercard Black em Guarulhos mostram que o mercado está se ajustando à realidade de custos e alta demanda.
Para o cliente, fica a lição:
✔️ Usar o cartão com frequência será essencial ✔️ Benefícios exigirão estratégia ✔️ E o conceito de exclusividade está, aos poucos, sendo reconstruído
A Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Empreendedorismo, da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte (Semepp), lançou, na noite desta segunda-feira (4), o projeto “Desenvolve Sorocaba 3.0”. O evento foi realizado no Teatro Municipal “Teotônio Vilela”.
A iniciativa conta com o apoio do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) Sorocaba e da Associação Comercial de Sorocaba (ACSO) e visa fortalecer micro e pequenas empresas do município por meio de capacitações, consultorias e eventos voltados à melhoria da gestão, da qualidade dos serviços e da competitividade no mercado.
Totalmente gratuito, o programa utiliza a metodologia do Empretec, reconhecida mundialmente como uma das principais formações para empreendedores. Desenvolvido pela Organização das Nações Unidas (ONU) e aplicado com exclusividade no Brasil pelo Sebrae, o Empretec é uma imersão intensiva e vivencial que estimula o desenvolvimento de características e comportamentos empreendedores, preparando os participantes para identificar oportunidades, superar desafios e inovar em seus negócios, além de apoiar aqueles que desejam iniciar um empreendimento de forma estruturada.
Na cerimônia foi disponibilizado um QR Code para que os presentes pudessem se inscrever no Empretec. Os participantes também puderam assistir à palestra de Clóvis Tavares sobre Motivação, Vendas e Liderança.
O prefeito Rodrigo Manga ressaltou a importância do evento para o crescimento da cidade. “Tenho certeza que programas como esse vão capacitar ainda mais, gerar mais oportunidades para que a gente continue crescendo. Por isso, Sorocaba é reconhecida pelo seu desempenho econômico profissional no Brasil todo”, disse.
“Aqui é um grande ambiente de negócio, aprendizado e é muito gratificante ver tanta gente querendo evoluir, querendo crescer. Parabéns a todos por esse passo tão importante”, pontua Clayton Lustosa, secretário da Semepp.
Também participaram do evento o secretário do Gabinete Central (SCG), Evandro Bueno; o ouvidor-geral do Município, Giovane Mateus Neves; o gerente regional do Sebrae Sorocaba, Alexandre Martins, o diretor de Relações Públicas da ACSO, João Guariglia e os vereadores Roberto Freitas e Rogério Marques.
O Centro de Educação Superior do Alto Vale do Itajaí (Ceavi), da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), iniciou nesta segunda-feira, 4, mais uma ação de aproximação com a comunidade escolar da região. O projeto de extensão NAVI 2026 levou o curso Introdução à Modelagem 3D no Blender para estudantes do 9º ano da Escola de Educação Básica Walmor Ribeiro, em Ibirama.
A atividade integra uma das ações do projeto de extensão e é coordenada pelo professor Adilson Vahldick, e tem como objetivo aproximar os alunos da educação básica das áreas de tecnologia e inovação, além de apresentar possibilidades de formação acadêmica na universidade pública.
“As oficinas são ministradas por quatro acadêmicos do curso de Bacharelado em Engenharia de Software da Udesc Alto Vale. A participação dos estudantes universitários faz parte da Extensão Curricular, componente obrigatório da graduação que busca conectar o conhecimento acadêmico às demandas da sociedade”, comenta Vahldick.
Durante o curso, os alunos aprendem conceitos iniciais de modelagem tridimensional utilizando o software Blender, ferramenta amplamente utilizada na criação de jogos, animações e projetos digitais. A proposta estimula a criatividade, o pensamento lógico e o interesse pelas carreiras tecnológicas desde o ensino fundamental.
Assessoria de Comunicação da Udesc Alto Vale Jornalista Thiago César Augusto E-mail: comunicacao.ceavi@udesc.br Telefone: (47) 3357-8457
Policiais militares e civis em serviço mataram 142 pessoas no primeiro trimestre deste ano, no estado de São Paulo. Foram cinco vítimas a mais do que no mesmo período de 2025. Considerando os policiais fora de serviço, as mortes aumentaram de 29 para 33, no mesmo período de comparação.
Especialistas alertam para o alto patamar de óbitos em decorrência de intervenção policial. O levantamento foi feito pela Agência Brasil, a partir de relatório dinâmico divulgado pelo Ministério Público do Estado de São Paulo (MPSP).
O Grupo de Atuação Especial da Segurança Pública e Controle Externo da Atividade Policial (Gaesp) do MPSP divulga dados das mortes em decorrência de intervenção policial (MDIPs). As informações são repassadas diretamente pelas polícias Civil e Militar à promotoria, conforme determinações legais e resolução da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP).
Considerando somente a Polícia Militar, em serviço, o número de vítimas da letalidade policial se manteve em 134 no primeiro trimestre de 2026, mesmo número registrado em 2025. Já os policiais militares fora de serviço mataram 29 pessoas de janeiro a março deste ano, três a mais do que no mesmo período do ano passado.
O ouvidor da Polícia do Estado de São Paulo, Mauro Caseri, afirmou que segurança pública eficaz é aquela que reduz a violência preservando vidas. Ele avaliou que a ausência de políticas robustas de saúde mental para os policiais e a insuficiência de mecanismos efetivos de controle e avaliação do uso da força contribuem para a perpetuação do cenário de alta da letalidade policial.
Caseri apontou, em entrevista à Agência Brasil, que a combinação de baixos salários, sobrecarga de trabalho decorrente dos chamados bicos e o avanço do adoecimento mental na tropa cria um ambiente de risco para a população e para os próprios policiais.
“Cria uma polícia do confronto. Precisamos de uma polícia que resolva conflitos, não de uma polícia que crie conflitos”, concluiu o ouvidor.
O presidente do Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana (Condepe), Adilson Santiago, avalia que o estado de São Paulo vive uma crise da segurança pública. “São os números que impressionam pelo aumento da letalidade policial e da violência policial, pelo aumento da incapacidade de uma polícia que deveria ser preparada para proteger a população, mas vem violando direitos”, disse.
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Ele destaca que “existe um apartheid social para uma população direcionada: pessoas negras e da periferia, portanto, um público direcionado, em regiões direcionadas, que sofrem pela insegurança [promovida] por aqueles que deveriam nos dar a segurança.”
“O que a gente percebe é cada vez mais um despreparo. Pelo visto, não tem formação, não tem um comando que possa de fato auxiliar e conduzir as forças policiais para [formar] uma polícia que seja mais humanizada, uma polícia que possa entender as reais dificuldades da sociedade e trabalhar à altura dos desafios que hoje estão colocados”, disse Santiago.
Alta da letalidade na gestão atual
O número de mortes cometidas por policiais militares em serviço teve uma trajetória de queda no governo anterior, de 2019 até 2022. Os registros passaram de 720 para 262, no período, o que representou redução de 63,6%, segundo os dados do Ministério Público.
No entanto, desde 2023, no atual governo, o número de vítimas da letalidade policial vem aumentando anualmente. Em 2023, primeiro ano da gestão atual no estado, 357 pessoas foram mortas por policiais militares em serviço, um acréscimo de 95 vítimas em relação ao ano anterior.
Em 2024, o número desse tipo de mortes deu um salto, chegando a 653 registros, o que representou alta de 83% em relação ao ano anterior. No ano seguinte, novo acréscimo elevou os registros para 703 mortos.
“O aumento da letalidade policial que se verifica em diversos indicadores não pode ser naturalizado nem tratado como efeito colateral inevitável da atividade policial. Os dados indicam um problema estrutural que exige enfrentamento direto”, disse o ouvidor da Polícia.
Ele destacou que o aumento da letalidade não pode ser interpretado como indicador de eficiência.
Para combater a alta da letalidade policial, Mauro Caseri defende que é urgente enfrentar a precarização das condições de trabalho policial; efetivar e fiscalizar o uso das câmeras portáteis dos agentes; revisar práticas operacionais e protocolos de uso da força; ampliar a transparência e a responsabilização de toda a cadeia de comando envolvida em uma ocorrência.
Ele acrescentou que parte significativa dos profissionais opera sob fadiga crônica, pressão psicológica elevada e suporte institucional insuficiente. Diante disso, o ouvidor defende a instituição de políticas obrigatórias e contínuas de cuidado em saúde mental. “Sem essas medidas, o risco é a consolidação de um modelo de segurança que amplia a violência em vez de reduzi-la”, finalizou.
Procurada pela Agência Brasil, a Secretaria da Segurança Pública do estado disse que “todas as ocorrências de mortes por intervenção policial (MDIPs) são rigorosamente investigadas, com acompanhamento das corregedorias, do Ministério Público e do Poder Judiciário.”
“Paralelamente, o Estado tem adotado medidas contínuas para redução da letalidade, como o aperfeiçoamento de protocolos operacionais, capacitação dos agentes e ampliação do uso de tecnologias e equipamentos de menor potencial ofensivo, como espargidores, bastões retráteis e armas de incapacitação neuromuscular, cujos investimentos superaram R$ 27,8 milhões na aquisição de mais de 3.500 unidades desse tipo”, disse, em nota.
Segundo a SSP, o total de câmeras operacionais portáteis está sendo ampliado para 15 mil. “Programas como o Muralha Paulista integram tecnologia, inteligência e bancos de dados para aumentar a eficiência das ações e reduzir a necessidade do uso da força”, informou, acrescentando que são mais de 125,5 mil câmeras interligadas e mais de 70% da população paulista coberta pelo sistema.
Conseguirá Antonio Vadillo conquistar seu quarto título com o Palma, ou será que o Étoile Lavalloise de Manuel Moya, o Cartagena de Duda ou o Sporting de Nuno Dias vão impedir esse feito?- foto UEFA
O sorteio das semifinais da UEFA Futsal Champions League colocou frente a frente Cartagena Costa Cálida e Sporting CP, enquanto o atual campeão Illes Balears Palma vai enfrentar o Étoile Lavalloise.
Confira as reações dos quatro treinadores neste momento de preparação para os jogos de sexta-feira, dia 8 de maio, na Pesaro Futsal Arena. A disputa do terceiro lugar e a grande final acontecem dois dias depois, no mesmo local, na Itália.
Cartagena Costa Cálida x Sporting CP
Duda, treinador do Cartagena
“São adversários muito difíceis, uma equipe muito bem organizada, com muita experiência nesse tipo de competição. O principal objetivo deles é vencer a Champions League e reconquistar um troféu que já ganharam algumas vezes, ou pelo menos disputaram muitas finais.
Sabíamos que isso poderia acontecer, que qualquer adversário seria muito complicado, tanto o Palma quanto o Sporting. Agora vamos nos preparar para o jogo e tentar dar o nosso melhor para chegar à final.”
Nuno Dias, treinador do Sporting
“Vamos enfrentar uma equipe forte, bicampeã espanhola, com quatro jogadores que foram campeões europeus com a Espanha recentemente. É um time com muitas opções, vários atletas de qualidade em diferentes posições, capazes de variar bastante o jogo.
Eles têm um pivô canhoto, dois pivôs destros, alas muito incisivos e jogadores com grande experiência, o que faz do Cartagena uma equipe muito forte. Não é à toa que ganharam o campeonato espanhol nos últimos dois anos.
O Cartagena certamente vai brigar por uma vaga na final, assim como o Sporting. Teremos nossas chances, vamos nos preparar bem e espero ter os jogadores na melhor forma possível.”
Illes Balears Palma x Étoile Lavalloise
Antonio Vadillo, treinador do Palma
“Apesar de já termos enfrentado o Étoile [e vencido por 2 a 1 na fase principal, em Palma de Maiorca], é a equipe que menos conhecemos. Por outro lado, é positivo, porque pelo menos teremos um treinador espanhol na final.
Foi muito difícil vencê-los em casa. Sabemos que é um time que joga muito bem, constrói as jogadas com organização e eficiência. São adversários difíceis, com jogadores que atuam juntos há muito tempo e têm bastante experiência internacional.
São adversários complicados, mas também é um privilégio estar nessa fase. É um privilégio disputar jogos como esses, e temos a sorte de estar aqui pelo quarto ano consecutivo.”
Manuel Moya, treinador do Étoile Lavalloise
“Antes de tudo, queremos expressar o orgulho e a honra de estarmos entre as quatro melhores equipes. Conhecemos a qualidade dos nossos adversários e sabíamos que, independentemente de quem enfrentássemos na semifinal, seria um duelo muito difícil.
Talvez tenhamos mais referências contra o Palma, já que jogamos contra eles na fase principal [derrota por 2 a 1]. Conhecemos melhor o elenco e o estilo de jogo deles, mas é só isso.
Sabemos que podemos competir. Queremos jogar sem medo; sabemos que talvez não sejamos favoritos, mas se fizermos bem o nosso trabalho, teremos nossas oportunidades. Contamos com isso para ir longe no torneio.
Também teremos o apoio de voluntários, parceiros e dirigentes que estarão conosco em Pesaro. Queremos deixá-los felizes e orgulhosos do nosso caminho e do nosso desempenho em quadra.”