Familiares destacam exemplos de Oscar Schmidt

Por MRNews

Após a notícia da morte do ídolo do basquete Oscar Schmidt, na tarde desta sexta-feira (17), familiares se pronunciaram nas redes sociais sobre os exemplos e o legado do atleta. 

“Minha maior referência! Maior exemplo de dedicação e amor à profissão! Que história incrível você escreveu, meu irmão! Descanse em paz”, escreveu o jornalista e apresentador Tadeu Schmidt. 

Felipe Schmidt, filho de Oscar, pediu respeito para a família e prometeu honrar o legado do pai. “Hoje o mundo perde um ídolo, e eu perco meu pai”, disse. 

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“Vou honrar tudo o que você me ensinou a ser como homem e tentar ser ao menos 10% do ser humano que você foi. Você foi um exemplo de vida para mim, e eu nunca, nunca vou te esquecer”, acrescentou Felipe. 

Sobrinho de Oscar, o jogador de vôlei de praia Bruno Schmidt agradedeu o tio pelas memórias. 

“Hoje, além de um tio, perdi uma grande referência, o maior ídolo da história do basquete brasileiro, cujo nome carrego no meu. Ficam na memória e no coração as lembranças. Obrigado por tudo, Mão Santa, querido Tio!”, disse.

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Despedida

Oscar Schmidt enfrentou um tumor cerebral por cerca de 15 anos. Segundo sua assessoria, a despedida se dará de forma reservada, restrita aos familiares, em respeito ao desejo da família por um momento íntimo de recolhimento.

Segundo a Prefeitura de Santana de Parnaíba (SP), onde o ex-jogador morreu, Oscar passou mal em sua residência e foi encaminhado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana (HMSA) pelo Serviço de Resgate, “já em parada cardiorrespiratória (PCR), chegando à unidade sem vida”.

“Oscar foi uma lenda do basquete mundial”, diz Alckmin

Por MRNews

O presidente em exercício, Geraldo Alckmin, lamentou, nesta tarde de sexta (17), a morte do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt, aos 68 anos de idade. Alckmin disse o que o Brasil perdeu um dos seus maiores atletas. 

“Oscar Schmidt, nosso Mão Santa, não foi só um jogador de basquete, foi uma lenda do basquete mundial”, disse. Alckmin ocupa a chefia do Executivo em função de que o presidente Lula está em Barcelona para participar  da Cúpula Brasil-Espanha. 

Geraldo Alckmin ressaltou que Oscar sempre colocou a defesa do Brasil nas quadras em primeiro lugar e manifestou pesar à família, amigos e fãs.

Fiocruz e Ministério das Cidades lançam editais unindo cultura e saúde

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Pesar

A morte de Oscar provocou repercussão no mundo do esporte. A Confederação Brasileira de Basketball (CBB) lamentou a morte do ex-jogador e destacou que ele representou símbolo absoluto do esporte e redefiniu os limites do possível dentro das quadras.

“A CBB lamenta com um pesar profundo a perda de um dos maiores ídolos da história do esporte mundial”, diz em nota.

João Fonseca cai nas quartas de Munique após revés para 6º do mundo

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O Comitê Olímpico do Brasil (COB) assinalou que Oscar foi recordista brasileiro em participações olímpicas no basquete, ao disputar cinco edições consecutivas dos Jogos Olímpicos e se tornou o único atleta a ultrapassar a marca de 1 mil pontos na história da competição, diz o COB em nota.

Fiocruz e Ministério das Cidades lançam editais unindo cultura e saúde

Por MRNews

A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Ministério das Cidades lançaram nesta sexta-feira (17), no Rio de Janeiro, dois editais voltados ao fortalecimento de iniciativas culturais em territórios periféricos. O anúncio foi feito durante o evento Cultura & Saúde – parceria que dá certo!, realizado como parte das comemorações dos 125 anos da Fundação.

Um dos editais é o Programa de Formação em Captação para Organizações de Periferias, coordenado pela Secretaria Nacional de Periferias do ministério. A proposta é oferecer qualificação para a  atuação de gestores culturais em áreas periféricas.

Segundo a vice-presidente de Educação, Informação e Comunicação da Fiocruz, Marly Marques da Cruz, a iniciativa reforça o papel da cultura como instrumento de transformação social.

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“Trazemos hoje a ideia de cultura e saúde como uma parceria que dá certo e precisamos ampliar as possibilidades das periferias. A Fiocruz tem uma forte atuação nesses territórios e precisamos construir um projeto de enfrentamento às desigualdades, ao racismo e a tudo que seja contra a vida. Fazemos ciência para a vida”, afirmou.

O segundo edital, intitulado Grafite Fiocruz 125 anos, vai selecionar sete propostas artísticas para intervenções nos muros dos campi Manguinhos e Maré, no Rio de Janeiro. De acordo com o edital, as obras deverão dialogar com a trajetória da instituição e com o tema da saúde pública, reforçando a memória institucional e a relação com os territórios.

Segundo Gustavo Amaral, representante da Fiotec, entidade patrocinadora da iniciativa, o projeto busca renovar o ambiente da Fundação e ampliar o diálogo com a sociedade: “São 125 anos pensando em saúde, e com o apoio da Fiotec acredito que este projeto trará uma nova energia para o campus da Fundação. Levar essa iniciativa para a Fiocruz é também levar uma cultura de crítica social e de enfrentamento às desigualdades nas nossas comunidades”, disse.

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A ação conta ainda com gestão cultural da Sociedade de Promoção Sociocultural da Fiocruz (SocultFio). Para o diretor institucional da entidade, Luis Fernando Donadio, a integração entre cultura e saúde amplia o alcance das políticas públicas.

“Numa instituição de saúde, ciência e tecnologia, ter esse olhar para a cultura é uma grande conquista. Produzir cultura é também produzir saúde na veia”, destacou Donadio.

Já o representante do Ministério das Cidades, Breno Lacet Lucena, ressaltou o potencial das periferias como espaços de inovação social: “Pensamos a periferia como um lugar de oportunidades. Criamos a rede Nós Periféricos, que reúne iniciativas que geram impacto significativo nos territórios, e queremos que isso se amplie ainda mais”, afirmou.

Como acessar os editais

As inscrições para o Programa de Formação em Captação são destinadas a organizações cadastradas na plataforma Nós Periféricos, vinculada ao Ministério das Cidades. Já o edital Grafite Fiocruz 125 anos terá suas regras, prazos e critérios disponíveis nos canais oficiais da Fiocruz e da SocultFio.

Os interessados devem acompanhar os sites institucionais da Fiocruz e do Ministério das Cidades, onde estão publicados os editais completos, com orientações sobre inscrição, cronograma e documentação necessária.

 

Morte de equipe da Band expõe precarização do jornalismo, diz Fenaj

Por MRNews

A morte de um cinegrafista e uma repórter da equipe da Band em Minas Gerais, nesta semana, expõe riscos do acúmulo de função e da precarização do jornalismo, defenderam em nota A Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e o Sindicato dos Jornalistas Profissionais de Minas Gerais (SJPMG).

Na última quarta-feira (15), o repórter cinematográfico Rodrigo Lapa e a repórter Alice Ribeiro foram vítimas de um acidente de carro na rodovia BR-381, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, enquanto voltavam de uma pauta jornalística. Quem dirigia o carro era o próprio cinegrafista, o que configura acúmulo e desvio de função, na avaliação das entidades. 

Rodrigo morreu ainda no local e Alice teve morte cerebral confirmada na quinta-feira (16). Ela era mãe de um bebê de 9 meses. 

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“Profissionais responsáveis pela captação de imagens jornalísticas vêm sendo sobrecarregados com tarefas que não lhes cabem, como a condução de veículos, o que amplia significativamente os riscos, especialmente em rodovias perigosas e em jornadas exaustivas”, diz trecho da nota.

As entidades da categoria manifestaram pesar pelas mortes e prestaram solidariedade com familiares, amigos e colegas de trabalho. Porém, ressaltaram que o acontecimento acende alerta sobre as condições de trabalho no setor.

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De acordo com a nota, apesar de os motivos do acidente ainda estarem sendo investigados, é importante destacar a constante situação de vulnerabilidade e risco em que os trabalhadores da área de jornalismo se encontram. A redução de equipes e a imposição da multifunção contribuem para esse cenário. 

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Fenaj e o SJPMG cobram a atuação do Ministério Público do Trabalho (MPT) para investigar as condições de trabalho nas empresas de comunicação. Também exigem medidas para garantir equipes completas e condições seguras para o exercício da atividade jornalística.

“A defesa do jornalismo passa, necessariamente, pela valorização e proteção de quem o exerce”, encerra a nota.

Procurada pela reportagem da Agência Brasil, a Band ainda não se manifestou sobre as críticas das entidades. O espaço continua aberto a manifestações da empresa.

Confira reportagem sobre a morte da jornalista da Band, Alice Ribeiro, no Repórter Brasil

Sicredi acelera expansão; avanço das cooperativas acende alerta no mercado bancário

Por MRNews

🚨 Sicredi acelera expansão: avanço das cooperativas acende alerta no mercado bancário

O sistema financeiro brasileiro está passando por uma transformação silenciosa — e cada vez mais relevante. A Sicredi vem avançando com força no Nordeste e acaba de dar mais um passo estratégico ao se aproximar da marca de R$ 2 bilhões em ativos.

O movimento não é isolado. Ele sinaliza uma mudança importante no equilíbrio entre bancos tradicionais e cooperativas, especialmente em regiões onde o crescimento econômico e a bancarização ainda têm grande potencial.


📈 Crescimento acelerado chama atenção

A cooperativa Sicredi Veredas registrou um crescimento expressivo de 21% em 2025, alcançando cerca de R$ 1,8 bilhão em ativos. A expectativa agora é clara: ultrapassar a marca de R$ 2 bilhões em breve.

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Esse avanço é significativo por dois motivos:

  • Mostra a força do modelo cooperativista
  • Indica perda gradual de espaço dos grandes bancos em algumas regiões

🏦 Nova agência reforça estratégia agressiva

Como parte dessa expansão, a cooperativa inaugurou sua maior agência em Fortaleza, localizada em uma das áreas mais valorizadas do setor financeiro.

A unidade chama atenção pelos números e estrutura:

  • Mais de 1.000 m² de área construída
  • Espaços modernos de atendimento e coworking
  • Salas de reunião e atendimento personalizado
  • Capacidade para atender cerca de 7 mil associados

Mais do que uma simples agência, o espaço funciona como uma vitrine do modelo cooperativo.

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🌎 Ceará domina, mas Maranhão cresce

Hoje, o estado do Ceará concentra cerca de 90% dos ativos da cooperativa. No entanto, o foco agora está na expansão para o Maranhão.

Embora ainda esteja em fase inicial, o mercado maranhense é visto como estratégico e com potencial de crescimento acelerado nos próximos anos.


⚠️ O que esse movimento realmente significa?

O avanço da Sicredi levanta um ponto importante:

👉 As cooperativas estão deixando de ser alternativas secundárias
👉 E passando a competir diretamente com bancos tradicionais

Isso acontece porque elas oferecem:

  • Taxas mais competitivas
  • Relacionamento mais próximo com o cliente
  • Participação nos resultados (no caso dos cooperados)

💳 Impacto no mercado de crédito e cartões

Com esse crescimento, o impacto vai além de contas e empréstimos.

As cooperativas também começam a ganhar espaço em:

  • Cartões de crédito com pontuação
  • Produtos financeiros completos
  • Serviços para alta renda

Isso pode aumentar a concorrência e pressionar bancos tradicionais a melhorar seus benefícios.


🔥 Tendência para os próximos anos

O cenário aponta para uma mudança estrutural no sistema financeiro brasileiro:

✔️ Cooperativas ganhando escala
✔️ Bancos tradicionais perdendo exclusividade
✔️ Clientes com mais opções e poder de escolha

A expansão em regiões como Nordeste é apenas o começo desse movimento.


📊 Conclusão: crescimento que não pode ser ignorado

A aproximação da marca de R$ 2 bilhões pela Sicredi Veredas não é apenas um número — é um sinal claro de mudança no mercado.

O modelo cooperativista está ganhando força, ampliando presença e mostrando que pode competir de igual para igual com grandes instituições.

Para o consumidor, isso pode significar mais vantagens. Para os bancos, um alerta.

E para o mercado?
👉 Uma transformação que já começou — e deve acelerar ainda mais.


Tags: Sicredi, cooperativas de crédito, bancos, Ceará, Maranhão, Fortaleza, mercado financeiro, expansão bancária

João Fonseca cai nas quartas de Munique após revés para 6º do mundo

Por MRNews

O tenista brasileiro João Fonseca, de 19 anos, deu adeus ao ATP 500 de Munique (Alemanha) nesta sexta-feira (17), após revés nas quartas de final. Atual 35º no ranking, o carioca foi superado pelo número 6 do mundo, o norte-americano Ben Shelton, de 23 anos, por 2 sets a 1, com parciais de 3/6, 6/3 e 3/6, ao fim de 1h49min de embate no saibro alemão.  

Após a partida, Fonseca avaliou a campanha em Munique. Antes do revés para Shelton, o brasileiro somou vitórias contra o chileno Alejandro Tabilo (45º) e o francês Arthur Rinderknech (26º).

“Foi uma boa semana. Eu venho jogando um bom nível de tênis, mas hoje as condições estavam mais rápidas com o calor e eu demorei um pouco para me adaptar”, disse o brasileiro por meio da sua assessora de imprensa.

Itaipu compra mais uma área para assentar indígenas no Paraná

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“Depois fui mais pra frente, consegui fazer ele jogar mais pontos. Como ele não tem um estilo de jogo específico, é um cara difícil de enfrentar. Foi um jogo duro, mas eu poderia ter jogado melhor, principalmente nos meus games de saque.”, lamentou Fonseca.

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Esta foi a quarta derrota do jovem carioca diante de tenistas top 10 do ranking nesta temporada. Fonseca enfrentou o italiano Jannik Sinner (Indian Wells), então número 2 do mundo; o espanhol Carlos Alcaraz no Masters 1000 de Miami – quando ele  liderava o ranking –; e o alemão Alexander Zverev (3º) no Masters 100 de Mônaco.

“Venho fazendo boas partidas contra esses caras, mas quero estar ainda mais forte. É continuar evoluindo, repetir, treinar e melhorar”, concluiu Fonseca, que deve subir cinco posições na próxima atualização do ranking da Associação de Tenistas Profissionais (ATP). 

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O próximo compromisso do brasileiro na gira de saibro europeia será o Masters 1000 de Madri, que começa na próxima segunda (20). O torneio é preparatório para Roland Garros (França), o segundo Grand Slam do ano – a competição distribuiu 1500 pontos no ranking, a mais alta do circuito.

Rafael Matos e Orlando Luz buscam avançar à final de duplas neste sábado (18), a partir das 6h, em duelo contra os franceses Théo Ambagé e Albano Olivetti – Divulgação/ATP de Houston/@mensclaycourt

Brasil na semi de duplas em Munique

Os gaúchos Rafael Matos e Orlando Luz vão brigar por vaga na final de duplas do ATP 500 de Munique neste sábado (18), a partir das 6h (horário de Brasília). Os adversários serão os franceses Théo Ambagé e Albano Olivetti.  A dupla gaúcha avançou à semi na última quinta (16), ao derrotar a parceria do britânico Luke Johnson com o polonês Jan Zielinski com um duplo 6/4.

Itaipu compra mais uma área para assentar indígenas no Paraná

Por MRNews

Com recursos da Itaipu Binacional, a Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) adquiriram mais uma área para assentamento da comunidade Avá Guarani, na região Oeste do Paraná.

O imóvel, com 107 hectares, está localizado entre os municípios de São José das Palmeiras e Santa Helena, a cerca de 120 quilômetros (km) de Foz do Iguaçu, na Tríplice Fronteira, entre Brasil, Paraguai e Argentina.

A Fazenda América, que passará a se chamar Tekoha Pyahu, é dez vezes maior do que o espaço ocupado hoje pelas 27 famílias, cerca de 90 pessoas, que serão agora transferidas, segundo a Itaipu. Atualmente, elas vivem em situação precária em um terreno de apenas 9 hectares, localizado na faixa de proteção do reservatório da usina. A expectativa é que a mudança ocorra em até dois meses.

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“A mudança será importante para nossa comunidade, especialmente para as crianças. Teremos um local adequado para viver, ter escola, posto de saúde, entre outros direitos que iremos conquistar lá”, afirmou o cacique Dioner, líder da aldeia Pyahu. 

Para ele, o processo de reparação de danos que a Itaipu está fazendo é o “mínimo que se pode fazer para os Avá Guarani”.

A compra de terras faz parte do acordo homologado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em março de 2025, e firmado por Itaipu com comunidades indígenas, Ministério Público Federal (MPF), Ministério dos Povos Indígenas (MPI), Incra, Funai e Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

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O objetivo é assegurar reparação histórica pela violação a direitos humanos dos Avá-Guarani. Isso porque, na década de 1970, quando a usina começou a ser construída, em plena ditadura militar brasileira, a etnia Avá-Guarani sofreu o impacto do alagamento de suas terras tradicionais com a criação do reservatório do empreendimento, a partir do represamento do rio Paraná, na divisa com o Paraguai, que compartilha a gestão da usina com o Brasil.

O acordo estabelece medidas para assegurar a territorialização das comunidades locais e prevê a destinação aos indígenas de pelo menos 3 mil hectares de terra que serão adquiridos pelo consórcio Itaipu Binacional, ao custo inicial de R$ 240 milhões.

“Trata-se de respeito, de reparação histórica e de promoção de condições de vida digna para essa população”, destacou o diretor-geral brasileiro da Itaipu, Enio Verri. Ele lembrou ainda que a solução foi construída de forma articulada com as instituições parceiras e as próprias comunidades.

No acordo homologado pelo STF, a Itaipu Binacional se comprometeu a implementar ações de restauração ambiental nas áreas adquiridas e a financiar serviços essenciais, como fornecimento de água, energia elétrica, saneamento, saúde e educação. Caberá à Funai o procedimento de destinação final da posse permanente e usufruto exclusivo às comunidades indígenas. O processo de obtenção dos imóveis rurais passa por análise fundiária e técnica tanto da Funai quanto do Incra.  

Itaipu ainda informou que, por meio de convênios com associações de pais e mestres de escolas e do projeto Opaná – Chão Indígena, estão sendo promovidas iniciativas voltadas ao fortalecimento da cultura, do idioma e do modo de vida dos Avá Guarani, além de ações de assistência técnica em agroecologia e de educação antirracista.

Balanço do acordo

Até o momento, o valor total investido pela Itaipu para a compra de terras para as comunidades indígenas afetadas na construção da usina está em 84,7 milhões. O valor já inclui o pagamento pela fazenda América, que custou R$ 17,6 milhões.

Também foram adquiridas a Fazenda Brilhante, de 215 hectares, em Terra Roxa, onde foram alocadas três comunidades que, juntas, têm 68 famílias; a Fazenda Amorim, de 209 hectares, em Missal, para onde serão transferidas 36 famílias que ocupam uma área na Faixa de Proteção do Reservatório da Itaipu; parte do Haras Mantovani, de 68 hectares, em Terra Roxa; e uma área de 9,8 hectares para a comunidade Arapy, de Foz do Iguaçu. A meta é chegar a 3 mil hectares, com investimento total de R$ 240 milhões.

A área total obtida até agora supera os 700 hectares, o equivalente a 700 de futebol padrão Fifa.

Douglas Ruas é eleito presidente da Assembleia Legislativa do Rio

Por MRNews

O deputado estadual Douglas Ruas (PL) foi eleito, na manhã desta sexta-feira (17), presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), em meio a uma sessão com tentativas de obstrução. No plenário, dos 45 parlamentares presentes à votação, 44 foram a favor e uma abstenção.

Os partidos de oposição PSD, MDB, Podemos, PR, PSB, Cidadania, PCdoB e PSOL ficaram de fora da sessão por discordarem da realização do pleito por voto aberto. A alegação era de que parlamentares poderiam sofrer pressões e retaliações políticas e, por isso, defendiam a votação secreta.

Ao todo, 25 deputados estaduais não participaram da votação. A abstenção foi do deputado Jari Oliveira (PSB).

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Mesmo sendo da oposição, Oliveira participou da votação por meio remoto, mas apenas para votar em Dr Deodalto para 2º secretário da mesa diretora. Deodalto foi eleito com 45 votos.

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A intenção dos partidos de oposição tinha sido derrubada, quando em decisão desta quinta-feira (16), o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) rejeitou o pedido do PDT para que a sessão fosse com votação secreta.

“Votaram 45 deputados, 44 votos sim e uma abstenção. Para a presidência, o meu irmão Douglas Ruas está eleito e empossado como presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. Peço que o mesmo venha assumir a presidência”, disse o deputado Guilherme Delaroli (PL).

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Delaroli estava no exercício da presidência da Casa, desde o afastamento do então presidente Rodrigo Bacellar, que chegou a ser preso por vazar informações sigilosas da Operação Unha e Carne, que investiga o ex-deputado estadual TH Joias por ligações com o Comando Vermelho.

Em março 27 de março deste ano, Bacellar voltou a ser preso pela Polícia Federal. Antes disso, em dezembro de 2025, já havia sido levado à prisão, mas foi solto por decisão do plenário da Alerj.

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Douglas Ruas

Em discurso após assumir a presidência da Alerj, Douglas Ruas, restringiu as suas críticas ao PSD e ao PDT por tentarem impedir a votação aberta, considerada por ele como mais democrática.

O novo presidente da Alerj disse ainda que o Rio de Janeiro, nos últimos dias, passava por um cenário jamais visto com interinidade nos três poderes.

“No governo do estado do Rio de Janeiro, também interinidade no Judiciário, tendo em vista que o presidente daquele poder [desembargador Ricardo Couto] está exercendo cargo de governador, e lá está a desembargadora [Suely Lopes Magalhães] de forma interina conduzindo aquele poder e também tínhamos uma interinidade no poder legislativo”, afirmou.

Ruas disse ainda que será presidente dos 70 deputados que compõem o quadro de parlamentares da Alerj. “Agradeço a cada um dos senhores e senhoras deputados e deputadas que confiaram a mim essa missão, que não é uma missão individual e, sim, coletiva, construída através do diálogo, buscando sempre as soluções em favor da população do estado do Rio de Janeiro”, disse.

Ruas já tinha sido eleito para o cargo em votação rápida da Alerj, mas em decisão da presidente em exercício do TJRJ, a eleição foi anulada por considerar que o processo eleitoral só poderia ser deflagrado após a retotalização dos votos nos parlamentares pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), após a cassação do mandato de Rodrigo Bacellar.

Saiba mais sobre o imbróglio político do Rio de Janeiro no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil

vale a pena esse cartão premium em 2026?

Por MRNews

O Cartão CAIXA Elo Diners Club é uma das opções mais exclusivas da Caixa para clientes de alta renda. Com proposta premium, ele combina alta pontuação, benefícios de viagem e flexibilidade na escolha de vantagens.

Mas será que ele realmente entrega tudo isso na prática? Neste artigo, você confere um guia completo.


💳 O que é o CAIXA Elo Diners Club?

O CAIXA Elo Diners Club é um cartão voltado para quem busca uma experiência diferenciada, com foco em:

✔️ Acúmulo elevado de pontos
✔️ Benefícios em viagens
✔️ Serviços premium e seguros
✔️ Personalização via plataforma Elo Flex

Nubank encerra benefício grátis e surpreende clientes; entenda o que mudou no Ultravioleta

Fim do acesso fácil? Santander muda regras das salas VIP e impõe gasto mínimo

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👤 Para quem é esse cartão?

O cartão é destinado a:

  • Maiores de 18 anos
  • Ou maiores de 16 anos emancipados ou assistidos
  • Com renda compatível

💰 Destaque importante:
👉 O limite mínimo para contratação é de R$ 25.000, o que já posiciona o produto como alta renda.


⭐ Pontuação: um dos grandes atrativos

O programa de recompensas da Caixa é competitivo:

  • 2,5 pontos por dólar em compras nacionais
  • 3,5 pontos por dólar em compras internacionais
  • Pontos que nunca expiram

👉 Isso coloca o cartão entre os melhores do Brasil em acúmulo, principalmente para quem gasta em moeda estrangeira.

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🔄 Para onde vão os pontos?

Os pontos acumulados podem ser transferidos para programas como:

  • TudoAzul
  • Smiles
  • LATAM Pass
  • TAP Miles&Go
  • Dotz

👉 Isso traz flexibilidade para emitir passagens nacionais e internacionais.


💸 Anuidade e cashback

A anuidade é de:

  • 12x de R$ 91,67 (aproximadamente R$ 1.100/ano)

Mas existe um diferencial interessante 👇

💰 Cashback da anuidade:

  • Gastos acima de R$ 5.000 → 50% de volta
  • Gastos acima de R$ 10.000 → 100% de volta

👉 Na prática, é possível zerar a anuidade com uso consistente do cartão.


✈️ Benefícios para viagens

O cartão oferece um pacote robusto:

  • Acesso ao Priority Pass
    • 4 acessos gratuitos por ano
  • Seguro viagem
  • Transfer em aeroporto internacional
  • Pontuação turbinada no exterior

👉 Não é ilimitado, mas atende bem quem viaja algumas vezes por ano.


🎯 Benefícios Elo Flex

Um dos diferenciais do cartão é a personalização:

Você tem:

  • 9 benefícios fixos
  • 4 benefícios Flex, que podem ser trocados

Entre as opções:

  • Deezer
  • Assistência Auto
  • Serviços para pets
  • Cursos como CNA Go
  • Apps infantis como PlayKids

👉 Isso permite adaptar o cartão ao seu estilo de vida.


🛡️ Seguros e proteções

Inclui:

✔️ Seguro proteção de compras
✔️ Garantia estendida
✔️ Seguro viagem

👉 Um pacote padrão de cartões premium.


📊 Vale a pena?

Depende muito do seu perfil.

✔️ Vale a pena se você:

  • Gasta mais de R$ 10 mil por mês
  • Quer pontuar forte (principalmente no exterior)
  • Usa milhas com frequência
  • Busca flexibilidade de programas

❌ Pode não valer tanto se:

  • Você quer salas VIP ilimitadas
  • Prefere programas internacionais diretos
  • Tem gastos baixos no cartão

⚖️ Comparação rápida com o mercado

Hoje, o CAIXA Elo Diners Club compete com cartões como:

  • Visa Infinite de bancos tradicionais
  • Mastercard Black de alta renda

👉 Seu grande diferencial é a combinação de:

  • Pontuação alta
  • Pontos que não expiram
  • Cashback na anuidade

Mas perde em:

  • Quantidade de acessos a salas VIP
  • Benefícios internacionais mais robustos

🧠 Conclusão

O Cartão CAIXA Elo Diners Club é um produto sólido dentro do mercado brasileiro, especialmente para quem quer acumular pontos com consistência e manter flexibilidade na hora de transferir.

Não é o cartão mais completo em viagens premium, mas pode ser uma excelente escolha para quem busca equilíbrio entre custo, pontuação e benefícios.


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STF tem maioria para manter cassação do ex-deputado Rodrigo Bacellar

Por MRNews

A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) registrou nesta sexta-feira (14) maioria de votos para manter a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que determinou a cassação do mandato do deputado estadual Rodrigo Bacellar (União), ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). 

Até o momento, o placar do julgamento virtual está 3 votos a 0 para manter a decisão.

Em março, Bacellar foi condenado no mesmo processo que levou à inelegibilidade do ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro.  A ação tratou das contratações irregulares na Fundação Centro Estadual de Estatísticas, Pesquisas e Formação de Servidores Públicos do Rio de Janeiro (Ceperj).

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Com a cassação, o deputado Carlos Augusto (PL) assumiu uma cadeira na Alerj.

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Após a decisão do TSE, a defesa de Bacellar recorreu ao Supremo e pediu a decretação de efeito suspensivo da decisão que condenou o ex-deputado.

Ao analisar o caso, o relator, ministro Cristiano Zanin, negou o pedido por razões processuais. O ministro entendeu que ainda cabe recurso contra a decisão, e o caso não justifica a concessão de uma medida liminar.

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“Diante dos fundamentos da decisão agravada e pelo fato de não ter ocorrido nenhuma mudança em relação a situação processual quanto à interposição de eventual recurso extraordinário e de seu juízo de admissibilidade pelo Tribunal Superior Eleitoral, entendo ser o caso de manter a negativa da medida cautelar por seus próprios fundamentos”, afirmou.

O voto foi seguido pelos ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino. Falta o voto da ministra Cármen Lúcia.

Prisão

No dia 27 de março, em função da cassação, Rodrigo Bacellar voltou a ser preso por determinação do ministro Alexandre de Moraes.

O ex-parlamentar é investigado no inquérito que apura o vazamento de informações sigilosas sobre a investigação que envolve o ex-deputado estadual TH Joias.